Momentos-chave
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  • Proteção Civil do Algarve esclarece: vítima mortal era mulher britânica de 85 anos. Há 28 feridos no total

    O comandante Vítor Vaz Pinto, responsável regional da Proteção Civil do Algarve, está neste momento a esclarecer os detalhes sobre o tornado desta manhã.

    Vaz Pinto clarificou que a vítima mortal foi uma mulher britânica de 85 anos de idade, no parque de campismo de Albufeira. Esta informação corrige uma informação anteriormente veiculada pelo Observador e outros meios de comunicação social, de que a vítima mortal tinha 68 anos.

    A vítima mortal era a pessoa que, inicialmente, havia sido dada como desaparecida.

    As duas situações mais graves, disse o comandante, ocorreram num empreendimento turístico e num parque de campismo de Albufeira. O balanço final de vítimas é o seguinte:

    • 26 feridos leves (23 no hotel e 2 no parque de campismo)
    • 2 feridos graves (no parque de campismo)
    • 1 vítima mortal (no parque de campismo)

    Os feridos têm entre 6 e 85 anos de idade e são de nacionalidade portuguesa, espanhola e britânica.

    Houve ainda dois desalojados que foram temporariamente realojados, no concelho de Silves, onde outro fenómeno atmosférico também provocou danos.

  • Portugal continental regista 815 ocorrências até às 18 horas

    Portugal continental registou 815 ocorrências entre as 00h00 e as 18h00 de hoje devido ao mau tempo, principalmente inundações, a maioria na Área Metropolitana do Porto, seguindo-se a região do Algarve, avançou fonte oficial da Proteção Civil.

    Em declarações à Lusa, o oficial de operações da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) Rui Oliveira indicou que, até às 18h00, registou-se “um total de 815 ocorrências, sendo que destas o maior número, 506, diz respeito a situações de inundação”, seguidas de “103 limpezas de via, 97 quedas de árvores, 54 quedas de estruturas e 50 relacionadas com movimentos de massa” ou deslizamentos de terras.

    “Destas ocorrências, a maioria registaram-se na Área Metropolitana do Porto, com 231, seguido depois da região do Algarve, com 149, e região de Aveiro, com 96”, referiu.

  • Câmara do Seixal e junta de Fernão Ferro acusam associação de as difamar e denegrir após morte de idosos durante depressão Cláudia

    A APROSOC responsabilizou a Câmara do Seixal e a freguesia de Fernão Ferro pela morte de dois idosos durante uma inundação numa Área Urbana de Génese Ilegal.

    Câmara do Seixal e junta de Fernão Ferro acusam associação de as difamar e denegrir após morte de idosos durante depressão Cláudia

  • Avenida Gustavo Eiffel reaberta ao trânsito na cidade do Porto

    A Avenida Gustavo Eiffel, na zona ribeirinha do Porto, reabriu pelas 17:30, após ter sido encerrada ao trânsito em consequência das chuvas intensas que se fizeram sentir na cidade, informou a câmara portuense.

    “A Avenida Gustavo Eiffel reabriu ao trânsito pelas 17:30”, informou a Câmara Municipal do Porto, na atualização de uma nota publicada nas redes sociais, sobre o encerramento da via ribeirinha “devido à forte queda de água a partir da escarpa, consequência da precipitação que se tem feito sentir na cidade”.

    Na nota, publicada pelas 15:10, o município acrescentou que a situação estava “a ser acompanhada pela Proteção Civil e pela Polícia Municipal” e que a via reabriria “assim que estejam concluídos os trabalhos de limpeza pela Águas e Energias do Porto”.

    Na mesma publicação, a autarquia avançava que, entre as 08:00 e as 15:00 de hoje, “a Proteção Civil Municipal e os Sapadores Bombeiros deram resposta a 31 ocorrências devido ao estado ao tempo, maioritariamente inundações em via pública e infiltrações em habitações”.

