Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Fica por aqui a cobertura da atualidade política nacional deste domingo.

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  • MAI admite estar "disponível" para ajudar com incêndios em Espanha

    Recordando o incêndio que foi este domingo dominado em Almeria, Luís Neves revela que conversou com o seu homólogo espanhol para disponibilizar a ajuda de Portugal no combate e recuperação do incêndio, confessando que não houve qualquer pedido nesse sentido até ao momento. “Se vier algum pedido, veremos e estaremos disponíveis”, assegura o ministro da Administração Interna.

    “O que aconteceu em Espanha, infelizmente, foi o que nos aconteceu em 2017”, recorda Luís Neves, sublinhando que é necessário cumprir “sempre” os conselhos das autoridades em situações de incêndio.

  • Luís Neves não nega investigação a empreiteiro por falsificação de documentos, mas garante que João Carvalho "nunca foi acusado"

    Questionado sobre uma suposta investigação por suspeitas de falsificação de documentos e insolvência dolosa que visou o empreiteiro João Carvalho em 2017, Luís Neves admite não ter a capacidade de “confirmar” este facto, mas garante que “nunca foi acusado”.

    O ministro da Administração Interna reforça que a empresa e o empresário foram alvos de um “screening” do gabinete de segurança da PJ, que “vê e vai a todo o lado”, e que nada foi detetado. “Nunca ninguém colocou nenhuma questão”, continua.

    Luís Neves reforça que confia no empreiteiro e que o trabalho adjudicado começou com um pedido de “opinião de amigo”. “Sou amigo dele e continuarei a ser amigo dele”, acrescenta.

  • Luís Neves: “Tinha confiança para não exigir contrato”

    Eram para ser apenas três paredes e uma casa de banho, mas as obras acabaram por se ampliar para incluir “um pequeno alpendre”, um tanque e “uma parte em que os carros estacionam”. Luís Neves admite que as obras naquele imóvel em Odemira continuam a decorrer e confessa que não há um contrato associado a este serviço.

    “Tinha confiança para não exigir contrato”, afirma Luís Neves. O ministro explica que foram pagos os valores pelos materiais utilizados para a construção, e que só no final dos trabalhos “é que se vê quanto é que se gastou”.

    Questionado sobre o facto de não ter disponibilizado as faturas associadas a este trabalho à comunicação social, Luís Neves justifica que teve “um diminuto tempo para responder” e que não é responsável por este assunto, porém considera que a faturação disponibilizada no portal e-Fatura é um “comprovativo suficiente”. “Mas alguém vai passar uma fatura que não está paga?”, exclama Luís Neves.

    Para o governante, o facto de se tratar de uma obra “simples” justifica o facto de não ter exigido a assinatura de um contrato. “As pessoas pagam os materiais e, no fim, pagam os custos de mão de obra”, acrescenta Luís Neves, que revela “estar a olhar para cerca de 20 a 25 mil euros” de custos associados a estas obras.

  • MAI sobre polémica do empreiteiro: "Hoje faria de maneira diferente, mas está tudo muito limpinho"

    Luís Neves tem estado sob o holofote mediático após o jornal Nascer do Sol ter revelado que o ministro da Administração Interna contratou a título pessoal um empreiteiro que realizou várias obras ao serviço da Polícia Judiciária, quando Neves era diretor nacional da PJ.

    Em declarações ao NOW, o ministro da Administração Interna garante que só conheceu pessoalmente o empreiteiro em 2023, após já terem sido adjudicados “70% dos contratos”, que correspondem ao “grosso dos rendimentos” da empresa que assinou com a PJ. “Nunca conheci este empresário, não sabia quem era a pessoa”, reforça Luís Neves, sublinhando que tal como ganhou contratos, também perdeu outros, sempre através de concursos públicos.

    Luís Neves admite ter adquirido um imóvel em Odemira, em 2024, e que, “por razões pessoais dele”, o convidou a visitar o espaço e pediu algumas sugestões sobre obras a realizar no terreno. “Se fosse seu, o que é que fazia?”, recordou o MAI. Diz que o trabalho que acabou por adjudicar era “uma coisa simples” que o empreiteiro se comprometeu a realizar “aos fins de semana”.

