Momentos-chave
- Mais de 1500 pessoas já foram resgatadas dos escombros no Nepal
- Número de mortos no Nepal sobe para 675. São no total 682 vítimas mortais da enxurrada
- 261 turistas foram resgatados e 320 continuam incontactáveis
- Polícia do Nepal contabiliza mais 36 mortos. Número total é de 676
- 187 turistas foram localizados, afirmam dados mais recentes do Conselho de Turismo do Nepal
- Três portugueses continuam desaparecidos
- Nepal e China atualizam o número de mortos e desaparecidos
Histórico de atualizações
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O que aconteceu até agora
- O Nepal e o Tibete enfrentam uma grave catástrofe devido a uma enxurrada devastadora decorrente do colapso de um glaciar, resultando em pelo menos 682 vítimas mortais. Este trágico evento destaca a vulnerabilidade das regiões montanhosas do Nepal às mudanças climáticas, com glaciares a derreter e a aumentar o risco de deslizamentos de terra e outras catástrofes naturais.
- As operações de resgate continuam, enfrentando desafios significativos devido às condições climáticas adversas. Mais de 18.700 socorristas foram mobilizados no Nepal, e foram resgatadas cerca de 2.498 pessoas até agora. Além disso, operações complexas estão em curso para salvar trabalhadores presos em hidroelétricas, com esforços para levar oxigénio a possíveis sobreviventes ainda em andamento.
- Internacionalmente, há um esforço concertado para apoiar os esforços de socorro. O Governo do Nepal permitiu a chegada de equipas de resgate estrangeiras limitadas, dada a presença de cidadãos internacionais entre os desaparecidos. Além disso, países como Hong Kong e Macau anunciaram contributos financeiros significativos para apoiar os esforços de resgate e assistência pós-desastre no Tibete.
- Os desaparecimentos incluem mais de 500 estrangeiros, com turistas de diversas nacionalidades ainda por contactar, incluindo três portugueses que continuam desaparecidos. A Polícia do Nepal iniciou o processo de sepultamento de corpos não identificados, coletando amostras de ADN para futuras identificações e garantindo um destino digno para os restos mortais encontrados.
Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.
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MNE nepalês diz que país está entre “as principais vítimas” das alterações climáticas
O ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) do Nepal alertou hoje para a crescente ameaça das alterações climáticas nos Himalaias, na sequência das inundações devastadoras que causaram centenas de mortos, e considerou que o país é “uma das principais vítimas”.
“O Nepal emite menos de 0,01% dos gases com efeito de estufa, mas nós, o povo nepalês, estamos entre as principais vítimas das alterações climáticas”, criticou Shisir Khanal, acrescentando: “Apelamos, portanto, à comunidade internacional para que se una com vista a preservar o ecossistema dos Himalaias”.
O Instituto de Estudos Geológicos dos Estados Unidos (USGS) indicou que a catástrofe ocorrida na quarta-feira perto da fronteira de alta altitude entre a China e o Nepal foi provocada pelo colapso de um glaciar, o que provocou uma enxurrada de detritos a jusante.
Os glaciares dos Himalaias, fonte de água vital para cerca de dois mil milhões de pessoas, estão a derreter mais rapidamente devido ao aquecimento global, expondo as populações a catástrofes e desestabilizando também as encostas montanhosas, o que aumenta os riscos de novos deslizamentos de terra e outros perigos.
O ministro nepalês acrescentou ter conversado por telefone com o seu homólogo chinês, Wang Yi, e ter acordado reforçar a partilha de “dados hidrológicos em tempo real”, de acordo com um comunicado citado pela agência espanhola de notícias EFE.
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Mais de 1500 pessoas já foram resgatadas dos escombros no Nepal
Num relatório divulgado há pouco, a Autoridade Nacional de Redução e Gestão de Riscos de Desastres do Nepal informou que, até o momento, 1.552 civis foram resgatados dos escombros. O mesmo documento avança com um total de 130 feridos, dos quais 67 encontram-se hospitalizados, 48 receberam alta, 14 foram encaminhados para outros locais e um morreu ao chear ao hospital.
As autoridades nepalesas destacam ainda a operação de resgate, com uma estrutura que inclui 15 helicópteros do exército nepalês e do setor privado, mais de 13 mil agentes de segurança distribuídos em 15 equipas.
