{"log":[{"id":658196,"type":"new","entry":{"id":784003,"content":"<p>Os ataques russos do dia de hoje a Kiev provocaram dois mortos e 43 feridos, avança <span dir=\"auto\">Vitali Klitschko<\/span>, presidente da Câmara da capital, no <a href=\"https:\/\/t.me\/vitaliy_klitschko\/7595\">Telegram<\/a>.<\/p>\n<p>Segundo a <a href=\"https:\/\/kyiv.gp.gov.ua\/ua\/news.html?_m=publications&amp;_c=view&amp;_t=rec&amp;id=431176\">Procuradoria da Cidade de Kiev<\/a>, a Rússia realizou ataques com drones contra postos de gasolina, uma empresa farmacêutica, e vários prédios, tendo sido registados incêndios na sequência dos ataques.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>Os ataques russos do dia de hoje a Kiev provocaram dois mortos e 43 feridos, avança <span dir=\"auto\">Vitali Klitschko<\/span>, presidente da Câmara da capital, no <a href=\"https:\/\/t.me\/vitaliy_klitschko\/7595\">Telegram<\/a>.<\/p><p>Segundo a <a 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mantidas&#8221;, afirmou, à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas, citado pela <a href=\"https:\/\/www.france24.com\/en\/live-news\/20260923-french-foreign-minister-says-palestinians-must-hold-polls\">Agence France-Presse<\/a>.<\/p>\n<p>As eleições legislativas palestinianas (as primeiras em 20 anos) estão marcadas para 28 de novembro, mas altos funcionários palestinianos têm demonstrado preocupação sobre as condições logísticas que possam levar ao adiamento do ato eleirotal.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>O chefe da diplomacia francesa, Jean-Noël Barrot, defendeu que a Autoridade Palestiniana deve realizar eleições, apesar das preocupações sobre as dificuldades logísticas provocadas pela guerra que podem colocar em causa a sua realização.<\/p><p>&#8220;Devem absolutamente ser mantidas&#8221;, afirmou, à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas, citado pela <a 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desestabilização dos mercados energéticos mundiais&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;[Durante o encontro] foi confirmada a incondicional fidelidade do lado russo ao alcance dos objetivos da operação militar especial, inclusive por via de resolução político-diplomática do conflito com base na eliminação das suas causas profundas&#8221;, refere o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, em <a href=\"https:\/\/www.mid.ru\/ru\/foreign_policy\/news\/2146925\/\">comunicado<\/a>. O chefe da diplomacia, Sergei Lavrov, e o seu homólogo norte-americano, Marco Rubio, estiveram hoje reunidos à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque.<\/p>\n<p>A diplomacia russa também refere que foram abordados os preparativos para a cimeira do G20 em Miami, em dezembro, e a eliminação de &#8220;fatores de irritação&#8221; na relação entre Moscovo e Washington. Do mesmo modo, os dois lados concordaram em manter contactos diretos.<\/p>\n<p>&#8220;Do lado russo, sublinhou-se igualmente a necessidade de uma célere recuperação das relações bilaterais, em conformidade com os acordos entre os Presidentes da Rússia e dos Estados Unidos, especialmente à luz da intensificação do debate sobre as perspetivas de cooperação económica, intercâmbios culturais e humanitários, facilitação de viagens mútuas e contactos entre as sociedades e as pessoas&#8221;, refere<\/p>\n<blockquote class=\"twitter-tweet\" data-width=\"500\" data-dnt=\"true\">\n<p lang=\"ru\" dir=\"ltr\">???????????????? Министр иностранных дел России Сергей Лавров проводит встречу с Государственным секретарём США Марко Рубио «на полях» мероприятий Недели высокого уровня 81-й сессии Генеральной Ассамблеи ООН<\/p>\n<p>???? Нью-Йорк, 23 сентября<br \/> <a href=\"https:\/\/x.com\/hashtag\/%D0%A0%D0%BE%D1%81%D1%81%D0%B8%D1%8F%D0%A1%D0%A8%D0%90?