    “Hoje faria de maneira diferente”, confessou o governante, que tornou a reforçar que o grosso das obras “foi feito antes de se conhecerem” e que “está tudo muito limpinho”.

  • Luís Neves rejeita ter ameaçado André Ventura em debate quinzenal e acusa Chega de "truncar imagens"

    Luís Neves comenta agora as polémicas recentes que o envolvem no canal NOW. O ministro da Administração Interna, em reação à publicação feita hoje pelo Chega em que o acusam de ameaçar André Ventura “de forma grave e direta” durante o último debate quinzenal, rejeita “completamente” a atitude que lhe é imputada e acusa, por sua vez, o partido de “truncar imagens”.

    O ex-diretor nacional da PJ esclarece que não disse “vais pagá-las todas, vais ver, vais engoli-las todas”, como evidenciado pelo Chega, mas sim “têm zero, vocês vão ver”, remetendo à audição parlamentar em que foi discutida a polémica em torno do SIRESP. Acrescenta que considera “muito estranho” que o comunicado seja feito agora, “quase um mês depois”.

    “Nunca ameacei ninguém, não é a minha maneira de ser”, sublinha Luís Neves.

  • PSD mostra preocupação por "agora o Livre ditar a agenda do PS". Socialistas rejeitam condicionamento

    No fim do Congresso do Livre, os convidados dos restantes partidos com representação parlamentar, entre os quais não está o Chega, reagiram ao encerramento da reunião magna em Sintra.

    Inês Palma Ramalho, vice-presidente do PSD, mostrou “preocupação” com o repto lançado pelo Livre ao PS de não aprovar o Orçamento do Estado se o Chega entrar na revisão constitucional. “Parece que a Isabel Mendes Lopes agora dita a agenda do Partido Socialista”, disse aos jornalistas.

    Em reação a estas palavras, a antiga ministra do Trabalho Ana Mendes Godinho disse que “não há nenhum condicionamento” do PS e que este Congresso confirma uma “mobilização das forças progressistas”.

    Questionada sobre se o PS aceita o repto do Livre, a socialista sublinhou que o mais importante é a defesa dos direitos dos portugueses. “Não nos podemos desviar do presente, de dar resposta aos problemas reais, com questões de futuro.”

  • Congresso do Livre termina a cantar "Grândola, Vila Morena"

    Termina agora o XVII Congresso do Livre com o hino do 25 de Abril, com os congressistas de braço dado a cantar “Grândola, Vila Morena”. Ao contrário da maioria dos partidos, o Livre não encerra os trabalhos com o hino nacional português.

  • Jorge Pinto acusa Ventura de ser um "traidor dos portugueses" e defende o "patriotismo de esquerda"

    Jorge Pinto termina com uma mensagem sobre política internacional. O novo co-porta-voz do Livre critica Donald Trump, por desrespeitar a lei internacional e se guiar pela “lei do mais forte”, assinalando a instabilidade que o novo fecho do Estreito de Ormuz voltará a trazer ao mundo.

    “Não é o maluquinho de serviço, tem muitos aliados pelo mundo fora. Também tem aliados aqui em Portugal. Aqueles que se dizem nacionalistas, defensores do país e dos portugueses são na verdade os traidores dos portugueses. Aqueles como André Ventura que foram ao beija-mão a Donald Trump e ficaram de fora são traidores dos portugueses diariamente”, acusou Jorge Pinto.

    O Livre vai mostrar que também há espaço para patriotas do seu lado do xadrez político. “Há um patriotismo de esquerda, europeísta e ecologista, que é o nosso e vai garantir uma vida plena.”

    Por fim, fala sobre a guerra em Gaza que descreve como um “genocídio em direto” e pede a responsabilização do Governo israelita. “Queremos Netanyahu sentado no banco dos réus a pagar pelos seus crimes e por todo o sangue que tem nas mãos.” Nesse sentido, lança outras medidas “simples e concretas” para responder à ofensiva israelita: “suspender já o acordo de cooperação entre a UE e Israel” e “considerar o ministro Ben-Gvir como persona non grata em Portugal”.

