{"log":[{"id":663533,"type":"new","entry":{"id":787458,"content":"<p>&#8220;Não demoraremos a ver uma estabilização dos preços da habitação&#8221;. A expectativa foi revelada por Joaquim Miranda Sarmento, ministro das Finanças, no Parlamento, apontando que será essa a consequência das medidas que vão, na sua perspetiva, baixar os custos da construção e aumentar a oferta de casas. <\/p>\n<p>&#8220;Precisamos de mais oferta. Os últimos 10 anos foram a única década em que houve mais procura que oferta, com a quebra muito significativa da oferta de novas casas, devido à pouca construção&#8221;, mas &#8220;aumentar a oferta demora tempo&#8221;.<\/p>\n<p>Miranda Sarmento ainda declarou ver uma contradição no Bloco de Esquerda e nos manifestantes quando dizem que estão contra as regras de arrendamento. Estas, declarou, &#8220;resultam de oito anos de governação socialista que podia ter alterado mais. Mas, tornando o mercado mais rígido, como se põem mais casas no mercado?&#8221;<\/p>\n<p>E promete argumentos para dizer que &#8220;não tem qualquer sentido que estabelecer o tecto da renda moderada nos 2.300 euros faça subir as rendas&#8221;.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>&#8220;Não demoraremos a ver uma estabilização dos preços da habitação&#8221;. A expectativa foi revelada por Joaquim Miranda Sarmento, ministro das Finanças, no Parlamento, apontando que será essa a consequência das medidas que vão, na sua perspetiva, baixar os custos da construção e aumentar a oferta de casas. <\/p><p>&#8220;Precisamos de mais oferta. 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Nesse ano, não passou e o país foi para eleições. Têm sido tempos intensos. Antes do Observador estive quase sempre ligada a jornais económicos -- Jornal de Negócios (onde estive 18 anos), Diário Económico e revista Valor, tendo colaborado com a RSM (Revista Super Market). Passei pelo Diário de Notícias e pela Lusa. Iniciei-me no jornalismo na Video Guia, a única experiência fora da economia. Sou licenciada em Ciências da Comunicação.","columnistDescription":"","followColumnist":"","facebookUrl":null,"twitterUrl":["https:\/\/twitter.com\/amtmachado21","amtmachado21"],"adamastorId":"b92f4085-de02-4c31-a6c0-5be0d3af1213"}},"timestamp":"2026-10-23T12:21:50+01:00","human_time":"23\/10\/2026, 12:21","fixed":false}},{"id":663530,"type":"new","entry":{"id":787457,"content":"<p>Escusando comentar as declarações do presidente do IHRU, Miranda Sarmento contesta a ideia expressa pelo Livre de que as medidas de apoio à compra de casas pelos jovens beneficia os jovens mais privilegiados.<\/p>\n<p>Diz que o preço médio das casas de quem beneficia da isenção é de 200 mil euros. &#8220;Se um jovem que compra uma casa de 200 mil euros é privilegiado, não sei o conceito que temos&#8221;.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>Escusando comentar as declarações do presidente do IHRU, Miranda Sarmento contesta a ideia expressa pelo Livre de que as medidas de apoio à compra de casas pelos jovens beneficia os jovens mais privilegiados.<\/p><p>Diz que o preço médio das casas de quem beneficia da isenção é de 200 mil euros. &#8220;Se um jovem que compra uma casa de 200 mil euros é privilegiado, não sei o conceito que temos&#8221;.<\/p>\n","apiContent":"<p>Escusando comentar as declarações do presidente do IHRU, Miranda Sarmento contesta a ideia expressa pelo Livre de que as medidas de apoio à compra de casas pelos jovens beneficia os jovens mais privilegiados.<\/p>\n<p>Diz que o preço médio das casas de quem beneficia da isenção é de 200 mil euros. &#8220;Se um jovem que compra uma casa de 200 mil euros é privilegiado, não sei o conceito que temos&#8221;.<\/p>\n","blocks":[],"post_id":"8385848","title":"\"Se um jovem que compra uma casa de 200 mil euros é privilegiado, não sei o conceito que temos\", diz Miranda Sarmento","highlight":true,"author_id":48302,"adamastor_author_id":"b92f4085-de02-4c31-a6c0-5be0d3af1213","author_name":"Alexandra Machado","author_photo":"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/rs:fill:900\/c:2195:2201:nowe:907:165\/q:70\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/23150953\/jporfirio-retratos-redacao-2026-01-54.jpg","author_image":{"type":"CroppedImage","id":8078567,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/23150953\/jporfirio-retratos-redacao-2026-01-54.jpg","width":2195,"height":2201,"x":907,"y":165,"caption":"","link":"","credits":"JOÃO PORFÍRIO\/OBSERVADOR","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"portrait","isAvatar":false},"credits":{"userID":48302,"type":"text","location":"","freeText":"","tType":"Texto","author":{"id":48302,"email":"amachado@observador.pt","displayName":"Alexandra Machado","userName":"amachado","role":"Editora de Economia","authorImg":{"type":"CroppedImage","id":8078567,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/23150953\/jporfirio-retratos-redacao-2026-01-54.jpg","width":2195,"height":2201,"x":907,"y":165,"caption":"","link":"","credits":"JOÃO PORFÍRIO\/OBSERVADOR","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"portrait","isAvatar":false},"isListedAuthor":true,"isColumnist":false,"isGuest":false,"userDescription":"Estou no Observador desde outubro de 2021, mês em que o orçamento é apresentado. 