    Uma fonte do Regimento de Sapadores Bombeiros do Porto disse à Lusa que a situação está mais calma e que, pelas 18:45, não se registavam quais vias condicionadas ao trânsito por causa das condições atmosféricas.

  • Capitania do Funchal cancela avisos de agitação marítima, vento e mau tempo

    A capitania do Porto do Funchal, na Madeira, cancelou este sábado os avisos de agitação marítima e vento fortes, assim como o de mau tempo, que estavam em vigor até domingo.

    A autoridade regional indica que, apesar do aviso de agitação marítima forte ter sido cancelado, “recomenda-se aos proprietários e armadores das embarcações que adotem as devidas precauções, de forma a garantir as respetivas condições de navegabilidade”.

    “Deve ser assegurada a existência de condições para a circulação em molhes de proteção dos portos, arribas, praias ou piscinas naturais, assim como as condições de segurança para a prática de pesca lúdica, em especial junto a falésias e zonas rochosas”, salienta a capitania.

    A depressão Cláudia assolou a Madeira sobretudo no início da semana e entre sexta-feira e este sábado.

    De acordo com o último ponto de situação divulgado pela proteção civil madeirense, entre as 00:00 de sexta-feira e as 12:00 de hoje, foram registadas 10 ocorrências relacionadas com a situação meteorológica, todas sem gravidade.

  • Mau tempo. Depressão Cláudia causou 3.700 ocorrências até às 17h de sábado

    Desde as 14 horas de 12 de novembro, quando a depressão Cláudia chegou a Portugal, e até às 17 horas deste sábado, registaram-se 3.757 ocorrências relacionadas com o mau tempo, detalha a Autoridade Nacional de Proteção Civil no seu mais recente balanço.

    Setúbal (642 ocorrências), Lisboa (397) e Algarve (479) foram as sub-regiões mais afetadas. Entre as situações mais identificadas, encontram-se as inundações (2032), quedas de árvores (679) e queda de estruturas (325).

    Além das três vítimas mortais em Fernão Ferro e Albufeira, e mais de 20 feridos no Algarve, contabilizam-se 32 pessoas deslocadas em Abrantes, Salvaterra de Magos, Seixal e Pombal.

  • 25 pessoas feridas no Eden Resort de Albufeira, detalha diretor-geral do hotel

    Daniel Gama, diretor-geral do Eden Resort que foi este sábado atingido pelo tornado que passou por Albufeira, adiantou que 25 pessoas ficaram feridas, todas ligeiras. O fenómeno meteorológico extremo deu-se cerca das 10h05, quando o serviço de pequeno-almoço estava no pico de afluência.

    “Entre os clientes feridos, o mais grave foi uma senhora que partiu uma perna. Há crianças com pequenos golpes. E só um dos nossos funcionários tem um traumatismo nos tornozelos, porque estava num buggy que voou”, relatou o diretor-geral aos jornalistas.

    Entre os feridos, 20 foram assistidos no centro de saúde e os restantes no hospital de Faro. “Foi uma situação absolutamente caótica. As pessoas voavam dentro do restaurante com o vento. Houve muitos heróis, houve pessoal que se feriu para proteger as crianças”, assinalou Daniel Gama, visivelmente emocionado.

    Os trabalhos de remoção do entulho deverão estar terminados até segunda-feira. Até agora, entre 60 e 70 hóspedes decidiram sair mais cedo do resort, que ficou sem serviço de restauração. O Eden Resort ainda não sabe se poderá manter as portas abertas ou se será necessário encerrar para reparações. “Os danos são avultados, mas ainda não há um levantamento detalhado”, indicou o responsável.

  • Feridos em Albufeira são de quatro nacionalidades, diz Proteção Civil

    As 28 pessoas que hoje ficaram feridas na sequência de um fenómeno extremo de vento em Albufeira, duas das quais em estado grave, são de nacionalidade portuguesa, espanhola, francesa e britânica, divulgou a Proteção Civil.

