Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a política nacional ao longo do dia de ontem, quarta-feira.

    PGR nega timings políticos nas investigações e buscas do Ministério Público

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • "É preciso respeitar o azedume e transformá-lo numa oportunidade", afirma Pedro Duarte sobre declarações de Passos Coelho

    Pedro Duarte considerou esta quinta-feira que as duras críticas de Pedro Passos Coelho podem ser um “alerta relevante” para o Executivo de Luís Montenegro. Em entrevista à SIC Notícias, o presidente da Câmara do Porto começou por recusar tentar interpretar a intenção ou o alvo das palavras do antigo primeiro-ministro, recusando fazer “psicanálise” de uma “mensagem encriptada”.

    Discordando dos “termos e do estilo” de Passos Coelho, o antigo ministro de Montenegro considerou que é preciso, ainda assim, “respeitar o azedume e transformá-lo numa oportunidade”. “O país já beneficiou de ter umas figuras que são uma espécie de nuvens negras, que têm uma visão pessimista e nos alertam e ajudam-nos a preparar para o futuro”, ponderou.

    Questionado sobre se Passos Coelho tem motivos para estar “azedo”, face à ação do Governo, respondeu de forma negativa, mas admitiu que “é razoável” que essa interpretação seja feita. “O Governo, na comunicação que tem feito, não está a expressar o ritmo de comunicação que está a imprimir [à governação]”, reconheceu. “Mas a mensagem de Passos Coelho foi apagada pela expressão que utilizou”, rematou.

    Apesar de reconhecer limitações à comunicação do Governo na sua busca por reformas — trabalho que diz estar, efetivamente, a ser feito — Pedro Duarte partilhou da análise do primeiro-ministro de que a legislatura atual se irá manter até 2029.

  • Seguro defende importância da leitura como ferramenta contra os algoritmos

    O Presidente da República defendeu hoje a importância da leitura como um dos pilares de uma sociedade democrática e informada e uma ferramenta contra a “obediência a algoritmos”.

    António José Seguro falava na sessão de inauguração da 96.ª edição da Feira do Livro de Lisboa, no Parque Eduardo VII.

    A seguir, o chefe de Estado fez uma doação de livros e, em conversa com o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, combinou regressar no dia 12 de junho, antes do desfile das marchas populares, para visitar a feira com tempo.

    “Vai ser fantástico ter o senhor Presidente pela primeira vez nas marchas”, comentou Carlos Moedas.

  • Resignados ou chocados, homens de Montenegro não percebem Passos. Mas têm uma certeza: "Está a cavar a sepultura"

    Último ataque do ex-primeiro-ministro a Montenegro ultrapassou linha que se julgava vermelha. Há quem entenda que Passos percebeu estar sem tempo. “Ele está-se nas tintas”, responde-se do outro lado.

    Resignados ou chocados, homens de Montenegro não percebem Passos. Mas têm uma certeza: “Está a cavar a sepultura”

  • Seguro pede fim da “cultura de desorganização” e do “jogo de culpas”

    O Presidente da República defendeu hoje que o país precisa de mudanças de mentalidade que promovam a confiança, método e planeamento e ponham fim à “cultura de desorganização”, com demasiado improviso, e ao “jogo de culpas” na política.

    “Importa mudar algo em nós, na nossa maneira de fazer as coisas, para mudarmos o nosso país”, declarou António José Seguro, que discursava numa iniciativa comemorativa do 10.º aniversário do jornal Eco, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

    “Confiar, focar na solução, organizar. Três mudanças”, resumiu.

  • "Cartilha" ou "corporativismo". Demissão no SIRESP expõe guerra entre militares e civis

    Antes mesmo da nomeação de Viegas Nunes, Pombeiro sugeriu que adjunta de Luís Neves estava a seguir cartilha de militares. Ministro veio dizer ter orgulho nas Forças Armadas e denuncia corporativismo.

    “Cartilha” ou “corporativismo”. Demissão no SIRESP expõe guerra entre militares e civis

  • Governo compromete-se “a ter em conta todas as preocupações” manifestadas pelos bombeiros

    O Governo comprometeu-se hoje que vai ter em conta “todas as preocupações” manifestadas pelos bombeiros ao Ministério da Administração Interna (MAI) durante os encontros realizados nos 18 distritos do país, tendo em conta “o contexto particularmente exigente”.

    “O ‘Roteiro de Proximidade com os Bombeiros’ foi das primeiras iniciativas do MAI e surgiu num contexto particularmente exigente para o sistema de proteção e socorro, marcado pelo aumento da frequência e intensidade dos fenómenos climáticos extremos e pela crescente complexidade das missões atribuídas aos bombeiros. Neste quadro, o Governo compromete-se a ter em conta todas as preocupações expressas pelos participantes destes encontros”, refere o MAI, em comunicado.

