{"log":[{"id":660054,"type":"new","entry":{"id":785167,"content":"<p class=\"p1\">O eurodeputado João Oliveira começou por acusar Montenegro: &#8220;O seu governo autorizou o Lages e prepara-se para receber com gáudio, Marco Rubio.&#8221; E questionou: &#8220;Vai continuar a ser cúmplice com esta agressão ou vai intervir para lhe pôr fim?&#8221;<\/p>\n<p>O eurodeputado comunista falou ainda na habitação para advertir que &#8220;custa tanto arrendar um T2 no Cartaxo como um T1 em Bruxelas&#8221;. E questiona: &#8220;Vai insistir em políticas que agravam esta situação?&#8221;<\/p>\n","content_noembeds":"<p class=\"p1\">O eurodeputado João Oliveira começou por acusar Montenegro: &#8220;O seu governo autorizou o Lages e prepara-se para receber com gáudio, Marco Rubio.&#8221; E questionou: &#8220;Vai continuar a ser cúmplice com esta agressão ou vai intervir para lhe pôr fim?&#8221;<\/p>\n<p>O eurodeputado comunista falou ainda na habitação para advertir que &#8220;custa tanto arrendar um T2 no Cartaxo como um T1 em Bruxelas&#8221;. 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Fui jornalista do Diário de Notícias durante mais de oito anos até, em setembro de 2016, ter chegado ao Observador. Estou na secção de Política, por onde andei quase sempre nas últimas duas décadas, com uma pausa de quatro anos para fazer parte da equipa de Grande Investigação do DN, da qual fui fundador. Em agosto de 2020 assumi as funções de editor de Política do Observador e da Rádio Observador. A ida à Ucrânia como enviado especial do Observador em 2023 deu origem a várias reportagens, uma delas premiada com o Prémio Gazeta Multimédia, que dariam também origem ao livro \"Wagner: A Máquina de Guerra de Putin\". Sou também autor de dois livros de não-ficção que resultam de investigações jornalísticas e co-autor de outros cinco. Também me aventurei com um livro de ficção, de pouco sucesso. Em 2015, venci o concurso Novos Talentos FNAC Literatura. A descrição é grande, mas já lá vão 18 anos disto. 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E acrescentou: “Se não quiser viver com mediania só tem um remédio: reformar e já”<\/p>\n","content_noembeds":"<p class=\"p1\">João Cotrim Figueiredo diz que “se Europa tem problema de burocracia, Portugal tem ainda maior; se a Europa tem problemas de competitividade, Portugal tem ainda maior; se a Europa tem problemas na Saúde e Educação, Portugal tem ainda maior”<\/p>\n<p>O eurodeputado da Iniciativa Liberal diz que são necessárias são reformas e que “as reformas não se fazem sem coragem”, mas o Governo de Montenegro, acusa, “hesita, calcula e adia”.<\/p>\n<p>Para Cotrim, Portugal “tem de ser mais do que bom aluno da disciplina orçamental”, mas ism “ser exemplo de ambição, de modernidade”.<\/p>\n<p>O liberal citou Montenegro, lembrando que em junho disse que “quem trava de reformas, está condenado à mediania”. 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Além disso, adverte, também não há mais nenhum Estado-membro em que haja a &#8220;crueldade&#8221; de alguém &#8220;ser despejado por não pagar duas rendas.&#8221;<\/p>\n<p>A eurodeputada do Bloco de Esquerda disse ainda que Montenegro não pode dizer que não participa em conflitos &#8220;quando as Lajes está a ser usada para a guerra de Trump&#8221;. Catarina Martins diz que o &#8220;uso da Base das Lajes é ilegal&#8221; e que se &#8220;Portugal quer a paz&#8221; não pode fazer &#8220;parte da guerra&#8221;.<\/p>\n","content_noembeds":"<p class=\"p1\">Catarina Martins começou por atacar o primeiro-ministro com as novas propostas pra a habitação, dizendo que a proposta de “passar a exigir três meses de renda adiantada” é um &#8220;assalto&#8221; ao inquilino que &#8220;não existe em mais nenhum País da Europa&#8221;. 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As economias mais fortes são aquelas que mais beneficiam do mercado comum.”<\/p>\n","content_noembeds":"<p>Montenegro responde agora aos jornalistas, dizendo que Portugal será “intransigente” na defesa dos interesses nacionais em matéria de fundos, mas recusa que a discussão que agora se coloca seja um “concurso de pedinchice”. “Só não podemos abdicar da justiça. As economias mais fortes são aquelas que mais beneficiam do mercado comum.”<\/p>\n","apiContent":"<p>Montenegro responde agora aos jornalistas, dizendo que Portugal será “intransigente” na defesa dos interesses nacionais em matéria de fundos, mas recusa que a discussão que agora se coloca seja um “concurso de pedinchice”. “Só não podemos abdicar da justiça. 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O percurso conta-se assim: Diário de Notícias, Observador, Expresso e novamente Observador, casa para onde regressei desta vez como editor-adjunto de Política.","columnistDescription":"Editor Adjunto de Política do Observador","followColumnist":"","facebookUrl":null,"twitterUrl":["https:\/\/twitter.com\/Miguel_SantosC","Miguel_SantosC"],"adamastorId":"c8e551d3-18ba-11e6-960e-0a2b6345c531"}},"timestamp":"2026-10-06T09:42:15+01:00","human_time":"06\/10\/2026, 09:42","fixed":false}},{"id":660048,"type":"update","entry":{"id":785163,"content":"<p>António Tânger Correia fez uma intervenção a contraiar o milagre português apresentado pelo primeiro-ministro. O eurodeputado tentou destacar tudo o que de negativo havia no País, dizendo que “Portugal não converge com a Europa”, “que perdeu capacidade própria”, que até as “reservas de petróleo que tem estão armazenadas em França”. Antecipou que o “apagão de abril de 2025 não será o único”, destacou a subida da imigração em 160% do País, num retrato negro em que até falou da criminalidade no País operada por imigrantes ilegais, numa alusão até ao Comando Vermelho.<\/p>\n<p>Tânger Correia lembrou depois a destruição da capacidade produtiva do país com a redução de capacidade na agricultura e nas pescas.  E atirou: “Não temos agricultura e pescas, mas temos painéis solares, faz-se um excelente cozido à portuguesas com painéis solares”.<\/p>\n<p>O eurodeputado do Chega fez depois uma pergunta a Montenegro (que no final responderá a tudo em bloco): “Vai dar luz verde ao fim da regra da unanimidade do Conselho? Se sim, estará a entregar o pouco que resta da soberania de Portugal”. Acusou ainda Montenegro de ir de “mão estendida à Europa em vez de crescer por si própria.”<\/p>\n","content_noembeds":"<p>António Tânger Correia fez uma intervenção a contraiar o milagre português apresentado pelo primeiro-ministro. O eurodeputado tentou destacar tudo o que de negativo havia no País, dizendo que “Portugal não converge com a Europa”, “que perdeu capacidade própria”, que até as “reservas de petróleo que tem estão armazenadas em França”. Antecipou que o “apagão de abril de 2025 não será o único”, destacou a subida da imigração em 160% do País, num retrato negro em que até falou da criminalidade no País operada por imigrantes ilegais, numa alusão até ao Comando Vermelho.<\/p><p>Tânger Correia lembrou depois a destruição da capacidade produtiva do país com a redução de capacidade na agricultura e nas pescas.  