  • Jorge Pinto defende que a regionalização é "a grande reforma estrutural que o país precisa"

    Jorge Pinto continua a intervenção prometendo propor um “programa cooperativo para apoiar casas que apostem em dar autonomia e serviços” à população idosa. Para a área da Saúde, o deputado acredita que há margem para que o SNS seja o “melhor dos serviços de saúde pública, a nível mundial”.

    Jorge Pinto afirma que o Livre quer “de uma vez por todas, erradicar a pobreza no nosso país”. Para tal, o deputado defende uma “transformação profunda da nossa economia” para trazer prosperidade ao país, que passaria por uma economia baseada em “mais ciência e maior valor acrescentado”.

    Jorge Pinto defende um “novo fôlego de reindustrialização, mas uma reindustrialização verde” e afirma que “Portugal tem condições únicas para liderar a transição ecológica a nível europeu”.

    O deputado do Livre afirma que esta visão de país poderá ser mais facilmente aplicada com “a grande reforma estrutural que Portugal precisa”, a regionalizção.”Já passaram 50 anos da aprovação da Constituição. Já está na hora de cumpririmos esta medida lá inscrita”, afirma.

  • Jorge Pinto admite "imensa responsabilidade" de ser o sucessor de Rui Tavares

    Jorge Pinto toma agora a palavra, pela primeira vez, como co-porta-vez do Livre, que admite a “imensa responsabilidade” que é ser o sucessor de Rui Tavares no cargo.

    O deputado avança que o Livre vai apresentar no Parlamento “um grande pacote para dar uma vida plena” aos portugueses, em que há medidas para uma “rede pública de creches”, por exemplo. Sobre a escola pública, Jorge Pinto diz que esta tem sido “tão mal tratada por um tão mau ministro da Educação”.

    O antigo candidato a Presidente da República afirma que não acredita na “falácia” da meritocratica, recuperando a medida do Livre para as últimas legislativas que passa por fazer um depósito de cinco mil euros públicos para cada criança nascida em Portugal poder utilizar na maioridade.

  • Mendes Lopes agradece a Rui Tavares: "Foi uma honra e muito divertido"

    Isabel Mendes Lopes deixa uma palavra a Rui Tavares que deixa a liderança bicéfala do partido. “Foi uma honra e muito divertido partilharmos a responsabilidade de sermos porta-vozes”, afirma. “Este partido é feito do trabalho de equipa que se faz em conjunto e lado a lado.”

  • Mendes Lopes: "Do Congresso do PSD saíram alhos e bugalhos com a mesma arrogância"

    Isabel Mendes Lopes lamenta que o PSD não tenha aprendido com a mudança de posição do Chega, à última da hora, na negociação do pacote laboral. “O que saiu do congresso do PSD foram alhos e bugalhos com a mesma arrogância e prepotência”, atirou numa referência ao novo porta-voz da direção do PSD.

    Critica novamente a ministra do Trabalho, por ter dito que a legislação laboral está “desequilibrada” a favor dos trabalhadores. “Este Governo é forte com os fracos e fraco com os fortes”, acusa. Nesse sentido, Mendes Lopes defende “aumentar a taxação onde é preciso aumentar e diminuir a taxação sobre o trabalho”.

    A deputada critica as reformas deste Governo que acusa de serem realmente “desmantelamentos dos serviços públicos” e afirma que o partido vai querer ouvir o ministro Fernando Alexandre no Parlamento devido ao “caos” nos exames nacionais.

  • Livre pede ao PS que use os seus votos para parar "ataque" à Constituição

    Isabel Mendes Lopes afirma que face à “aliança entre a direita e extrema-direita” o Livre responderá para que o país não dê “nem um passo atrás”.

    A líder parlamentar do Livre alerta que há um “fantasma” da revogação da Lei do IVG que “paira de forma muito concreta” sobre o país. Voltando-se para os direitos laborais, acusa a ministra do Trabalho de ter como alvo” as mulheres que amamentam.

    Mendes Lopes recorda que o Livre foi o primeiro a avisar na campanha eleitoral das legislativas que um “ataque” seria feito à Constituição caso houvesse uma maioria constitucional de direita. “A campanha para revisão constitucional está aí”, assinala. Mendes Lopes acusa igualmente o Presidente da Assembleia de “violar” os processos previstos para a revisão.