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Miranda Sarmento deu a garantia no Parlamento, na audição sobre o Orçamento do Estado, explicando que propõe a sua aplicação apenas ao último escalão do IRS, como tinha sido aplicada quando da sua criação.<\/p>\n<p>A taxa de solidariedade será aplicada, em 2027, apenas a rendimentos ao último escalão. &#8220;Estava a apanhar já o penúltimo escalão.&#8221; <\/p>\n<p>Mas, garante, &#8220;não pretendemos revogar essa taxa de solidariedade, mas achamos que não faz sentido, é relativamente injusto, que as pessoas no oitavo escalão estejam a pagar essa taxa&#8221;.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>O Governo garante que não pretende revogar a taxa de solidariedade do IRS. 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Manifestantes vão trocar o Rossio por Marvila esta sexta-feira, para recuperar caso de viúva despejada pelo município de Lisboa.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"Bg5xubtGAM\"><p><a href=\"https:\/\/observador.pt\/especiais\/a-sexta-noite-nao-houve-acampada-nem-aconchada-no-rossio-recuperar-forcas-e-a-estrategia-para-enfrentar-maratona-de-protestos\/\">À sexta noite, não houve acampada nem &#8220;aconchada&#8221; no Rossio. &#8220;Recuperar forças&#8221; é a estratégia para enfrentar &#8220;maratona&#8221; de protestos<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts allow-same-origin allow-top-navigation-by-user-activation\"  style=\"position: absolute; visibility: hidden;\" title=\"&#8220;À sexta noite, não houve acampada nem &#8220;aconchada&#8221; no Rossio. &#8220;Recuperar forças&#8221; é a estratégia para enfrentar &#8220;maratona&#8221; de protestos&#8221; &#8212; Observador\" src=\"https:\/\/observador.pt\/especiais\/a-sexta-noite-nao-houve-acampada-nem-aconchada-no-rossio-recuperar-forcas-e-a-estrategia-para-enfrentar-maratona-de-protestos\/embed\/#?secret=URyLZjqQb7#?secret=Bg5xubtGAM\" data-secret=\"Bg5xubtGAM\" width=\"500\" height=\"282\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe><\/p>\n","content_noembeds":"<p>Assembleia Popular votou contra nova noite ao relento no Rossio. 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Em setembro de 2023 cheguei ao Observador.","columnistDescription":"","followColumnist":"","facebookUrl":null,"twitterUrl":false,"adamastorId":"28fe38fd-a55b-431a-9c1e-2214d60f4dbc"}},"timestamp":"2026-10-23T11:37:19+01:00","human_time":"23\/10\/2026, 11:37","fixed":false}},{"id":663526,"type":"new","entry":{"id":787453,"content":"<p>O Governo promete que a partir de 2028, quando o IRC chegar a 17%, começará a &#8220;discutir&#8221; a redução da derrama estadual. <\/p>\n<p>&#8220;Em 2028 começaremos a discutir as derramas estaduais&#8221;, cuja redução, &#8220;na nossa visão da economia, é importante para a competitividade da economia”.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>O Governo promete que a partir de 2028, quando o IRC chegar a 17%, começará a &#8220;discutir&#8221; a redução da derrama estadual. <\/p><p>&#8220;Em 2028 começaremos a discutir as derramas estaduais&#8221;, cuja redução, &#8220;na nossa visão da economia, é importante para a competitividade da economia”.<\/p>\n","apiContent":"<p>O Governo promete que a partir de 2028, quando o IRC chegar a 17%, começará a &#8220;discutir&#8221; a redução da derrama estadual. <\/p>\n<p>&#8220;Em 2028 começaremos a discutir as derramas estaduais&#8221;, cuja redução, &#8220;na nossa visão da economia, é importante para a competitividade da economia”.