Momentos-chave
- Pedro Duarte assume vereação em caso de derrota se "vida profissional for compatível"
- Corte-Real diz que nova avenida é "projeto sem pés nem cabeça" e acusa Duarte de "despesismo"
- Sérgio Aires: PSD quer Porto "gentrificado e elitista"
- Duarte atira Sócrates contra Pizarro e fala em direção "partidária" da Metro do Porto
- Corte-Real sobre "anedota" do Metrobus: "Quem lançou este projeto pensou com os pés"
- CDU quer estudar novas soluções para o MetroBus
- Sérgio Aires acusa adversários de "inflacionarem" insegurança. "Dados não servem para nada?"
- Pedro Duarte promete ser "absolutamente implacável" na segurança e fala em PS "despesista"
- Corte-Real diz que adversários são "herdeiros" de Moreira e que estatísticas dão "falsa perceção" sobre segurança
- Sérgio Aires, do BE, diz que Porto deve ter 15% de habitação pública
- Pedro Duarte quer menos "confusão e betão" no Porto. "Não precisamos de mais gente"
- Pizarro: "Porto pode e deve pedir ao Governo uma participação para programa de Habtição"
- Chega quer expulsar traficantes de droga condenados de casa
- Começa o debate entre candidatos à Câmara do Porto
- Marcelo compra livro sobre Biden e antevê reencontro com Trump
- Cotrim recebe apoio da IL convicto de que pode chegar à segunda volta das presidenciais
- PS pede reunião extraordinária da CML para "esclarecer falsidades" sobre acidente do elevador da Glória
- Carneiro acusa Fernando Alexandre de “falhar” promessa sobre vagas no pré-escolar: “Afinal, para as 6 ou 7 mil vagas temos apenas 400″
Histórico de atualizações
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Pedro Duarte assume vereação em caso de derrota se "vida profissional for compatível"
Pedro Duarte diz que desde que a sua vida profissional seja compatível com isso, será vereador caso perca as eleições. Quanto à avenida Nun’Álvares, diz que suspenderá o projeto se for eleito, sendo preciso apostar em duas novas linhas de metro (uma precisará de passar nesta zona).
Sérgio Aires diz que o cartão Porto tem um “sucesso enorme” e reconhece que é “difícil” conseguir ser eleito, até pela quantidade de candidatos. Ainda assim, frisa que é um independente, que tem oito independentes em dez no início da lista e que tentou uma coligação com CDU e Livre; “temos muita fé” nos votos dos portuenses, remata. “Espero mesmo que as pessoas aceitem os desafios a que se propõem e que fiquem na cidade”.
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Pizarro vai "acompanhar tranquilamente" desenvolvimento do projeto de nova avenida
Pizarro diz estar “acompanhar tranquilamente” o projeto na Avenida Nun’Álvares e afirma que “não vai pagar 100 milhões de euros para que o projeto não se faça”.
Sobre se será vereador se perder a eleição diz que tem “uma enorme vantagem”, porque já governou depois de ter perdido umas eleições. “Estou sempre no Porto e sempre com o Porto como prioridade.”
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CDU culpa Pizarro e Duarte por não terem apoiado fim das portagens quando estiveram no Governo
Diana Ferreira, da CDU, quer que seja dado acesso privilegiado a espaços como a Fundação de Serralves, a Casa da Música e outros espaços culturais da cidade.
“Deve ser garantido o usufruto gratuito destes espaços mais tempo do que é atualmente”, defendeu.
Sobre as portagens, diz que quando estava no Parlamento propôs a eliminação das portagens no distrito do Porto e acusa os candidatos de PS e PSD nada terem feito quando estiveram no Governo central.
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Corte-Real diz que nova avenida é "projeto sem pés nem cabeça" e acusa Duarte de "despesismo"
Corte-Real é contra o projeto “sem pés nem cabeça” da futura avenida Nun’Álvares no Porto, e acrescenta que os transportes gratuitos são uma solução “socialista” e de “despesismo”, falando de novo em José Sócrates e dizendo que nem Pizarro defende isto (mas Pedro Duarte sim). “Já usaste alguma viagem com o cartão Porto? Não?”. (Duarte promete mostrar o seu cartão e fá-lo para as câmaras).
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Pizarro diz que Pedro Duarte não é "respeitado" pelo ministro das Infraestruturas
Pizarro diz que Pedro Duarte “está mesmo desesperado” por ter invocado o governo Sócrates, após 15 anos.
Sobre o MetroBus, afirma que o atual Governo tem tutela da empresa desde o ano passado, quando o candidato do PSD estava ainda em funções.
“Se o Pedro Duarte não consegue ser sequer respeitado pelo seu antigo colega ministro das Infraestruturas, esse é um problema que eu não posso resolver”, diz.
