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Dez anos depois do susto que nos devia ter despertado, dez anos após o início de um período de sacrifício que o país, no seu todo, levou a cabo, eis que o pântano, o triste fado, o resultado óbvio do socialismo, o que lhe quisermos chamar, volta a cair sobre as nossas cabeças. 2020 foi um ano peculiar que teve a particularidade de pôr a nu o que a maioria ainda se recusa a ver: que Portugal está mais pobre, mais endividado, que continua sem capital e que desistiu da educação. Um país em que as perspectivas de futuro minguaram porque se os cidadãos as tiverem facilmente desesperam. Com a morte do cidadão ucraniano, Ihor Homenyuk, é também um país que perdeu o que lhe restava, a humanidade com que tratávamos os outros.

(há quem vingue na vida como militante do PS. Tal não é ter perspectiva de vida, mas uma forma de servidão. É certo que o fazem de boa vontade, mas a aceitação que para singrar é preciso possuir um cartão de militante de um partido político é já de si uma derrota, um atestado de inexistência).

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