<\/p>\n","blocks":[],"post_id":"8385848","title":"Governo admite começar a baixar derramas às empresas depois de 2028","highlight":true,"author_id":48302,"adamastor_author_id":"b92f4085-de02-4c31-a6c0-5be0d3af1213","author_name":"Alexandra Machado","author_photo":"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/rs:fill:900\/c:2195:2201:nowe:907:165\/q:70\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/23150953\/jporfirio-retratos-redacao-2026-01-54.jpg","author_image":{"type":"CroppedImage","id":8078567,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/23150953\/jporfirio-retratos-redacao-2026-01-54.jpg","width":2195,"height":2201,"x":907,"y":165,"caption":"","link":"","credits":"JOÃO PORFÍRIO\/OBSERVADOR","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"portrait","isAvatar":false},"credits":{"userID":48302,"type":"text","location":"","freeText":"","tType":"Texto","author":{"id":48302,"email":"amachado@observador.pt","displayName":"Alexandra Machado","userName":"amachado","role":"Editora de Economia","authorImg":{"type":"CroppedImage","id":8078567,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/23150953\/jporfirio-retratos-redacao-2026-01-54.jpg","width":2195,"height":2201,"x":907,"y":165,"caption":"","link":"","credits":"JOÃO PORFÍRIO\/OBSERVADOR","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"portrait","isAvatar":false},"isListedAuthor":true,"isColumnist":false,"isGuest":false,"userDescription":"Estou no Observador desde outubro de 2021, mês em que o orçamento é apresentado. 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Mas avisou: “O que não está no Orçamento, o apoio às famílias para combater o aumento do custo de vida, estará na especialidade e, naquilo que depender do PS, sairá com medidas de apoio às famílias”.<\/p>\n<p>Para o PS “as duas premissas não são incompatíveis e demonstraremos isso na especialidade. Nós podemos discordar da política orçamental do Governo, mas há um ponto que estão de acordo, a necessidade de estabilidade das contas públicas, que nos permite enfrentar em melhor situação o contexto que temos atualmente”.<\/p>\n<p>Para o PS há um “vazio de medidas de apoio às famílias, porque o Governo já não pode. E este governo não preparou convenientemente o pós-PRR”, apontando à enorme descida do investimento em 2027.<\/p>\n<p>“Não precisa de dramatizar nem chantagear a Assembleia da República”, mas declarou a “garantia de que o orçamento sairá com o saldo com que entrou, mas sairá com medidas concretas de apoio às famílias”.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>O PS já deixou o aviso ao Governo de que na discussão do Orçamento do Estado na especialidade vai propor medidas de apoio às famílias.<\/p><p>António Mendonça Mendes, deputado socialista, quis deixar “duas garantias”: “O Orçamento do Estado, naquilo que depender do PS, sairá exatamente com o mesmo saldo com que entrou”. Mas avisou: “O que não está no Orçamento, o apoio às famílias para combater o aumento do custo de vida, estará na especialidade e, naquilo que depender do PS, sairá com medidas de apoio às famílias”.<\/p><p>Para o PS “as duas premissas não são incompatíveis e demonstraremos isso na especialidade. 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Mas avisou: “O que não está no Orçamento, o apoio às famílias para combater o aumento do custo de vida, estará na especialidade e, naquilo que depender do PS, sairá com medidas de apoio às famílias”.<\/p>\n<p>Para o PS “as duas premissas não são incompatíveis e demonstraremos isso na especialidade. Nós podemos discordar da política orçamental do Governo, mas há um ponto que estão de acordo, a necessidade de estabilidade das contas públicas, que nos permite enfrentar em melhor situação o contexto que temos atualmente”.<\/p>\n<p>Para o PS há um “vazio de medidas de apoio às famílias, porque o Governo já não pode. 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Nesse ano, não passou e o país foi para eleições. Têm sido tempos intensos. Antes do Observador estive quase sempre ligada a jornais económicos -- Jornal de Negócios (onde estive 18 anos), Diário Económico e revista Valor, tendo colaborado com a RSM (Revista Super Market). Passei pelo Diário de Notícias e pela Lusa. Iniciei-me no jornalismo na Video Guia, a única experiência fora da economia. Sou licenciada em Ciências da Comunicação.","columnistDescription":"","followColumnist":"","facebookUrl":null,"twitterUrl":["https:\/\/twitter.com\/amtmachado21","amtmachado21"],"adamastorId":"b92f4085-de02-4c31-a6c0-5be0d3af1213"}},"timestamp":"2026-10-23T11:10:07+01:00","human_time":"23\/10\/2026, 11:10","fixed":false}},{"id":663520,"type":"new","entry":{"id":787449,"content":"<p>A garantia pública &#8220;está a funcionar&#8221;, garante Miranda Sarmento, afastando-se das críticas a esta medida. <\/p>\n<p>Segundo dados de Miranda Sarmento, 130 mil jovens beneficiaram da isenção de IMT e imposto de selo e 40 mil da garantia pública. &#8220;Há muitos jovens que puderam comprar casa também porque o Governo criou estes apoios&#8221;.