{"log":[{"id":663583,"type":"new","entry":{"id":787480,"content":"<p>A Ordem dos Arquitetos (OA) solicitou hoje a convocação extraordinária do Conselho Nacional de Habitação face à “centralidade crescente” do tema na sociedade portuguesa.<\/p>\n<p>Numa carta hoje enviada ao Ministério das Infraestruturas e Habitação, a que a Lusa teve acesso, a OA requer a convocação deste órgão de consulta do Governo “com a máxima brevidade”.<\/p>\n<p>“O Conselho Nacional de Habitação reúne condições particularmente adequadas para promover esse debate. A sua composição integra representantes de organizações profissionais, científicas e setoriais, entidades públicas, associações de municípios e freguesias, organizações de moradores, cooperativas e outros intervenientes”, pode ler-se na missiva.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>A Ordem dos Arquitetos (OA) solicitou hoje a convocação extraordinária do Conselho Nacional de Habitação face à “centralidade crescente” do tema na sociedade portuguesa.<\/p><p>Numa carta hoje enviada ao Ministério das Infraestruturas e Habitação, a que a Lusa teve acesso, a OA requer a convocação deste órgão de consulta do Governo “com a máxima brevidade”.<\/p><p>“O Conselho Nacional de Habitação reúne condições particularmente adequadas para promover esse debate. 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de contactos muito cordiais, muito ordeiros, eu diria, civicamente exemplares, com os manifestantes aqui na cidade do Porto”, afirmou Pedro Duarte.<\/p>\n<p>À margem da 3.ª edição do Encontro de Gestores de Entrada, na Alfândega do Porto, o autarca, eleito pelo PSD\/CDS-PP\/IL, referiu que o movimento ainda não lhe sugeriu uma data para a reunião, mas têm estado a “trocar comunicações” para a concretizar.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>O presidente da Câmara do Porto revelou hoje estar numa fase bastante avançada de “contactos muito cordiais” com o Movimento pela Habitação que está, desde 10 de outubro, em protesto na cidade.<\/p><p>“Felizmente estamos já numa fase bastante avançada […], de contactos muito cordiais, muito ordeiros, eu diria, civicamente exemplares, com os manifestantes aqui na cidade do Porto”, afirmou Pedro Duarte.<\/p><p>À margem da 3.ª edição do Encontro de Gestores de Entrada, na Alfândega do Porto, o autarca, eleito pelo PSD\/CDS-PP\/IL, referiu que o movimento 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Portugal.<\/p>\n<p>&#8220;Acho que o senhor ministro das Infraestruturas e da Habitação foi já muito claro quanto a esta matéria (afirmações do presidente do IHRU), foram umas afirmações que, evidentemente, não refletem, julgo eu, aquilo que é o posicionamento da generalidade dos políticos em Portugal, nomeadamente quem tem responsabilidades&#8221;, afirmou Pedro Duarte.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>O presidente da Câmara do Porto disse esta sexta-feira que as declarações do presidente do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) sobre os jovens e o problema da habitação não refletem o posicionamento da generalidade dos políticos em Portugal.<\/p><p>&#8220;Acho que o senhor ministro das Infraestruturas e da Habitação foi já muito claro quanto a esta matéria (afirmações do presidente do IHRU), foram umas afirmações que, evidentemente, não refletem, julgo eu, aquilo que é o posicionamento da generalidade dos políticos em Portugal, nomeadamente quem tem 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companheiro, no Bairro do Condado, em Marvila.<\/p>\n<p>A jovem alega que no final de julho foi retirada da casa onde vivia com o companheiro e pai das duas crianças, que era neto da titular do arrendamento. Ambos morreram em 2024. O caso voltou a ganhar destaque com as manifestações pela habitação no Porto e em Lisboa. O movimento Acampada de Lisboa decidiu deslocar a ação desta noite para o bairro onde a mulher vivia.<\/p>\n<p>Aos jornalistas, Fernando Angleu afirmou que “a notícia em causa está assente num erro grosseiro”. Explica que quem foi &#8220;coagido&#8221; a sair foi um idoso de 84 anos.