Sobre o comentário sobre o seu assessor de comunicação diz que é “deselegante” chamar à conversa pessoas que exercem “funções profissionais”.
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Sérgio Aires: PSD quer Porto "gentrificado e elitista"
Sérgio Aires diz que o PSD esteve calado e que só agora percebeu que o modelo de Metrobus é um “escândalo”. Mas argumenta que agora que já avançou é preciso ser-se “sério” com os portuenses. “Isto é que a cidade não aguenta, nem suporta este cinismo”.
Acrescenta ainda que a polícia municipal é um “exemplo” e está a ser aqui injustiçada; e que o PSD gosta de uma cidade “gentrificada” e “elitista”.
Quanto ao VCI, diz que PS e PSD também nunca quiseram resolver o problema e desportajar a A41. A principal solução será a fiabilidade dos transportes, argumenta, criticando Rui Rio por no seu tempo ter eliminado 10 quilómetros de faixas Bus, nunca repostas. “Tenho a perceção de que nem 1% dos camiões que andam na VCI vão ao mercado abastecedor”, atira. “Essa medida não faz sentido nenhum”.
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Duarte atira Sócrates contra Pizarro e fala em direção "partidária" da Metro do Porto
Pedro Duarte volta ao pingue-pongue com Manuel Pizarro, dizendo que integrou de forma “acerrimamente convicta” o Governo de José Sócrates: “É esse o histórico de gestão do PS de contas públicas”.
Sobre o trânsito, diz que é preciso melhor a qualidade e a fiabilidade do transporte público e que a gratuitidade total custará no máximo 25 milhões de euros, que virão da taxa turística. É preciso resolver a VCI, frisa, dizendo que é preciso tirar as portagens da CREP (porque a junta metropolitana ainda não aderiu) e portajar os pesados que atravessem a cidade através da VCI.
Quanto ao Metrobus diz que é um “desastre a todos os níveis”, culpa do governo PS e da direção “partidária” da Metro. “Foi usado para efeitos partidários e políticos”, argumenta, dizendo estar de acordo com o Chega nisto. Diz também que conseguiu travar a segunda fase das obras mas que o diretor de comunicação da Metro, que é também o de Pizarro (“está aqui em estúdio”), avisou que serão retomadas esta segunda-feira.
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Pizarro: "Pedro Duarte está resignado com o problema da Habitação"
Manuel Pizarro diz que “Pedro Duarte acha que há portuenses a mais”, que “os portuenses que foram obrigados a sair da cidade não têm o direito a voltar” e acusa-o de estar “resignado com o problema da Habitação”.
“Estive a governar a cidade no primeiro mandato de Rui Moreira e tenho provas dadas do ponto de vista da consolidação das contas públicas”, diz o socialista.
Admite que vai “aproveitar as boas ideias” dos candidatos. “Quero governar o porto com as melhores medidas.”
Sobre o MetroBus diz que lamenta a forma “como aquele projeto foi conduzido, mas construída a primeira fase eu acho que não há outra coisa razoável que não pô-la a funcionar”. Contudo, admite ajustes no projeto.
Quer ainda “reforçar o transporte público” com mais autocarros que sejam mais pontuais. Promete ainda alargar a gratuitidade para os mais jovens e os mais idosos.
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Corte-Real sobre "anedota" do Metrobus: "Quem lançou este projeto pensou com os pés"
Corte-Real diz ainda não ter falado com o concelho de Gondomar sobre colocar o abastecimento de camiões lá e não ao pé do Estádio de Dragão, mas lembra que o município do Porto tem lá terrenos.
Diz que o problema é haver mau planeamento e má gestão, com obras mal pensadas e calendarizadas. Antes de chegar à VCI o problema são os pequenos problemas, frisa. Sobre a VCI, frisa que se fala nisto há anos e que PS e PSD falam em soluções quando há eleições e que é preciso falar com o mercado abastecedor para tirar milhares de camiões da VCI.
Quanto à proposta de reverter o Metrobus, diz que é uma “trapalhada total” culpa de PS e PSD, uma “anedota”. “Como é possível sermos geridos por pessoas que acham que a solução é um autocarro que entra numa rotunda em contramão?”, questiona.
“Quem lançou este projeto não pensou com a cabeça, pensou com os pés”, reclama.
JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
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CDU quer estudar novas soluções para o MetroBus
Diana Ferreira volta a falar de Habitação para dizer que a cidade “tem vindo a perder habitantes, porque os seus rendimentos não lhes permitem pagar uma casa no Porto”. Os habitantes locais estão “a ser expulsos”, devido “a uma especulação imobiliária completamente desenfreada”.