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>A garantia pública &#8220;está a funcionar&#8221;, garante Miranda Sarmento, afastando-se das críticas a esta medida. <\/p><p>Segundo dados de Miranda Sarmento, 130 mil jovens beneficiaram da isenção de IMT e imposto de selo e 40 mil da garantia pública. &#8220;Há muitos jovens que puderam comprar casa também porque o Governo criou estes apoios&#8221;.<\/p>\n","apiContent":"<p>A garantia pública &#8220;está a funcionar&#8221;, garante Miranda Sarmento, afastando-se das críticas a esta medida. <\/p>\n<p>Segundo dados de Miranda Sarmento, 130 mil jovens beneficiaram da isenção de IMT e imposto de selo e 40 mil da garantia pública. &#8220;Há muitos jovens que puderam comprar casa também porque o Governo criou estes apoios&#8221;.<\/p>\n","blocks":[],"post_id":"8385848","title":"Garantia pública para jovens comprarem casa \"está a funcionar\", garante Miranda Sarmento","highlight":true,"author_id":48302,"adamastor_author_id":"b92f4085-de02-4c31-a6c0-5be0d3af1213","author_name":"Alexandra Machado","author_photo":"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/rs:fill:900\/c:2195:2201:nowe:907:165\/q:70\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/23150953\/jporfirio-retratos-redacao-2026-01-54.jpg","author_image":{"type":"CroppedImage","id":8078567,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/23150953\/jporfirio-retratos-redacao-2026-01-54.jpg","width":2195,"height":2201,"x":907,"y":165,"caption":"","link":"","credits":"JOÃO PORFÍRIO\/OBSERVADOR","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"portrait","isAvatar":false},"credits":{"userID":48302,"type":"text","location":"","freeText":"","tType":"Texto","author":{"id":48302,"email":"amachado@observador.pt","displayName":"Alexandra Machado","userName":"amachado","role":"Editora de Economia","authorImg":{"type":"CroppedImage","id":8078567,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/23150953\/jporfirio-retratos-redacao-2026-01-54.jpg","width":2195,"height":2201,"x":907,"y":165,"caption":"","link":"","credits":"JOÃO PORFÍRIO\/OBSERVADOR","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"portrait","isAvatar":false},"isListedAuthor":true,"isColumnist":false,"isGuest":false,"userDescription":"Estou no Observador desde outubro de 2021, mês em que o orçamento é apresentado. 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Estaria a caminho da desgraça&#8221;, mas acrescenta: o Chega &#8220;pode prometer tudo, sem fazer contas&#8221;.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>Joaquim Miranda Sarmento, confrontado pelo Chega com a necessidade de baixar o IVA dos bens alimentares, admite que &#8220;não ignoramos as dificuldades&#8221;, mas a inflação dos bens alimentares está &#8220;em torno dos 2,5%&#8221;, acrescenta.<\/p><p>Aproveitando as questões de Hugo Carneiro do PSD, Miranda Sarmento contabilizou as propostas todas do Chega em mais de 20 mil milhões de euros, tendo em conta que o programa eleitoral do partido de André Ventura &#8220;custava&#8221; 30 mil milhões. <\/p><p>&#8220;Seria um Governo Liz Truss [antiga primeira-ministra do Reino Unido] à décima potência sem banco central para fazer o <em>bail out<\/em>. 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O que fiz foi um paralelismo com o passado, evidenciando através de um exemplo pessoal, que a habitação sempre foi um problema neste país e que os portugueses sempre valorizaram e se sacrificaram muito para poderem ter uma habitação própria&#8221;, continua.<\/p>\n<p>&#8220;Quando digo que se sacrificaram, é com tristeza que o constato, e não com algum tipo de saudosismo. Como é evidente, não se pode exigir aos jovens de hoje os sacrifícios de outrora, o que significaria que nada tínhamos conseguido melhorar em mais de 50 anos de democracia&#8221;, conclui.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>O presidente do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) enviou uma &#8220;nota de esclarecimento&#8221; sobre as declarações que proferiu ontem, sobre o &#8220;espírito de sacrifício&#8221; das atuais gerações face às anteriores.  <\/p><p>&#8220;Embora sem qualquer intenção, aceito não ter sido feliz em todas as expressões que utilizei, mas acredito no que estou a fazer, acredito no caminho delineado pela tutela e dou todos os dias o meu melhor, colocando ao serviço dos portugueses a minha experiência profissional e política adquirida ao longo de anos de trabalho e de serviço público&#8221;, admite Benjamim Pereira. <\/p><p>&#8220;Em momento algum disse que os jovens não tinham dificuldades ou que não estavam a sofrer consequências com a carência de habitação. 