    O fenómeno, que ocorreu às 10h07, provocou danos no Parque de Campismo de Albufeira, causando a morte a uma cidadã britânica de 85 anos e ferimentos em cinco pessoas, e num empreendimento turístico, tendo sido também registados danos em Lagoa e Silves.

  • Situação está estabilizada em Silves após pico de ocorrências

    “A situação está estabilizada em Silves”, após um “fenómeno de precipitação intensa e ventos fortes”, diz André Gonçalves, dos Bombeiros de Silves, em declarações à RTP.

    O operacional dá conta de um “pico de ocorrências a que o corpo de Bombeiros respondeu, articulado com outras autoridades”.

    Os bombeiros responderam sobretudo a situações de “queda de árvores e postos de eletricidade com obstrução de redes rodoviárias”, dando conta de que, atualmente, todas as vias estão livres de obstrução.

    “Houve casas de primeira habitação afetadas”, mas com registo de “situações pontuais”, sem necessidade de realojamento. Também foram registadas algumas inundações em Silves.

    Neste ponto do país, oito pessoas foram retiradas de casa por precaução, com apenas duas que precisaram de ser realojadas.

  • Camping de Albufeira abre canal para familiares de hóspedes afetados

    A HolaCamp, a empresa que explora o parque de campismo em Albufeira atingido pelo tornado, criou uma linha de informação para os familiares e os hóspedes afetados:

    Telefone: 00351 289587630

    Email: Geral@campingalbufeira.net

    Em comunicado, a HolaCamp adianta que o “fenómeno meteorológico severo afetou parte das instalações” do parque, “causando danos em diversas áreas do recinto”.

    “Neste momento, estamos a trabalhar em estreita coordenação com a Proteção Civil, os serviços de emergência e as autoridades locais, seguindo todas as suas indicações e protocolos. A zona afetada permanece isolada e encerrada, e o restante do recinto foi evacuado ou assegurado de acordo com as instruções das autoridades”, lê-se na nota enviada às redações.

  • Avenida Gustavo Eiffel cortada e 31 ocorrências na cidade do Porto

    A avenida Gustavo Eiffel, na zona ribeirinha do Porto, foi hoje encerrada ao trânsito em consequência das chuvas intensas que se têm sentido na cidade e que já originaram 31 ocorrências, informou a autarquia portuense.

    “A avenida Gustavo Eiffel encontra-se encerrada ao trânsito devido à forte queda de água a partir da escarpa, consequência da precipitação que se tem feito sentir na cidade”, avisa a Câmara Municipal do Porto, numa nota publicada pelas 15h10 nas redes sociais.

    O Município acrescenta que “a situação está a ser acompanhada pela Proteção Civil e pela Polícia Municipal” e que a via reabrirá “assim que estejam concluídos os trabalhos de limpeza pelas Águas e Energias do Porto”.

    Segundo a nota, entre as 08h00 e as 15h00 de hoje, “a Proteção Civil Municipal e os Sapadores Bombeiros deram resposta a 31 ocorrências devido ao estado ao tempo, maioritariamente inundações em via pública e infiltrações em habitações”.

    “Em caso de emergência, contacte o 112 ou o Regimento de Sapadores Bombeiros do Porto, através do número 225073700”, conclui a autarquia.

  • Presidente da República considera que portugueses "foram muito disciplinados e sensatos" durante o mau tempo

    Marcelo Rebelo de Sousa lamenta a morte da mulher de 85 anos em Albufeira. “Queria manifestar à família da senhora que faleceu nestas circunstâncias dramáticas a minha solidariedade”, diz em declarações feitas em Lisboa, numa celebração do 40.º aniversário da Mesquita Central de Lisboa.

    “Sabemos como no Algarve foi muito intenso o efeito desta depressão, como foi na Grande Lisboa, mas sempre que há uma morte — já tinha havido duas — não podemos deixar de lamentar e de acompanhar o sofrimento”, declara o Presidente da República, em declarações transmitidas pela RTP.