<\/p>\n<p>&#8220;Quem foi ilegalmente impedido de ter acesso à casa foi um idoso de 84 anos, companheiro da arrendatária, que legalmente é detentor do direito aquela habitação e que reportou este facto, através de queixa-crime, às autoridades&#8221;, afirma.<\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"Y6o12ks3mK\"><p><a href=\"https:\/\/observador.pt\/2026\/08\/03\/moradores-de-marvila-exigem-reversao-do-despejo-de-jovem-com-filhos-menores\/\">Moradores de Marvila exigem reversão do despejo de jovem com filhos menores<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><iframe class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts allow-same-origin allow-top-navigation-by-user-activation\"  style=\"position: absolute; visibility: hidden;\" title=\"&#8220;Moradores de Marvila exigem reversão do despejo de jovem com filhos menores&#8221; &#8212; Observador\" src=\"https:\/\/observador.pt\/2026\/08\/03\/moradores-de-marvila-exigem-reversao-do-despejo-de-jovem-com-filhos-menores\/embed\/#?secret=zROFAI8cGo#?secret=Y6o12ks3mK\" data-secret=\"Y6o12ks3mK\" width=\"500\" height=\"282\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe><\/p>\n","content_noembeds":"<p>Numa conferência de imprensa marcada esta tarde, o presidente do Conselho de Administração da Gebalis — Gestão dos Bairros Municipais prestou esclarecimentos sobre o caso da viúva com dois filhos menores que foi despejada da casa onde morava com o companheiro, no Bairro do Condado, em Marvila.<\/p><p>A jovem alega que no final de julho foi retirada da casa onde vivia com o companheiro e pai das duas crianças, que era neto da titular do arrendamento. 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O caso voltou a ganhar destaque com as manifestações pela habitação no Porto e em Lisboa. O movimento Acampada de Lisboa decidiu deslocar a ação desta noite para o bairro onde a mulher vivia.<\/p>\n<p>Aos jornalistas, Fernando Angleu afirmou que “a notícia em causa está assente num erro grosseiro”. Explica que quem foi &#8220;coagido&#8221; a sair foi um idoso de 84 anos.<\/p>\n<p>&#8220;Quem foi ilegalmente impedido de ter acesso à casa foi um idoso de 84 anos, companheiro da arrendatária, que legalmente é detentor do direito aquela habitação e que reportou este facto, através de queixa-crime, às autoridades&#8221;, afirma.<\/p>\n<p><postblock id=\"534b982493b07fe6c240172d82d556ca\"><\/postblock><\/p>\n","blocks":[{"id":"534b982493b07fe6c240172d82d556ca","type":"oEmbed","provider":"https:\/\/observador.pt\/wp-json\/oembed\/1.0\/embed?url=https%3A%2F%2Fobservador.pt%2F2026%2F08%2F03%2Fmoradores-de-marvila-exigem-reversao-do-despejo-de-jovem-com-filhos-menores%2F","url":"https:\/\/observador.pt\/2026\/08\/03\/moradores-de-marvila-exigem-reversao-do-despejo-de-jovem-com-filhos-menores\/"}],"post_id":"8385848","title":"\"A noticia em causa está assente num erro grosseiro\", diz presidente da Gebalis sobre a viúva despejada em Marvila","highlight":true,"author_id":48654,"adamastor_author_id":"b8bb9998-beea-457c-bf28-cdbfa4a17dc3","author_name":"Adriana Alves","author_photo":"https:\/\/bordalo.observador.pt\/v2\/rs:fill:900\/c:2730:2731:nowe:728:0\/q:70\/f:webp\/plain\/https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/23151621\/jporfirio-retratos-redacao-2026-01-89-scaled.jpg","author_image":{"type":"CroppedImage","id":8078620,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/23151621\/jporfirio-retratos-redacao-2026-01-89-scaled.jpg","width":2730,"height":2731,"x":728,"y":0,"caption":"","link":"","credits":"JOÃO PORFÍRIO\/OBSERVADOR","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"portrait","isAvatar":false},"credits":{"userID":48654,"type":"text","location":"","freeText":"","tType":"Texto","author":{"id":48654,"email":"aralves@observador.pt","displayName":"Adriana Alves","userName":"aralves","role":"","authorImg":{"type":"CroppedImage","id":8078620,"src":"https:\/\/s3.observador.pt\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/23151621\/jporfirio-retratos-redacao-2026-01-89-scaled.jpg","width":2730,"height":2731,"x":728,"y":0,"caption":"","link":"","credits":"JOÃO PORFÍRIO\/OBSERVADOR","alt":"","meta":"","label":false,"orientation":"portrait","isAvatar":false},"isListedAuthor":true,"isColumnist":false,"isGuest":false,"userDescription":"Estudei jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa. 