रसुवा भोटेकोशी बाढीसम्बन्धी खोज तथा उद्धारको स्थिति प्रतिवेदन #८https://t.co/uQ1ttB7D4Z pic.twitter.com/MtkL9pSvNJ
— NDRRMA (@NDRRMA_Nepal) August 29, 2026
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Menina de 6 anos resgatada com vida no Nepal após ter ficado 60 horas presa
Uma menina de 6 anos foi resgatada com vida no norte do Nepal, quase 60 horas depois de ter ficado presa sob lama e destroços arrastados nas enxurradas, informou hoje a Polícia Armada nepalesa.
O resgate da criança foi registado num vídeo divulgado pela Polícia Armada do Nepal, noticia a agência espanhola EFE.
A menina foi encontrada em Timure, perto da fronteira com a China, uma das localidades mais afetadas pelas enxurradas que destruíram inúmeras habitações, estabelecimentos comerciais e infraestruturas ao longo do corredor dos rios Bhotekoshi e Trishuli, na quarta-feira.
Os socorristas, relata a EFE, tiveram de abrir caminho manualmente entre pedras, madeira, chapas metálicas e restos de estruturas até alcançarem o espaço onde a menina estava presa.
A criança foi retirada aparentemente inconsciente e recebeu assistência das equipas de emergência, surgindo posteriormente consciente, agasalhada e a receber comida num posto de segurança próximo.
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Túnel está a ser escavado para levar oxigénio a possíveis sobreviventes presos em hidrelétrica
No Nepal os trabalhos de resgate continuam, na tentativa de recuperar sobreviventes do desastre da passada quarta-feira. Numa hidrelétrica, um túnel está a ser escavado para levar oxigénio aos trabalhadores presos na região, informou o ministro da Energia do Nepal, Biraj Bhakta Shrestha, citado pela BBC.
Os esforços de resgate em Trishuli 3 ‘A’ estão em andamento há dois dias, onde 82 pessoas trabalham ininterruptamente, apesar das condições climáticas adversas.
Descrevendo a operação como um “sucesso parcial”, Shrestha afirmou que o oxigénio será injetado no buraco aberto na hidrelétrica Trishuli-3 ‘A’. “Mesmo um pequeno progresso é um sinal de grande esperança para nós”, disse, acrescentando que os esforços de resgate continuarão “até o último momento possível para salvar a vida dos nossos irmãos e irmãs presos dentro do túnel. Não vamos perder a esperança.”
Os esforços de resgate também estão em andamento em outra hidrelétrica, Trishuli-3 ‘B’, onde as autoridades nepalesas afirmam que uma equipa especializada da China já chegou.
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Papa Leão XIV envia ajuda económica à Cáritas para responder a catástrofe no Nepal
O Papa Leão XIV vai enviar ajuda económica à Cáritas Nepal para atender às “necessidades mais urgentes” da população afetada pela enxurrada de quarta-feira, no norte daquele país, na fronteira com a China, foi este sábado anunciado.
A ajuda económica, através do Dicastério para o Serviço de Caridade e com acordo da Nunciatura Apostólica, é para já “um primeiro apoio” e servirá para assistência imediata, de alimentos a bens de primeira necessidade, além do reforço de albergues para desalojados.
O Vaticano já tinha enviado condolências pelo sucedido, que deixou 683 mortos, segundo os mais recentes dados divulgados, além de cerca de três mil desaparecidos, dos quais mais de 500 estrangeiros, entre eles três portugueses.
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Número de mortos no Nepal sobe para 675. São no total 682 vítimas mortais da enxurrada
O número de mortos no Nepal subiu para 675, segundo o último comunicado da Autoridade Nacional de Redução e Gestão de Riscos de Desastres do Nepal (NDRRMA), citado pela BBC.
Pelo menos 2.498 pessoas foram resgatadas e 219 ficaram feridas no desastre, avança ainda a NDRRMA, que afirma que mais de 18.700 socorristas foram mobilizados para auxiliar nas operações de busca.
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Nepal permite assistência estrangeira limitada para os resgates
O Nepal reviu este sábado a sua decisão de manter equipas internacionais de busca e resgate fora das áreas afetadas pela enxurrada e permitirá a chegada de especialistas estrangeiros, tendo também começado a sepultar vítimas não identificadas.
O Governo tinha afirmado na quarta-feira que as equipas nepalesas tinham capacidade suficiente para assumir os trabalhos de resgate, mas mudou de posição três dias depois, após receber pedidos de países que têm cidadãos entre os desaparecidos.