Sobre a mobilidade, a candidata da CDU diz que “é necessário que os municípios tenham competências no âmbito da regulação dos TVDE”, nomeadamente quando há um setor próximo que é regulado pelos municípios: o do táxi. Sobre essa área de atividade diz: “Não temos sequer informação concreta sobre a sua circulação na cidade”.
Outras das suas propostas são o reforço dos autocarros no âmbito da STCP e vias reforçadas de BUS. Também pretende avaliar novas soluções para o MetroBus, sem se comprometer para já com qualquer solução concreta. Lamenta que este projeto do MetroBus tenha sido “imposto à cidade do Porto” e aplicado sem respeitar o devido processo.
JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
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Sérgio Aires acusa adversários de "inflacionarem" insegurança. "Dados não servem para nada?"
Sérgio Aires, do BE, volta à Habitação para criticar Pedro Duarte por ter falado nos que vêm “de fora” para o Porto, e dizendo que esses são os que foram “expulsos” da cidade. Duarte ainda pergunta se toda a gente cabe na cidade — “por amor de Deus”.
Aires volta à segurança dizendo que não viu ninguém “rasgar as vestes” por causa do tema em 2012, quando os números eram mais graves, e que o tema está a ser “inflacionado”. “Pelos vistos os dados não servem para nada para Pedro Duarte e Corte-Real. O conhecimento é uma chatice quando não nos dá razão”, ironiza.
Cola PS e PSD por não terem feito “nada” sobre estes temas ao nível central e “agora vêm aqui e parece que não têm responsabilidade”. O problema dos polícias é que hoje é um “trabalho precário”, nota. Frisa também que o maior crime na cidade é o rodoviário.
JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
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Pedro Duarte promete ser "absolutamente implacável" na segurança e fala em PS "despesista"
Pedro Duarte diz que há um “risco” se se voltar ao “velho PS despesista ou descontrolado” — com Rui Rio e Rui Moreira equilibraram-se as contas; o programa de Habitação do PS seriam mais de mil milhões de euros de custo, defende. “Isto é um devaneio a todos os títulos”.
Manuel Pizarro responde que o seu modelo é sustentável e diz que Duarte tem “uma visão muito limitada do Porto”: “Acha que o Porto chega e sobra. O Porto já foi muito maior!”. Pedro Duarte diz que este programa é para atrair “os de fora” com os portuenses a pagar.
Sobre segurança, diz que é a “prioridade das prioridades” e que não aceita uma cidade em que um idoso tem medo de ir à rua ou uma mulher tem medo de ir de transportes para a baixa. “Isso para mim não é uma cidade. Temos de ser absolutamente implacáveis”. Para isso é preciso um recrutamento especial de mais 100 polícias municipais e pressionar o Governo para mais 100 PSP, além de mais iluminação e limpeza pública.
Diz não saber se terá mais facilidade nisso por ser ex-ministro de Montenegro, mas assegura que vai conseguir. “No Governo não o conseguiste fazer, agora é mais fácil?”, dispara Corte-Real.
JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
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Pizarro: "Pequena criminalidade transformou a vida das pessoas num inferno"
Ainda sobre a Habitação, Manuel Pizarro diz que “o Porto não tem gente a mais e assinala que há milhares de portuenses que foram impedidos de morar na cidade por causa do mercado de arrendamento e compra.
“A pequena criminalidade, ligada ao tráfico e ao consumo de drogas, transformou a vida das pessoas num inferno”, diz Pizarro sobre o tema da segurança. Nesse aspeto, diz que no Porto há “polícias a menos” e diz que o aumento do número de agentes “depende do Governo central”.
“Temos de promover articulação entre a PSP e a Polícia Municipal”, diz, considerando que esta última polícia pode ter uma atuação mais eficaz contra o crime porque “a orientação tem sido mais para tarefas administrativas e menos para o policiamento de proximidade”.
JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
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Corte-Real diz que adversários são "herdeiros" de Moreira e que estatísticas dão "falsa perceção" sobre segurança
Miguel Corte-Real, do Chega, diz que há dois candidatos que fizeram “habilitação de herdeiros” de Rui Moreira, com listas “povoadas” dos seus antigos candidatos (Pedro Duarte e Manuel Pizarro).
Dizendo que as estatísticas dão uma “falsa perceção” e que é “muito fácil” basearem-se nisso, defende que estas são “perigosas” porque há poucas esquadras. Por isso defende que a taxa turística também deve servir para investir na segurança: é preciso ter mais polícias — diz que Pedro Duarte fala em 100 polícias, e concorda, mas o Porto já espera por eles há anos.
Hoje, frisa, há agentes da PSP em tarefas administrativas que devem ser postos nas ruas. A taxa turística deve ser usada para melhorar a qualidade de vida dos agentes, nomeadamente na habitação.