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Um dos apelos do protesto é a manutenção da paz no mundo. Os jovens acusam os Estados europeus de financiarem a máquina de guerra e escrevem: “Pelo nosso futuro paramos as escolas”.<\/p>\n<p>Nos cartazes leem-se frases de ordem como “Moradia não é mercadoria” ou “T1, T2, T3, T4 e a gente não tem nada”, uma vez que outra das reivindicações dos manifestantes é o fim da crise da habitação.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/observador.pt\/2026\/10\/19\/protestos-em-franca-museu-do-louvre-bloqueado-por-estudantes-apos-fim-de-semana-de-vandalismo-e-confrontos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener ugc\">Inspirados pelos protestos que começaram em França<\/a> em meados de setembro, os alunos da António Arroio também pedem melhorias na educação, uma vez que — explicam — não têm uma cantina que chegue para todos os alunos, nem oficinas funcionais e que disponham do material necessário.<\/p>\n<p>Apoiada pelo Fim ao Fóssil, a iniciativa também foi dinamizada pelo núcleo Chumbado.pt, que se descreve como um “movimento de alunos cansados do ministro [da Educação] Fernando Alexandre”. “É hora de chumbar o minstro!”, lê-se na respetiva <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/chumbado.pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow ugc\">biografia do Instagram<\/a>.<\/p>\n<p>Em junho, <a href=\"http:\/\/amnistia.pt\/georgia-sistema-coordenado-reprime-dissidencia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow ugc\">a Amnistia Internacional avançou<\/a> que a Geórgia “está a passar por uma das mais graves erosões dos direitos humanos desde a independência, à medida que o partido no poder recorre cada vez mais a práticas autoritárias para manter o seu domínio”.<\/p>\n<p><div>\n    <picture class=\"spinner\" style=\"display: inline-block; 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Um dos apelos do protesto é a manutenção da paz no mundo. Os jovens acusam os Estados europeus de financiarem a máquina de guerra e escrevem: “Pelo nosso futuro paramos as escolas”.<\/p>\n<p>Nos cartazes leem-se frases de ordem como “Moradia não é mercadoria” ou “T1, T2, T3, T4 e a gente não tem nada”, uma vez que outra das reivindicações dos manifestantes é o fim da crise da habitação.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/observador.pt\/2026\/10\/19\/protestos-em-franca-museu-do-louvre-bloqueado-por-estudantes-apos-fim-de-semana-de-vandalismo-e-confrontos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener ugc\">Inspirados pelos protestos que começaram em França<\/a> em meados de setembro, os alunos da António Arroio também pedem melhorias na educação, uma vez que — explicam — não têm uma cantina que chegue para todos os alunos, nem oficinas funcionais e que disponham do material necessário.<\/p>\n<p>Apoiada pelo Fim ao Fóssil, a iniciativa também foi dinamizada pelo núcleo Chumbado.pt, que se descreve como um “movimento de alunos cansados do ministro [da Educação] Fernando Alexandre”. “É hora de chumbar o minstro!”, lê-se na respetiva <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/chumbado.pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow ugc\">biografia do Instagram<\/a>.<\/p>\n<p>Em junho, <a href=\"http:\/\/amnistia.pt\/georgia-sistema-coordenado-reprime-dissidencia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow ugc\">a Amnistia Internacional avançou<\/a> que a Geórgia “está a passar por uma das mais graves erosões dos direitos humanos desde a independência, à medida que o partido no poder recorre cada vez mais a práticas autoritárias para manter o seu domínio”.<\/p>\n<p><\/p>\n<div class=\"block_image\"><img src=\"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/rs:fill:{{width}}\/q:{{quality}}\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/23114346\/dventura-alunos-fecham-escola-antonio-arroio-2-scaled.jpg\" data-caption=\"\" data-credit=\"\"><\/div>\n","apiContent":"<p>À porta da Escola Artística António Arroio, os alunos erguem cartazes e as bandeiras da Palestina, de Cuba e da Geórgia. 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Fizemos um número de medidas significativo nestes dois anos e meio&#8221;.<\/p>\n<p>Destaca as verbas do Orçamento para construir casas, pretendendo chegar ao final da década com mais 59 mil casas de habitação pública. As medidas para a redução de custos da construção nova, como a redução IVA e a alteração da lei dos solos- &#8220;Para permitir reduzir custos de construção e permitir preços mais baixos&#8221;.