“Recebemos um pedido da comunidade internacional para permitir pelo menos a entrada de equipas de busca e resgate, porque também há cidadãos desses países desaparecidos nas inundações”, disse o ministro dos Negócios Estrangeiros, Sishir Khanal.
“Estamos a permitir um número limitado de especialistas em áreas específicas”, acrescentou.
Após uma avaliação do Centro Nacional de Gestão de Desastres, um comité interministerial autorizou a chegada de especialistas da Índia, China, Austrália e Coreia do Sul, com experiência em resgates em túneis, análises de ADN e exames forenses.
Um dos principais desafios reside nos projetos hidroelétricos atingidos pela enxurrada, onde 933 trabalhadores e funcionários continuam sem ser localizados, segundo a Autoridade Nacional para a Redução e Gestão de Riscos de Desastres.
A identificação das vítimas apresenta outro problema, uma vez que os corpos recuperados têm aparecido também muito mais a jusante no curso do rio Trishuli, arrastados pela corrente até outros distritos, o que obrigou as autoridades a distribuir os corpos entre hospitais e morgues de diferentes cidades e a preparar espaços temporários.
Quando não é possível reconhecer um rosto, a identificação é feita através de roupas, objetos pessoais, cicatrizes, tatuagens, impressões digitais e, nos casos mais difíceis, exames de ADN.
O Nepal começou hoje a sepultar os corpos não identificados recuperados do rio Trishuli após as inundações devastadoras, citando riscos à saúde pública, uma vez que os restos mortais se decompuseram a ponto de a identificação visual não ser mais possível.
O subinspetor da Força Policial Armada em Kurintaar, Pramod Pathak, informou a EFE que as autoridades começaram a providenciar o destino final dos corpos recuperados do rio.
Segundo a Delegacia de Polícia do Distrito de Chitwan, 100 dos 269 corpos recuperados do rio já tinham sido enterrados até hoje e os demais corpos serão sepultados gradualmente, indicaram fontes policiais.
Os corpos e restos humanos recuperados das margens do rio e armazenados em diversas instalações deterioraram-se significativamente, o que impossibilita a identificação a olho nu, apontou Pathak.
A polícia decidiu sepultar os corpos não identificados e não reclamados com base na Diretriz de Gestão de Corpos Não Identificados e Não Reclamados de 2026, como medida de emergência para evitar maior decomposição e garantir um destino seguro, digno e legal.
Amostras de DNA serão coletadas de todos os corpos antes do sepultamento, e registos detalhados serão mantidos com números de identificação únicos, segundo a polícia.
O local escolhido é uma área aberta em Devghat, no centro do Nepal.
A cada corpo foi atribuído um número de identificação único gravado numa placa de aço, o que permitirá aos familiares localizar e exumar os restos mortais caso as análises de ADN confirmem posteriormente uma compatibilidade, explicaram fontes envolvidas no processo.
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261 turistas foram resgatados e 320 continuam incontactáveis
Às 18h00 no Nepal [13h15 em Portugal Continental], o Conselho de Turismo do Nepal atualizou os números de turistas e estrangeiros resgatados ou incontactáveis numa publicação no Facebook.
Foram resgatados ou contactados 261 turistas: da Bélgica (1), Bulgária (1), China (40), Alemanha (4), Índia (167), Itália (2), Malta (4), Omã (1), Portugal (1), Rússia (2), Espanha (2), Suíça (2), Turquia (2), Ucrânia (8), Estados Unidos (3) e 21 pessoas de nacionalidade não identificada.
Há 320 pessoas que continuam incontactáveis — 100 a menos do que no balanço anterior, com números contabilizados até às 13h30 do horário nepalês.
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Polícia do Nepal contabiliza mais 36 mortos. Número total é de 676
A Polícia do Nepal registou mais 36 mortos nas enxurradas. O número total anterior, que era de 633 mortos, foi atualizado para 669. Somando os sete mortos registados pela China, o número total até ao momento é de 676 mortos.
O número de feridos e resgatados é de 2.301 pessoas. Foram mobilizados 4.854 agentes de segurança para as operações de socorro. Há 27 socorristas que permanecem incontactáveis.
Os dados mais recentes foram divulgados na página daquela polícia no Facebook, com informações contabilizadas até às 16h00 do horário local [11h15 em Lisboa].