    Durante dois meses, o ministro da Administração Interna esteve em “contacto direto” com bombeiros, comandantes, dirigentes associativos e presidentes de federações distritais de bombeiros e autarcas dos 18 distritos na iniciativa denominada Roteiro de Proximidade com os Bombeiros que terminou hoje em Faro.

  • BE quer esclarecimentos de Moedas sobre nomeação de acusado no “Tutti-Frutti” para EGEAC

    O BE em Lisboa pediu hoje esclarecimentos ao presidente da Câmara sobre a nomeação de Vasco Morgado, acusado de vários crimes no âmbito da Operação “Tutti-Frutti”, como diretor de planeamento e produção de eventos da EGEAC.

    O requerimento entregue pela vereadora Carolina Serrão refere que o ex-presidente da Junta de Freguesia de Santo António Vasco Morgado (PSD), nomeado em abril para um cargo de direção na Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC), “é arguido na denominada Operação ‘Tutti-Frutti’, encontrando-se acusado pelo Ministério Público de um elevado número de crimes, incluindo crimes de corrupção passiva, factos amplamente noticiados e do conhecimento público”.

    Na reunião pública da Câmara Municipal de Lisboa (CML) de hoje, a vereadora questionou qual a posição do presidente perante esta nomeação, mas o social-democrata Carlos Moedas não respondeu..

  • Governo acusa juristas e consultores de vistos gold de terem enganado clientes

    O ministro da Presidência acusou hoje juristas e consultores de pedidos de vistos de investimento (vistos gold) de terem prometido o acesso à nacionalidade aos seus clientes.

    Falando na Comissão Parlamentar dos Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, António Leitão Amaro comentou o anúncio de um processo promovido por requerentes de Autorizações de Residência para Investimento (ARI) devido ao alargamento do prazo de acesso à nacionalidade e lamentou as falsas expectativas criadas.

    “Nós tivemos muitos casos de muitos consultores, juristas e financeiros que aconselharam erradamente e geraram falso aconselhamento aos seus clientes”, dizendo: “tens ARI, tens visto gold e tens passaporte”.

  • PTRR responde a questões do relatório da Presidência da República, diz Leitão Amaro

    O ministro da Presidência afirmou hoje que o plano Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência (PTRR) responde a muitas das dúvidas e críticas do relatório da Presidência da República sobre a resposta do Estado ao comboio de tempestades na zona centro.

    Falando na Comissão Parlamentar dos Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, António Leitão Amaro respondeu às críticas do relatório, citadas pelo deputado Rui Rocha (IL), de que a “governação da crise revelou insuficiências de coordenação” e “em vários domínios continua a depender de excesso de improviso”.

    “O diagnóstico feito pelo relatório usa linguagem própria e termos próprios, mas, genericamente, está em linha com a avaliação que o Governo tem vindo a fazer e que justificou a adoção do PTRR”, disse o ministro, que se distancia do tom do relatório da Presidência Aberta.

  • Anunciada greve de quatro dias para a próxima semana na AIMA

    O Sindicato dos Técnicos de Migração (STM) anunciou hoje uma greve na Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) na próxima semana, num momento em que circulam mensagens sobre reuniões sindicais de mediadores.

    “A greve terá lugar nos dias 1, 2, 3 e 5 de junho de 2026”, refere o pré-aviso da paralisação, a que a Lusa teve acesso e que foi enviado à direção da AIMA, ao Secretário de Estado Adjunto da Presidência e da Imigração e às associações com mediadores culturais que prestam serviço na agência.

    Em causa, segundo o STM, está a “persistência de problemas estruturais que afetam gravemente os trabalhadores e o funcionamento dos serviços”, destacando questões como a “crescente degradação das condições de trabalho e o aumento da pressão sobre os trabalhadores, sem o correspondente reforço de meios humanos e técnicos” ou a falta de uma carreira específica.

  • Greve geral: Trabalhadores dos call centers aderem ao protesto de 3 de junho

    Os trabalhadores dos call centers de Castelo Branco decidiram em plenário aderir à greve geral de 03 de junho contra o pacote laboral, anunciou hoje fonte sindical, prevendo uma forte adesão nacional num setor marcado pela instabilidade e precariedade.

    “Os trabalhadores consideram que, sendo um dos setores mais marcados pela precariedade laboral e pela ausência de instrumentos de regulamentação coletiva, seriam fortemente prejudicados pelo novo pacote laboral apresentado pelo Governo se este viesse a ser aprovado”, lê-se num comunicado divulgado pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Telecomunicações e Audiovisual (Sinttav).

    Em declarações à agência Lusa, o dirigente do Sinttav Hernâni Marinho avançou que “a preocupação que foi expressa pelos trabalhadores na reunião plenária [em Castelo Branco] foi entretanto alargada a outros trabalhadores, que também se associaram”: “Portanto, a nossa previsão é de que a adesão seja mais alargada”, disse.

