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Em 2005, quando o vimos no papel principal de “Virgem aos 40 Anos”, filme que Steve Carell escreveu a meias com Judd Apatow – a sua primeira longa-metragem –, estávamos longe de imaginar que Carell se tornaria, em década e meia, no rosto ideal para o pai de meia-idade do humor norte-americano, na voz de vilão pateta em desenhos animados, o patrão que representaria todos os maus patrões e, claro, material para Óscar.

Em 2005, Carell tinha acabado de sair de “The Daily Show”, até então o trabalho que manteve com mais regularidade para televisão, onde era um dos “correspondentes especiais” do programa de Jon Stewart e se destacava, especialmente, no segmento que tinha com Stephen Colbert, “Even Stevphen”. Até 2005, Steve Carell nunca tinha tido um papel de protagonista. Aos 42 anos ainda era um “Virgem aos 40 Anos” na primeira divisão de representar.

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