Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia.

    Encerramos aqui este liveblog. Continue a acompanhar todos os desenvolvimentos geopolíticos internacionais, ao longo deste domingo, através desta nova ligação.

    Obrigada por estar aí. Até já.

  • Israel realiza nova ronda de ataques no Sul do Líbano

    O exército israelita levou a cabo uma nova ronda de ataques aéreos no Sul do Líbano, depois de um ataque que matou 11 pessoas numa primeira ofensiva. Foram registadas explosões nas cidades de Bint Jbeil e Taybeh, Sarbin, Barashit, al-Mansouri e Wadi Zibqin, segundo a Al Jazeera.

  • Irão lamenta "silêncio" da ONU após ataques israelitas no Líbano

    O Irão condenou os ataques israelitas deste sábado que mataram 11 pessoas, incluindo crianças, no Líbano.

    O porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmaeil Baghaei, afirmou que “lamenta” o “silêncio contínuo da comunidade internacional e a inação do Conselho de Segurança das Nações Unidas perante as violações flagrantes do direito internacional e dos direitos humanos”.

    Baghaei acrescentou que o Irão se solidariza com o Líbano, “nos seus esforços para defender a soberania nacional, a independência e a dignidade do país”, noticia a Al Jazeera.

  • Egito poderá aderir à aliança militar entre Turquia, Arábia Saudita e Paquistão

    O Presidente turco anunciou que o Egito poderá aderir ao pacto de defesa alcançado recentemente entre a Turquia, a Arábia Saudita e o Paquistão. “Este acordo enviou uma mensagem importante ao mundo”, afirmou Recep Tayyip Erdoğan em entrevista à Al Jazeera.

    Este acordo de defesa, assinado entre os três países e conhecido como Pacto de Meca, compromete os signatários a tomarem medidas conjuntas caso algum deles seja alvo de um ataque externo.

  • Teerão diz ter acordado com Omã rota segura de navegação por Ormuz

    O Irão anunciou hoje ter acordado com Omã uma rota de navegação segura através do Estreito de Ormuz, mas acrescentou haver ainda algumas questões pendentes para finalizar o acordo e emitir uma declaração conjunta.

    “As conversações registaram avanços positivos nas últimas três semanas e foi alcançado um acordo sobre o mapa da rota de navegação”, declarou o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Ismail Baghaei, em entrevista à agência de notícias iraniana especializada em assuntos de defesa Defa Press.

    Baghaei não forneceu pormenores sobre a rota acordada, indicando que prosseguem os contactos entre os dois países para encerrar questões pendentes, incluindo a declaração conjunta que as partes deverão emitir, e assegurou que será feito um anúncio assim que o processo estiver concluído.

    O porta-voz iraniano sublinhou também que o entendimento entre Teerão e Mascate é um acordo independente entre os dois países, destinado a garantir a passagem segura dos navios pelo Estreito de Ormuz, e acrescentou que as negociações progrediram apesar das “obstruções” dos Estados Unidos.

    Reiterou, contudo, que a plena normalização da circulação comercial pelo Estreito dependerá, entre outros fatores, do fim das “ações ilegais, ingerências, ameaças e bloqueio marítimo” norte-americanos, bem como da reparação das violações dos compromissos estabelecidos no memorando de entendimento alcançado entre Teerão e Washington em junho.

  • Sai Lincoln, entra Bush. EUA mobilizam novo porta-aviões para o Médio Oriente

    Os Estados Unidos da América mobilizaram o porta-aviões George HW Bush para o Médio Oriente, após se tornarem públicas preocupações relativamente às condições dos marinheiros a bordo do porta-aviões Abraham Lincoln, que estava destacado na região.

    O Comando Central norte-americano publicou imagens na rede social X que mostram aeronaves a descolar do George HW Bush, afirmando que o porta-aviões está atualmente a navegar no Mar Arábico “a apoiar a segurança no Médio Oriente”.

    Donald Trump confirmou na sexta-feira que o porta-aviões Abraham Lincoln estava a ser substituído. “Esse navio está a partir neste momento, ou irá partir muito em breve, e está a ser substituído por outro navio muito semelhante”, afirmou. O Lincoln está destacado há mais de 250 dias, sem ter feito qualquer escala nos últimos 200 dias, segundo noticia a Al Jazeera.

  • Número de mortos em ataques israelitas no Líbano sobe para 11

    O número de mortos nos ataques israelitas feitos em território libanês este sábado subiu para 11.

    Um primeiro ataque à cidade de Ansar, no sul do país, matou sete pessoas (incluindo duas mulheres e três crianças), de acordo com o primeiro-ministro do Líbano.

    Horas depois, um novo ataque à cidade de Deir al-Zahrani matou mais quatro pessoas.

  • Gabinete de Netanyahu acusa Hezbollah de violar cessar-fogo e de usar civis como "escudos humanos"

    O gabinete do primeiro-ministro israelita acusou o Hezbollah de ter quebrado o cessar-fogo no Líbano, na sequência de um ataque na zona de segurança fronteiriça que provocou ferimentos graves a três soldados do exército de Israel.

