Helena Matos

Colunista

leitor+helenafmatos@observador.pt

Nasci a 4 de Junho de 1961. Licenciei-me em Estudos Portugueses na Universidade Nova de Lisboa. Comecei por ser professora de Latim e Português no ensino secundário. Em seguida fui jornalista. Desde 2000 faço pesquisa para séries de televisão e programas de rádio. Escrevi Salazar, A construção do mito (Temas e Debates); Salazar, A propaganda (Temas e Debates) Os filhos ver mais... do Zip Zip - Portugal na primavera marcelista (Esfera dos Livros) e em co-autoria com José Manuel Fernandes, Este país não é para jovens (Esfera dos Livros). O Público, Tvi24, Diário Económico e agora o Observador são alguns dos meios em que tenho colaborado em espaços de opinião.

Crónica

O arraial da luta /premium

Helena Matos

É a luta feminista. A luta contra o racismo... Há sempre uma luta. A luta é um arraial que políticos vorazes pelo poder montaram nas nossas vidas. O reverso desta encenação vai do fiasco ao crime

1.796
Violência

Uma súbita náusea /premium

Helena Matos

Uma professora foi agredida mas dessa violência não se fala. Carlos César diz que “a igreja tem de pôr a mão na consciência” sobre os abusos de menores e o país cala... São os dias da súbita náusea.

2.550
Arrendamento

A coisa /premium

Helena Matos

Programas para proprietários que antes de regressarem à aldeia entregam ao Estado as suas casas para arrendar. Torres com 300 apartamentos. O arrendamento tornou-se na terra da intervenção socialista

683
Política

Salazar /premium

Helena Matos

Os actuais líderes não têm discurso, têm sim objectivos: manter-se ou chegar ao poder, através da popularidade e não da política. Logo precisam do passado e de Salazar para falarem de política.

1.910
Censura

Os caça-fantasmas /premium

Helena Matos

Portugal não tem fascistas que cheguem para encher uma pequena praça ou até a Rua da Betesga mas tem cada vez mais dependentes do fascismo. São eles os caça-fascistas, a versão lusa dos caça-fantasmas

3.515
Bloco de Esquerda

Burros de carga /premium

Helena Matos

“Os empresários portugueses são burros”, afirmou uma delegada à convenção do Bloco de Esquerda. Está a senhora cheia de razão: só num país de burros a subserviência para com o Bloco se tornaria lei

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