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw\">#РоссияСША<\/a> <a href=\"https:\/\/x.com\/hashtag\/%D0%93%D0%90%D0%9E%D0%9E%D0%9D81?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw\">#ГАООН81<\/a> <a href=\"https:\/\/t.co\/LdyA5cqG9A\">pic.twitter.com\/LdyA5cqG9A<\/a><\/p>\n<p>&mdash; МИД России ???????? (@MID_RF) <a href=\"https:\/\/x.com\/MID_RF\/status\/2102754410355175837?ref_src=twsrc%5Etfw\">September 23, 2026<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><script async src=\"https:\/\/platform.x.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n","content_noembeds":"<p>O Ministério dos Negócios Estrangeiros russo afirma que os objetivos da invasão da Ucrânia podem ser alcançados através da via diplomática e acusa Kiev de cometer &#8220;ações destrutivas&#8221; contra a Rússia, ao atacar civis e infraestruturas, que &#8220;conduzem à desestabilização dos mercados energéticos mundiais&#8221;.<\/p><p>&#8220;[Durante o encontro] foi confirmada a incondicional fidelidade do lado russo ao alcance dos objetivos da operação militar especial, inclusive por via de resolução político-diplomática do conflito com base na eliminação das suas causas profundas&#8221;, refere o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, em <a href=\"https:\/\/www.mid.ru\/ru\/foreign_policy\/news\/2146925\/\">comunicado<\/a>. 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Pensamos que é uma oportunidade para se envolver não apenas com o Presidente [Trump], mas com outros líderes mundiais. Esperamos que esse seja um convite que ele aceite”, referiu após uma reunião com o seu homólogo russo, Sergei Lavrov.<\/p>\n<p>A cimeira do G20 vai ter lugar em Miami, entre os dias 14 e 15 de dezembro.<\/p>\n<blockquote class=\"twitter-tweet\" data-width=\"500\" data-dnt=\"true\">\n<p lang=\"en\" dir=\"ltr\">Marco Rubio on Russia:<\/p>\n<p>We’ve invited President Putin to the G20. We think it’s an opportunity for him to engage not just with Trump, but with other world leaders.<\/p>\n<p>We hope that’s an invitation he will accept. <a href=\"https:\/\/t.co\/e0GSz7Y8gm\">pic.twitter.com\/e0GSz7Y8gm<\/a><\/p>\n<p>&mdash; Clash Report (@clashreport) <a href=\"https:\/\/x.com\/clashreport\/status\/2102782057986535450?ref_src=twsrc%5Etfw\">September 23, 2026<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><script async src=\"https:\/\/platform.x.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n","content_noembeds":"<p>O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, anunciou que Vladimir Putin foi convidado para a cimeira do G20, que se vai realizar nos Estados Unidos em dezembro, mas referiu que o convite ainda não foi aceite por Moscovo.<\/p><p>“Convidámos o Presidente Putin para [a cimeira do G20]. Pensamos que é uma oportunidade para se envolver não apenas com o Presidente [Trump], mas com outros líderes mundiais. 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Convite ainda não foi aceite","highlight":true,"author_id":52733,"adamastor_author_id":"29beea50-9faa-47b1-9bdb-3b9448ea1111","author_name":"Ricardo Reis","author_photo":"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/rs:fill:900\/c:501:502:nowe:0:165\/q:70\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/29181347\/img-20240826-wa0051-preview-rev-1.jpg","author_image":{"type":"CroppedImage","id":8088936,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/29181347\/img-20240826-wa0051-preview-rev-1.jpg","width":501,"height":502,"x":0,"y":165,"caption":"","link":"","credits":"","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"portrait","isAvatar":false},"credits":{"userID":52733,"type":"text","location":"","freeText":"","tType":"Texto","author":{"id":52733,"email":"rreis@observador.pt","displayName":"Ricardo 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Zeraatkar, citado pela agência de notícias iraniana Mehr.