Momentos-chave
- Proteção Civil registou 145 ocorrências até às 18 horas, muito menos do que ontem
- Chega defende prolongamento da situação de calamidade e da isenção de portagens
- Rio Tejo continua a baixar e começa a deixar à vista destruição
- Câmara de Leiria recebeu quase 3 mil candidaturas a apoio financeiro para reparar casas
- Proteção Civil registou até ao momento quase 19 mil ocorrências
- Rios estão a regressar aos seus leitos normais. "Para já é uma situação de desagravamento", diz comandante da Proteção Civil
- Acesso à Torre da Serra da Estrela encerrado devido a acumulação de neve
- Tejo regressa ao seu leito, mas ainda há zonas inundadas
- Buscas por casal de idosos de Montemor-o-Velho retomadas às 9h00
- Situação de calamidade e isenção de portagens terminam hoje
Histórico de atualizações
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Bom dia,
Este liveblog fica por aqui, mas pode acompanhar neste link as notícias relativas às consequências do mau tempo e à política nacional.
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Cerca de 14 mil clientes afetados pela depressão Kristin ainda sem eletricidade
Cerca de 14 mil clientes da E-Redes, nas localidades afetadas pela depressão Kirstin, estavam hoje sem abastecimento de energia elétrica, revelou a empresa.
O balanço da E-Redes remete para as 17:00 de hoje, sem indicar o total de clientes sem eletricidade no território continental.
“Hoje, às 17:00, na zona mais crítica afetada pela depressão Kristin estavam cerca de 14 mil clientes sem energia, continuando a E-Redes focada em restabelecer o fornecimento de energia elétrica”, revelou fonte da empresa.
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Proteção Civil registou 145 ocorrências até às 18 horas, muito menos do que ontem
A Proteção Civil registou hoje, até às 18:00, 145 ocorrências relacionadas com a situação meteorológica adversa que está a afetar o território de Portugal continental, menos 232 do que no sábado.
Num ponto de situação hoje divulgado, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) indicou em comunicado que entre as 00:00 e as 18:00 de hoje foram registadas 145 ocorrências relacionadas com o mau tempo, sem especificar quais.
Segundo os dados divulgados, desde as 16:00 do dia 01 de fevereiro até às 18:00 de hoje foram registadas um total de 19.066 ocorrências.
As sub-regiões mais afetadas foram a Sub-Região Coimbra, com 2.615 ocorrências, a Sub-Região Oeste, com 2.296, e a Sub-Região Grande Lisboa, com 1.858.
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Chega defende prolongamento da situação de calamidade e da isenção de portagens
O Chega defende o prolongamento da situação de calamidade até ao final do mês e o seu alargamento a outros municípios da zona Oeste, além da continuação da isenção de portagens nas zonas afetadas pelo mau tempo.
Em comunicado, a Direção Nacional e o Grupo Parlamentar do Chega desafiam o Governo “a prolongar o estado de calamidade até ao final do presente mês, a alargar a sua aplicação a territórios ainda não abrangidos, designadamente municípios da zona Oeste do distrito de Lisboa, e a prorrogar, em conformidade, a isenção de portagens nas áreas afetadas”.
“Com a instabilidade meteorológica ainda presente, habitações e empresas destruídas e prejuízos por contabilizar, é imperativo que todos os meios públicos, ordinários e excecionais, continuem a ser mobilizados nas próximas semanas, garantindo uma resposta eficaz e célere às populações afetadas”, sustentam os dirigentes do Chega.
O partido defende igualmente que ainda existem “danos significativos por reparar e apoios por concretizar” e que “o termo formal do estado de calamidade implica o fim de um conjunto de mecanismos excecionais de resposta, numa altura em que persistem situações de vulnerabilidade social e económica e em que os impactos da destruição ainda não se encontram integralmente apurados”.
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Rio Tejo continua a baixar e começa a deixar à vista destruição
O nível do rio Tejo continua a baixar, está praticamente dentro do leito e a descida da água está a deixar à vista a destruição causada pelas inundações, disse à Lusa fonte da Proteção Civil.
O Tejo manteve hoje a tendência de descida e as autoridades aguardam que, nas próximas horas, o nível regresse à normalidade em toda a sua extensão, permitindo a equipas de emergência, empresas, municípios e populações entrar nas áreas afetadas e iniciar a limpeza, adiantou o comandante sub-regional da Proteção Civil do Médio Tejo, no distrito de Santarém, David Lobato.
“Desceu bastante, agora vai-se notando muita destruição, que é o normal nestas circunstâncias”, afirmou David Lobato, salientando que há restaurantes, parques infantis e outros equipamentos, que agora voltam a estar sem água e “têm um grau de destruição elevado”.