E atirou: “Não temos agricultura e pescas, mas temos painéis solares, faz-se um excelente cozido à portuguesas com painéis solares”.<\/p><p>O eurodeputado do Chega fez depois uma pergunta a Montenegro (que no final responderá a tudo em bloco): “Vai dar luz verde ao fim da regra da unanimidade do Conselho? Se sim, estará a entregar o pouco que resta da soberania de Portugal”. Acusou ainda Montenegro de ir de “mão estendida à Europa em vez de crescer por si própria.”<\/p>\n","apiContent":"<p>António Tânger Correia fez uma intervenção a contraiar o milagre português apresentado pelo primeiro-ministro. O eurodeputado tentou destacar tudo o que de negativo havia no País, dizendo que “Portugal não converge com a Europa”, “que perdeu capacidade própria”, que até as “reservas de petróleo que tem estão armazenadas em França”. Antecipou que o “apagão de abril de 2025 não será o único”, destacou a subida da imigração em 160% do País, num retrato negro em que até falou da criminalidade no País operada por imigrantes ilegais, numa alusão até ao Comando Vermelho.<\/p>\n<p>Tânger Correia lembrou depois a destruição da capacidade produtiva do país com a redução de capacidade na agricultura e nas pescas.  E atirou: “Não temos agricultura e pescas, mas temos painéis solares, faz-se um excelente cozido à portuguesas com painéis solares”.<\/p>\n<p>O eurodeputado do Chega fez depois uma pergunta a Montenegro (que no final responderá a tudo em bloco): “Vai dar luz verde ao fim da regra da unanimidade do Conselho? Se sim, estará a entregar o pouco que resta da soberania de Portugal”. 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Fui jornalista do Diário de Notícias durante mais de oito anos até, em setembro de 2016, ter chegado ao Observador. Estou na secção de Política, por onde andei quase sempre nas últimas duas décadas, com uma pausa de quatro anos para fazer parte da equipa de Grande Investigação do DN, da qual fui fundador. Em agosto de 2020 assumi as funções de editor de Política do Observador e da Rádio Observador. A ida à Ucrânia como enviado especial do Observador em 2023 deu origem a várias reportagens, uma delas premiada com o Prémio Gazeta Multimédia, que dariam também origem ao livro \"Wagner: A Máquina de Guerra de Putin\". Sou também autor de dois livros de não-ficção que resultam de investigações jornalísticas e co-autor de outros cinco. Também me aventurei com um livro de ficção, de pouco sucesso. Em 2015, venci o concurso Novos Talentos FNAC Literatura. A descrição é grande, mas já lá vão 18 anos disto. Felizmente, não me canso.","columnistDescription":"Editor de Política do Observador","followColumnist":"","facebookUrl":null,"twitterUrl":["https:\/\/twitter.com\/RuiPAnt","RuiPAnt"],"adamastorId":"3ad91ead-8402-11e6-b2cf-0242ac1100ba"}},"timestamp":"2026-10-06T10:33:29+01:00","human_time":"06\/10\/2026, 10:33","fixed":false}},{"id":660047,"type":"update","entry":{"id":785163,"content":"<p>António Tânger Correia fez uma intervenção a contraiar o milagre português apresentado pelo primeiro-ministro. O eurodeputado tentou destacar tudo o que de negativo havia no País, dizendo que “Portugal não converge com a Europa”, “que perdeu capacidade própria”, que até as “reservas de petróleo que tem estão armazenadas em França”. Antecipou que o “apagão de abril de 2025 não será o único”, destacou a subida da imigração em 160% do País, num retrato negro em que até falou da criminalidade no País operada por imigrantes ilegais, numa alusão até ao Comando Vermelho.<\/p>\n<p>Tânger Correia lembrou depois a destruição da capacidade produtiva do país com a redução de capacidade na agricultura e nas pescas.  E atirou: “Não temos agricultura e pescas, mas temos painéis solares, faz-se um excelente cozido à portuguesas com painéis solares”.<\/p>\n<p>O eurodeputado do Chega fez depois uma pergunta a Montenegro (que no final responderá a tudo em bloco): “Vai dar luz verde ao fim da regra da unanimidade do Conselho? Se sim, estará a entregar o pouco que resta da soberania de Portugal”. Acusou ainda Montenegro de ir de “mão estendida à Europa em vez de crescer por si própria.”<\/p>\n","content_noembeds":"<p>António Tânger Correia fez uma intervenção a contraiar o milagre português apresentado pelo primeiro-ministro. O eurodeputado tentou destacar tudo o que de negativo havia no País, dizendo que “Portugal não converge com a Europa”, “que perdeu capacidade própria”, que até as “reservas de petróleo que tem estão armazenadas em França”. Antecipou que o “apagão de abril de 2025 não será o único”, destacou a subida da imigração em 160% do País, num retrato negro em que até falou da criminalidade no País operada por imigrantes ilegais, numa alusão até ao Comando Vermelho.<\/p><p>Tânger Correia lembrou depois a destruição da capacidade produtiva do país com a redução de capacidade na agricultura e nas pescas.  E atirou: “Não temos agricultura e pescas, mas temos painéis solares, faz-se um excelente cozido à portuguesas com painéis solares”.<\/p><p>O eurodeputado do Chega fez depois uma pergunta a Montenegro (que no final responderá a tudo em bloco): “Vai dar luz verde ao fim da regra da unanimidade do Conselho? Se sim, estará a entregar o pouco que resta da soberania de Portugal”. 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Fui jornalista do Diário de Notícias durante mais de oito anos até, em setembro de 2016, ter chegado ao Observador. Estou na secção de Política, por onde andei quase sempre nas últimas duas décadas, com uma pausa de quatro anos para fazer parte da equipa de Grande Investigação do DN, da qual fui fundador. Em agosto de 2020 assumi as funções de editor de Política do Observador e da Rádio Observador. A ida à Ucrânia como enviado especial do Observador em 2023 deu origem a várias reportagens, uma delas premiada com o Prémio Gazeta Multimédia, que dariam também origem ao livro \"Wagner: A Máquina de Guerra de Putin\". Sou também autor de dois livros de não-ficção que resultam de investigações jornalísticas e co-autor de outros cinco. Também me aventurei com um livro de ficção, de pouco sucesso. Em 2015, venci o concurso Novos Talentos FNAC Literatura. A descrição é grande, mas já lá vão 18 anos disto. 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Antecipou que o “apagão de abril de 2025 não será o único”, destacou a subida da imigração em 160% do País, num retrato negro em que até falou da criminalidade no País operada por imigrantes ilegais, numa alusão até ao Comando Vermelho.<\/p>\n<p>Tânger Correia lembrou depois a destruição da capacidade produtiva do país com a redução de capacidade na agricultura e nas pescas.  E atirou: “Não temos agricultura e pescas, mas temos painéis solares, faz-se um excelente cozido à portuguesas com painéis solares”.<\/p>\n<p>O eurodeputado do Chega fez depois uma pergunta a Montenegro (que no final responderá a tudo em bloco): “Vai dar luz verde ao fim da regra da unanimidade do Conselho? Se sim, estará a entregar o pouco que resta da soberania de Portugal”. Acusou ainda Montenegro de ir de “mão estendida à Europa em vez de crescer por si própria.”