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1 Tem sido um facto constante nesta luta contra a pandemia da covid-19: a impreparação do Governo de António Costa é gritante. Foi assim em janeiro e fevereiro quando o Executivo assobiou para o lado face às notícias que chegavam da China e de Itália. Foi assim em março quando, só após pressão do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa e da população, foi instaurado o estado de emergência. Foi assim em maio e junho quando o Governo não soube preparar o terreno para impedir que os nossos principais clientes de turismo nos fechassem as fronteiras na cara quando o país precisava desesperadamente de receitas.

Em vez de competência e resultados, insistiram em vender-nos (aqui com a cumplicidade de Marcelo Rebelo de Sousa) a ladainha do “Vai Ficar Tudo Bem”, do “milagre português” e da final eight da Liga dos Campeões como sendo um prémio para os médicos e enfermeiros, em vez de trabalharem, de estudarem e de se preparem. E agora passamos daquele clima de facilitismo que caracteriza tão bem a esquerda portuguesa em geral (e o PS, em particular) para a censura generalizada da população e a ameaça, qual pau nas mãos de António Costa, do autoritarismo e de um novo estado de emergência que juraram que não iria acontecer.

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