<\/p>\n<p>Zeraatkar disse que estavam a ser cumpridos os prazos fixados para a restauração da capacidade no complexo, que deverá estar concluída antes do início do inverno, segundo relato da Mehr, reproduzido pela agência espanhola Europa Press.<\/p>\n<p>“Foram também mobilizados recursos financeiros nacionais para os trabalhos de reconstrução, com o lançamento de quatro projetos no âmbito de um importante programa de financiamento”, afirmou.<\/p>\n<p>O ministro apelou ainda aos consumidores para que poupassem energia enquanto prosseguissem os trabalhos.<\/p>\n<p>Os ataques israelitas contra o jazigo, partilhado pelo Irão e pelo Qatar, ocorreram em 18 de março, no âmbito da ofensiva que Israel desencadeou em conjunto com os Estados Unidos contra o país asiático no final de fevereiro.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>O Irão assegurou hoje que conseguiu restaurar 50% da capacidade de produção de gás nas instalações de Pars Sul, que 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expressaram interesse num cessar-fogo limitado que envolve [a suspensão dos ataques no setor da] energia. Obviamente, não será fácil, mas é algo que os dois lados mostraram interesse&#8221;, refere após uma reunião com o seu homólogo russo, Sergei Lavrov.<\/p>\n<p>Rubio sublinha que a proposta foi aceite por Zelensky e afirma que pode ajudar a aliviar a pressão global no setor energético.<\/p>\n<p>&#8220;Não resolve a guerra mas, de alguma maneira, alivia um pouco das pressões globais que têm sido sentidas por causa disso&#8221;, conclui.<\/p>\n<blockquote class=\"twitter-tweet\" data-width=\"500\" data-dnt=\"true\">\n<p lang=\"en\" dir=\"ltr\">Marco Rubio on Russia-Ukraine:<\/p>\n<p>Both sides have expressed an interest in some limited ceasefire that involves energy.<\/p>\n<p>Zelensky has done so publicly. <a href=\"https:\/\/t.co\/101wosUXfs\">pic.twitter.com\/101wosUXfs<\/a><\/p>\n<p>&mdash; Clash Report (@clashreport) <a href=\"https:\/\/x.com\/clashreport\/status\/2102771767991292225?ref_src=twsrc%5Etfw\">September 23, 2026<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><script async src=\"https:\/\/platform.x.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n","content_noembeds":"<p>O secretário norte-americano de Estado, Marco Rubio, afirmou que a Rússia e a Ucrânia estão interessadas em suspender os ataques às infraestruturas energéticas dos dois países, mas reconheceu que &#8220;não será fácil&#8221;.<\/p><p>&#8220;Ambos os lados expressaram interesse num cessar-fogo limitado que envolve [a suspensão dos ataques no setor da] energia. 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É mesmo por incapacidade de alguns de seus membros, e em particular de membros permanentes do Conselho de Segurança, o que não deixa de ser, naturalmente, muito, muito preocupante”, considerou.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>O primeiro-ministro considerou hoje que o secretário-geral das Nações Unidas é hoje “a grande referência moral das nações”, afirmando que, se a organização tem falhado nos seus objetivos, “não é por falta de esforço” de António Guterres.<\/p><p>“Quero aqui destacar que o secretário-geral das Nações Unidas, o engenheiro António Guterres, é mesmo hoje a grande referência moral das nações e da concertação das nações a nível mundial, pelo esforço que tem feito para garantir o cumprimento do direito internacional, da Carta das Nações Unidas, do direito humanitário”, afirmou, após uma reunião com Guterres, enaltecendo a sua preocupação também com “os grandes desafios da humanidade para o futuro”, como a transição climática, energética ou o desenvolvimento de todas as regiões.