    Depois, deixa um apelo aos socialistas. “O PS tem os votos para conseguir negociar com o PSD”, constata. E pede aos socialistas que digam claramente ao Governo: “Não contem connosco para mais nada, inclusive Orçamentos de Estado”.

  • Isabel Mendes Lopes agradece "reforço da confiança" na liderança do Livre

    É a vez de Jorge Pinto e Isabel Mendes Lopes tomarem o palco do Congresso do Livre para o seu discurso de encerramento.

    Isabel Mendes Lopes argumenta que este Congresso provou que existe “um Livre aberto e plural onde as opiniões contam”. A líder parlamentar agradeceu o “reforço da confiança” na Lista A, que aumentou a representação no órgão dirigente do Livre.

    Mendes Lopes critica o PSD por se ter tornado numa “direita polarizadora e extremista” e o Governo que está mais preocupado em “atacar a imigração” ou “despir burcas” do que em governar o país. Lembra também a medida para não permitir hastear bandeiras ditas ideológicas em edifícios públicos. “A história das bandeiras não é mais do que um ataque visceral à bandeira arco-íris.”

  • "Há momentos em que os partidos em ascensão correm um perigo narciso"

    Rodrigo Brito, eleito para o Grupo de Contacto pela Lista S, segue-se nos discursos de encerramento do Congresso.

    Também deixa um aviso à Lista A no seu discurso, apesar de elogiar o trabalho do grupo parlamentar. “Há momentos em que os partidos em ascensão correm um perigo narciso de se encantarem com a sua própria imagem.”

    Rodrigo Brito admite que o Livre teve “campanhas bem conseguidas”, mas também “momentos de estratégia pouco consequente ou hesitente” e “decisões estratégicas tomadas fora dos órgãos competentes”.

    Este congresso deu sinais políticos que “dão razão” às reivindicações da Lista S, argumenta — nomeadamente, “problemas da economia e concretos da vida das pessoas”. Rodrigo Brito termina apelando à união: “Temos de estar todos cá e ter órgãos inteiros.”

  • Oposição avisa vencedores do Congresso: "Maioria absoluta traz poder absoluto. É perigoso, todos nós sabemos"

    Tiago Mota, eleito para a direção do Livre pela Lista V, afirma que os vencedores do Congresso que “uma maioria absoluta traz poder absoluto também”. E avisa: “É perigoso, todos nós sabemos”.

    De seguida, Tiago Mota afirma a sua confiança nos membros eleitos pela Lista A para representarem o partido. “Quando exigimos escrutínio, é porque nos preocupamos com a democracia”, afirma.

    “O Livre é o único partido da política portuguesa verdadeiramente plural, com um grande esforço por transparência. Nós queremos que se juntem a nós”, termina.

  • Linha maioritária do Livre aumenta número de eleitos na direção do partido

    A Lista A melhorou o resultado na eleição para o Grupo de Contacto que tinha tido no último Congresso do Livre, em 2024.

    Com a votação deste domingo, a Lista A passa de 10 a 11 eleitos na direção executiva do Livre. A votação em 2024 tinha sido de 61% e agora foi de 67%.

  • Lista de Jorge Pinto e Mendes Lopes vence eleições para direção do Livre com 67,9%

    A Lista A, encabeçada por Jorge Pinto, Isabel Mendes Lopes e Rui Tavares, venceu as eleições para o Grupo de Contacto do Livre com 432 votos (67,9%). A Lista V teve 60 votos (9,4%) e a Lista S teve 132 votos (20,8%). Houve ainda 12 abstenções.

    Desta forma, a distribuição dos 15 lugares de membro do Grupo de Contacto é a seguinte: Lista A — 11 membros; Lista S — 3 membros; e Lista V — 1 membro.

  • Deputada Filipa Pinto é a candidata mais votada para órgão deliberativo do Livre

    São agora anunciados os resultados da eleição para a Assembleia do Livre, o órgão deliberativo do partido entre congressos. Os membros do Livre candidatam-se unipessoalmente a este órgão, que é composto por 50 aderentes.

    A candidata mais votada foi a deputada Filipa Pinto com 348 votos. Depois, ficaram a deputada Patrícia Gonçalves com 341 e Safaa Dib com 308.

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