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Portugal 2019

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As eleições ganham-se com trabalho. Na medida da preparação, do empenho e do esforço de todos os protagonistas. Mas não basta. O outro lado da receita tem nome: convicções fortes e boas ideias.

As próximas eleições europeias e legislativas são cruciais em tempos de dispersão e populismo. Como ensinava JFK, ganha quem partir ou começar primeiro.

O CDS meteu-se há meses ao caminho e tem dado a volta ao País a falar com as pessoas e a procurar conhecer e diagnosticar os problemas. Tem dado voz ao povo. Ouve quem sabe, para poder propor.

As eleições ganham-se com trabalho. Na medida da preparação, do empenho e do esforço de todos os protagonistas. Mas não basta.

O outro lado da receita tem nome: convicções fortes e boas ideias. Não têm de ser muitas, nem dispersivas. Não têm de ser tudo e o seu contrário. Não têm de ser fáceis demais, redondas e baixinhas a apelar ao unanimismo serôdio. Não são boas porque sim. São boas porque são verdadeiras, fortes, enraizadas e partilhadas. Têm de ser convincentes. Têm de mobilizar. Fazer acreditar que é possível muito mais e muito melhor para Portugal e para os Portugueses.

Alguns exemplos:

  1. O CDS defende intransigentemente a vida, a pessoa e a liberdade de escolha em todas as suas dimensões (da escola ao trabalho, da política à saúde).
  2. O CDS defende a articulação inteligente, permanente e eficaz entre o interesse nacional e a revitalização e aprofundamento do projecto europeu.
  3. O CDS defende máxima formação, a melhor educação, a mais ampla preparação socioprofissional, uma indeclinável responsabilidade pessoal e o mérito individual.
  4. O CDS conhece e ama a história de Portuga e defende a preservação da nossa identidade moral, espiritual e cívica.
  5. O CDS não vê Portugal como uma realidade parada, anacrónica e inviável a prazo (também demograficamente), uma coutada de demasiados mantida a custo de uma carga fiscal cega e brutal só sobre alguns, mas um país em movimento, com a população a crescer, modernizado, seguro e fiável, amigo do investimento, terra de oportunidades, de criação de emprego e de riqueza para todos.

As eleições estão à porta.

Advogado

Não queremos ser todos iguais, pois não?

Maio de 2014, nasceu o Observador. Junho de 2019, nasceu a Rádio Observador.

Há cinco anos poucos acreditavam que era possível criar um novo jornal de qualidade em Portugal, ainda por cima só online. Foi possível. Agora chegou a vez da rádio, de novo construída em moldes que rompem com as rotinas e os hábitos estabelecidos.

Nestes anos o caminho do Observador foi feito sem compromissos. Nunca sacrificámos a procura do máximo rigor no nosso jornalismo, tal como nunca abdicámos de uma feroz independência, sem concessões. Ao mesmo tempo não fomos na onda – o Observador quis ser diferente dos outros órgãos de informação, porque não queremos ser todos iguais, nem pensar todos da mesma maneira, pois não?

Fizemos este caminho passo a passo, contando com os nossos leitores, que todos os meses são mais. E, desde há pouco mais de um ano, com os leitores que são também nossos assinantes. Cada novo passo que damos depende deles, pelo que não temos outra forma de o dizer – se é leitor do Observador, se gosta do Observador, se sente falta do Observador, se acha que o Observador é necessário para que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia, então dê o pequeno passo de fazer uma assinatura.

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