Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

A notícia quase que não merece ser notícia em Portugal se o critério for o da novidade. Os cuidadores informais desconhecem que desde há um ano podem beneficiar de um estatuto próprio e de apoios específicos. E porque é que desconhecem? Porque, apesar de legislado e devidamente publicitado, os apoios efetivamente não chegam ao destino e o ministro das Finanças agradece, sempre se poupa algum para o défice.

É uma técnica velhinha em Portugal. Anunciam-se políticas, discutem-se no Parlamento, são usadas em campanha eleitoral, mas no fundo é só política, não é mesmo para fazer. Aliás, esse é o compromisso assumido para o Governo deixar passar estas leis que, se fossem levadas a sério, levavam o dinheiro que não se quer gastar com quem não incomoda.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.