<\/p>\n","content_noembeds":"<p>António Tânger Correia fez uma intervenção a contraiar o milagre português apresentado pelo primeiro-ministro. O eurodeputado tentou destacar tudo o que de negativo havia no País, dizendo que “Portugal não converge com a Europa”, “que perdeu capacidade própria”, que até as “reservas de petróleo que tem estão armazenadas em França”. Antecipou que o “apagão de abril de 2025 não será o único”, destacou a subida da imigração em 160% do País, num retrato negro em que até falou da criminalidade no País operada por imigrantes ilegais, numa alusão até ao Comando Vermelho.<\/p><p>Tânger Correia lembrou depois a destruição da capacidade produtiva do país com a redução de capacidade na agricultura e nas pescas.  E atirou: “Não temos agricultura e pescas, mas temos painéis solares, faz-se um excelente cozido à portuguesas com painéis solares”.<\/p><p>O eurodeputado do Chega fez depois uma pergunta a Montenegro (que no final responderá a tudo em bloco): “Vai dar luz verde ao fim da regra da unanimidade do Conselho? Se sim, estará a entregar o pouco que resta da soberania de Portugal”. Acusou ainda Montenegro de ir de “mão estendida à Europa em vez de crescer por si própria.”<\/p>\n","apiContent":"<p>António Tânger Correia fez uma intervenção a contraiar o milagre português apresentado pelo primeiro-ministro. O eurodeputado tentou destacar tudo o que de negativo havia no País, dizendo que “Portugal não converge com a Europa”, “que perdeu capacidade própria”, que até as “reservas de petróleo que tem estão armazenadas em França”. Antecipou que o “apagão de abril de 2025 não será o único”, destacou a subida da imigração em 160% do País, num retrato negro em que até falou da criminalidade no País operada por imigrantes ilegais, numa alusão até ao Comando Vermelho.<\/p>\n<p>Tânger Correia lembrou depois a destruição da capacidade produtiva do país com a redução de capacidade na agricultura e nas pescas.  E atirou: “Não temos agricultura e pescas, mas temos painéis solares, faz-se um excelente cozido à portuguesas com painéis solares”.<\/p>\n<p>O eurodeputado do Chega fez depois uma pergunta a Montenegro (que no final responderá a tudo em bloco): “Vai dar luz verde ao fim da regra da unanimidade do Conselho? Se sim, estará a entregar o pouco que resta da soberania de Portugal”. 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Fui jornalista do Diário de Notícias durante mais de oito anos até, em setembro de 2016, ter chegado ao Observador. Estou na secção de Política, por onde andei quase sempre nas últimas duas décadas, com uma pausa de quatro anos para fazer parte da equipa de Grande Investigação do DN, da qual fui fundador. Em agosto de 2020 assumi as funções de editor de Política do Observador e da Rádio Observador. A ida à Ucrânia como enviado especial do Observador em 2023 deu origem a várias reportagens, uma delas premiada com o Prémio Gazeta Multimédia, que dariam também origem ao livro \"Wagner: A Máquina de Guerra de Putin\". Sou também autor de dois livros de não-ficção que resultam de investigações jornalísticas e co-autor de outros cinco. Também me aventurei com um livro de ficção, de pouco sucesso. Em 2015, venci o concurso Novos Talentos FNAC Literatura. A descrição é grande, mas já lá vão 18 anos disto. 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class=\"s10\"> tecnol<\/span><span class=\"s10\">ogia”. “<span class=\"s9\">Não nos fiquemos por uma Europa<\/span><span class=\"s9\"> reguladora, mas <\/span><span class=\"s9\">tenhamos a ambição de, tal como na revolução industrial, sermos <\/span><span class=\"s9\">agente <\/span><span class=\"s9\">central<\/span><span class=\"s9\"> na <\/span><span class=\"s9\">revolução da <\/span>inteligência artificial <span class=\"s9\">que estamos a viver<\/span><span class=\"s9\">.”<\/span><\/span><\/p>\n<p><div>\n    <picture class=\"spinner\" style=\"display: inline-block; position: relative; min-width: 33px; min-height: 33px\">\n        <source type=\"image\/webp\" srcset=\"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/q:70\/rs:fill:390\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/06101735\/dventura-pm-estrasburgo-2-scaled.jpg 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pode ser um ‘think tank’ normativo ou um museu de si própria.”<\/span><\/p>\n<p>O primeiro-ministro elege depois como essencial “<span class=\"s10\">investimento<\/span> <span class=\"s10\">na ciência e na<\/span><span class=\"s10\"> tecnol<\/span><span class=\"s10\">ogia”. “<span class=\"s9\">Não nos fiquemos por uma Europa<\/span><span class=\"s9\"> reguladora, mas <\/span><span class=\"s9\">tenhamos a ambição de, tal como na revolução industrial, sermos <\/span><span class=\"s9\">agente <\/span><span class=\"s9\">central<\/span><span class=\"s9\"> na <\/span><span class=\"s9\">revolução da <\/span>inteligência artificial <span class=\"s9\">que estamos a viver<\/span><span class=\"s9\">.”<\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone\" src=\"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/06101735\/dventura-pm-estrasburgo-2-scaled.jpg\" \/><\/p>\n","blocks":[],"post_id":"8352156","title":"\"A Europa não pode ser um 'think tank' normativo ou um museu de 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","authorImg":{"type":"CroppedImage","id":8096044,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/04170554\/miguel-santos-carrapatoso.jpg","width":2049,"height":2048,"x":276,"y":449,"caption":"","link":"","credits":"","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"landscape","isAvatar":false},"isListedAuthor":true,"isColumnist":true,"isGuest":false,"userDescription":"Poveiro por direito e convicção, jornalista de Política desde 2013. O percurso conta-se assim: Diário de Notícias, Observador, Expresso e novamente Observador, casa para onde regressei desta vez como editor-adjunto de Política.","columnistDescription":"Editor Adjunto de Política do Observador","followColumnist":"","facebookUrl":null,"twitterUrl":["https:\/\/twitter.com\/Miguel_SantosC","Miguel_SantosC"],"adamastorId":"c8e551d3-18ba-11e6-960e-0a2b6345c531"}},"timestamp":"2026-10-06T09:57:13+01:00","human_time":"06\/10\/2026, 09:57","fixed":false}},{"id":660042,"type":"update","entry":{"id":785154,"content":"<p>Montenegro intervém agora no Parlamento Europeu. “<span class=\"s9\">H<\/span><span class=\"s9\">á quinze anos, <\/span><span class=\"s9\">Portugal passou <\/span><span class=\"s9\">por um <\/span><span class=\"s9\">período difícil –<\/span><span class=\"s9\">traumático<\/span><span class=\"s9\"> mesmo<\/span><span class=\"s9\">. Mas<\/span><span class=\"s9\">, com a Europa,<\/span><span class=\"s9\"> reerguemo-nos. <\/span><span class=\"s9\">E reinventámo-nos”, começa por dizer o primeiro-ministro.