São 15, contando o feriado municipal. Dezasseis, se incluirmos o Carnaval. Isto não muda de ano para ano. O que muda são os dias em que estes descansos calham no calendário, permitindo alguns fins de semana prolongados (caso aconteçam às sextas-feiras ou às segundas), umas pontes sempre apetecíveis (se tiverem lugar às quintas-feiras ou às terças) ou até uma boa semana de férias, se acontecerem a meio da semana e isso permitir encolher os dias a cortar no total a que a empresa nos dá até ao final do ano.

Mas vamos a contas. 2026 traz boas notícias? Hum... nem por isso. Há dois feriados ao sábado — o 25 de abril e o 15 de agosto (mais o dia de Santo António, 13 de junho, se falarmos de Lisboa). E dois ao domingo — a Páscoa, como sempre, que terá lugar a 5 de abril, e o 1 de novembro. E já lá vão quatro ou cinco dias perdidos (para quem trabalha de segunda a sexta, claro está). Mais um que neste ano de 2025, em que, além da Páscoa (domingo, 20 de abril), só houve outro domingo/feriado, o de 5 de outubro, e um sábado com feriado, o de 1 de novembro.

Passando às coisas boas, 2026 permite quatro fins de semana prolongados. É bom, mas pior do que em 2025, em que houve cinco. Há o da Páscoa, claro — este ano acontece no primeiro fim de semana de abril (sexta-feira Santa, dia 3, e domingo de Páscoa, dia 5). Segue-se o 1.º de Maio, que calha a uma sexta. Depois o 5 de Outubro, a uma segunda. E o Natal, também a uma sexta.

Quanto a pontes, a primeira acontece logo no arranque do ano novo: o dia 1 é quinta, e pode tirar a sexta (se tiver dias para isso) e só regressar ao trabalho na segunda, dia 5. Segue-se o Carnaval, a 17 de fevereiro — sempre a uma terça, claro —, que permite a muitos ficar em casa também na segunda. E, depois destas duas, não há mais. Acabaram. Em 2025, além do Carnaval, houve o 1.º de Maio a uma quinta-feira e o 10 de junho a uma terça.

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