O comandante da Proteção Civil precisou que, “na parte norte, o rio já se encontra todo dentro do seu leito”, mas falta a parte sul do distrito, onde ainda não regressou totalmente ao seu curso normal.
A tendência para os próximos dias é de “normalização” do curso do rio, “primeiro, mais a norte” e, “para o final do mês, na Lezíria”.
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Arquitetos paisagistas querem fazer parte da resposta à devastação
A Associação Portuguesa dos Arquitetos Paisagistas apela à disponibilidade destes profissionais para colaborarem na resposta à devastação provocada pela tempestade Kristin, “um aviso estrutural” sobre a urgência de transformar a forma como se planeia, gere e cuida a paisagem.
Em comunicado, a Associação Portuguesa dos Arquitetos Paisagistas (APAP) considera que a Kristen expôs “fragilidades estruturais antigas do território”.
“Para além do dano imediato, a tempestade revelou problemas de fundo: gestão florestal inadequada, excesso de combustíveis, ausência de mosaicos paisagísticos resilientes e fraca integração da infraestrutura verde no ordenamento”, lê-se no comunicado.
Para a APAP, “a recuperação não pode limitar-se à reposição do que caiu. Exige reconstrução ecológica, diversificação florestal, restauro de galerias ripícolas, reforço da arborização urbana adaptada ao clima e uma governação da paisagem que antecipe o risco”.
Nesse sentido, apela “de forma clara e responsável à disponibilidade dos arquitetos paisagistas para colaborarem com as autoridades nacionais, regionais e locais na resposta à devastação”.
“Este período requer uma cooperação institucional efetiva. Os arquitetos paisagistas possuem competências para prestar apoio aos municípios, às Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), ao Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e à Proteção Civil na análise integrada da paisagem, no restauro de sistemas naturais, na requalificação de espaços públicos e na redefinição de modelos de gestão que promovam maior resiliência”, indica a associação.
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JPP vai propor na AR fundo nacional de “luta contra catástrofes naturais”
O deputado único do JPP, Filipe Sousa, vai propor ao Governo a criação de um fundo nacional de “luta contra as catástrofes naturais” que permita ajuda “de forma célere e justa” as populações que sejam afetadas.
Em comunicado, o deputado eleito pela Madeira indica que vai apresentar na Assembleia da República, durante a próxima semana, um projeto de resolução (recomendação, sem força de lei) para que o Governo crie um “fundo nacional de luta contra as catástrofes naturais”.
Filipe Sousa quer que este seja “um instrumento permanente, robusto e transparente, que permita acudir de forma célere e justa a todos os que sofrem prejuízos”.
“Um fundo que não dependa da pressão mediática do momento, nem da boa vontade circunstancial de quem governa, mas que seja um compromisso estrutural com os portugueses”, defende, citado no comunicado.
Nesta nota, o deputado considera que o país não pode “continuar a viver ao sabor do improviso, muito menos aceitar que cada tempestade seja tratada como uma surpresa absoluta” e rejeita que “as vítimas sejam empurradas para labirintos burocráticos enquanto tentam reconstruir as suas vidas”.
Filipe Sousa considera que “Portugal continua exposto às mesmas fragilidades de sempre” e que “ano após ano, repetem-se os discursos, repetem-se as desculpas, repetem-se as promessas e repetem-se, tragicamente, os prejuízos e o sofrimento de quem menos pode”.
“O Estado reage, mas não previne; compensa parcialmente, mas não protege verdadeiramente; lamenta, mas não estrutura”, critica.
Através desta nota, o deputado do Juntos Pelo Povo transmite ainda as suas condolências às famílias das pessoas que perderam a vida na sequência dos efeitos do mau tempo e manifesta solidariedade para com as pessoas e empresas afetadas.
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Câmara de Leiria recebeu quase 3 mil candidaturas a apoio financeiro para reparar casas
O município de Leiria recebeu quase 3 mil candidaturas de famílias a apoio financeiro para reparação de casas. As candidaturas foram recebidas “em apenas 10 dias”, diz a autarquia numa publicação no Facebook.
“Em Leiria, o programa de apoio à habitação da CCDR Centro já representa um total de 19,38 milhões de euros em pedidos, o que demonstra bem a dimensão da necessidade existente nas nossas freguesias”, é possível ler.
Mais de 95% dos pedidos referem-se a habitação própria permanente. Cerca de 73% das habitações não têm seguro, diz ainda a autarquia.
Para quem não tenha acesso digital ou precise de apoio a preencher a candidatura, a autarquia tem um espaço de apoio instalado no Mercado de Sant’Ana, das 9h às 18h.
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Proteção Civil reforça necessidade de cumprir recomendações
“Reforçamos a necessidade de continuar a respeitar a situação em que estamos”, diz Mário Silvestre.
