{"log":[{"id":662633,"type":"new","entry":{"id":786890,"content":"<p>O Livre vai recorrer para plenário da decisão do presidente do Parlamento de rejeitar um debate de urgência sobre a crise na habitação e considera irónico o pedido da IL para uma reunião dedicada ao tema.<\/p>\n<p>Esta decisão foi anunciada pelo porta-voz do Livre, Jorge Pinto, em conferência de imprensa na Assembleia da República, depois de José Pedro Aguiar-Branco ter indeferido hoje a reapreciação requerida pelo Livre para realizar na quarta-feira um debate de urgência sobre habitação, alegando que se mantém a inobservância do intervalo temporal entre debates de urgência.<\/p>\n<p>Jorge Pinto considerou que o presidente do Parlamento bloqueou a realização deste debate, com um entendimento do qual discordou, e afirmou que a sua bancada vai desafiar os restantes partidos a pronunciarem-se sobre a questão no início do plenário de quarta-feira, apresentando um recurso.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>O Livre vai recorrer para plenário da decisão do presidente do Parlamento de rejeitar um debate de urgência sobre a crise na habitação e considera irónico o pedido da IL para uma reunião dedicada ao tema.<\/p><p>Esta decisão foi anunciada pelo porta-voz do Livre, Jorge Pinto, em conferência de imprensa na Assembleia da República, depois de José Pedro Aguiar-Branco ter indeferido hoje a reapreciação requerida pelo Livre para realizar na quarta-feira um debate de urgência sobre habitação, alegando que se mantém a inobservância do intervalo temporal entre debates de urgência.<\/p><p>Jorge Pinto considerou que o presidente do Parlamento bloqueou a realização deste debate, com um entendimento do qual discordou, e afirmou que a sua bancada vai desafiar os restantes partidos a pronunciarem-se sobre a questão no início do plenário de quarta-feira, apresentando um recurso.<\/p>\n","apiContent":"<p>O Livre vai recorrer para plenário da decisão do presidente do Parlamento de rejeitar um debate de urgência sobre a crise na habitação e considera irónico o pedido da IL para uma reunião dedicada ao tema.<\/p>\n<p>Esta decisão foi anunciada pelo porta-voz do Livre, Jorge Pinto, em conferência de imprensa na Assembleia da República, depois de José Pedro Aguiar-Branco ter indeferido hoje a reapreciação requerida pelo Livre para realizar na quarta-feira um debate de urgência sobre habitação, alegando que se mantém a inobservância do intervalo temporal entre debates de urgência.<\/p>\n<p>Jorge Pinto considerou que o presidente do Parlamento bloqueou a realização deste debate, com um entendimento do qual discordou, e afirmou que a sua bancada vai desafiar os restantes partidos a pronunciarem-se sobre a questão no início do plenário de quarta-feira, apresentando um recurso.<\/p>\n","blocks":[],"post_id":"8378231","title":"Habitação. Livre recorre para plenário de decisão de Aguiar-Branco sobre debate de urgência ","highlight":false,"author_id":49,"adamastor_author_id":"90b97cd2-18ba-11e6-960e-0a2b6345c531","author_name":"Agência Lusa","author_photo":"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/rs:fill:900\/c:467:467:nowe:0:0\/q:70\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/15174206\/screenshot-2020-01-15-at-17-41-05_467x467_acf_cropped.png","author_image":{"type":"CroppedImage","id":3638263,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/15174206\/screenshot-2020-01-15-at-17-41-05_467x467_acf_cropped.png","width":467,"height":467,"x":0,"y":0,"caption":"","link":"","credits":"","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"landscape","isAvatar":false},"credits":{"userID":49,"type":"text","location":"","freeText":"","tType":"Texto","author":{"id":49,"email":"observador+lusa@observador.pt","displayName":"Agência Lusa","userName":"lusa","role":"","authorImg":{"type":"CroppedImage","id":3638263,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/15174206\/screenshot-2020-01-15-at-17-41-05_467x467_acf_cropped.png","width":467,"height":467,"x":0,"y":0,"caption":"","link":"","credits":"","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"landscape","isAvatar":false},"isListedAuthor":false,"isColumnist":false,"isGuest":false,"userDescription":"","columnistDescription":"","followColumnist":"","facebookUrl":null,"twitterUrl":false,"adamastorId":"90b97cd2-18ba-11e6-960e-0a2b6345c531"}},"timestamp":"2026-10-20T16:44:52+01:00","human_time":"20\/10\/2026, 16:44","fixed":false}},{"id":662627,"type":"update","entry":{"id":786886,"content":"<p>O presidente da câmara de Lisboa, Carlos Moedas, veio esta tarde elogiar a atuação da polícia durante a madrugada, dizendo que atuou com “correção e proporcionalidade — fez o que tinha a fazer”. <\/p>\n<p class=\"p1\">“Estou com as pessoas na sua causa, mas temos de respeitar a lei. O direito à manifestação é sagrado, estão a manifestar-se e bem. Não podem é vandalizar uma estátua com 150 anos”, criticou, em declarações aos jornalistas.