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O fim da novela entre o Fidesz de Viktor Orbán e a sua família política europeia, o PPE, é um desenvolvimento que deve ser saudado por quem tenha apreço tanto pela democracia como pela integração europeia. O processo que levou à retirada dos eurodeputados do Fidesz do grupo parlamentar do PPE foi um passo tardio e que deixa um sabor amargo aos intervenientes.

A exclusão do Fidez do PPE demonstra a preponderância do presidente do PPE, o ex-primeiro-ministro polaco Donald Tusk, face à posição mais moderada da CDU/CSU e será uma derrota da tentativa de mediação ensaiada pela chanceler alemã no seio da família democrata-cristã. Ainda em dezembro, Merkel tentara manter Orbán a bordo, negociando o compromisso que, perante as posições assumidas pela Polónia e a Hungria, conciliou o mecanismo do Estado de Direito com a viabilização do Fundo de Recuperação.

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