    Em resposta, as IDF asseguram ter visado o centro de comando do grupo libanês que ordenou a ofensiva, garantindo ter sido essa a ação que desencadeou a retaliação israelita.

    O Executivo de Benjamin Netanyahu sustenta que apenas após o bombardeamento soube que o Hezbollah tinha colocado “deliberadamente civis naquele complexo militar”, acusando a milícia de recorrer à população como “escudos humanos” com o objetivo de imputar falsamente a Israel ataques intencionais contra civis.

    Do lado libanês, o Presidente já havia rejeitado os argumentos militares de Telavive, sublinhando que as sete vítimas mortais registadas anteriormente em Ansar — entre as quais mulheres e crianças — não eram “infraestrutura militar” nem alvos legítimos de guerra.

  • Cisjordânia. Qatar condena escalada de ataques de colonos israelitas e acusa Governo de cumplicidade

    A comunidade internacional tem de tomar “medidas urgentes” para travar a violência contra civis na Cisjordânia ocupada. O apelo é do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Qatar, que acusou o executivo israelita de incentivar e proteger diretamente os colonos na prática de “crimes flagrantes”.

    Numa declaração no X, a diplomacia do Qatar condena veementemente a escalada de ataques no território palestiniano, sublinhando que o recurso à violência sistemática representa uma clara violação do direito internacional.

    Segundo Doha, estas investidas refletem uma abordagem calculada por parte de Telavive para capacitar e apoiar as agressões dos colonos “sob a proteção do exército israelita e dos aparelhos de segurança”.

  • Rússia avisa para "graves prejuízos" nas relações com Turquia e EUA e exige explicações sobre envio de "arsenal substancial" para Kiev

    As relações de Moscovo com Washington e Ancara sofrerão “graves prejuízos” se for concretizado o envio para Kiev de armamento dos Estados Unidos guardado em território turco.

    O alerta foi deixado este sábado no Telegram por Maria Zakharova, porta-voz da diplomacia russa, na sequência de notícias que apontam para a cedência de um “arsenal substancial” de armas e munições à Ucrânia — um cenário que levou a Rússia a exigir esclarecimentos formais aos dois países.

    Questionando “quem tomou a iniciativa da reexportação”, a diplomata russa acusou a Turquia de contradição diplomática: “As tentativas de utilizar uma retórica pacifista e, paralelamente, fornecer armas (…) minam inevitavelmente a confiança mútua, sobretudo após as garantias de que evitariam fornecimentos letais a Kiev”.

  • Novo balanço das autoridades locais em Gaza: pelo menos dois mortos e 14 feridos por ataques israelitas nas últimas 48 horas

    Pelo menos dois palestinianos morreram e 14 ficaram feridos em novos ataques israelitas na Faixa de Gaza ao longo das últimas 48 horas, informou o Ministério da Saúde do território, num comunicado divulgado no Telegram.

    Segundo as autoridades de saúde locais, pelo menos 1.262 pessoas foram mortas e 4.168 ficaram feridas em Gaza desde a entrada em vigor do cessar-fogo mediado pelos EUA, em outubro do ano passado.

  • Novo ataque israelita no sul do Líbano faz dois mortos e nove feridos. Primeiro-ministro libanês nega alvos militares

    Pelo menos duas pessoas morreram e nove ficaram feridas num novo ataque de Israel contra a aldeia de Deir ez-Zahrani, no sul do Líbano, informou o Ministério da Saúde libanês, citado pela Al Jazeera.

    O primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, condenou os sucessivos bombardeamentos na região, classificando a situação como de “extrema gravidade”.

    Salam denunciou a intensidade dos ataques aéreos e de artilharia, acusando as forças israelitas de intimidação da população civil.

    O governante rejeitou ainda os argumentos militares de Telavive, sublinhando que as sete vítimas mortais registadas anteriormente em Ansar, incluindo mulheres e crianças, não eram “infraestrutura militar” nem alvos legítimos de guerra.

    “Os sete mártires do ataque aéreo israelita à aldeia de Ansar não constituem ‘infraestruturas militares’, nem as crianças e as mulheres mortas nesse ataque são alvos militares”, afirmou.

  • Ucrânia reivindica ataques profundos na Rússia a centenas de quilómetros da fronteira, incluindo a instalação petrolífera em Ust-Luga

    A Ucrânia anunciou “resultados significativos” numa série de ataques de longo alcance contra alvos estratégicos em território russo, incluindo instalações espaciais, bases aéreas e complexos petrolíferos.

    Na rede social X, Volodymyr Zelensky refere que as incursões ucranianas atingiram também a base aérea de Savasleyka, a cerca de 700 quilómetros do território ucraniano, conhecida por albergar os aviões que disparam mísseis contra cidades ucranianas.

    O líder ucraniano confirmou ainda a destruição numa instalação petrolífera em Ust-Luga, a mais de 800 quilómetros da fronteira.