<\/span><\/p>\n<p class=\"s8\"><span class=\"s9\">“H<\/span><span class=\"s9\">oje <\/span><span class=\"s9\">somos <\/span><span class=\"s9\">um <\/span><span class=\"s9\">país <\/span><span class=\"s9\">q<\/span><span class=\"s9\">ue valoriza o seu capital humano<\/span><span class=\"s9\"> e reconhece<\/span><span class=\"s9\"> o valor do trabalho<\/span><span class=\"s9\">. <\/span><span class=\"s9\">Que vê<\/span><span class=\"s9\"> no reforço da competitividade e na criação de riqueza os melhores meios para defender o nosso modelo social<\/span><span class=\"s9\">, garantir a igualdade de oportunidades e <\/span><span class=\"s9\">não deixar ninguém para trás. <\/span><span class=\"s9\">Isto tem relevância acrescida perante<\/span><span class=\"s9\"> as convulsões geopolíticas <\/span><span class=\"s9\">que <\/span><span class=\"s9\">ameaçam <\/span><span class=\"s9\">a estabilidade <\/span><span class=\"s9\">económica, comercial e social.”<\/span><\/p>\n<p class=\"s8\"><span class=\"s9\">“Para alguns, a<\/span><span class=\"s9\"> resposta passa<\/span><span class=\"s9\">ria<\/span><span class=\"s9\"> p<\/span><span class=\"s9\">or um<\/span><span class=\"s9\"> voluntarismo <\/span><span class=\"s9\">frenético<\/span><span class=\"s9\">, e<\/span><span class=\"s9\">,<\/span><span class=\"s9\"> para outros<\/span><span class=\"s9\">,<\/span><span class=\"s9\"> p<\/span><span class=\"s9\">or um<\/span><span class=\"s9\"> imobilismo anacrónico<\/span><span class=\"s9\">. <\/span><span class=\"s9\">A<\/span><span class=\"s9\">mbos <\/span><span class=\"s9\">são tão demagógicos como <\/span><span class=\"s9\">insustentáveis<\/span><span class=\"s9\"> no longo<\/span><span class=\"s9\">–<\/span><span class=\"s9\">prazo.”<\/span><\/p>\n<p><div>\n    <picture class=\"spinner\" style=\"display: inline-block; position: relative; min-width: 33px; min-height: 33px\">\n        <source type=\"image\/webp\" srcset=\"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/q:70\/rs:fill:390\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/06101728\/dventura-pm-estrasburgo-1-scaled.jpg 390w,https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/q:70\/rs:fill:560\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/06101728\/dventura-pm-estrasburgo-1-scaled.jpg 560w,https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/q:70\/rs:fill:780\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/06101728\/dventura-pm-estrasburgo-1-scaled.jpg 780w,https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/q:70\/rs:fill:1120\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/06101728\/dventura-pm-estrasburgo-1-scaled.jpg 1120w\" sizes=\"(min-width: 660px) 560px, (min-width: 440px) 390px\" media=\"\">\n<source type=\"image\/jpg\" srcset=\"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/q:70\/rs:fill:390\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/06101728\/dventura-pm-estrasburgo-1-scaled.jpg 390w,https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/q:70\/rs:fill:560\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/06101728\/dventura-pm-estrasburgo-1-scaled.jpg 560w,https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/q:70\/rs:fill:780\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/06101728\/dventura-pm-estrasburgo-1-scaled.jpg 780w,https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/q:70\/rs:fill:1120\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/06101728\/dventura-pm-estrasburgo-1-scaled.jpg 1120w\" sizes=\"(min-width: 660px) 560px, (min-width: 440px) 390px\" media=\"\">\n        <img src=\"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/q:60\/rs:fill:560\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/06101728\/dventura-pm-estrasburgo-1-scaled.jpg\" alt=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" onload=\"this.parentElement.classList.remove('spinner')\" onerror=\"this.parentElement.classList.remove('spinner')\">    <\/source><\/source><\/picture>\n    <span class=\"image-credits\">DIOGO VENTURA\/OBSERVADOR<\/span>\n<\/div>\n<\/p>\n","content_noembeds":"<p>Montenegro intervém agora no Parlamento Europeu. “<span class=\"s9\">H<\/span><span class=\"s9\">á quinze anos, <\/span><span class=\"s9\">Portugal passou <\/span><span class=\"s9\">por um <\/span><span class=\"s9\">período difícil –<\/span><span class=\"s9\">traumático<\/span><span class=\"s9\"> mesmo<\/span><span class=\"s9\">. 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enfrentar a crise na Habitação. “<span class=\"s9\">Será muito útil uma <\/span><span class=\"s10\">resposta europeia <\/span><span class=\"s10\">complementar<\/span><span class=\"s9\">, que respeite as competências nacionais e locais<\/span><span class=\"s9\"> e que<\/span><span class=\"s9\"> deve passar pela simplificação de procedimentos e regulações e <\/span><span class=\"s9\">mobilização de financiamento<\/span><span class=\"s9\">.”<\/span><\/p>\n<p>E remata com o desafio da imigração. “[Em Portugal], e<span class=\"s9\">xecutámos uma reforma estrutural <\/span><span class=\"s9\">alterámos as leis dos estrangeiros, nacionalidade e retorno.<\/span> <span class=\"s9\">As portas de Portugal não estão fechadas mas também não estão escancaradas. <\/span><span class=\"s9\">É esta linha <\/span><span class=\"s9\">de regulação <\/span><span class=\"s9\">e humanis<\/span><span class=\"s9\">mo<\/span><span class=\"s9\">, que defendemos para a Europa. <\/span><span class=\"s9\">Que equilibra e garante <\/span><span class=\"s9\">coesão interna, necessidades económicas e proteção das nossas fronteiras.”<\/span><\/p>\n","content_noembeds":"<p>Luís Montenegro fala depois da crise energética resultante da guerra no Irão para pedir à União que <span class=\"s9\">encontre respostas coletivos para os desafios que agora se colocam.<\/span><span class=\"s9\"> “Sem excluir nada, mesmo revisitar o mecanismo de formação do preço do petróleo no mercado internacional”, diz, recuperando uma ideia que já tinha deixado na ONU. <\/span><\/p><p>O primeiro-ministro pede ainda um esforço conjunto para enfrentar a crise na Habitação. “<span class=\"s9\">Será muito útil uma <\/span><span class=\"s10\">resposta europeia <\/span><span class=\"s10\">complementar<\/span><span class=\"s9\">, que respeite as competências nacionais e locais<\/span><span class=\"s9\"> e que<\/span><span class=\"s9\"> deve passar pela simplificação de procedimentos e regulações e <\/span><span 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enfrentar a crise na Habitação. “<span class=\"s9\">Será muito útil uma <\/span><span class=\"s10\">resposta europeia <\/span><span class=\"s10\">complementar<\/span><span class=\"s9\">, que respeite as competências nacionais e locais<\/span><span class=\"s9\"> e que<\/span><span class=\"s9\"> deve passar pela simplificação de procedimentos e regulações e <\/span><span class=\"s9\">mobilização de financiamento<\/span><span class=\"s9\">.”<\/span><\/p>\n<p>E remata com o desafio da imigração. “[Em Portugal], e<span class=\"s9\">xecutámos uma reforma estrutural <\/span><span class=\"s9\">alterámos as leis dos estrangeiros, nacionalidade e retorno.