“Não atravessar estradas inundadas, alertar as autoridades sobre fissuras recentes no solo, quedas de árvores ou deslizamentos pontuais que, no fundo, são o que pode indicar que há uma situação de deslizamento mais complexo.” O deslizamento de terras pode afetar habitações, causar desalojados e afetar estradas, nota o responsável da Proteção Civil.
Também alerta para a recomendação de evitar tocar “em cabos elétricos” em caso de queda. “Ainda podem estar em tensão e causar o risco de eletrocussão.”
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Há 26 mil clientes sem energia a nível nacional — 16 mil deles nos locais mais afetados pela Kristin
Ainda há 26 mil clientes sem energia a nível nacional, segundo dados fornecidos pela E-Redes à Proteção Civil.
Desde total, 16 mil clientes estão ainda sem energia nos locais mais afetados pela depressão Kristin.
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Proteção Civil registou até ao momento quase 19 mil ocorrências
Mário Silvestre refere agora que foram registadas até ao momento 18.947 ocorrências, que envolveram 64.301 operacionais e 26.339 meios.
A principal tipologia de ocorrências é a queda de árvores, seguida pelas inundações. “Aquela que mais impacto tem tido nos últimos dias tem sido o movimento de massas, as derrocadas, tal como temos vindo a alertar até hoje.”
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Situação estável em vários rios não deve ser vista como sinal para "baixar a monitorização e comportamento seguro"
Nos rios Minho, Lima, Coura, Ave, Cávado, Douro, Tâmega, Sousa, Vouga, Águeda, Lis, Nabão e Guadiana a situação também é estável, diz o comandante da Proteção Civil.
“Não são previsíveis que haja galgamentos de margens ou situações mais graves do ponto de vista das inundações. É mais uma vez uma situação estável.” Mas esta estabilidade “não deve ser vista como sinal para baixar a monitorização e o comportamento seguro das populações”, alerta.
“A criticidade que tínhamos até ao momento deixou de existir”, diz Mário Silvestre.
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Rios estão a regressar aos seus leitos normais. "Para já é uma situação de desagravamento", diz comandante da Proteção Civil
Mário Silvestre, comandante da Proteção Civil, faz um ponto de situação sobre o mau tempo em Portugal.
Falando sobre o rio Mondengo, Tejo, Sorraia e Sado, refere que “paulatinamente, todos estes rios vão começar a regressar a voltar aos seus leitos normais, com estas condições meteorológicas”. “Para já é uma situação de desagravamento. Nas zonas mais afetadas não será desagravamento muito rápido, será situação que demorará o seu tempo”, esclarece.
No rio Mondego, “os caudais que estão a ser mantidos naquela zona estão a ser regulados de forma a garantir que não há mais nenhum comprometimento de nenhuma população devido ao rompimento do dique”, diz o comandante da Proteção Civil. Os trabalhos estão a ser monitorizados “em estreita articulação com a APA, para garantir que em Montemor-o-Velho não temos mais impacto provado pelas cheias”.
No rio Tejo, os caudais que estão a ser descarregados pelas barragens espanholas também diminuíram, diz Mário Silvestre. “Portanto temos o Tejo também com caudais mais baixos. Vão manter-se as cheias em zona ribeirinha, mas não é expectável que haja mais zonas alagadas pelas cheias no Tejo.”
No Sorraia, a situação é idêntica, assim como no Sado, diz.
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Caudal do rio Mondego com descida significativa em Montemor-o-Velho
As águas estão a baixar consideravelmente no vale do Mondego, mas ainda vai demorar algumas semanas até a situação normalizar, disse hoje à agência Lusa o presidente da Câmara de Montemor-o-Velho, José Veríssimo.
“As coisas estão a melhorar de dia para dia e de sábado para hoje o caudal baixou significativamente, estando com um volume de 850 metros cúbicos por segundo na Ponte Açude, em Coimbra, metade do que esteve”, salientou.
Na manhã de sábado, segundo o autarca, na Ponte Açude ainda passavam 1.600 metros cúbicos de água por segundo, que foi descendo ao longo do dia e na madrugada de hoje atingiu os 850 metros cúbicos.
O autarca confirmou que o pior já passou e adiantou que, se não chover nos próximos tempos, a situação poderá demorar três semanas a um mês para normalizar. “Tem muito a ver agora com as condições e o caudal do rio. Nas condições que estão hoje em 15 dias o caudal poderia estabilizar”, disse José Veríssimo.
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Sucessivas tempestades deixam muros caídos, videiras arrastadas e enoturismo afetado no Douro
O mau tempo causou prejuízos ainda não contabilizados para a produção vinícola e o enoturismo na região. Seguros de colheita não cobrem perdas na totalidade, alertam produtores.