  • Montenegro concorda que Europa deve "tomar iniciativa" de falar com Rússia e Ucrânia

    Luís Montenegro quis reagir no Parlamento à informação de que a Rússia estará disponível para negociar com a Europa e diz que a notícia vai ao encontro do que tem dito, assim como outros líderes europeus.

    “A Europa não pode estar eternamente dependente da intermediação de responsáveis que, com todo o empenho e mérito, têm diligenciado. Deve tomar a iniciativa de estabelecer esse diálogo com a Ucrânia e a Rússia, porque é a forma de alcançar um processo de paz”.

    Segundo informações da agência de notícias RIA, que cita declarações do Kremlin, o Presidente russo, Vladimir Putin, manifestou abertura para negociar com a Europa, escreve a Reuters.

    Este mês, Montenegro também defendeu que só poderá haver paz quando a Rússia também se sentar à mesa das negociações e que a Europa não pode ficar “longe” do processo nem “delegar” a sua missão a terceiros.

  • Montenegro não se compromete a regulamentar novo subsídio social de mobilidade

    Filipe Sousa, do JPP, diz que ontem finalmente Seguro promulgou as novas alterações ao subsídio social de mobilidade, decisão “justa”. Agora o JPP considera “urgente” a sua regulamentação para corrigir os problemas de um sistema que acumula “milhares de críticas”.

    Montenegro diz que o Governo vai “analisar” a decisão do Parlamento, da qual discorda em vários domínios, como já se sabia, e a mensagem do PR. Depois vai “interagir” com o Parlamento e as Assembleias Legislativas, aguardando o desfecho de todo o processo também nos parlamentos regionais para “criar soluções no terreno que evitem malefícios para as pessoas e a economia das regiões”.

    Não promete assim regulamentar o novo sistema. E diz que tem ouvido opiniões que dizem que a solução pode vir a trazer mais prejuízos do que benefícios, comprometendo-se a “ponderar”.

  • PM fala em "aumento significativo" do risco de incêndio por causa das tempestades

    O primeiro-ministro reconhece que fez o compromisso de integrar os animais nas operações de resgate em situações de crise, mas não sabe se e “exatamente nos termos que o PAN propõe”. “Espero que o Parlamento faça a apreciação da proposta”, diz.

    Quanto à questão dos incêndios, o primeiro-ministro reforça que há um “aumento significativo do risco em função das consequências das tempestades”. E que, por isso, tem um comando integrado de operações em Leiria, com 500 operacionais no terreno, exemplifica.

  • Sousa Real fala nos "maus cromos" do Governo e desafia PSD a mudar voto sobre proteção animal

    Inês Sousa Real, do PAN, diz que Montenegro tem “acumulado alguns cromos maus para a sua coleção” e exemplifica com a “dança de cadeiras” no executivo do SNS ou o MAI. “Estas polémicas podem marcar negativamente o que neste momento tem de ter resposta eficaz no combate aos incêndios”, diz.

    A deputada pede capacidade de resposta no terreno e também pergunta ao PM o que está a ser feito por uma “maior prevenção”.

    Ainda fala na causa animal, dizendo que a comissão de agricultura integrou os animais no plano nacional de proteção civil mas o PSD votou contra: “Não podemos ter um PM que diz estar comprometido com o bem-estar animal mas a bancada vota contra.” Desafia o PSD a juntar-se na votação final aos “que querem proteger os animais.”

  • BE diz que pacote laboral é "zombie legislativo"

    Pelo Bloco de Esquerda, Fabian Figueiredo refere a história do coelho que por ser “vaidoso” acabou por perder a corrida. E diz que também Montenegro tem “problemas com a realidade”, pintando um retrato contrário ao que os portugueses sentem na Saúde ou na Habitação, assim como o que é feito no relatório de António José Seguro sobre a resposta às tempestades.

    “Quem tem razão? É o primeiro-ministro ou o Presidente, que dá voz a tantos cidadãos a passar dificuldades?”. Diz ainda que os portugueses não percebem porque é que o Governo insiste num pacote laboral — um “zombie legislativo” — que “puxa os salários para baixo” ou em não tomar medidas para o custo de vida.

    Pede que deixe o pacote laboral cair e que tome medidas sobre o custo de vida.

    Montenegro diz que não é dos que gastam a energia toda nos primeiros 100 metros de uma corrida de fundo, pelo que neste cenário será “a lebre”. Vai “calibrar bem” no tempo e na dimensão as medidas que adotar.

    “Nós sentimos as dificuldades das pessoas”, mas a ideia é não levar o país a uma situação onde seja preciso “pedir sacrifícios” para pagar medidas imediatas.