<\/span> <span class=\"s9\">As portas de Portugal não estão fechadas mas também não estão escancaradas. <\/span><span class=\"s9\">É esta linha <\/span><span class=\"s9\">de regulação <\/span><span class=\"s9\">e humanis<\/span><span class=\"s9\">mo<\/span><span class=\"s9\">, que defendemos para a Europa. <\/span><span class=\"s9\">Que equilibra e garante <\/span><span class=\"s9\">coesão interna, necessidades económicas e proteção das nossas fronteiras.”<\/span><\/p>\n","content_noembeds":"<p>Luís Montenegro fala depois da crise energética resultante da guerra no Irão para pedir à União que <span class=\"s9\">encontre respostas coletivos para os desafios que agora se colocam.<\/span><span class=\"s9\"> “Sem excluir nada, mesmo revisitar o mecanismo de formação do preço do petróleo no mercado internacional”, diz, recuperando uma ideia que já tinha deixado na ONU. <\/span><\/p><p>O primeiro-ministro pede ainda um esforço conjunto para enfrentar a crise na Habitação. “<span class=\"s9\">Será muito útil uma <\/span><span class=\"s10\">resposta europeia <\/span><span class=\"s10\">complementar<\/span><span class=\"s9\">, que respeite as competências nacionais e locais<\/span><span class=\"s9\"> e que<\/span><span class=\"s9\"> deve passar pela simplificação de procedimentos e regulações e <\/span><span 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Será a tradução financeira da nossa ambição política”, continua Luís Montenegro. “<\/span><span class=\"s9\">Precisamos de u<\/span><span class=\"s9\">m orçamento que financie as novas prioridades sem colocar em causa as políticas que <\/span><span class=\"s9\">continuam essenciais para a convergência e para a competitividade europeias. <\/span><span class=\"s9\">Porque <\/span><span class=\"s10\">não há competitividade europeia sem coesão, nem coesão europeia sem competitividade<\/span><span class=\"s9\">.”<\/span><\/p>\n<p class=\"s8\">O primeiro-ministro recupera depois a frase que já tinha deixado aos jornalistas (“<span class=\"s9\">Portugal <\/span><span class=\"s9\">não encara o QFP como um concurso de pedinchice”), pede uma discussão “s<\/span><span class=\"s9\">em dogmas e sem tabus” e deixa um recado aos chamados países frugais: <\/span><\/p>\n<p class=\"s8\"><span class=\"s9\">“<\/span><span class=\"s9\">A contribuição portuguesa para o orçamento da União <\/span><span class=\"s9\">é superior à de todos os frugais (com exceção da Áustria)<\/span><span class=\"s9\">, se a analisarmos <\/span><span class=\"s9\">na proporção do PIB de cada um. <\/span><span class=\"s9\">A t<\/span><span class=\"s9\">o<\/span><span class=\"s9\">dos digo uma coisa simples<\/span><span class=\"s9\">:<\/span><span class=\"s9\"> dar 10 de 100 é muito mais do que dar <\/span><span class=\"s9\">50<\/span><span class=\"s9\"> de 1000.”<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s9\">“A Política de Coesão e a Política Agrícola Comum são das <\/span><span class=\"s9\">nossas <\/span><span class=\"s9\">maiores histórias de sucesso”, remata. <\/span><\/p>\n<p>O primeiro-ministro defende depois que a União Europeia deve pensar em novas formas de receita para ter orçamentos comunitários mais ambiciosos, e pediu ao bloco europeu &#8220;<span class=\"s9\">ambição e coragem&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s9\">&#8220;Se<\/span> <span class=\"s9\">não formos capazes de resolver os problemas concretos das pessoas,<\/span> <span class=\"s10\">abr<\/span><span class=\"s10\">imos<\/span><span class=\"s10\"> espaço ao crescimento da demagogia, do populismo e do extremismo<\/span><span class=\"s9\">. <\/span><span class=\"s9\">T<\/span><span class=\"s9\">ambém por isso a<\/span> <span class=\"s9\">nossa <\/span><span class=\"s9\">resposta não pode ser apenas <\/span><span class=\"s9\">tecnocrática e <\/span><span class=\"s9\">retórica<\/span><span class=\"s9\">. <\/span><span class=\"s9\">T<\/span><span class=\"s9\">em de ser política e<\/span><span class=\"s9\"> c<\/span><span class=\"s9\">oncreta.&#8221;<\/span><\/p>\n","content_noembeds":"<p class=\"s8\"><span class=\"s9\">“O debate sobre o próximo <\/span><span class=\"s10\">quadro financeiro plurianual<\/span><span class=\"s9\"> é <\/span><span class=\"s9\">decisivo. 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Será a tradução financeira da nossa ambição política”, continua Luís Montenegro. “<\/span><span class=\"s9\">Precisamos de u<\/span><span class=\"s9\">m orçamento que financie as novas prioridades sem colocar em causa as políticas que <\/span><span class=\"s9\">continuam essenciais para a convergência e para a competitividade europeias. <\/span><span class=\"s9\">Porque <\/span><span class=\"s10\">não há competitividade europeia sem coesão, nem coesão europeia sem competitividade<\/span><span class=\"s9\">.”<\/span><\/p>\n<p class=\"s8\">O primeiro-ministro recupera depois a frase que já tinha deixado aos jornalistas (“<span class=\"s9\">Portugal <\/span><span class=\"s9\">não encara o QFP como um concurso de pedinchice”), pede uma discussão “s<\/span><span class=\"s9\">em dogmas e sem tabus” e deixa um recado aos chamados países frugais: <\/span><\/p>\n<p class=\"s8\"><span class=\"s9\">“<\/span><span class=\"s9\">A contribuição portuguesa para o orçamento da União <\/span><span class=\"s9\">é superior à de todos os frugais (com exceção da Áustria)<\/span><span class=\"s9\">, se a analisarmos <\/span><span class=\"s9\">na proporção do PIB de cada um. <\/span><span class=\"s9\">A t<\/span><span class=\"s9\">o<\/span><span class=\"s9\">dos digo uma coisa simples<\/span><span class=\"s9\">:<\/span><span class=\"s9\"> dar 10 de 100 é muito mais do que dar <\/span><span class=\"s9\">50<\/span><span class=\"s9\"> de 1000.”<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s9\">“A Política de Coesão e a Política Agrícola Comum são das <\/span><span class=\"s9\">nossas <\/span><span class=\"s9\">maiores histórias de sucesso”, remata. <\/span><\/p>\n<p>O primeiro-ministro defende depois que a União Europeia deve pensar em novas formas de receita para ter orçamentos comunitários mais ambiciosos, e pediu ao bloco europeu &#8220;<span class=\"s9\">ambição e coragem&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s9\">&#8220;Se<\/span> <span class=\"s9\">não formos capazes de resolver os problemas concretos das pessoas,<\/span> <span class=\"s10\">abr<\/span><span class=\"s10\">imos<\/span><span class=\"s10\"> espaço ao crescimento da demagogia, do populismo e do extremismo<\/span><span class=\"s9\">. <\/span><span class=\"s9\">T<\/span><span class=\"s9\">ambém por isso a<\/span> <span class=\"s9\">nossa <\/span><span class=\"s9\">resposta não pode ser apenas <\/span><span class=\"s9\">tecnocrática e <\/span><span class=\"s9\">retórica<\/span><span class=\"s9\">. <\/span><span class=\"s9\">T<\/span><span class=\"s9\">em de ser política e<\/span><span class=\"s9\"> c<\/span><span class=\"s9\">oncreta.