    Marcelo Rebelo de Sousa lamenta “sobretudo” que “quem morre nestas circunstâncias seja o mais indefeso, os mais velhos, os mais pobres, quem tem menos capacidade de se proteger”.

    Questionado sobre se considera que o país está preparado para o mau tempo, numa semana em que já morreram três pessoas devido à depressão Cláudia, prefere não se pronunciar. “É matéria da Proteção Civil e uma matéria da competência do Governo, mas esta depressão, de alguma maneira, acabou por ultrapassar na sua incidência — não por ter atingido todo o território”, diz, mas por ter tido uma incidência “mais profunda e por mais tempo do que se imaginava” em alguns pontos do país.

    Ainda assim, considera que “os portugueses foram muito disciplinados, muito sensatos, quer ontem quer anteontem”. “Via-se pelo trânsito, havia um trânsito menor, porque deve ter havido muito lisboeta que ficou em casa a trabalhar”. O Presidente considera que isso poderá ter acontecido por sentiram “que podiam naturalmente complicar mais do que resolver problemas”.

    “A minha interpretação é esta, para aquilo que aconteceu, os lisboetas e os algarvios foram muito sensatos na maneira como reagiram”, diz.

  • Escola básica Rainha Santa Isabel, em Lisboa, encerrada por falta de segurança após chuvas persistentes

    Escola Básica Rainha Santa Isabel tem duas turmas de jardim de infância e cinco de primeiro ciclo. A falta de escoamento da água da chuva causou problemas elétricos e alarmes dispararam.

    Escola básica Rainha Santa Isabel, em Lisboa, encerrada por falta de segurança após chuvas persistentes

  • Nenhum dos feridos graves se encontra em perigo de vida, diz presidente da câmara de Albufeira

    Nenhum dos feridos graves que resultaram dos efeitos do tornado em Albufeira se encontra em perigo de vida, confirmou à RTP o presidente da câmara de Albufeira, Rui Cristina, que enviou condolências à família da idosa britânica que morreu no parque de campismo da cidade.

    O autarca, eleito este ano pelo Chega, confirmou que a câmara está preparada para assegurar o realojamento de quem possa necessitar. Contudo, Rui Cristina confirmou que, até agora, ainda não tinha recebido qualquer pedido de realojamento.

    Rui Cristina acrescentou ainda que este episódio chama a atenção para a necessidade de avançar com as obras do plano de drenagem da baixa de Albufeira, obras semelhantes às atualmente em curso em Lisboa. Orçamentada em cerca de 30 milhões de euros, a obra encontra-se ainda a pouco mais de 20% — e Rui Cristina espera que o Governo colabore no projeto.

  • Inundações e quedas de água em Santa Maria da Feira

    O temporal e as chuvas intensas desta madrugada provocaram inundações, quedas de árvores e cortes de estradas em Santa Maria da Feira (Aveiro), situação que está em avaliação, disse o vereador da Proteção Civil.

    Sem avançar com números específicos de ocorrências, Vítor Marques disse à Lusa que em Santa Maria da Feira “o mau tempo fez estranhos pelo concelho todo” e que há registar “danos patrimoniais a avaliar futuramente”.

    “Não há vítimas nem feridos, mas a situação esteve complicada durante a noite com a água a subir ao nível das casas, quedas de árvores e inundações. O pior período foi ente as 02:00 e as 04:00 da madrugada devido a muita chuva e granizo”, afirmou o autarca.

    O vereador acrescentou que tem equipas no terreno, nomeadamente da brigada das obras municipais e da gestão dos espaços verdes “a avaliar as necessidades imediatas das populações, a levantar as ocorrências e a cortar estradas que têm de ser cortadas”.