  • Irão cita Dostoiévski para criticar a política externa dos EUA

    O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão recorreu à literatura clássica para criticar aquilo que classificou como a profunda dependência de “mentiras” na governação e na política externa dos EUA em relação a Teerão e ao Médio Oriente. Na rede social X, evocou Os Irmãos Karamázov, obra-prima de Fiódor Dostoiévski.

    “O homem que mente a si próprio e dá ouvidos à sua própria mentira chega a um ponto em que já não consegue distinguir a verdade dentro de si nem à sua volta, perdendo assim todo o respeito por si próprio e pelos outros”, escreveu Esmaeil Baqaei.

  • Ataque russo a prédio residencial deixa bebé de três meses morto e 11 feridos na Ucrânia

    Um bebé de três meses morreu e outras 11 pessoas ficaram feridas após um ataque russo com drones atingir um edifício residencial durante a noite, na Ucrânia.

    Entre os feridos, sete encontram-se em estado grave, incluindo duas crianças de cinco e 12 anos. As informações foram divulgadas por Oleksandr Ganzha, governador da região de Dnipropetrovsk, no

    Ataque russo a prédio residencial na Ucrânia Governador da região de Dnipropetrovsk / Telegram

  • Rússia diz ter abatido quase 600 drones ucranianos em várias regiões

    O Ministério da Defesa da Rússia informou no Telegram que os sistemas de defesa antiaérea abateram 598 drones ucranianos, durante a noite, em diversas regiões, incluindo Moscovo, Crimeia e sobre as águas dos mares de Azov e Negro.

  • Navio de carga atingido por "projétil não identificado" no Estreito de Ormuz

    Após os alertas emitidos no dia anterior, a agência de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO) voltou a relatar um “incidente” no Estreito de Ormuz.

    “A UKMTO recebeu um relatório confirmado de que um navio graneleiro foi atingido no casco por um projétil não identificado”, informou a agência, acrescentando que a tripulação está em segurança e não há registo de danos graves (incluindo ambientais).

  • Ataques aéreos de Israel no sul do Líbano deixam pelo menos sete mortos. IDF afirmam ter respondido a "ação" do Hezbollah

    Israel lançou uma série de ataques no sul do Líbano neste sábado, segundo a agência estatal libanesa NNA. A CNN Internacional fala no “dia mais letal” desde o cessar-fogo firmado há dois meses.

    Na cidade de Ansar, um ataque aéreo destruiu uma casa, deixando sete mortos e três feridos, de acordo com a agência libanesa. Os bombardeamentos atingiram também Nabatieh al-Fawqa e áreas vizinhas.

    O exército israelita confirmou a realização de uma “ação”, assegurando ter atingido infraestruturas do Hezbollah em resposta a uma investida contra soldados das IDF na região. “Continuaremos a operar para eliminar as ameaças”, refere o exército em comunicado.

  • Ucrânia abate 124 de mais de 150 drones lançados pela Rússia durante a noite

    Durante a madrugada, o exército russo atacou a Ucrânia com mais de 150 drones a partir de várias direções, informou a Força Aérea ucraniana no Telegram.

    De acordo com dados preliminares, os sistemas de defesa antiaérea conseguiram abater 124 dos alvos.

  • Seul propõe diálogo com Pyongyang para terminar formalmente Guerra da Coreia

    O Presidente sul-coreano, Lee Jae-myung, defendeu hoje a retoma do diálogo com Pyongyang para pôr formalmente fim à Guerra da Coreia, que tecnicamente desde 1953 devido à ausência de um tratado de paz.

    Lee, que já tinha aberto as portas a negociações incondicionais sobre o programa nuclear da Coreia do Norte, fez a nova oferta no 81º aniversário da fim da ocupação japonesa da península (1910-1945).

    A Guerra da Coreia (1950-1953), desencadeada por um ataque do Norte, terminou apenas com um armistício, que continua em vigor.

    “Deixemos de lado as nossas intenções de nos ameaçarmos mutuamente e iniciemos discussões para pôr fim a esta longa guerra, enquanto partes diretamente envolvidas”, exortou Lee, num discurso.

    “Desta forma, será também possível discutir medidas eficazes para travar o desenvolvimento nuclear da Coreia do Norte”, acrescentou o Presidente.

    A Coreia do Norte tem rejeitado consistentemente as propostas de Lee Jae-myung.

    Ainda esta semana, Pyongyang denunciou os exercícios militares conjuntos entre Seul e Washington, agendados para arrancar na próxima semana, e ameaçou elevar as medidas de dissuasão a um “novo patamar”.

    A Coreia do Sul e Estados Unidos anunciaram os habituais exercícios militares anuais de grande escala, visando reforçar a prontidão contra ameaças norte-coreanas.

    Espera-se que o novo exercício (Escudo da Liberdade Ulchi) provoque, à semelhança de anteriores, uma resposta irada da Coreia do Norte, que os considera uma preparação de invasão do seu território.

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