Todos os dias são bons para falar do trabalho dos voluntários, mas como hoje o Observador dedica uma tarde a um tema que me é muito caro e no qual estou envolvida, decidi escrever sobre ele.

Nos tempos que correm, com meio mundo a desabar por guerras ou catástrofes naturais, e milhões de pessoas a viverem em condições degradadas, desumanizadas ou de pobreza extrema (para não dizer verdadeira miséria), deixou de fazer sentido perguntar: “queres ser voluntário?”.

A única interrogação possível para quem observa as realidades à sua volta e se deixa interpelar por apelos expressos ou subtilmente dirigidos à sua consciência cívica, ética, humana ou outras, deveria ser: “em que áreas posso dar contributo?”

Para estes, a questão já não é saber se querem ajudar, mas de que forma podem contribuir e acrescentar valor à comunidade, à sociedade, ao país e ao mundo.

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