Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Parece que existe um penduricalho chamado Conselho Económico e Social, que ninguém sabe para que serve [Nota do CES: Serve a promoção da participação dos agentes económicos e sociais nos processos de tomada de decisão dos órgãos de soberania, no âmbito de matérias socioeconómicas, sendo, por excelência, o espaço de diálogo entre o Governo, os Parceiros Sociais e restantes representantes da sociedade civil organizada]. Não servindo para nada [Nota do CES: Falso. Ver nota anterior], é natural que as criaturas que lá caíram se sintam obrigadas a entreter o ócio e justificar, ainda que em vão, o salário [Nota do CES: Calúnia! Nós trabalhamos imenso].

Nesse sentido, uma senhora do CES, Sara Casaca [Nota do CES: É abusiva a presunção de que Sara é nome de mulher, e que a/o dra./dr. Sara Casaca se define enquanto tal], resolveu amanhar um manual de 16 páginas destinado a promover o uso de “linguagem neutra e inclusiva” em “documentos oficiais”. Podia ter-lhe dado para fazer um “cheesecake” que adoçasse as reuniões [Nota do CES: Repulsivo e estafado estereótipo que relaciona as mulheres com a cozinha – tolerável se a dra. ou o dr. Sara Casaca se definir como homem]. Mas não, deu-lhe para o manual.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.