Momentos-chave
Histórico de atualizações
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    Encerramos aqui este liveblog. Pode continuar a acompanhar os conflitos internacionais neste outro artigo em direto.

    Obrigada pela sua companhia.

  • Operação israelita em Qalandiya, na Cisjordânia, já provocou 51 feridos e deteve 70 pessoas

    As autoridades palestinianas da Cisjordânia atualizaram o balanço da operação militar israelita em larga escala no campo de refugiados de Qalandiya, que decorre há dois dias.

    Segundo o Governo de Jerusalém, citado pela Al Jazeera, pelo menos 51 pessoas ficaram feridas desde o início da operação e cerca de 70 foram detidas pelas forças israelitas.

    As autoridades acrescentaram ainda que o exército israelita demoliu pelo menos sete habitações no campo de refugiados.

  • Trump responde ao pedido de Zelensky por mais ajuda militar: "Nós também queremos mísseis"

    Questionado pelos meios de comunicação norte-americanos sobre os apelos de Volodymyr Zelensky por mísseis de longo alcance e sistemas de defesa aérea Patriot, Donald Trump afirmou que os EUA também precisam de mísseis, escreve o The Kyiv Independent.

    “Nós também queremos mísseis”, disse Trump, citado pelo jornal ucraniano. “Biden deu [à Ucrânia] 300 mil milhões de dólares (cerca de 260 mil milhões de euros) em munições”.

    O Presidente dos EUA afirmou que a ajuda militar fornecida à Ucrânia contribuiu para reduzir significativamente as reservas de munições norte-americanas e que Washington está agora a reconstituir os seus arsenais e a recorrer a munições que, de outra forma, poderia não ter necessidade de utilizar.

  • Arábia Saudita prepara-se para "múltiplos ataques" das milícias xiitas iraquianas aliadas dos houthis

    A Arábia Saudita está a preparar-se para “múltiplos ataques coordenados” das milícias xiitas iraquianas que são aliadas dos houthis no Iémen, avança fonte saudita à CNN Internacional.

    De acordo com o canal de televisão, há vários relatórios dos serviços secretos que indicam que as milícias “estão em coordenação” com os houthis.

    O ataque contra a Arábia Saudita vai “acontecer num futuro muito próximo”.

    Apesar de a Arábia Saudita estar a desejar uma desescalada da situação, a mesma fonte saudita garante que “tomará todas as medidas necessárias para lidar com quaisquer agressões”.

  • Ataque dos houthis na região fronteiriça com a Arábia Saudita provoca onze feridos

    A coligação militar liderada pela Arábia Saudita, que apoia Governo iemenita, afirmou que 11 civis ficaram feridos num alegado ataque dos houthis na região fronteiriça de Najran, no sul do reino saudita, segundo o The Times of Israel.

    Em comunicado, citado pelo jornal israelita, o porta-voz da coligação afirmou entre os feridos estão sete cidadãos sauditas, entre os quais uma mulher e uma criança de quatro anos que sofreram queimaduras de segundo grau.

    Um iemenita, dois egípcios e um paquistanês também ficaram feridos.

  • Exército israelita dispara projécteis de artilharia contra cidade de Hadatha, no sul do Líbano

    A Agência Nacional de Notícias do Líbano (NNA) informou que o exército israelita disparou projécteis de artilharia contra a cidade de Hadatha, no distrito de Bint Jbeil, no sul do Líbano, relata a Al Jazeera.

  • Ghalibaf: "Usar a intimidação, as promessas quebradas e as notícias falsas como forma de pressão é uma estratégia falhada"

    O presidente do Parlamento iraniano, Mohammed Bagher Ghalibaf, criticou as repetidas ameaças de Donald Trump de lançar grandes ataques contra o Irão para, pouco depois, os cancelar alegando progressos nas negociações.

    “‘Ataque massivo a caminho… espera, deixa lá, eles querem negociar.’ Isto é diplomacia teatral em loop”, escreveu Ghalibaf numa publicação na rede social X.

    “Usar a intimidação, as promessas quebradas e as notícias falsas como forma de pressão é uma estratégia falhada. Reconheçam os factos e cumpram os vossos compromissos. Não precisamos de mais teatro”, acrescentou o porta-voz.

  • Número de mortos em ataques dos houthis contra forças governamentais do Iémen sobe para 58

    Pelo menos 58 pessoas morreram em ataques lançados pelos rebeldes houthis, apoiados pelo Irão, contra forças do Governo iemenita, que conta com o apoio da Arábia Saudita, informou uma fonte militar à AFP, segundo o The Times of Israel.

  • “Temos literalmente quantidades enormes de munições", reitera Donald Trump

    Donald Trump voltou a desmentir os relatos de escassez de munições nos Estados Unidos, assegurando que o país dispõe de um “fornecimento ilimitado” de armamento, segundo a Al Jazeera.

    “Estamos numa ótima situação”, disse o Presidente dos EUA, citado pela emissora. “Temos literalmente quantidades enormes de munições”.

    A Casa Branca e o Pentágono têm contestado repetidamente os relatos recentes de que os stocks de armas ofensivas e defensivas caíram perigosamente.

    Trump prometeu anteriormente caçar os “responsáveis ​​pelas fugas de informação” após os relatos.