&#8221;<\/span><\/p>\n","blocks":[],"post_id":"8352156","title":"Montenegro avisa: Europa \"tecnocrata e retórica\" é presa fácil para o \"populismo e extremismo\"","highlight":false,"author_id":7664,"adamastor_author_id":"c8e551d3-18ba-11e6-960e-0a2b6345c531","author_name":"Miguel Santos Carrapatoso","author_photo":"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/rs:fill:900\/c:2049:2048:nowe:276:449\/q:70\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/04170554\/miguel-santos-carrapatoso.jpg","author_image":{"type":"CroppedImage","id":8096044,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/04170554\/miguel-santos-carrapatoso.jpg","width":2049,"height":2048,"x":276,"y":449,"caption":"","link":"","credits":"","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"landscape","isAvatar":false},"credits":{"userID":7664,"type":"text","location":"","freeText":"","tType":"Texto","author":{"id":7664,"email":"mcarrapatoso@observador.pt","displayName":"Miguel Santos Carrapatoso","userName":"msantos","role":"Editor Adjunto Política ","authorImg":{"type":"CroppedImage","id":8096044,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/04170554\/miguel-santos-carrapatoso.jpg","width":2049,"height":2048,"x":276,"y":449,"caption":"","link":"","credits":"","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"landscape","isAvatar":false},"isListedAuthor":true,"isColumnist":true,"isGuest":false,"userDescription":"Poveiro por direito e convicção, jornalista de Política desde 2013. 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Será a tradução financeira da nossa ambição política”, continua Luís Montenegro. “<\/span><span class=\"s9\">Precisamos de u<\/span><span class=\"s9\">m orçamento que financie as novas prioridades sem colocar em causa as políticas que <\/span><span class=\"s9\">continuam essenciais para a convergência e para a competitividade europeias. <\/span><span class=\"s9\">Porque <\/span><span class=\"s10\">não há competitividade europeia sem coesão, nem coesão europeia sem competitividade<\/span><span class=\"s9\">.”<\/span><\/p>\n<p class=\"s8\">O primeiro-ministro recupera depois a frase que já tinha deixado aos jornalistas (“<span class=\"s9\">Portugal <\/span><span class=\"s9\">não encara o QFP como um concurso de pedinchice”), pede uma discussão “s<\/span><span class=\"s9\">em dogmas e sem tabus” e deixa um recado aos chamados países frugais: <\/span><\/p>\n<p class=\"s8\"><span class=\"s9\">“<\/span><span class=\"s9\">A contribuição portuguesa para o orçamento da União <\/span><span class=\"s9\">é superior à de todos os frugais (com exceção da Áustria)<\/span><span class=\"s9\">, se a analisarmos <\/span><span class=\"s9\">na proporção do PIB de cada um. <\/span><span class=\"s9\">A t<\/span><span class=\"s9\">o<\/span><span class=\"s9\">dos digo uma coisa simples<\/span><span class=\"s9\">:<\/span><span class=\"s9\"> dar 10 de 100 é muito mais do que dar <\/span><span class=\"s9\">50<\/span><span class=\"s9\"> de 1000.”<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s9\">“A Política de Coesão e a Política Agrícola Comum são das <\/span><span class=\"s9\">nossas <\/span><span class=\"s9\">maiores histórias de sucesso”, remata. <\/span><\/p>\n<p>O primeiro-ministro defende depois que a União Europeia deve pensar em novas formas de receita para ter orçamentos comunitários mais ambiciosos, e pediu ao bloco europeu &#8220;<span class=\"s9\">ambição e coragem&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s9\">&#8220;Se<\/span> <span class=\"s9\">não formos capazes de resolver os problemas concretos das pessoas,<\/span> <span class=\"s10\">abr<\/span><span class=\"s10\">imos<\/span><span class=\"s10\"> espaço ao crescimento da demagogia, do populismo e do extremismo<\/span><span class=\"s9\">. <\/span><span class=\"s9\">T<\/span><span class=\"s9\">ambém por isso a<\/span> <span class=\"s9\">nossa <\/span><span class=\"s9\">resposta não pode ser apenas <\/span><span class=\"s9\">tecnocrática e <\/span><span class=\"s9\">retórica<\/span><span class=\"s9\">. <\/span><span class=\"s9\">T<\/span><span class=\"s9\">em de ser política e<\/span><span class=\"s9\"> c<\/span><span class=\"s9\">oncreta.&#8221;<\/span><\/p>\n","content_noembeds":"<p class=\"s8\"><span class=\"s9\">“O debate sobre o próximo <\/span><span class=\"s10\">quadro financeiro plurianual<\/span><span class=\"s9\"> é <\/span><span class=\"s9\">decisivo. Será a tradução financeira da nossa ambição política”, continua Luís Montenegro. “<\/span><span class=\"s9\">Precisamos de u<\/span><span class=\"s9\">m orçamento que financie as novas prioridades sem colocar em causa as políticas que <\/span><span class=\"s9\">continuam essenciais para a convergência e para a competitividade europeias. <\/span><span class=\"s9\">Porque <\/span><span class=\"s10\">não há competitividade europeia sem coesão, nem coesão europeia sem competitividade<\/span><span class=\"s9\">.”<\/span><\/p>\n<p class=\"s8\">O primeiro-ministro recupera depois a frase que já tinha deixado aos jornalistas (“<span class=\"s9\">Portugal <\/span><span class=\"s9\">não encara o QFP como um concurso de pedinchice”), pede uma discussão “s<\/span><span class=\"s9\">em dogmas e sem tabus” e deixa um recado aos chamados países frugais: <\/span><\/p>\n<p class=\"s8\"><span class=\"s9\">“<\/span><span class=\"s9\">A contribuição portuguesa para o orçamento da União <\/span><span class=\"s9\">é superior à de todos os frugais (com exceção da Áustria)<\/span><span class=\"s9\">, se a analisarmos <\/span><span class=\"s9\">na proporção do PIB de cada um. <\/span><span class=\"s9\">A t<\/span><span class=\"s9\">o<\/span><span class=\"s9\">dos digo uma coisa simples<\/span><span class=\"s9\">:<\/span><span class=\"s9\"> dar 10 de 100 é muito mais do que dar <\/span><span class=\"s9\">50<\/span><span class=\"s9\"> de 1000.”<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s9\">“A Política de Coesão e a Política Agrícola Comum são das <\/span><span class=\"s9\">nossas <\/span><span class=\"s9\">maiores histórias de sucesso”, remata. <\/span><\/p>\n<p>O primeiro-ministro defende depois que a União Europeia deve pensar em novas formas de receita para ter orçamentos comunitários mais ambiciosos, e pediu ao bloco europeu &#8220;<span class=\"s9\">ambição e coragem&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s9\">&#8220;Se<\/span> <span class=\"s9\">não formos capazes de resolver os problemas concretos das pessoas,<\/span> <span class=\"s10\">abr<\/span><span class=\"s10\">imos<\/span><span class=\"s10\"> espaço ao crescimento da demagogia, do populismo e do extremismo<\/span><span class=\"s9\">. <\/span><span class=\"s9\">T<\/span><span class=\"s9\">ambém por isso a<\/span> <span class=\"s9\">nossa <\/span><span class=\"s9\">resposta não pode ser apenas <\/span><span class=\"s9\">tecnocrática e <\/span><span class=\"s9\">retórica<\/span><span class=\"s9\">. <\/span><span class=\"s9\">T<\/span><span class=\"s9\">em de ser política e<\/span><span class=\"s9\"> c<\/span><span class=\"s9\">oncreta.