<\/p>\n<p>Depois, atribuiu a situação atual à passividade do PS, no Governo e em Lisboa: “Em 2021 tínhamos tido dez anos perdidos, em que não se construía em Lisboa. O problema tem uma raiz e foram dez anos parados. Estamos a mudar esse paradigma. Ideologia não dá casa a ninguém. A responsabilidade é de quem não fez durante anos”.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>O presidente da câmara de Lisboa, Carlos Moedas, veio esta tarde elogiar a atuação da polícia durante a madrugada, dizendo que atuou com “correção e proporcionalidade — fez o que tinha a fazer”. <\/p>\n<p class=\"p1\">“Estou com as pessoas na sua causa, mas temos de respeitar a lei. O direito à manifestação é sagrado, estão a manifestar-se e bem. 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Dali segui para o Expresso, onde estagiei enquanto continuava a estudar, desta vez no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, onde tirei uma pós-graduação em Comunicação e Marketing Político. Passei a integrar a secção de Política do jornal, onde estive durante seis anos, acompanhando a vida dos partidos dentro e fora do Parlamento. Em 2021 viajei de Paço de Arcos até Alvalade para me juntar à Política do Observador.","columnistDescription":"","followColumnist":"","facebookUrl":null,"twitterUrl":false,"adamastorId":"74b30aa5-55ee-47f6-9763-313d272fe075"}},"timestamp":"2026-10-20T16:16:23+01:00","human_time":"20\/10\/2026, 16:16","fixed":false}},{"id":662626,"type":"new","entry":{"id":786886,"content":"<p>O presidente da câmara de Lisboa, Carlos Moedas, veio esta tarde elogiar a atuação da polícia durante a madrugada, dizendo que atuou com “correção e proporcionalidade — fez o que tinha a fazer”. <\/p>\n<p class=\"p1\">“Estou com as pessoas na sua causa, mas temos de respeitar a lei. O direito à manifestação é sagrado, estão a manifestar-se e bem. Não podem é vandalizar uma estátua com 150 anos”, criticou, em declarações aos jornalistas.<\/p>\n<p>Depois, atribuiu a situação atual à passividade do PS, no Governo e em Lisboa: “Em 2021 tínhamos tido dez anos perdidos, em que não se construía em Lisboa. 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Tudo o que ultrapassar a legalidade e entrar na violação da lei terá as respostas adequadas por parte das forças de segurança”, destacou Luís Neves aos jornalistas.<\/p>\n<p>Questionado sobre qual será a atuação das autoridades perante o protesto anunciado para Lisboa e Porto, às 19h, o ministro afirmou que é uma decisão que cabe às autoridades. Disse ainda apenas que a preparação e a proatividade “são o caminho”.<\/p>\n<p>Já sobre a diferença entre as operações desta manhã, Luís Neves lembrou que, de acordo com o que a realidade no terreno, a polícia “tem de encontrar as formas mais adequadas para repor a ordem pública”.<\/p>\n<p>“No Porto, a PSP fê-lo muito bem durante vários dias, aproximou-se dos promotores, falaram, houve alertas, eu próprio, em mais do que uma ocasião, deixei alertas”, afirmou.<\/p>\n<p>“Não só a propósito deste tema, quero dizer que a lei é para ser cumprida, a força, a firmeza e a robustez das forças são para ser exercidas quando necessário”, acrescentou.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>O ministro da Administração Interna sublinhou ainda que “as acampadas, os acampamentos terminaram”. “Há direito à manifestação, exposição dos motivos, com toda a normalidade e legalidade. 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Disse ainda apenas que a preparação e a proatividade “são o caminho”.<\/p>\n<p>Já sobre a diferença entre as operações desta manhã, Luís Neves lembrou que, de acordo com o que a realidade no terreno, a polícia “tem de encontrar as formas mais adequadas para repor a ordem pública”.<\/p>\n<p>“No Porto, a PSP fê-lo muito bem durante vários dias, aproximou-se dos promotores, falaram, houve alertas, eu próprio, em mais do que uma ocasião, deixei alertas”, afirmou.