<\/p><p>Montenegro defendeu ser necessário sensibilizar os líderes políticos “para a necessidade de construírem pontes e se aproximarem, muitas vezes, de posicionamentos que são à partida divergentes”.<\/p><p>“E as Nações Unidas, infelizmente, nem sempre têm alcançado esse objetivo, mas não é por responsabilidade, nem por falta de esforço do secretário-geral. 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O meu desejo é que se aproveitem todas as iniciativas que estão em curso de restabelecer um memorando de entendimento que possa servir os interesses das partes conflituantes”, disse, referindo-se quer ao conflito no Médio Oriente, mas também à guerra na Ucrânia.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>O primeiro-ministro português criticou hoje todos os responsáveis, incluindo o presidente norte-americano Donald Trump, pelo “absurdo” de a economia nacional e global estar a ser penalizada pelo conflito no Médio Oriente através da escalada do preço dos combustíveis.<\/p><p>Questionado pela comunicação social sobre qual o alinhamento político de Portugal com a administração norte-americana, começou por dizer que, “mais do que fazer uma apreciações e entrar em debates polémicos sobre o que se diz neste dia ou naquele”, Portugal deseja resultados positivos, como o acordo de segurança assinado entre EUA, Dinamarca e Gronelândia.<\/p><p>Questionado quem visava quando referiu, na semana passada, que a via seguida no conflito no Médio Oriente era EUA e Irão “era um caminho estúpido”, Montenegro disse tratar-se de “uma crítica geral a todos, àqueles que não têm capacidade de superar este bloqueio ao desenvolvimento global”.<\/p><p>Instado a concretizar se essa crítica inclui o chefe de Estado norte-americano, Montenegro respondeu afirmativamente.<\/p><p>“Inclui todos, isto é um absurdo, nós estamos todos a ser prejudicados, estamos todos a ser penalizados, estamos todos a contribuir para que o ambiente, a atmosfera social e económica à volta do mundo seja mais pesado e que as dificuldades apareçam na vida das pessoas, na vida das empresas, na vida das instituições e das organizações também”, disse.<\/p><p>O primeiro-ministro deixou um apelo ao sentido de responsabilidade geral “que integra todos, não deixa ninguém de fora”.<\/p><p>“Aqui não há exceções, somos todos chamados, as partes envolvidas e as partes que podem ter uma intervenção, a dar o nosso contributo. 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Para nós, as Malvinas são uma causa nacional”, refere mo seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas.<\/p>\n<p>Milei refere também a <a href=\"https:\/\/treaties.un.org\/doc\/source\/docs\/A_RES_31_49-Eng.pdf\" rel=\"nofollow ugc\">Resolução 31\/49 da Assembleia Geral das Nações Unidas<\/a>, adotada em 1 de dezembro de 1976, que apelava a negociações para resolver a questão de forma pacífica e à proibição de ações unilaterais por parte da Argentina ou do Reino Unido sobre a situação das Malvinas.<\/p>\n<p>No entanto, considera que o projeto Sea Lion Field, que permite a extração de petróleo na Bacia das Malvinas do Norte sob licenças britânicas, é uma violação da resolução.<\/p>\n<p>“Qualquer atividade não autorizada pela República Argentina a este respeito constitui um ato ilegal sob o direito internacional, incluindo a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, e o direito nacional argentino”, avisa.<\/p>\n<blockquote class=\"twitter-tweet\" data-width=\"500\" data-dnt=\"true\">\n<p lang=\"en\" dir=\"ltr\">Argentina&#39;s UN official:<\/p>\n<p>The Malvinas Islands (Falkland Islands), South Georgia and South Sandwich Islands and the surrounding areas are part of the national territory of Argentina, illegally occupied by the United Kingdom.