&#8221;<\/span><\/p>\n","apiContent":"<p class=\"s8\"><span class=\"s9\">“O debate sobre o próximo <\/span><span class=\"s10\">quadro financeiro plurianual<\/span><span class=\"s9\"> é <\/span><span class=\"s9\">decisivo. Será a tradução financeira da nossa ambição política”, continua Luís Montenegro. “<\/span><span class=\"s9\">Precisamos de u<\/span><span class=\"s9\">m orçamento que financie as novas prioridades sem colocar em causa as políticas que <\/span><span class=\"s9\">continuam essenciais para a convergência e para a competitividade europeias. <\/span><span class=\"s9\">Porque <\/span><span class=\"s10\">não há competitividade europeia sem coesão, nem coesão europeia sem competitividade<\/span><span class=\"s9\">.”<\/span><\/p>\n<p class=\"s8\">O primeiro-ministro recupera depois a frase que já tinha deixado aos jornalistas (“<span class=\"s9\">Portugal <\/span><span class=\"s9\">não encara o QFP como um concurso de pedinchice”), pede uma discussão “s<\/span><span class=\"s9\">em dogmas e sem tabus” e deixa um recado aos chamados países frugais: <\/span><\/p>\n<p class=\"s8\"><span class=\"s9\">“<\/span><span class=\"s9\">A contribuição portuguesa para o orçamento da União <\/span><span class=\"s9\">é superior à de todos os frugais (com exceção da Áustria)<\/span><span class=\"s9\">, se a analisarmos <\/span><span class=\"s9\">na proporção do PIB de cada um. <\/span><span class=\"s9\">A t<\/span><span class=\"s9\">o<\/span><span class=\"s9\">dos digo uma coisa simples<\/span><span class=\"s9\">:<\/span><span class=\"s9\"> dar 10 de 100 é muito mais do que dar <\/span><span class=\"s9\">50<\/span><span class=\"s9\"> de 1000.”<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s9\">“A Política de Coesão e a Política Agrícola Comum são das <\/span><span class=\"s9\">nossas <\/span><span class=\"s9\">maiores histórias de sucesso”, remata. <\/span><\/p>\n<p>O primeiro-ministro defende depois que a União Europeia deve pensar em novas formas de receita para ter orçamentos comunitários mais ambiciosos, e pediu ao bloco europeu &#8220;<span class=\"s9\">ambição e coragem&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"s9\">&#8220;Se<\/span> <span class=\"s9\">não formos capazes de resolver os problemas concretos das pessoas,<\/span> <span class=\"s10\">abr<\/span><span class=\"s10\">imos<\/span><span class=\"s10\"> espaço ao crescimento da demagogia, do populismo e do extremismo<\/span><span class=\"s9\">. <\/span><span class=\"s9\">T<\/span><span class=\"s9\">ambém por isso a<\/span> <span class=\"s9\">nossa <\/span><span class=\"s9\">resposta não pode ser apenas <\/span><span class=\"s9\">tecnocrática e <\/span><span class=\"s9\">retórica<\/span><span class=\"s9\">. <\/span><span class=\"s9\">T<\/span><span class=\"s9\">em de ser política e<\/span><span class=\"s9\"> c<\/span><span class=\"s9\">oncreta.&#8221;<\/span><\/p>\n","blocks":[],"post_id":"8352156","title":"Montenegro avisa: Europa \"tecnocrata e retórica\" é presa fácil para o \"populismo e extremismo\"","highlight":false,"author_id":7664,"adamastor_author_id":"c8e551d3-18ba-11e6-960e-0a2b6345c531","author_name":"Miguel Santos Carrapatoso","author_photo":"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/rs:fill:900\/c:2049:2048:nowe:276:449\/q:70\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/04170554\/miguel-santos-carrapatoso.jpg","author_image":{"type":"CroppedImage","id":8096044,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/04170554\/miguel-santos-carrapatoso.jpg","width":2049,"height":2048,"x":276,"y":449,"caption":"","link":"","credits":"","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"landscape","isAvatar":false},"credits":{"userID":7664,"type":"text","location":"","freeText":"","tType":"Texto","author":{"id":7664,"email":"mcarrapatoso@observador.pt","displayName":"Miguel Santos Carrapatoso","userName":"msantos","role":"Editor Adjunto Política ","authorImg":{"type":"CroppedImage","id":8096044,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/04170554\/miguel-santos-carrapatoso.jpg","width":2049,"height":2048,"x":276,"y":449,"caption":"","link":"","credits":"","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"landscape","isAvatar":false},"isListedAuthor":true,"isColumnist":true,"isGuest":false,"userDescription":"Poveiro por direito e convicção, jornalista de Política desde 2013. 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própria.”<\/span><\/p>\n<p>O primeiro-ministro elege depois como essencial “<span class=\"s10\">investimento<\/span> <span class=\"s10\">na ciência e na<\/span><span class=\"s10\"> tecnol<\/span><span class=\"s10\">ogia”. “<span class=\"s9\">Não nos fiquemos por uma Europa<\/span><span class=\"s9\"> reguladora, mas <\/span><span class=\"s9\">tenhamos a ambição de, tal como na revolução industrial, sermos <\/span><span class=\"s9\">agente <\/span><span class=\"s9\">central<\/span><span class=\"s9\"> na <\/span><span class=\"s9\">revolução da <\/span>inteligência artificial <span class=\"s9\">que estamos a viver<\/span><span class=\"s9\">.”<\/span><\/span><\/p>\n<p><div>\n    <picture class=\"spinner\" style=\"display: inline-block; position: relative; min-width: 33px; min-height: 33px\">\n        <source type=\"image\/webp\" 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class=\"s10\">ogia”. “<span class=\"s9\">Não nos fiquemos por uma Europa<\/span><span class=\"s9\"> reguladora, mas <\/span><span class=\"s9\">tenhamos a ambição de, tal como na revolução industrial, sermos <\/span><span class=\"s9\">agente <\/span><span class=\"s9\">central<\/span><span class=\"s9\"> na <\/span><span class=\"s9\">revolução da <\/span>inteligência artificial <span class=\"s9\">que estamos a viver<\/span><span class=\"s9\">.”<\/span><\/span><\/p>\n<p><\/p>\n<div class=\"block_image\"><img src=\"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/rs:fill:{{width}}\/q:{{quality}}\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/06101735\/dventura-pm-estrasburgo-2-scaled.jpg\" data-caption=\"\" data-credit=\"\"><\/div>\n","apiContent":"<p>Já depois de passar em revista aquilo que acredita serem os principais méritos do Governo português, Montenegro pressiona depois a Europa a “<span class=\"s9\">juntar-se à <\/span><span class=\"s10\">guerra à burocracia <\/span><span 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Carrapatoso","author_photo":"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/rs:fill:900\/c:2049:2048:nowe:276:449\/q:70\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/04170554\/miguel-santos-carrapatoso.jpg","author_image":{"type":"CroppedImage","id":8096044,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/04170554\/miguel-santos-carrapatoso.jpg","width":2049,"height":2048,"x":276,"y":449,"caption":"","link":"","credits":"","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"landscape","isAvatar":false},"credits":{"userID":7664,"type":"text","location":"","freeText":"","tType":"Texto","author":{"id":7664,"email":"mcarrapatoso@observador.pt","displayName":"Miguel Santos Carrapatoso","userName":"msantos","role":"Editor Adjunto Política 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Mas<\/span><span class=\"s9\">, com a Europa,<\/span><span class=\"s9\"> reerguemo-nos. <\/span><span class=\"s9\">E reinventámo-nos”, começa por dizer o primeiro-ministro.