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187 turistas foram localizados, afirmam dados mais recentes do Conselho de Turismo do Nepal
No ponto de situação divulgado na manhã deste sábado, o Conselho de Turismo do Nepal disse na sua página no Facebook que até às 13h30 do horário local [8h45 em Lisboa], 187 turistas foram localizados, sendo 184 já resgatados e três que estão em contacto com as autoridades. Há ainda 420 que continuam incontactáveis.
Foram resgatadas pessoas dos seguintes países: Bélgica (1), Bulgária (1), China (27), Alemanha (4), Índia (114), Itália (3), Malta (4), Omã (1), Portugal (1), Rússia (2), Coreia do Sul (20), Espanha (2), Suíça (2), Turquia (2) e Estados Unidos (3).
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Hong Kong e Macau doam 9,35 milhões de euros para ajudar vítimas da enxurrada
As duas regiões semiautónomas chinesas de Hong Kong e Macau anunciaram este sábado que irão doar o equivalente a 9,35 milhões de euros para apoiar o Tibete, afetado por uma enxurrada na quarta-feira.
O líder do Governo de Hong Kong disse que ordenou ao Fundo de Auxílio a Desastres da antiga colónia britânica que abrisse um processo de candidaturas a “projetos de ajuda de emergência”.
Numa mensagem publicada na rede social Facebook, John Lee Ka-chiu acrescentou que as autoridades reservaram 50 milhões de dólares de Hong Kong (5,5 milhões de euros) para estes projetos.
Já o Governo de Macau anunciou que decidiu doar 30 milhões de yuan (3,85 milhões de euros) à região do Tibete, para “apoiar as operações de resgate e ações de assistência pós-desastre”, através da Fundação Macau.
A fundação é financiada por um imposto de 1,6% sobre as receitas dos casinos de Macau – capital mundial do jogo e único local na China onde os casinos são legais – para fins culturais, educacionais, científicos, académicos e filantrópicos.
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Três portugueses continuam desaparecidos
O Ministério dos Negócios Estrangeiros disse à Lusa na sexta-feira que dois portugueses dados como desaparecidos na sequência da enxurrada foram “localizados em segurança”, mas há dois novos desaparecimentos, elevando o total para três.
As operações de busca continuam este sábado nos arredores da passagem de Gyirong, depois de as primeiras equipas profissionais terem conseguido chegar ao centro da área devastada por terra na sexta-feira, após dois dias de dificuldades devido a estradas destruídas, deslizamentos de terra e interrupções nas comunicações.
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Nepal e China atualizam o número de mortos e desaparecidos
A enxurrada de quarta-feira que atingiu a zona fronteiriça entre o Nepal e o Tibete causou a morte de pelo menos 633 pessoas, de acordo com um novo balanço divulgado este sábado pelas autoridades nepalesas.
Segundo a autoridade responsável pela gestão de situações de emergência no Nepal, morreram pelo menos 626 pessoas – a que se juntam mais sete mortes no lado da China – e 2.426 estão desaparecidas, incluindo mais de 500 estrangeiros.
O anterior balanço, feito horas antes pela polícia nepalesa, apontava para 616 mortos, enquanto 1.924 pessoas continuavam desaparecidas. Mais de 3.700 pessoas já foram resgatadas no Nepal.
A China subiu de cinco para sete o número de mortos causados no Tibete pela enxurrada, enquanto a imprensa estatal chinesa reduziu o número de desaparecidos de 558 para 554, incluindo 260 estrangeiros.
Um relatório divulgado pela emissora estatal CCTV indica ainda que as equipas de resgate salvaram dois residentes da cidade de Resuo, no condado de Gyirong, no sudoeste da China.
A nova contagem mostra menos quatro pessoas desaparecidas do que o balanço anterior, após o resgate de duas pessoas e a confirmação de duas mortes, embora a CCTV não tenha especificado se os dois falecidos estavam entre os desaparecidos.
O brigadeiro-general Raja Ram Basnet, porta-voz do exército nepalês, disse este sábado que as operações com helicópteros estavam suspensas até que as condições meteorológicas melhorassem.
Mas o porta-voz disse que os esforços de resgate continuam no estaleiro de construção de uma central hidroelétrica, onde as autoridades acreditam que mais de 100 pessoas estão presas num túnel cheio de lama espessa.
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Bom dia.
Acompanhe neste liveblog as notícias mais recentes sobre as consequências da enxurrada que atingiu a fronteira entre o Nepal e o Tibete na passada quarta-feira.
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