Momentos-chave
- Ventura sabe que muitos não concordam com candidatura: "Procurarei demonstrar que estão errados"
- Ventura pede "desculpa" por ter considerado Gouveia e Melo
- É oficial: André Ventura é candidato presidencial em 2026
- Ventura: candidatura é "neste momento, a melhor forma de liderar a oposição em Portugal"
- André Ventura assume que falhou em arranjar candidato a Belém e queria Passos Coelho
- André Ventura é candidato a Presidente da República: "Luta contra a corrupção e imigração descontrolada não podia ficar sem candidato"
Histórico de atualizações
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Bom dia, este liveblog fica por aqui, obrigada por nos ter acompanhado.
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Ventura a Belém: "Também é lugar para liderar a oposição"
André Ventura apresentou a candidatura presidencial na sede do Chega e diz que falhou em encontrar outros nomes e fez mea culpa sobre uma simpatia inicial por Gouveia e Melo.
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Ventura sabe que muitos não concordam com candidatura: "Procurarei demonstrar que estão errados"
André Ventura sabe que “muitos no partido e nos apoiantes” do Chega “não concordam com esta candidatura”. “Desta vez procurarei demonstrar que estão errados, sabendo que a história acaba por fazer o juízo mais definitivo das escolhas que fazemos”, afirma.
“Depois de ter dito que não era a opção ideal, apresento-me perante os portugueses e não viro a cara à luta”, realça.
DIOGO VENTURA/OBSERVADOR
DIOGO VENTURA/OBSERVADOR
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Ventura pede "desculpa" por ter considerado Gouveia e Melo
André Ventura quer ser o candidato dos “jovens que querem um país diferente” e dos que querem “zero corrupção”. “Serei o candidato que não tem medo de afirmar os valores que representamos”, explica o líder do Chega, voltando a realçar que há “riscos”.
O líder do Chega vai buscar bandeiras do partido para lembrar que pretende que os imigrantes ilegais tenham de “voltar para o seu país” e que “ciganos têm de trabalhar”. “O partido tem de ter uma candidatura que dissesse não ao veto da lei dos estrangeiros”, atira.
“Os três candidatos parecem defender obstinadamente um modelo em que o país de deve preocupar mais com os estrangeiros do que com os portugueses”, justifica, garantindo que a sua candidatura será marcada pela frase: “Os portugueses primeiro.”
Segue para criticar sistema e jornalismo, numa sociedade que considera “sequestrada por estado que pagava e subsidiava e mantinha no controlo elites mediáticas”. “Serei o candidato comum. Nenhum dos três candidatos pode dizer que pode representar o rompimento com o sistema.”
Sobre o almirante Gouveia e Melo, justifica-se: “Queria pedir desculpa. Não sabia que traria o pior que o sistema tem.” Ventura considera que o candidato se alinhou com PS ou PSD: “Eleições serão entre candidatura antissistema e uma candidatura do almirante Gouveia e Melo, representante do espaço socialista. Há um candidato antissistema e um candidato que acontece ser militar e que vai representar centro político.”
“É a luta do sistema contra o sistema”, promete André Ventura.
DIOGO VENTURA/OBSERVADOR
DIOGO VENTURA/OBSERVADOR
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É oficial: André Ventura é candidato presidencial em 2026
O líder do Chega acaba de anunciar que é o candidato apoiado pelo Chega às eleições presidenciais em janeiro de 2026.
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Ventura: candidatura é "neste momento, a melhor forma de liderar a oposição em Portugal"
André Ventura assume que corre riscos numa candidatura à Presidência da República, mas que realça que “um político deve dizer sempre que país está primeiro”.
“Sistema sempre quis uma candidatura fraca do Chega nestas eleições”, refere, procurando a ideia de que o partido é um “epifenómeno”. “Nunca permitirei que o Chega tenha candidaturas para perder ou fracas, independentemente da eleições”, sublinha André Ventura.
Entende que os partidos trouxeram “o pior que o sistema tem” para as presidenciais e reitera a ideia de que “enterrar de vez com o bipartidarismo será a garantia de que o Chega tomou a opção certa”. O objetivo, insiste, é ter o Chega numa segunda volta das presidenciais.
Ventura admite que, na sua visão, esta candidatura é, “neste momento, a melhor forma de liderar a oposição em Portugal”.
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André Ventura assume que falhou em arranjar candidato a Belém e queria Passos Coelho
André Ventura, presidente do Chega, fala em conferência de imprensa e assume que não só queria Passos Coelho, como tentou outros nomes. E reconhece a falha.
“O Chega tornou-se o segundo maior partido. A liderança da oposição não pode deixar em silêncio uma candidatura que representarão as eleições, o Chega não pode ignorar os seus apoiantes e militantes”, explica, sublinhando que partido com 23% dos votos que não tem candidatura é “um partido fraco e que não gosta de arriscar”.
Cita agora Sá Carneiro para dizer que “política sem risco é uma chatice” e realça que não desejou ser candidato nestas eleições. “O líder da oposição não tem como vocação primeira ser candidato a Presidente da República e procurei garantir que o Chega tinha um candidato que nos levasse à segunda volta”, argumenta e assume: “Falhei nessa tarefa.”
“Não é segredo para ninguém que procurei, conversei e falei com outros nomes possíveis”, explica Ventura. “Tinha preferido que Pedro Passos Coelho fosse candidato a Presidente da República.”
DIOGO VENTURA/OBSERVADOR
DIOGO VENTURA/OBSERVADOR
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André Ventura é candidato a Presidente da República: "Luta contra a corrupção e imigração descontrolada não podia ficar sem candidato"
André Ventura é candidato à Presidência da República em 2026 e justifica-o, em declarações ao Observador, com duas das principais bandeiras do Chega: a luta contra a corrupção e contra a “imigração descontrolada”
“O espaço de luta contra a corrupção e contra a imigração descontrolada não podia ficar sem candidato”, argumenta o presidente do Chega a poucas horas de apresentar oficialmente a candidatura.
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Boa tarde.
Neste liveblog vamos acompanhar a atualidade noticiosa, com destaque para a conferência de imprensa de André Ventura, com hora marcada para as 17h00.