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Fernando Angleu sublinhou que a viúva, companheira do neto da arrendatária, e os dois filhos não faziam legalmente parte do agregado.<\/p>\n<p>O responsável da Gebalis reforça que o idoso de 84 anos foi “coagido” a sair. Questionado pelos jornalistas sobre quem o forçou a sair, reforçou que esse processo corre nos tribunais. “Um senhor de 84 anos foi obrigado a sair da sua casa e não foi pela Gebalis”, sublinha.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>O presidente do Conselho de Administração da Gebalis refere que a casa em Marvila era ocupada por um agregado familiar composto por três pessoas: uma mulher, em nome do qual estava o contrato e recebidos da casa; o seu companheiro, de 84 anos, bem como o neto da idosa. Fernando Angleu sublinhou que a viúva, companheira do neto da arrendatária, e os dois filhos não faziam legalmente parte do agregado.<\/p><p>O responsável da Gebalis reforça que o idoso de 84 anos foi “coagido” a sair. 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O caso voltou a ganhar destaque com as manifestações pela habitação no Porto e em Lisboa. O movimento Acampada de Lisboa decidiu deslocar a ação desta noite para o bairro onde a mulher vivia.<\/p>\n<p>Aos jornalistas, Fernando Angleu afirmou que “a notícia em causa está assente num erro grosseiro”. 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Ambos morreram em 2024. O caso voltou a ganhar destaque com as manifestações pela habitação no Porto e em Lisboa. O movimento Acampada de Lisboa decidiu deslocar a ação desta noite para o bairro onde a mulher vivia.<\/p><p>Aos jornalistas, Fernando Angleu afirmou que “a notícia em causa está assente num erro grosseiro”. 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Nesse ano, não passou e o país foi para eleições. Têm sido tempos intensos. Antes do Observador estive quase sempre ligada a jornais económicos -- Jornal de Negócios (onde estive 18 anos), Diário Económico e revista Valor, tendo colaborado com a RSM (Revista Super Market). Passei pelo Diário de Notícias e pela Lusa. Iniciei-me no jornalismo na Video Guia, a única experiência fora da economia. Sou licenciada em Ciências da Comunicação.","columnistDescription":"","followColumnist":"","facebookUrl":null,"twitterUrl":["https:\/\/twitter.com\/amtmachado21","amtmachado21"],"adamastorId":"b92f4085-de02-4c31-a6c0-5be0d3af1213"}},"timestamp":"2026-10-23T15:25:47+01:00","human_time":"23\/10\/2026, 15:25","fixed":false}},{"id":663565,"type":"new","entry":{"id":787471,"content":"<p>O presidente do Conselho de Administração da Gebalis refere que a casa em Marvila era ocupada por um agregado familiar composto por três pessoas: uma mulher, em nome do qual estava o contrato e recebidos da casa; o seu companheiro, de 84 anos, bem como o neto da idosa. Fernando Angleu sublinhou que a viúva, companheira do neto da arrendatária, e os dois filhos não faziam legalmente parte do agregado.<\/p>\n<p>O responsável da Gebalis reforça que o idoso de 84 anos foi “coagido” a sair. Questionado pelos jornalistas sobre quem o forçou a sair, reforçou que esse processo corre nos tribunais. “Um senhor de 84 anos foi obrigado a sair da sua casa e não foi pela Gebalis”, sublinha.<\/p>\n","content_noembeds":"<p>O presidente do Conselho de Administração da Gebalis refere que a casa em Marvila era ocupada por um agregado familiar composto por três pessoas: uma mulher, em nome do qual estava o contrato e recebidos da casa; o seu companheiro, de 84 anos, bem como o neto da idosa. Fernando Angleu sublinhou que a viúva, companheira do neto da arrendatária, e os dois filhos não faziam legalmente parte do agregado.<\/p><p>O responsável da Gebalis reforça que o idoso de 84 anos foi “coagido” a sair. 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