  • Pezeshkian afirma que EUA e Israel exerceram pressão económica "máxima" sob o Irão

    O Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que os ataques norte-americanos e israelitas às infraestruturas energéticas do Irão provocaram “uma escassez diária de aproximadamente 230 milhões de metros cúbicos de gás”, escreve a Al Jazeera.

    “Os nossos inimigos esperavam que o país entrasse em colapso devido às pressões que exerceram”, disse Pezeshkian durante uma entrevista à IRNA, citado pela emissora, acrescentando que tais pressões “atingiram o seu máximo”.

  • Trump acredita que a guerra contra o Irão vai terminar “muito em breve”

    Em declarações aos meios de comunicação norte-americanos, o Presidente dos EUA afirmou acreditar que a guerra contra o Irão terminará “muito em breve”.

    “Não creio que possam continuar por muito mais tempo”, acrescentou Donald Trump, citado pela Al Jazeera.

  • Zelensky pede sistemas de defesa aérea: "Os Estados Unidos sabem do que precisamos"

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, pediu esta noite aos países ocidentais que ajudem a Ucrânia a construir os seus sistemas de defesa aérea.

    “O grande desafio são os ataques russos. Isso significa que todos os diplomatas ucranianos, todos os nossos dirigentes e o Ministério da Defesa devem saber onde é que estão disponíveis [interceptores] para os Patriot, assim como outros mísseis de defesa aéreo”, disse o Presidente ucraniano, no seu discurso desta noite.

    Volodymyr Zelensky realçou que os Estados Unidos “sabem exatamente” o que a Ucrânia precisa: “Não é nada abstrato”.

    O Presidente ucraniano enfatizou que os sistemas de defesa aérea são sobre “salvar vidas”: “São pessoas reais, vidas individuais. A defesa aérea é necessária e isso requer decisões políticas. Na Europa também. Nos países dos G7 também”.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros sírio defende projeto de novo corredor estratégico na região

    O ministro dos Negócios Estrangeiros da Síria discutiu esta quinta-feira com o homólogo turco o reatamento da Iniciativa Quatro Mares, defendendo o potencial do seu país como centro energético da região entre o Golfo Pérsico, o Cáucaso e o Mediterrâneo.

    Asaad al-Shaibani disse, em conferência de imprensa, que abordou com o ministro turco, Hakan Fidan, “a necessidade de acelerar a criação do Comité dos Quatro Mares”, para impulsionar um corredor estratégico entre o Golfo Pérsico, o Mediterrâneo, o mar Negro e o mar Cáspio, que foi promovido pela Turquia em 2009.

    Segundo especialistas e analistas, este projeto aumentaria a soberania energética da Europa, reduzindo a sua dependência da Rússia e do Golfo Pérsico, e reforçaria a sua influência no comércio global.

  • Explosões no Irão deveram-se a ataques iranianos contra "alvos inimigos" no Estreito de Ormuz

    As explosões na ilha de Qeshm e Bandar Abbas deveram-se a ataques iranianos contra “alvos iranianos” no Estreito de Ormuz, noticiam as agências iranianas.

    As agências iranianas prometem divulgar mais detalhes nos próximos minutos.

  • Erdoğan viaja a Arábia Saudita, onde se vai encontrar com Bin Salman e primeiro-ministro paquistanês

    O Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan, vai visitar já amanhã a Arábia Saudita.

    No país, vai encontrar-se com o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, e com o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif.

    Os três homens têm sido dos principais mediadores entre os Estados Unidos e o Irão.

  • Não há danos resultantes das explosões. Irão investiga origem

    As autoridades iranianas confirmaram as explosões na Ilha de Qeshm e na cidade de Bandar Abbas.

    Ainda não é claro o que causou as explosões, sendo que está a ser feita uma investigação para apurar os detalhes, avança a agência de notícias iraniana Tasmin.

  • Trump vai falar ainda hoje com príncipe herdeiro saudita ao telefone

    O Presidente norte-americano, Donald Trump, tem uma chamada telefónica programada com o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, avança CBS News.

    Recorde-se que a Arábia Saudita pediu recentemente uma desescalada da situação no Médio Oriente, após Donald Trump ter prometido lançar um ataque em massa contra o Irão.

  • Irão avisa Trump que "bullying" é uma "estratégia falhada": "Não precisamos de mais teatro"

    O porta-voz do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, criticou hoje no X que a “diplomacia teatral” usada por Donald Trump.

    “Está a usar bullying, promessas quebradas e fake news como forma de ganhar vantagem é uma estretágia falhada”, atirou Mohammad Bagher Ghalibaf.

    O responsável pediu aos Estados Unidos para “reconhecer os factos” e para “cumprir os compromissos”. “Não precisamos de mais teatro.”

  • Ouvem-se explosões no Irão

    As agências internacionais estão a relatar novas explosões no Irão, concretamente na cidade de Bandar Abbas e na ilha de Qeshm.

  • Parlamento iraniano estuda proposta para impedir que embarcações de país "hostis" transitem no Estreito de Ormuz

    A Reuters, citando a agência de notícias iraniana Fars, está a avançar que o Parlamento iraniano está a avaliar uma proposta de lei que impediria a circulação de embarcações de países “hostis” — como os Estados Unidos ou Israel — no Estreito de Ormuz.

    A proposta também imporia uma multa de 20% do valor que a embarcação transportava, se houvesse violações das restrições que o Irão pretende implementar.

    Este projeto de lei ainda está a ser avaliado e ainda está aberto a mais recomendações.

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