    “Um talude cedeu numa estrada em Sampaio de Oleiros e a estrada está cortada. Nas zonas ribeirinhas a água subiu, mas já está controlado. No centro de Santa Maria da Feira, na baixa do Rossio junto à restauração, também esteve difícil. Nenhuma medida preventiva conseguiria conter esta situação. Registamos queda de bocados de fachada, mas a maior parte em casas devolutas, queda de fachadas”, disse o autarca.

    Já nas redes sociais, o Município de Santa Maria da Feira faz várias recomendações aos residentes, numa mensagem na qual reforça que “todas as equipas estão mobilizadas para garantir a segurança de todos”.

    “Durante esta noite, o concelho foi atingido por um fenómeno extremo de chuva e queda de granizo de alta intensidade, originando várias ocorrências em diferentes zonas do território. Desde a primeira hora, o Serviço Municipal de Proteção Civil e todos os agentes de proteção civil estão no terreno a acompanhar as situações e a prestar todo o apoio necessário. As Juntas de Freguesia encontram-se igualmente em prontidão para auxiliar a população”, lê-se na publicação.

  • Inundações em freguesia de Vila do Conde causam danos em 16 casas

    Dezasseis habitações ficaram hoje inundadas na freguesia de Modivas, em Vila do Conde, distrito do Porto, devido às fortes chuvas que ocorreram durante a madrugada, estando ainda a decorrer as operações de limpeza, como constatou a Lusa no local.

    O presidente da Câmara de Vila do Conde, Vítor Costa, que acompanha os trabalhos, garantiu que “não há vítimas, apenas danos materiais” e descreveu que as operações estão a ser feitas “com todos os meios disponíveis”, envolvendo Proteção Civil, Bombeiros de Vila do Conde e vários elementos dos serviços municipais.

    “Ainda vamos na primeira casa e será uma operação que vai durar toda a tarde e, provavelmente, também pela noite dentro. São trabalhos demorados porque os danos em algumas habitações são consideráveis”, apontou.

    As casas mais afetadas foram as que estão nas imediações da ribeira da Lage, que, com o aumento do caudal provocado pela chuva, galgou as margens, derrubou muros e invadiu quintais e habitações.

    Muitas das casas ficaram com divisões totalmente submersas, e vários moradores perderam bens essenciais, especialmente um casal de idosos e um homem que vive sozinho.

    “Algumas destas famílias perderam mesmo muita coisa, mas estamos a providenciar tudo o que está ao nosso alcance para lhes garantir o maior conforto possível nesta altura”, sublinhou Vítor Costa.

    Segundo o presidente da Câmara, apesar dos estragos, “não foi necessário proceder a realojamentos, uma vez que todos os moradores têm retaguarda familiar suficiente para passar os próximos dias”.

    “Ainda assim, temos preparado um centro de acolhimento preventivo caso o mau tempo volte a agravar-se. Estamos a acompanhar a situação em permanência”, completou.

    No local, o cenário é de desilusão para os moradores, mas também de trabalhos de limpeza imediatos, com portas abertas para arejar, objetos encostados às paredes, baldes, mangueiras e vassouras para retirar a muita lama que continua a ser visível nas ruas e também dentro das casas.

    Uma viatura dos Bombeiros de Vila do Conde, equipada com uma bomba de água, está junto às habitações mais afetadas a retirar água, sobretudo das caves, as mais atingidas, enquanto elementos dos serviços municipais procedem à remoção dos muros que foram derrubados.

    Vítor Costa mostrou-se algo apreensivo com a possibilidade de um novo pico de chuvas fortes, ao final da tarde e durante a madrugada, que vai obrigar “a manter todos os meios no terreno, em prevenção, para o que possa acontecer nas próximas horas”.

    O presidente da Câmara de Vila do Conde lamentou que estes fenómenos exponham algumas fragilidades estruturais do país, que ultrapassam a capacidade dos municípios.