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Diana Ferreira diz que números não comprovam aumento da insegurança
Diana Ferreira considera que “o Porto não tem números de criminalidade que tenham tido aumentos que possam comprovar a insegurança”.
Contudo, a candidata da CDU reconhece que existe “sentimentos de insegurança”. Ferreira pede mais efetivos das forças de segurança, tanto da PSP como da Polícia Municipal.
Avisa, porém, que “é preciso que haja atratividade na carreira da PSP”, nomeadamente através da valorização dos salários. A candidata assinala negativamente que o policiamento de proximidade desapareceu, quando foram criadas “superesquadras” na cidade.
Diana Ferreira quer uma cidade mais limpa, melhor iluminada e com outro tipo de ocupação do espaço para diminuir a sensação de insegurança.
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Sérgio Aires, do BE, diz que Porto deve ter 15% de habitação pública
Sérgio Aires, do BE, lamenta que o debate seja em Lisboa e que Filipe Araújo não tenha sido incluído. Depois, diz que a emergência da Habitação se “agravou imenso” nos últimos quatro anos porque nada foi feito e que o Porto deve passar a ter 15% de habitação pública (tem 10%).
“Finalmente se vai assumir uma responsabilidade europeia, e uma recomendação é que uma parte substancial seja pública”, frisa. Por isso, deve haver fundos públicos, europeus e próprios para a Habitação. “Tinha de ter sido feito um esforço muito maior” para recuperar os mais de 20 mil devolutos, argumenta.
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Pedro Duarte quer menos "confusão e betão" no Porto. "Não precisamos de mais gente"
Pedro Duarte (candidato do PSD, CDS e IL) diz que o tema da Habitação “separa” os candidatos na visão da cidade: reconhecendo que a crise “óbvia” existe, o PS acha que há “falta de habitação” e um problema de oferta, critica; mas o problema no Porto, defende, é que mais de 20 mil casas estão desabitadas e há uma grande densidade de edificação. Por isso, não defende que se “coloque mais betão”, mas que se reabilitem muitas casas e que se estimule esse aproveitamento.
Além disso, terá também um programa de arrendamento acessível, recalibrando o que já existe, e criar um apoio a rendas para jovens casais. “Não precisamos de mais gente”, frisa. Explica também que o Porto tem 77% de edificação e muita “confusão concentrada”, precisando de mais qualidade de vida, passeios largos e espaços verdes, numa “visão moderna”.
“Aqueles que estão atados a uma visão do passado, em que progresso é mais betão”, não valorizam o bem-estar das famílias, atira. “O Porto não pode querer gerar mais confusão em cima da que já temos”.
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Pizarro: "Porto pode e deve pedir ao Governo uma participação para programa de Habtição"
Manuel Pizarro assume que a Habitação “é o maior problema que o Porto tem”, assinalando que o preço médio para o arrendamento de um T2 aumentou cerca de 70% desde 2020.
“A resposta tem de ser pelo lado da oferta”, diz o candidato socialista, “mas precisamos de arranjar um mercado com rendas moderadas”.
A proposta do socialista é o empréstimo de terrenos públicos a privados durante 30 anos, com preços de rendas tabelados. No entanto, essa proposta prevê financiamento da administração central.
“O Porto pode e deve pedir ao Governo uma participação”, diz Pizarro. “Se não houver comparticipação do Governo, que seria um grave erro, eu tenho uma solução alternativa, vou alocar a este programa 50% do rendimento da taxa turística e 20% da receita do IMT”, diz.
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Chega quer expulsar traficantes de droga condenados de casa
Pelo Chega, Miguel Corte-Real diz que o problema da Habitação é “verdadeiramente grave” e que está em “estado de emergência” e alargado a pessoas de “várias classes”. A proposta que faz é olhar para o programa de apoio à renda Porto Solidário e alargá-lo, utilizando 20% da taxa turística. “Será um valor de três vezes o que é hoje”, explica.
Sobre tirar traficantes de droga de casas, diz que quem for condenado deve ser expulso, embora o mesmo não se aplique à família. Frisa que no atual regulamento municipal já se prevê que encontrando droga em casa saia a família toda.
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CDU quer mais 6 mil casas públicas no Porto num mandato
Diana Ferreira, da CDU, começa por dizer que o problema da Habitação no Porto “tem uma dimensão dramática, embora não seja um problema de agora”.
A antiga deputada diz que existem “situações de despejo que vão continuando a acontecer”, revelando que há munícipes a procurarem a CDU para ajuda semanalmente.
A proposta da CDU para esta área é de disponibilizar no concelho mais 6 mil casas públicas: 3 mil casas com rendas acessíveis e 3 mil de habitação social.