<\/p>\n<p>No arrendamento, fala da redução do IRS para rendimentos prediais de 25% para 10% para quem pratique rendas até 2300 e da proposta para lei arrendamento que está na discussão na especialidade, recordando que o Chega permitiu a sua viabilização. Para Miranda Sarmento, estas medidas &#8220;vão permitir mais casas no mercado de arrendamento&#8221;.<\/p>\n<p>O Chega, que colocou as questões, conclui: &#8220;Não é suficiente&#8221;.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>Miranda Sarmento, ministro das Finanças, diz que as medidas que o Governo tomou na habitação demoram tempo a produzir efeitos. &#8220;Construir casas e colocá-las no mercado demora tempo. Fizemos um número de medidas significativo nestes dois anos e meio&#8221;.<\/p><p>Destaca as verbas do Orçamento para construir casas, pretendendo chegar ao final da década com mais 59 mil casas de habitação pública. 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Aproveitou para voltar a destacar, tal como tem feito, a descida do rácio de dívida pública, “o aspeto mais importante das finanças públicas”.<\/p>\n<p>Sobre a despesa, que tem merecido repetidas críticas por Mário Centeno, voltou a contestar as leituras que o ex-ministro das Finanças tem feito. A despesa, volta a dizer, está controlada. <\/p>\n<p>Miranda Sarmento realça a opção, nos seus orçamentos, de retirar os designados “cavaleiros orçamentais”, introduzindo “apenas normas necessárias para gestão orçamental do estado”.<\/p>\n<p>Ainda deixou uma palavra para o alinhamento das projeções do governo com as principais entidades, “ao contrário de 2025 e 2026”. “O Governo mostrou que as suas previsões eram mais acertadas do que as outras”.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>Joaquim Miranda Sarmento, ministro das Finanças, está a ser ouvido no Parlamento no âmbito da discussão da proposta de Orçamento do Estado para 2027. 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Nesse ano, não passou e o país foi para eleições. Têm sido tempos intensos. Antes do Observador estive quase sempre ligada a jornais económicos -- Jornal de Negócios (onde estive 18 anos), Diário Económico e revista Valor, tendo colaborado com a RSM (Revista Super Market). Passei pelo Diário de Notícias e pela Lusa. Iniciei-me no jornalismo na Video Guia, a única experiência fora da economia. Sou licenciada em Ciências da Comunicação.","columnistDescription":"","followColumnist":"","facebookUrl":null,"twitterUrl":["https:\/\/twitter.com\/amtmachado21","amtmachado21"],"adamastorId":"b92f4085-de02-4c31-a6c0-5be0d3af1213"}},"timestamp":"2026-10-23T10:28:31+01:00","human_time":"23\/10\/2026, 10:28","fixed":false}},{"id":663508,"type":"update","entry":{"id":787441,"content":"<p>O Observador confirmou que os estudantes do Liceu Camões e da Escola Artística António Arroio, em Lisboa, fecharam os recintos com cadeados e estão a bloquear a entrada dos mesmos.<\/p>\n<p>Fonte oficial do Camões garantiu ao Observador que é impossível ingressar no edifício, que foi fechado durante a noite desta quinta, após uma acampada dos estudantes no exterior. Os jovens protestam &#8220;para mostrar que não consentem que o Governo continue a vender o seu futuro&#8221;.<\/p>\n<p>A iniciativa foi organizada pelo movimento de justiça climática, mas junta uma série de reivindicações, que também abrangem a crise da habitação e a promoção da guerra, que os estudantes imputam aos Estados europeus.<\/p>\n<p>Inspirado pelas acampadas na Praça do Rossio, na capital, e D. João I, no Porto, &#8220;os estudantes olharam para si mesmos e pensaram &#8216;O que vamos fazer?&#8217;&#8221;, conta a porta-voz do , Matilde Ventura. &#8220;Vamos bloquear as escolas e mostrar que não consentimos.&#8221;<\/p>\n<p class=\"p1\">&#8220;Os governos investem em guerra, armamento, combustíveis e desinvestem na educação, habitação e transição energética justa&#8221;, continua a ativista, entrevistada pelo Observador. &#8220;Nós exigimos um futuro digno e o fim ao fóssil até 2030&#8221;, de forma a pôr um ponto final na crise climática. <\/p>\n<p>A porta-voz do movimento na António Arroio garante que muitos professores se juntaram ao protesto e fizeram discursos de denúncia aos preços praticados no mercado da habitação.<\/p>\n<p>Três viaturas da PSP estão no local, mas as autoridades não intervieram, &#8220;porque sabem que não vão conseguir passar por nós&#8221;, garante Ada Costa ao Observador.<\/p>\n<p class=\"p1\">&#8220;Há estudantes aos berros, a protestar e a dançar porque estão revoltados&#8221;, conclui a jovem.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>O Observador confirmou que os estudantes do Liceu Camões e da Escola Artística António Arroio, em Lisboa, fecharam os recintos com cadeados e estão a bloquear a entrada dos mesmos.