Sucessivas tempestades deixam muros caídos, videiras arrastadas e enoturismo afetado no Douro
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Alcácer do Sal. Apesar das dificuldades "nunca pensei em não votar"
Observador faz o trajeto de autocarro entre as localidades isoladas e o centro de Alcácer do Sal. É lá que Manuel Augusto descobre onde vai votar.”Tenho votado a minha vida toda.”
Alcácer do Sal. Dentro do autocarro que leva eleitores às urnas: “Nunca pensei em não votar”
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Acesso à Torre da Serra da Estrela encerrado devido a acumulação de neve
O acesso à Torre da Serra da Estrela por Piornos e Lagoa Comprida está encerrado devido ao gelo e neve, mas todos os outros acessos estão abertos, disse fonte do comando sub-regional das Beiras e Serra da Estrela.
Em declarações à Lusa, fonte do comando sub-regional das Beiras e da Serra da Estrela confirmou que desde as 19h15 de dia 12 de fevereiro que o acesso à Torre da Serra da Estrela está encerrado pelas estradas de Piornos Torre e Lagoa Comprida Torre, por causa da formação de gelo e acumulação de neve”. “Todos os outros acessos estão abertos”, acrescentou.
Os acessos à Torre e ao maciço central da Serra da Estrela estiveram encerrados durante dez dias — entre dia 3 e dia 12 de fevereiro – após terem sido fechados ao trânsito devido à queda de neve, mas reabrira dia 12 de fevereiro de manhã. Às 19h15 desse mesmo dia, contudo, o acesso à Torre voltou a ter de ser encerrado, explicou a mesma fonte.
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Reconstrução do património da Diocese de Leiria-Fátima custa pelo menos 12 milhões de euros
A reconstrução do edificado na Diocese de Leiria-Fátima vai custar pelo menos 12 milhões de euros, após cerca do metade do património ter sido atingido pela depressão Kristin, indicam os primeiros cálculos.
A estimativa “é ainda pouco consolidada”, faltando “avaliações precisas”, porque “a zona centro do país está ainda a viver tempos de angústia”, ressalvou à agência Lusa o diretor da Departamento do Património Cultural da Diocese de Leiria-Fátima.
Contudo, de acordo com Marco Daniel Duarte, o cálculo já feito “ronda, neste momento, os 12 milhões de euros”. “Mas penso que, quando se fizerem os orçamentos pormenorizados a partir de empresas especializadas para intervenção em património, esta verba será insuficiente”, referiu.
A depressão Kristin deixou em Leiria-Fátima “uma marca que apenas poderemos comparar a cataclismos mais antigos na história deste território”.
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Tejo regressa ao seu leito, mas ainda há zonas inundadas
O rio Tejo já está a regressar ao seu leito, mas há áreas na Lezíria ainda inundadas, onde é necessário tempo para a água evaporar e a situação normalizar, disse à Lusa fonte da Proteção Civil.
“A situação do rio segue na mesma senda de ontem [sábado], a baixar os caudais, ainda vamos tendo algumas situações, mais na zona da Lezíria, mas aqui, no Médio Tejo, não lhe vou dizer que já está normalizada, mas o rio já se encontra no seu leito”, afirmou o comandante sub-regional da Proteção Civil do Médio Tejo, no distrito de Santarém, David Lobato.
Desde sábado que o nível do rio está a baixar progressivamente e a melhoria das condições climáticas, com uma redução da precipitação, está a fazer a situação “evoluir favoravelmente”, salientou o comandante sub-regional da Proteção Civil do Médio Tejo.
David Lobato salientou que é necessário aguardar agora que o nível do Tejo baixe em terrenos que ainda estão inundados, mas isso só acontecerá quando a água evaporar ou os terrenos a conseguirem absorver.
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Buscas por casal de idosos de Montemor-o-Velho retomadas às 9h00
As buscas para encontrar o casal de idosos do concelho de Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra, que está desaparecido desde sexta-feira, foram hoje retomadas pelas 9h00, disse à Lusa fonte do Comando Territorial da GNR de Coimbra.
O casal, de 68 e 65 anos, residente em Verride, saiu de casa e não regressou, o que motivou o alerta de familiares, pelas 19h45 de sexta-feira.
Segundo a mesma fonte, as buscas decorrem hoje com 13 militares da Guarda Nacional Republicana e 18 bombeiros, também com o auxílio de drones, “na zona de residência e nos trajetos que podiam ter feito”.
As buscas foram iniciadas ainda na sexta-feira, tendo sido suspensas pelas 22h00 e retomadas no sábado de manhã com quatro militares da GNR e cinco operacionais dos Bombeiros Voluntários de Soure, com o apoio de duas viaturas.
GNR procura casal de idosos desaparecido em Soure há quatro dias