Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Há 13 anos realizou-se o segundo referendo sobre o aborto. Na altura havia um consenso quase generalizado no discurso entre os que defendiam o “sim” e os que defendiam o “não”: o aborto é indesejável e a sua prática deve ser prevenida e reduzida.

Para os defensores do aborto na altura do referendo era tudo muito simples. “Não vamos liberalizar o aborto, uma vez que somos anti-liberais” e a ideia liberal, ou neo-liberal como costumam referir, é contrária à ideologia da esquerda radical. Isto apesar de ao mesmo tempo defenderem os mesmos valores liberais que consideram inaceitáveis quando argumentavam que “não estamos a obrigar ninguém, cada um faz o que quer”.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.