<\/p>\n<p>Fonte oficial do Camões garantiu ao Observador que é impossível ingressar no edifício, que foi fechado durante a noite desta quinta, após uma acampada dos estudantes no exterior. 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Pedro IV e guarda os cartazes reivindicativos afixados na estátua. Está de cara tapada.<\/p>\n<p>Os seus companheiros de luta estão deitados no chão, sobre pedaços de cartão estirados aos pés do monumento e cobertos por sacos-cama, enquanto tentam adormecer.<\/p>\n<p>Apenas dois agentes da PSP permanecem na praça, a pé e sem o apoio de viaturas. Há instantes um elemento da polícia municipal esteve no local, que abandonou momentos depois.<\/p>\n<p>O Observador não conseguiu apurar se os manifestantes vão permanecer na praça, tendo em conta que a vigília desta noite está agendada para outra zona da capital, o Bairro do Condado, em Chelas.<\/p>\n<p>*Com Beatriz Félix<\/p>\n","content_noembeds":"<p>No Rossio, em Lisboa, permanecem os mesmos três manifestantes, após a desmobilização de outros participantes do movimento que tiveram de ir trabalhar.<\/p><p>Um dos representantes da acampada recolhe o lixo acumulado ao redor do monumento a D. 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Pedro IV e guarda os cartazes reivindicativos afixados na estátua. Está de cara tapada.<\/p>\n<p>Os seus companheiros de luta estão deitados no chão, sobre pedaços de cartão estirados aos pés do monumento e cobertos por sacos-cama, enquanto tentam adormecer.<\/p>\n<p>Apenas dois agentes da PSP permanecem na praça, a pé e sem o apoio de viaturas. 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João I, que permaneceu vazia ao longo desta noite e madrugada. Na quinta-feira passada, os manifestantes protestavam contra a carga policial que, defendem, <a href=\"https:\/\/observador.pt\/especiais\/das-tendas-a-carga-policial-o-que-aconteceu-no-porto-e-o-que-diz-a-lei-sobre-a-atuacao-da-policia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener ugc\">desmobilizou o protesto pacífico de forma violenta e desproporcional<\/a> na madrugada do mesmo dia, 15 de outubro.<\/p>\n<p>A praça foi esvaziada após o baile de danças do mundo que sucedeu à Assembleia Popular, realizada diariamente naquele lugar às 19h. Nesta reunião, os integrantes do movimento decidiram poupar esforços para a manifestação agendada para este sábado, à qual se deve seguir nova acampada. <\/p>\n<p>O protesto em causa está marcado para as 16h desse dia, com início na Praça da Batalha e fim na D. João I, onde se antecipa a pernoita. O movimento convidou as plataformas sindicais a juntarem-se à luta, em especial a UGT e a CGTP, e garante que já remeteu o aviso de manifestação à câmara municipal do Porto.<\/p>\n<p>A chuva que começou a cair na Cidade Invicta a partir das 22h terá desmobilizado os manifestantes que permaneciam na praça na noite desta quinta, tendo a cantina popular sido retirada instantes depois. O protesto terminou duas horas antes das 00h30, a hora limite estipulada para ajuntamentos e manifestações.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>Na cidade do Porto, ninguém ergueu tendas na Praça D. João I, que permaneceu vazia ao longo desta noite e madrugada. 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João I vazia no Porto, com manifestação agendada para sábado","highlight":true,"author_id":52438,"adamastor_author_id":"f82370c8-abda-4f5e-b68f-2da277474184","author_name":"Mariana Carvalho","author_photo":"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/rs:fill:900\/c:2270:2270:nowe:793:50\/q:70\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/23151011\/jporfirio-retratos-redacao-2026-01-57.jpg","author_image":{"type":"CroppedImage","id":8078570,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/23151011\/jporfirio-retratos-redacao-2026-01-57.jpg","width":2270,"height":2270,"x":793,"y":50,"caption":"","link":"","credits":"JOÃO PORFÍRIO\/OBSERVADOR","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"landscape","isAvatar":false},"credits":{"userID":52438,"type":"text","location":"","freeText":"","tType":"Texto","author":{"id":52438,"email":"mpcarvalho@observador.pt","displayName":"Mariana Carvalho","userName":"mpcarvalho","role":"","authorImg":{"type":"CroppedImage","id":8078570,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/23151011\/jporfirio-retratos-redacao-2026-01-57.jpg","width":2270,"height":2270,"x":793,"y":50,"caption":"","link":"","credits":"JOÃO PORFÍRIO\/OBSERVADOR","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"landscape","isAvatar":false},"isListedAuthor":false,"isColumnist":false,"isGuest":false,"userDescription":"","columnistDescription":"","followColumnist":"","facebookUrl":null,"twitterUrl":false,"adamastorId":"f82370c8-abda-4f5e-b68f-2da277474184"}},"timestamp":"2026-10-23T07:39:44+01:00","human_time":"23\/10\/2026, 07:39","fixed":false}},{"id":663482,"type":"update","entry":{"id":787430,"content":"<p>De madrugada eram onze, quando amanheceu, eram três. A maior parte dos manifestantes foi-se embora do Rossio mas, apesar da chuva miudinha, três permanecem no local, parecendo estarem a guardar o material do protesto pela habitação. Não em tendas, mas ao relento, dentro de sacos-cama. <br \/>A rondar a estátua estão dois agentes da polícia que não fazem qualquer intervenção.