    “Nenhuma infraestrutura está preparada para estes fenómenos extremos, que são cada vez mais frequentes. Temos de repensar o território e as medidas de prevenção, e as questões do ordenamento têm de ser levadas muito a sério. A solução não é fácil, mas temos de agir de forma coletiva”, alertou.

    Além desta situação mais crítica na freguesia de Modivas, o presidente da Câmara de Vila do Conde deu conta de “inúmeras ocorrências em todo o concelho, desde a noite de sexta-feira, que levaram à intervenção dos bombeiros e das equipas municipais”.

  • Montenegro destaca pleno empenho e celeridade da Proteção Civil

    O primeiro-ministro, Luís Montenegro, defendeu hoje, que perante um fenómeno atmosférico extremo, em Albufeira, a Proteção Civil reagiu com “pleno empenho” e celeridade e apresentou sentidas condolências à família da vítima mortal.

    “Perante um fenómeno atmosférico extremo em Albufeira, a Proteção Civil reagiu com pleno empenho e a maior celeridade possível, como tem sido prática nesta semana muito exigente em termos climatéricos”, afirmou Luís Montenegro, numa publicação na rede social X (antigo Twiitter).

    Montenegro expressou ainda sentidas condolências à família da vítima mortal, uma cidadã britânica, e desejou rápida recuperação aos feridos.

  • Sete ilhas dos Açores sob aviso amarelo devido a chuva forte

    As ilhas dos grupos Central e Ocidental dos Açores estão sob aviso amarelo no domingo e na segunda-feira devido a precipitação por vezes forte, acompanhada de trovoada.

    Segundo um comunicado do Instituto Português do Mar e Atmosfera (IPMA), nas ilhas do Faial, Pico, São Jorge, Terceira e Graciosa, o aviso vigora das 20h00 (21h00 de Lisboa) de domingo até às 11h00 de segunda-feira.

    Nas Flores e Corvo, que constituem o grupo Ocidental, o aviso tem efeito das 11h00 de domingo até às 5h00 de segunda-feira.

    Um aviso amarelo significa “perigo potencial”, indicando uma situação meteorológica que tem a possibilidade de se tornar perigosa, mas sem riscos imediatos graves.

  • Montenegro lamenta morte de uma pessoa em Albufeira

    O primeiro-ministro, Luís Montenegro, lamentou a morte de uma pessoa em Albufeira na sequência do mau tempo.

    À margem de uma visita à Feira Nacional do Cavalo, na Golegã, Montenegro foi interpelado sobre os jornalistas sobre o caso, mas respondeu não ter ainda informações sobre o incidente.

    “Não tenho informação, estive a fazer esta visita aqui à Feira Nacional do Cavalo, mas de qualquer maneira já sei que se viveram momentos muito difíceis e que terá, inclusivamente, morrido uma pessoa, que lamento, naturalmente”, afirmou o chefe do Governo.

    “Temos toda a estrutura da Proteção Civil a acompanhar. Vou agora inteirar-me da dimensão da questão”, acrescentou.

  • IPMA confirma que fenómeno registado em Albufeira terá sido um tornado

    A meteorologista Paula Leitão, do IPMA, confirmou em declarações à CNN Portugal que o fenómeno registado esta manhã em Albufeira, que fez uma vítima mortal e mais de 20 feridos, terá mesmo sido um tornado.

    “Realmente, terá sido um tornado”, afirmou. “Nós vemos nas imagens que existem uma tromba em rotação que se aproxima, vemos também o tipo de danos, em particular as peças encravadas nas paredes. São danos típicos de tornado.”

    Paula Leitão confirmou que esta informação é “coincidente com a informação que nos vem das imagens de radar”.

    “Penso que não há dúvidas de que terá ocorrido um tornado”, acrescentou ainda. “É um fenómeno que é muito intenso, com rotação e com efeito de sucção, que faz com que as pessoas sejam aspiradas para a atmosfera. Isso faz com que os danos sejam muito graves.

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