<\/p>\n<p>The illegal occupation by Britain of the islands is… <a href=\"https:\/\/t.co\/szjRUaVHjU\">pic.twitter.com\/szjRUaVHjU<\/a><\/p>\n<p>&mdash; Clash Report (@clashreport) <a href=\"https:\/\/x.com\/clashreport\/status\/2102789597918802018?ref_src=twsrc%5Etfw\">September 23, 2026<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><script async src=\"https:\/\/platform.x.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n","content_noembeds":"<p>O Presidente da Argentina, Javier Milei, acusa as Nações Unidas de não defenderem as reivindicações do país sobre as ilhas Malvinas, cuja soberania é disputada com o Reino Unido, e afirma que o território é uma “causa nacional”.<\/p><p>“Uma organização estabelecida para defender a soberania territorial dos Estados-membros decidiu olhar para o lado em relação à situação nas ilhas Malvinas, Geórgia do Sul e Sandwich do Sul e as áreas marítimas circundantes. Para nós, as Malvinas são uma causa nacional”, refere mo seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas.<\/p><p>Milei refere também a <a href=\"https:\/\/treaties.un.org\/doc\/source\/docs\/A_RES_31_49-Eng.pdf\" rel=\"nofollow ugc\">Resolução 31\/49 da Assembleia Geral das Nações Unidas<\/a>, adotada em 1 de dezembro de 1976, que apelava a negociações para resolver a questão de forma pacífica e à proibição de ações unilaterais por parte da Argentina ou do Reino Unido sobre a situação das Malvinas.<\/p><p>No entanto, considera que o projeto Sea Lion Field, que permite a extração de petróleo na Bacia das Malvinas do Norte sob licenças britânicas, é uma violação da resolução.<\/p><p>“Qualquer atividade não autorizada pela República Argentina a este respeito constitui um ato ilegal sob o direito internacional, incluindo a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, e o direito nacional argentino”, avisa.<\/p><p>https:\/\/twitter.com\/clashreport\/status\/2102789597918802018<\/p>\n","apiContent":"<p>O Presidente da Argentina, Javier Milei, acusa as Nações Unidas de não defenderem as reivindicações do país sobre as ilhas Malvinas, cuja soberania é disputada com o Reino Unido, e afirma que o território é uma “causa nacional”.<\/p>\n<p>“Uma organização estabelecida para defender a soberania territorial dos Estados-membros decidiu olhar para o lado em relação à situação nas ilhas Malvinas, Geórgia do Sul e Sandwich do Sul e as áreas marítimas circundantes. Para nós, as Malvinas são uma causa nacional”, refere mo seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas.<\/p>\n<p>Milei refere também a <a href=\"https:\/\/treaties.un.org\/doc\/source\/docs\/A_RES_31_49-Eng.pdf\" rel=\"nofollow ugc\">Resolução 31\/49 da Assembleia Geral das Nações Unidas<\/a>, adotada em 1 de dezembro de 1976, que apelava a negociações para resolver a questão de forma pacífica e à proibição de ações unilaterais por parte da Argentina ou do Reino Unido sobre a situação das Malvinas.<\/p>\n<p>No entanto, considera que o projeto Sea Lion Field, que permite a extração de petróleo na Bacia das Malvinas do Norte sob licenças britânicas, é uma violação da resolução.<\/p>\n<p>“Qualquer atividade não autorizada pela República Argentina a este respeito constitui um ato ilegal sob o direito internacional, incluindo a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, e o direito nacional argentino”, avisa.<\/p>\n<p><postblock id=\"f80d3dffa2f66a09ca772427f3bd0d0d\"><\/postblock><\/p>\n","blocks":[{"id":"f80d3dffa2f66a09ca772427f3bd0d0d","type":"oEmbed","provider":"https:\/\/publish.twitter.com\/oembed","url":"https:\/\/twitter.com\/clashreport\/status\/2102789597918802018"}],"post_id":"8332391","title":"\"As Malvinas são uma causa nacional\". Milei acusa ONU de não defender a soberania da Argentina sobre as Malvinas","highlight":true,"author_id":52733,"adamastor_author_id":"29beea50-9faa-47b1-9bdb-3b9448ea1111","author_name":"Ricardo