<\/span><\/p>\n<p class=\"s8\"><span class=\"s9\">“H<\/span><span class=\"s9\">oje <\/span><span class=\"s9\">somos <\/span><span class=\"s9\">um <\/span><span class=\"s9\">país <\/span><span class=\"s9\">q<\/span><span class=\"s9\">ue valoriza o seu capital humano<\/span><span class=\"s9\"> e reconhece<\/span><span class=\"s9\"> o valor do trabalho<\/span><span class=\"s9\">. <\/span><span class=\"s9\">Que vê<\/span><span class=\"s9\"> no reforço da competitividade e na criação de riqueza os melhores meios para defender o nosso modelo social<\/span><span class=\"s9\">, garantir a igualdade de oportunidades e <\/span><span class=\"s9\">não deixar ninguém para trás. <\/span><span class=\"s9\">Isto tem relevância acrescida perante<\/span><span class=\"s9\"> as convulsões geopolíticas <\/span><span class=\"s9\">que <\/span><span class=\"s9\">ameaçam <\/span><span class=\"s9\">a estabilidade <\/span><span class=\"s9\">económica, comercial e social.”<\/span><\/p>\n<p class=\"s8\"><span class=\"s9\">“Para alguns, a<\/span><span class=\"s9\"> resposta passa<\/span><span class=\"s9\">ria<\/span><span class=\"s9\"> p<\/span><span class=\"s9\">or um<\/span><span class=\"s9\"> voluntarismo <\/span><span class=\"s9\">frenético<\/span><span class=\"s9\">, e<\/span><span class=\"s9\">,<\/span><span class=\"s9\"> para outros<\/span><span class=\"s9\">,<\/span><span class=\"s9\"> p<\/span><span class=\"s9\">or um<\/span><span class=\"s9\"> imobilismo anacrónico<\/span><span class=\"s9\">. <\/span><span class=\"s9\">A<\/span><span class=\"s9\">mbos <\/span><span class=\"s9\">são tão demagógicos como <\/span><span class=\"s9\">insustentáveis<\/span><span class=\"s9\"> no longo<\/span><span class=\"s9\">–<\/span><span class=\"s9\">prazo.”<\/span><\/p>\n<p><div>\n    <picture class=\"spinner\" style=\"display: inline-block; position: relative; min-width: 33px; min-height: 33px\">\n        <source type=\"image\/webp\" srcset=\"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/q:70\/rs:fill:390\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/06101728\/dventura-pm-estrasburgo-1-scaled.jpg 390w,https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/q:70\/rs:fill:560\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/06101728\/dventura-pm-estrasburgo-1-scaled.jpg 560w,https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/q:70\/rs:fill:780\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/06101728\/dventura-pm-estrasburgo-1-scaled.jpg 780w,https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/q:70\/rs:fill:1120\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/06101728\/dventura-pm-estrasburgo-1-scaled.jpg 1120w\" sizes=\"(min-width: 660px) 560px, (min-width: 440px) 390px\" media=\"\">\n<source type=\"image\/jpg\" srcset=\"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/q:70\/rs:fill:390\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/06101728\/dventura-pm-estrasburgo-1-scaled.jpg 390w,https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/q:70\/rs:fill:560\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/06101728\/dventura-pm-estrasburgo-1-scaled.jpg 560w,https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/q:70\/rs:fill:780\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/06101728\/dventura-pm-estrasburgo-1-scaled.jpg 780w,https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/q:70\/rs:fill:1120\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/06101728\/dventura-pm-estrasburgo-1-scaled.jpg 1120w\" sizes=\"(min-width: 660px) 560px, (min-width: 440px) 390px\" media=\"\">\n        <img src=\"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/q:60\/rs:fill:560\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/06101728\/dventura-pm-estrasburgo-1-scaled.jpg\" alt=\"\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" onload=\"this.parentElement.classList.remove('spinner')\" onerror=\"this.parentElement.classList.remove('spinner')\">    <\/source><\/source><\/picture>\n    <span class=\"image-credits\">DIOGO VENTURA\/OBSERVADOR<\/span>\n<\/div>\n<\/p>\n","content_noembeds":"<p>Montenegro intervém agora no Parlamento Europeu. “<span class=\"s9\">H<\/span><span class=\"s9\">á quinze anos, <\/span><span class=\"s9\">Portugal passou <\/span><span class=\"s9\">por um <\/span><span class=\"s9\">período difícil –<\/span><span class=\"s9\">traumático<\/span><span class=\"s9\"> mesmo<\/span><span class=\"s9\">. 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As economias mais fortes são aquelas que mais beneficiam do mercado comum.”<\/p>\n","content_noembeds":"<p>Montenegro responde agora aos jornalistas, dizendo que Portugal será “intransigente” na defesa dos interesses nacionais em matéria de fundos, mas recusa que a discussão que agora se coloca seja um “concurso de pedinchice”. “Só não podemos abdicar da justiça. As economias mais fortes são aquelas que mais beneficiam do mercado comum.”<\/p>\n","apiContent":"<p>Montenegro responde agora aos jornalistas, dizendo que Portugal será “intransigente” na defesa dos interesses nacionais em matéria de fundos, mas recusa que a discussão que agora se coloca seja um “concurso de pedinchice”. “Só não podemos abdicar da justiça. 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É por isso que chegar a um acordo sobre o próximo Quadro Financeiro Plurianual é tão urgente.”<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Metsola lembrou ainda a eleição de Portugal para Conselho de Segurança da ONU, o que permite “mais uma voz europeia” naquele órgão. Lembrou ainda o trabalho comum na segurança energética e lembrou que Portugal é um exemplo nas energias renováveis.<\/span><\/p>\n<p>Antes da conferência de imprensa conjunta Luís Montenegro e Roberta Metsola estiveram quinze minutos reunidos.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>A presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, começou  por <span style=\"color: #333333;background-color: #ffffff\">lembrar numa pequena conferência de imprensa ao lado de Luís Montenegro que “celebramos quarenta anos de Portugal na União Europeia – quatro décadas em que a Europa moldou Portugal e Portugal moldou a nossa União.”<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Metsola disse ainda que o Parlamento Europeu<span class=\"Apple-converted-space\">  <\/span>“partilha a ambição de Portugal de uma Europa mais competitiva, com menos burocracia e mais espaço para as empresas crescerem e criarem empregos.”<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">A presidente do Parlamento Europeu acrescenta que “concretizar esta agenda exige garantir um orçamento capaz de a sustentar. 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