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As sondagens, que valem o que valem, não deixam dúvidas sobre o falhanço da oposição em Portugal.

Se olharmos para estes estudos periódicos como uma espécie de avaliação contínua e daí quisermos tirar conclusões, a consequência só pode ser uma: é preciso tomar medidas urgentes. Fazer como o cábula tradicional, assobiar para o lado, tentar dar a volta ao professor ou esperar que um estudo rápido no fim do ano seja suficiente para melhorar a nota, são tudo soluções que só podem conduzir a um desfecho. Chumbo pela certa. É preciso, portanto, um plano intensivo de recuperação de aprendizagens.

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