Reis","author_photo":"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/rs:fill:900\/c:501:502:nowe:0:165\/q:70\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/29181347\/img-20240826-wa0051-preview-rev-1.jpg","author_image":{"type":"CroppedImage","id":8088936,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/29181347\/img-20240826-wa0051-preview-rev-1.jpg","width":501,"height":502,"x":0,"y":165,"caption":"","link":"","credits":"","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"portrait","isAvatar":false},"credits":{"userID":52733,"type":"text","location":"","freeText":"","tType":"Texto","author":{"id":52733,"email":"rreis@observador.pt","displayName":"Ricardo Reis","userName":"rreis","role":"","authorImg":{"type":"CroppedImage","id":8088936,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/29181347\/img-20240826-wa0051-preview-rev-1.jpg","width":501,"height":502,"x":0,"y":165,"caption":"","link":"","credits":"","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"portrait","isAvatar":false},"isListedAuthor":false,"isColumnist":false,"isGuest":false,"userDescription":"","columnistDescription":"","followColumnist":"","facebookUrl":null,"twitterUrl":false,"adamastorId":"29beea50-9faa-47b1-9bdb-3b9448ea1111"}},"timestamp":"2026-09-23T16:32:33+01:00","human_time":"23\/09\/2026, 16:32","fixed":false}},{"id":658183,"type":"new","entry":{"id":783992,"content":"<p>O Presidente da Argentina, Javier Milei, fala agora sobre a Inteligência Artificial ou, como chamou ontem Donald Trump, &#8220;superinteligência&#8221;, e afirma que não deve existir &#8220;medo&#8221; sobre a tecnologia&#8221;. Promete fazer do país &#8220;o mais competitivo do mundo&#8221;, devido aos recursos naturais e humanos.<\/p>\n<p>Milei sublinha as vantagens para o desenvolvimento económico, para o emprego e para a saúde, e rejeita o &#8220;terror distópico&#8221; sobre o desenvolvimento da tecnologia. O chefe de Estado argentino acusa também as tentativas de regulação do desenvolvimento da tecnologia por parte do Estado de serem uma forma de &#8220;promover o medo&#8221;.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>O Presidente da Argentina, Javier Milei, fala agora sobre a Inteligência Artificial ou, como chamou ontem Donald Trump, &#8220;superinteligência&#8221;, e afirma que não deve existir &#8220;medo&#8221; sobre a tecnologia&#8221;. 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Além disso, afirma que as instituições criadas para lidar com a emergência de saúde pública continuam a existir.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>O Presidente da Argentina, Javier Milei, acusou as Nações Unidas de serem uma “mistura curiosa de anarquia e tirania”, por, na visão do chefe de Estado argentino, permitir a existência de regimes “sanguinários”, em simultâneo com “controlo orwelliano”.<\/p><p>Milei dá como exemplos os Objetivos de Desenvolvimento do Milénio, a regulação económica, “a agenda de género”, o “extremismo climático” e a “imigração descontrolada”, para afirmar que a organização “excedeu” os seus poderes.<\/p><p>No entanto, acusa também a ONU de “genocídio” por, de acordo com Milei, ter ignorado as “evidências científicas” sobre a pandemia da COVID-19 para “promover” confinamentos que terão resultado em milhares de mortos e de empregos perdidos. 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defender a soberania territorial dos Estados-membros decidiu olhar para o lado em relação à situação nas ilhas Malvinas, Geórgia do Sul e Sandwich do Sul e as áreas marítimas circundantes. Para nós, as Malvinas são uma causa nacional”, refere mo seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas.<\/p>\n<p>Milei refere também a <a href=\"https:\/\/treaties.un.org\/doc\/source\/docs\/A_RES_31_49-Eng.pdf\" rel=\"nofollow ugc\">Resolução 31\/49 da Assembleia Geral das Nações Unidas<\/a>, adotada em 1 de dezembro de 1976, que apelava a negociações para resolver a questão de forma pacífica e à proibição de ações unilaterais por parte da Argentina ou do Reino Unido sobre a situação das Malvinas.<\/p>\n<p>No entanto, considera que o projeto Sea Lion Field, que permite a extração de petróleo na Bacia das Malvinas do Norte sob licenças britânicas, é uma violação da resolução.<\/p>\n<p>“Qualquer atividade não autorizada pela República Argentina a este respeito constitui um ato ilegal sob o direito internacional, incluindo a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, e o direito nacional argentino”, avisa.<\/p>\n<blockquote class=\"twitter-tweet\" data-width=\"500\" data-dnt=\"true\">\n<p lang=\"en\" dir=\"ltr\">Argentina&#39;s UN official:<\/p>\n<p>The Malvinas Islands (Falkland Islands), South Georgia and South Sandwich Islands and the surrounding areas are part of the national territory of Argentina, illegally occupied by the United Kingdom.<\/p>\n<p>The illegal occupation by Britain of the islands is… <a href=\"https:\/\/t.co\/szjRUaVHjU\">pic.twitter.com\/szjRUaVHjU<\/a><\/p>\n<p>&mdash; Clash Report (@clashreport) <a href=\"https:\/\/x.com\/clashreport\/status\/2102789597918802018?ref_src=twsrc%5Etfw\">September 23, 2026<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><script async src=\"https:\/\/platform.x.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n","content_noembeds":"<p>O Presidente da Argentina, Javier Milei, acusa as Nações Unidas de não defenderem as reivindicações do país sobre as ilhas Malvinas, cuja soberania é disputada com o Reino Unido, e afirma que o território é uma “causa nacional”.<\/p><p>“Uma organização estabelecida para defender a soberania territorial dos Estados-membros decidiu olhar para o lado em relação à situação nas ilhas Malvinas, Geórgia do Sul e Sandwich do Sul e as áreas marítimas circundantes. Para nós, as Malvinas são uma causa nacional”, refere mo seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas.<\/p><p>Milei refere também a <a href=\"https:\/\/treaties.un.org\/doc\/source\/docs\/A_RES_31_49-Eng.pdf\" rel=\"nofollow ugc\">Resolução 31\/49 da Assembleia Geral das Nações Unidas<\/a>, adotada em 1 de dezembro de 1976, que apelava a negociações para resolver a questão de forma pacífica e à proibição de ações unilaterais por parte da Argentina ou do Reino Unido sobre a situação das Malvinas.<\/p><p>No entanto, considera que o projeto Sea Lion Field, que permite a extração de petróleo na Bacia das Malvinas do Norte sob licenças britânicas, é uma violação da resolução.<\/p><p>“Qualquer atividade não autorizada pela República Argentina a este respeito constitui um ato ilegal sob o direito internacional, incluindo a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, e o direito nacional argentino”, avisa.<\/p><p>https:\/\/twitter.com\/clashreport\/status\/2102789597918802018<\/p>\n","apiContent":"<p>O Presidente da Argentina, Javier Milei, acusa as Nações Unidas de não defenderem as reivindicações do país sobre as ilhas Malvinas, cuja soberania é disputada com o Reino Unido, e afirma que o território é uma “causa nacional”.<\/p>\n<p>“Uma organização estabelecida para defender a soberania territorial dos Estados-membros decidiu olhar para o lado em relação à situação nas ilhas Malvinas, Geórgia do Sul e Sandwich do Sul e as áreas marítimas circundantes. Para nós, as Malvinas são uma causa nacional”, refere mo seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas.<\/p>\n<p>Milei refere também a <a href=\"https:\/\/treaties.un.org\/doc\/source\/docs\/A_RES_31_49-Eng.pdf\" rel=\"nofollow ugc\">Resolução 31\/49 da Assembleia Geral das Nações Unidas<\/a>, adotada em 1 de dezembro de 1976, que apelava a negociações para resolver a questão de forma pacífica e à proibição de ações unilaterais por parte da Argentina ou do Reino Unido sobre a situação das Malvinas.