Episódios
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Sim, sr. procurador: Sócrates e as "massas" da mãe
As respostas do ex-PM: "A primeira vez que ouvi falar em offshores"; "Tenho tido dificuldades financeiras"; "Ainda não devolvi nada"; "Não são códigos, não"; "Tenho orgulho no livro que fiz".
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Sim, sr. procurador: “Ricardo, se precisas, faço"
O empréstimo de 7,5 milhões ao primo de Sócrates. O pedido de um banco a José Eduardo dos Santos. E as transferências para Carlos Santos Silva. Ouça como Hélder Bataglia incriminou Ricardo Salgado.
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Barroca e "um dinheirito" de Bataglia na sua conta
A relação com Santos Silva, que "não era um magnata a falar línguas". Os 12 milhões do amigo a render juros. E os encontros inesperados com o ex-PM: "Quando chego ao peixe estava o sr. eng. Sócrates".
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Sim, sr. procurador: Salgado e o careca "da mala"
O pedido de um copinho de água por estar em choque. Um telefonema de Guterres. O amigo Soares. O livro de Sócrates que nunca leu. E Helder Bataglia, que "no início era um homem genial"
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Sim, sr. procurador: Bava e a guerra frati... quê?
O ex-CEO da PT admitiu que recebeu 6,7 milhões de euros de Salgado sem passar um recibo ou assinar um contrato. E queixou-se da "guerra fratricida" que a Ongoing lhe terá movido
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Sim, sr. procurador: Granadeiro e a conta "chique"
"Esse pagamento dos 6 milhões foi generoso"; "Sou amigo do Dr. Ricardo Salgado, apesar de agora... ele estar leproso". "Não tenho vocação para palhaço". O interrogatório ao ex-presidente da PT
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Sim, sr. procurador: Sofia Fava e o "amigo rico"
As respostas da ex-mulher de Sócrates ao Ministério Público: o empréstimo para a compra do monte no Alentejo e o salário de 5 mil euros pago por Santos Silva, sem passar recibo: "Esse é o meu crime"
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Sim, sr. procurador: Santos Silva e 56 "portantos"
A ajuda a Sócrates para manter o "status". O tom com que o ex-PM exigia o dinheiro. Os pagamentos à amiga na Suíça. A compra do livro porque "gostava". E os muitos "portantos" de Carlos Santos Silva
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Sim, sr. procurador: o interrogatório ao blogger
Passou "horas e horas" ao telefone com Sócrates para o ajudar na escrita da tese, mas não para receber recados para o blogue, garante. "Não sou papagaio de ninguém", respondeu António Costa Peixoto.
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Sim, sr. procurador: as respostas da filha de Vara
"Ainda confia [no seu pai]?", perguntou o advogado Rui Patrício a Bárbara Vara, durante o interrogatório onde a filha do ex-administrador da CGD falou sobre a conta na Suíça
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