<\/p>\n<p>“Não só a propósito deste tema, quero dizer que a lei é para ser cumprida, a força, a firmeza e a robustez das forças são para ser exercidas quando necessário”, acrescentou.<\/p>\n\n","apiContent":"<p>O ministro da Administração Interna sublinhou ainda que “as acampadas, os acampamentos terminaram”. “Há direito à manifestação, exposição dos motivos, com toda a normalidade e legalidade. 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Disse ainda apenas que a preparação e a proatividade “são o caminho”.<\/p>\n<p>Já sobre a diferença entre as operações desta manhã, Luís Neves lembrou que, de acordo com o que a realidade no terreno, a polícia “tem de encontrar as formas mais adequadas para repor a ordem pública”.<\/p>\n<p>“No Porto, a PSP fê-lo muito bem durante vários dias, aproximou-se dos promotores, falaram, houve alertas, eu próprio, em mais do que uma ocasião, deixei alertas”, afirmou.<\/p>\n<p>“Não só a propósito deste tema, quero dizer que a lei é para ser cumprida, a força, a firmeza e a robustez das forças são para ser exercidas quando necessário”, acrescentou.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>O ministro da Administração Interna sublinhou ainda que “as acampadas, os acampamentos terminaram”. “Há direito à manifestação, exposição dos motivos, com toda a normalidade e legalidade. 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Disse ainda apenas que a preparação e a proatividade “são o caminho”.<\/p>\n<p>Já sobre a diferença entre as operações desta manhã, Luís Neves lembrou que, de acordo com o que a realidade no terreno, a polícia “tem de encontrar as formas mais adequadas para repor a ordem pública”.<\/p>\n<p>“No Porto, a PSP fê-lo muito bem durante vários dias, aproximou-se dos promotores, falaram, houve alertas, eu próprio, em mais do que uma ocasião, deixei alertas”, afirmou.<\/p>\n<p>“Não só a propósito deste tema, quero dizer que a lei é para ser cumprida, a força, a firmeza e a robustez das forças são para ser exercidas quando necessário”, acrescentou.<\/p>\n\n","apiContent":"<p>O ministro da Administração Interna sublinhou ainda que “as acampadas, os acampamentos terminaram”. “Há direito à manifestação, exposição dos motivos, com toda a normalidade e legalidade. 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Disse ainda apenas que a preparação e a proatividade “são o caminho”.<\/p>\n<p>Já sobre a diferença entre as operações desta manhã, Luís Neves lembrou que, de acordo com o que a realidade no terreno, a polícia “tem de encontrar as formas mais adequadas para repor a ordem pública”.<\/p>\n<p>“No Porto, a PSP fê-lo muito bem durante vários dias, aproximou-se dos promotores, falaram, houve alertas, eu próprio, em mais do que uma ocasião, deixei alertas”, afirmou.<\/p>\n<p>“Não só a propósito deste tema, quero dizer que a lei é para ser cumprida, a força, a firmeza e a robustez das forças são para ser exercidas quando necessário”, acrescentou.<\/p>\n","blocks":[],"post_id":"8378231","title":"\"As acampadas, os acampamentos terminaram\", avisa Luís Neves","highlight":true,"author_id":48654,"adamastor_author_id":"b8bb9998-beea-457c-bf28-cdbfa4a17dc3","author_name":"Adriana Alves","author_photo":"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/rs:fill:900\/c:2730:2731:nowe:728:0\/q:70\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/23151621\/jporfirio-retratos-redacao-2026-01-89-scaled.jpg","author_image":{"type":"CroppedImage","id":8078620,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/23151621\/jporfirio-retratos-redacao-2026-01-89-scaled.jpg","width":2730,"height":2731,"x":728,"y":0,"caption":"","link":"","credits":"JOÃO PORFÍRIO\/OBSERVADOR","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"portrait","isAvatar":false},"credits":{"userID":48654,"type":"text","location":"","freeText":"","tType":"Texto","author":{"id":48654,"email":"aralves@observador.pt","displayName":"Adriana Alves","userName":"aralves","role":"","authorImg":{"type":"CroppedImage","id":8078620,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/23151621\/jporfirio-retratos-redacao-2026-01-89-scaled.jpg","width":2730,"height":2731,"x":728,"y":0,"caption":"","link":"","credits":"JOÃO PORFÍRIO\/OBSERVADOR","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"portrait","isAvatar":false},"isListedAuthor":true,"isColumnist":false,"isGuest":false,"userDescription":"Estudei jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa. 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