<\/p>\n<p>No entanto, considera que o projeto Sea Lion Field, que permite a extração de petróleo na Bacia das Malvinas do Norte sob licenças britânicas, é uma violação da resolução.<\/p>\n<p>“Qualquer atividade não autorizada pela República Argentina a este respeito constitui um ato ilegal sob o direito internacional, incluindo a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, e o direito nacional argentino”, avisa.<\/p>\n<p><postblock id=\"f80d3dffa2f66a09ca772427f3bd0d0d\"><\/postblock><\/p>\n","blocks":[{"id":"f80d3dffa2f66a09ca772427f3bd0d0d","type":"oEmbed","provider":"https:\/\/publish.twitter.com\/oembed","url":"https:\/\/twitter.com\/clashreport\/status\/2102789597918802018"}],"post_id":"8332391","title":"\"As Malvinas são uma causa nacional\". Milei acusa ONU de não defender a soberania da Argentina sobre as Malvinas","highlight":true,"author_id":52733,"adamastor_author_id":"29beea50-9faa-47b1-9bdb-3b9448ea1111","author_name":"Ricardo Reis","author_photo":"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/rs:fill:900\/c:501:502:nowe:0:165\/q:70\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/29181347\/img-20240826-wa0051-preview-rev-1.jpg","author_image":{"type":"CroppedImage","id":8088936,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/29181347\/img-20240826-wa0051-preview-rev-1.jpg","width":501,"height":502,"x":0,"y":165,"caption":"","link":"","credits":"","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"portrait","isAvatar":false},"credits":{"userID":52733,"type":"text","location":"","freeText":"","tType":"Texto","author":{"id":52733,"email":"rreis@observador.pt","displayName":"Ricardo 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uma reunião histórica com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com quem conversámos sobre o reforço das relações bilaterais”, escreveu Rodríguez na terça-feira, na <a href=\"https:\/\/twitter.com\/delcyrodriguezv\/status\/2102600741705978332\" rel=\"nofollow ugc\">rede social X<\/a>, sobre o encontro realizado no mesmo dia.<\/p>\n<blockquote class=\"twitter-tweet\" data-width=\"500\" data-dnt=\"true\">\n<p lang=\"es\" dir=\"ltr\">Sostuvimos una histórica reunión con el presidente de los Estados Unidos, Donald Trump, con quien conversamos sobre el fortalecimiento de la relación bilateral entre nuestros países y el avance de una agenda de cooperación en áreas estratégicas como energía, minería, seguridad <a href=\"https:\/\/t.co\/pyJ6FnQkBH\">pic.twitter.com\/pyJ6FnQkBH<\/a><\/p>\n<p>&mdash; Delcy Rodríguez (@delcyrodriguezv) <a href=\"https:\/\/x.com\/delcyrodriguezv\/status\/2102600741705978332?ref_src=twsrc%5Etfw\">September 23, 2026<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><script async src=\"https:\/\/platform.x.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n<p>A dirigente acrescentou que temas como a cooperação em áreas estratégicas, tais como energia, mineração e segurança, estiveram no centro da conversa durante o encontro, que teve lugar no hotel Lotte New York Palace, no âmbito de uma receção oferecida por Trump a líderes estrangeiros por ocasião da Semana de Alto Nível da ONU.<\/p>\n<p>Além dos líderes, participaram o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, a chefe de gabinete da Casa Branca, Susie Wiles, e o vice-chefe de gabinete, Stephen Miller.<\/p>\n<p>O encontro decorreu à porta fechada e sem acesso à imprensa, ao contrário de outras reuniões realizadas por Trump em Nova Iorque, como a que teve com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, classificou como histórica a reunião com o Presidente dos Estados Unidos, Donald 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