  • Montenegro diz que sem reforma laboral país ficará "impávido e sereno a assistir a taxas de crescimento comprimidas"

    Montenegro responde, sem surpresa, a Núncio dizendo que “sim, está” a aumentar os rendimentos das famílias. Diz também que quando se governa o país a pensar no rendimento global e médio consegue-se fazer refletir esse aumento na circunstância particular de cada um”.

    Núncio faz mais uma pergunta, agora sobre a reforma laboral para apontar, desta vez, ao Livre e a referência ao Papa. “Se querem ouvir o Papa é a sério e sobre tudo, sobre valores, a família, a vida. Caso contrário é mero oportunismo”. Sobre a reforma diz que se o Parlamento não a aprovar “deixa o país estagnado” e pergunta ao PM que consequências teria essa rejeição.

    Montenegro responde que “a reforma tem o objetivo de garantir mais condições de competitividade à economia”. Se não for feita o país vai ficar “impávido e sereno a assistir a taxas de crescimento económico que estão comprimidas e muito dificilmente ultrapassarão os 2%”.

    “Não há nenhuma compressão de direitos dos trabalhadores”, garante ainda sobre a reforma do Governo.

  • Núncio acusa PS de "descaramento e falta de vergonha na cara" sobre carga fiscal

    Paulo Núncio, do CDS, intervém para se dirigir a José Luís Carneiro para atirar à carga fiscal durante os governos PS, que diz ter sido elevada, quando agora o PS se queixa disso mesmo: “É preciso ter descaramento, falta de noção e de vergonha na cara.”

    Recusa que o Governo tenha “insensibilidade social”, “nada de mais errado a queda da taxa de pobreza em todas as faixas etárias. “É o resultado de uma política social que honra um governo composto por social-democratas e democratas-cristãos”. E pergunta ao primeiro-ministro se o Governo está ou não a aumentar o rendimento das famílias portuguesas.

  • Raimundo cita Passos para criticar ritmo do Governo, Montenegro responde: "Somos corredores com endurance"

    Paulo Raimundo, do PCP, fala da falta de profissionais na Saúde e na Educação, das crianças em situação de pobreza ou na dificuldade de acesso à Habitação, assim como os apoios que tardam em chegar nas tempestades.

    “Vai ao baú e saca a sua frase enigmática: o país está melhor. Sei que tende a ver o país através dos olhos das famílias Azevedo, Soares dos Santos e Amorim. Mas não se apercebe que a afirmação é ofensiva para todos aqueles que enfrentam um aumento brutal do custo de vida?”, atira.

    “Quem está atento é quem tem de ir ao supermercado todos os dias, atento aos preços que não param de subir”.

    Montenegro diz que Raimundo faz um bom diagnóstico, mas que o Governo está a implementar soluções e que o Governo governa para todas as famílias, “incluindo a Raimundo”. Por isso fala dos aumentos de rendimentos, que superaram os da UE em 2024 e 2025, além de ter descido quatro vezes o IRS e de ter implementado o novo IRS Jovem e várias isenções para jovens. Também fala dos aumentos do Complemento Solidário para Idosos e da comparticipação de medicamentos.

    “As famílias estão todas a usufruir, sobretudo aquelas com mais dificuldades. Porque a família Azevedo e Soares dos Santos não preenchem alguns dos requisitos”.

    Reconhece que há muita gente a viver no limiar da pobreza e que é preciso ter “respeito” por isso, mas a pobreza está a diminuir e a “família Raimundo” também devia cumprimentar o Governo por isso, diz.

    Raimundo diz que Montenegro foi muito inteligente, mas frisa que a sua família não tem benefícios nem isenções fiscais, tal como a maioria das famílias. Ironiza com o “ritmo” do Governo (expressão usada por Passos Coelho) para dizer que tem ritmo a atacar os direitos dos trabalhadores ou a desmantelar o SNS.

    Quanto ao pacote laboral, diz que tem em conta os interesses dos 1% mais ricos, nos que “precarizam”. “Generaliza a precariedade para todos, está resolvido. Esses 1% estão de acordo porque são os que querem despedir sem justa causa, não são os que são despedidos”.

    Perante a “generalizada rejeição” do pacote, diz, Montenegro multiplica-se em argumentos, mas a “cambalhota” de partidos como o Chega não chegará para contrariar a rejeição dos trabalhadores. Pergunta se o Governo vai recuar relativamente a um pacote do século XIX ou vai querer avançar para o século XXII.

    Montenegro diz que o Governo é “preso por ter cão e por não ter”: “Há os que dizem que dizem que temos um ritmo demasiado lento ou demasiado rápido, mas somos corredores com endurance. Para chegar à meta não se pode sprintar nos primeiros tempos nem ir demasiado devagar”.

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