Helena Matos

Colunista

leitor+helenafmatos@observador.pt

Nasci a 4 de Junho de 1961. Licenciei-me em Estudos Portugueses na Universidade Nova de Lisboa. Comecei por ser professora de Latim e Português no ensino secundário. Em seguida fui jornalista. Desde 2000 faço pesquisa para séries de televisão e programas de rádio. Escrevi Salazar, A construção do mito (Temas e Debates); Salazar, A propaganda (Temas e Debates) Os filhos ver mais... do Zip Zip - Portugal na primavera marcelista (Esfera dos Livros) e em co-autoria com José Manuel Fernandes, Este país não é para jovens (Esfera dos Livros). O Público, Tvi24, Diário Económico e agora o Observador são alguns dos meios em que tenho colaborado em espaços de opinião.

Exército

Só pode ser mentira /premium

Helena Matos

A fazer fé no DN o general Rovisco Duarte puniu referências à memória de Vitor Ribeiro, um dos homens do 25 de Novembro e, não menos importante, do 26. O dia que podia ter sido trágico para as FA.

1.246
Eutanásia

O bioprogressismo /premium

Helena Matos

O ódio ao heteropatriarcado substituiu o ódio ao capitalismo. O sexo passou a género, os pais a progenitores, a maternidade a procriação, a morte a direito. Tudo de preferência medicamente assistido.

354
Caso José Sócrates

Vergonha /premium

Helena Matos

Esta gente que agora se diz envergonhada por José Sócrates nunca se questionou nem o questionou. Aquilo que vimos nada tem a ver com vergonha mas sim com a falta dela. Esta gente salva sempre a pele. 

2.330
25 de Abril

O triunfo das gaivotas

Helena Matos

A gaivota voava, voava… Em pouco tempo as gaivotas controlavam as demais aves. De símbolo da liberdade a gaivota passou a parasita. Uma praga, portanto. Um símbolo da oligarquia do regime.

990
Cidades

A cena do ódio

Helena Matos

Esse universo de rendas sociais, reguladas e acessíveis ocupa hoje o lugar que a Reforma Agrária desempenhou no século passado: a esquerda acredita que é aí que fará a sua sementeira de votos 

830
Maioria de Esquerda

A pantomina

Helena Matos

“Da luta de classes à luta pelo melhor escalão” é o papel reservado ao povo nesta revista à portuguesa que tem como estrelas a Catarina dos ultimatos, o Jerónimo dos provérbios e Costa, o habilidoso.

335
Justiça

A coisa

Helena Matos

A coisa tornou-se óbvia em 2003 durante o processo Casa Pia. Depois veio José Sócrates e a coisa agigantou-se. A coisa primeiro estranha-se. Depois entranha-se. 

666
Rui Rio

Os frágeis

Helena Matos

Estamos na mão dos frágeis. Rui Rio ganhou um congresso do seu partido; Costa perdeu as legislativas. Qual a legitimidade de Rui Rio para fazer acordos com Costa em matérias como a regionalização?

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