<\/p>\n<p>Hoje, o Rossio deixa de ser o palco das manifestações, em Lisboa, e desloca-se para o bairro do Condado, em Chelas, onde haverá uma vigília para contestar o despejo de uma viúva. <\/p>\n","content_noembeds":"<p>De madrugada eram onze, quando amanheceu, eram três. A maior parte dos manifestantes foi-se embora do Rossio mas, apesar da chuva miudinha, três permanecem no local, parecendo estarem a guardar o material do protesto pela habitação. 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Não em tendas, mas ao relento, dentro de sacos-cama. <br \/>A rondar a estátua estão dois agentes da polícia que não fazem qualquer intervenção.<\/p>\n<p>Hoje, o Rossio deixa de ser o palco das manifestações, em Lisboa, e desloca-se para o bairro do Condado, em Chelas, onde haverá uma vigília para contestar o despejo de uma viúva. <\/p>\n","blocks":[],"post_id":"8385848","title":"Chuva miudinha não afasta três manifestantes do Rossio","highlight":true,"author_id":50941,"adamastor_author_id":"ae8195f4-b589-4a29-9410-c299feff628d","author_name":"Beatriz Félix","author_photo":"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/rs:fill:900\/c:2731:2731:nowe:682:0\/q:70\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/23150558\/jporfirio-retratos-redacao-2026-01-23-scaled.jpg","author_image":{"type":"CroppedImage","id":8078524,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/23150558\/jporfirio-retratos-redacao-2026-01-23-scaled.jpg","width":2731,"height":2731,"x":682,"y":0,"caption":"","link":"","credits":"JOÃO PORFÍRIO\/OBSERVADOR","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"landscape","isAvatar":false},"credits":{"userID":50941,"type":"text","location":"","freeText":"","tType":"Texto","author":{"id":50941,"email":"bfelix@observador.pt","displayName":"Beatriz Félix","userName":"bfelix","role":"Jornalista","authorImg":{"type":"CroppedImage","id":8078524,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/23150558\/jporfirio-retratos-redacao-2026-01-23-scaled.jpg","width":2731,"height":2731,"x":682,"y":0,"caption":"","link":"","credits":"JOÃO PORFÍRIO\/OBSERVADOR","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"landscape","isAvatar":false},"isListedAuthor":true,"isColumnist":false,"isGuest":false,"userDescription":"","columnistDescription":"","followColumnist":"","facebookUrl":null,"twitterUrl":false,"adamastorId":"ae8195f4-b589-4a29-9410-c299feff628d"}},"timestamp":"2026-10-23T07:05:05+01:00","human_time":"23\/10\/2026, 07:05","fixed":false}},{"id":663479,"type":"new","entry":{"id":787429,"content":"<p>Bom dia, vamos continuar a seguir aqui os protestos em Portugal pela habitação. Pode ler o que se passou ontem neste outro <a href=\"https:\/\/observador.pt\/liveblogs\/manifestantes-continuam-no-rossio-e-voltam-a-montar-tendas-apos-noite-passada-ao-relento-para-ja-policia-nao-esta-no-local\/\">artigo em direto.<\/a> <\/p>\n<p>Obrigada por nos acompanhar, até já!<\/p>\n","content_noembeds":"<p>Bom dia, vamos continuar a seguir aqui os protestos em Portugal pela habitação. Pode ler o que se passou ontem neste outro <a href=\"https:\/\/observador.pt\/liveblogs\/manifestantes-continuam-no-rossio-e-voltam-a-montar-tendas-apos-noite-passada-ao-relento-para-ja-policia-nao-esta-no-local\/\">artigo em direto.<\/a> <\/p><p>Obrigada por nos acompanhar, até já!<\/p> \n","apiContent":"<p>Bom dia, vamos continuar a seguir aqui os protestos em Portugal pela habitação. 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Continuou na Sábado em 2009, onde fui subdiretora, renovou-se depois numa experiência completamente online com a direcção da MAGG e ganhou outra vida agora no Observador. No meio de tantas palavras ainda houve espaço para dois livros, \"Difícil é Sentá-los\" e \"Quem Só Espera Nunca Alcança\".","columnistDescription":"","followColumnist":"","facebookUrl":null,"twitterUrl":false,"adamastorId":"dummy"}},"timestamp":"2026-10-23T06:58:36+01:00","human_time":"23\/10\/2026, 06:58","fixed":false}}]}