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    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo em direto que agora abrimos.

    Número de vítimas dos ataques russos a Kryvyi Rih aumenta: 15 mortos e 130 feridos. Zelensky promete responder

  • IDF impedem ambulâncias de chegar a palestinianos feridos por ataques de colonos israelitas na Cisjordânia

    As IDF impediram as ambulâncias de chegar aos palestinianos feridos em ataques de colonos israelitas na Cisjordânia, informou o Crescente Vermelho Palestiniano, segundo a Al Jazeera.

  • Portugal condena Israel pela expansão de colonatos na Cisjordânia

    O Governo português condenou esta quinta-feira “fortemente” Israel pela expansão dos colonatos na Cisjordânia, através do projeto E1 em lançamento, e assim “afastando ainda mais” uma solução de dois Estados com a Palestina.

    Numa nota na rede social X divulgada esta quinta-feira à noite, o Ministério dos Negócios Estrangeiros frisou que “a decisão do Governo de Israel de avançar com o projeto E1 deve ser fortemente condenada”.

    “A expansão dos colonatos — neste caso a construção de 1.200 habitações na Cisjordânia — afasta ainda mais as partes da solução de dois Estados, consolidando a separação entre o Norte e o Sul da Cisjordânia”, apontou o ministério liderado por Paulo Rangel.

    A diplomacia portuguesa defendeu também que “os sucessivos atos de violência cometidos pelos colonos israelitas na Cisjordânia, tão nocivos para uma paz negociada, também não podem ficar impunes”.

  • Ataques israelitas atingem sul do Líbano e região das Colinas de Golã, na Síria

    Um ataque israelita atingiu as colinas da zona de Ali al-Taher, no sul do Líbano, informou um correspondente da Al Jazeera.

    O mesmo correspondente relatou ainda que as forças israelitas dispararam projécteis de artilharia contra terras agrícolas a sul da aldeia de Jbata al-Khashab, nas Colinas de Golã, na Síria.

  • Médicos Sem Fronteiras condenam decisão de Israel de não abrir investigações criminais sobre ataques que mataram quatro funcionários

    Os Médicos Sem Fronteiras condenaram a decisão de Israel de não abrir investigações criminais sobre os ataques que mataram quatro dos seus funcionários e os seus familiares na Cidade de Gaza, em novembro de 2023, e em Khan Younis, em fevereiro de 2024.

    A organização afirmou em comunicado, citado pela Al Jazeera, que a situação” não é uma surpresa”, acrescentando que “é o resultado previsível de um aparelho militar que se investiga a si próprio: um sistema que se mostrou relutante em responder à extensão das violações que podem configurar crimes de guerra e que emergem de Gaza”.

    A organização ainda que 15 membros foram mortos pelas forças israelitas em Gaza desde outubro de 2023, juntamente com outros 1700 profissionais de saúde.

  • Pressão económica é a "ferramenta mais eficaz" dos EUA contra o Irão, embora se trate de uma "jogada delicada", diz JD Vance

    O vice-presidente norte-americano afirmou que a pressão económica “ferramenta mais eficaz” dos EUA contra o Irão, embora reconheça que se trata de uma “jogada delicada”.

    “A ferramenta mais eficaz que temos é a pressão económica que podemos exercer sobre eles. E esta é uma jogada delicada, porque, ao exercermos pressão económica sobre eles, eles tentarão exercer pressão económica sobre nós”, disse Vance no programa Clay Travis and Buck Sexton Show, citado pela CNN.

    “O que se comprovou nas últimas semanas é que eles sentiram muito mais pressão do que nós”, acrescentou o vice-presidente.

    JD Vance afirmou ainda que os iranianos estavam a ser penalizados por dispararem contra navios comerciais, o que exercia uma forte pressão económica sobre o país e alterava os seus cálculos quanto ao tipo de acordo que pretendiam alcançar.

    Exercer esta pressão, segundo Vance, é a melhor forma de atingir o “objectivo final” dos EUA — impedir o Irão de reconstruir a sua capacidade nuclear.

  • Conselho Norueguês para os Refugiados estima que 94% da população de Gaza necessita de abrigo

    De acordo com um relatório do Shelter Cluster, liderado pelo Conselho Norueguês para os Refugiados (NRC), cerca de 1,98 milhão de palestinianos em Gaza, ou 94% da população, necessitam de abrigo e assistência básica para as suas famílias.

    O relatório, segundo a Al Jazeera, revela que quase dois terços das famílias vivem em tendas ou abrigos improvisados e que quatro em cada cinco famílias enfrentam condições de vida “críticas” ou “catastróficas” nos seus atuais abrigos.

  • Tropas das IDF filmadas a atirar roupas de palestinianos pela janela de uma casa na Cisjordânia cercada por colonos

    O grupo de defesa dos direitos humanos Yesh Din publicou nas redes sociais vídeos de tropas israelitas a atirarem roupas pertencentes a palestinianos pela janela de uma casa na Cisjordânia, cercada por colonos e soldados há 12 dias.

    “Eu sou o dono”, ouve-se um soldado israelita dizer no vídeo.

  • Embaixador israelita nos EUA: “Não procuramos escalada ou guerra com a Turquia ou a Síria. Mas foi ultrapassada uma linha vermelha”

    Em declarações ao The Jerusalem Post, citadas pela Al Jazeera, o embaixador israelita nos EUA, Yechiel Leiter, afirmou que os ataques à Síria foram uma resposta a dados dos serviços de informação que sugeriam a presença militar turca na Síria.

    “Não procuramos escalada ou guerra com a Turquia ou a Síria. Mas foi ultrapassada uma linha vermelha”, afirmou Yechiel Leiter, que descreveu os alegados planos da Turquia para expandir a sua presença militar na Síria como “uma violação flagrante”.

    A Turquia negou a presença de uma delegação militar turca na base aérea de Abu al-Duhur, exigindo que Israel interrompa os ataques e cumpra o direito internacional.

    Também o ministro dos Negócios Estrangeiros da Síria, Asaad al-Shaibani, afirmou ainda que o seu governo não tem planos para receber uma presença militar turca no país.

  • Chefe das Forças de Defesa Aérea do Qatar reuniu-se com homólogo saudita em Riade

    O chefe das Forças de Defesa Aérea do Qatar, Muhammad al-Shahwani, reuniu-se com Mazid Al-Amro, chefe das Forças de Defesa Aérea da Arábia Saudita, em Riade, de acordo com uma publicação do Ministério da Defesa saudita na rede social X.

    Os líderes militares discutiram formas de desenvolver a cooperação e a coordenação conjunta, segundo a publicação.

  • Número de mortos na sequência de ataque russo a Kiev sobe para dois

    A Rússia lançou um ataque diurno contra Kiev esta quinta-feira que matou pelo menos duas pessoas e ferindo outras três, segundo as autoridades locais, avança o The Kyiv Independent.

    O ataque ocorreu após uma ofensiva noturna contra a capital, que matou pelo menos 15 pessoas e feriu cerca de 40.

  • Médica palestiniana detida pelas IDF por suspeitas de ameaça à segurança terá sofrido ataque cardíaco enquanto estava sob custódia policial

    Dima Amin, uma médica palestiniana de 55 anos de Ramallah, foi detida pelas Forças de Defesa de Israel (IDF) na terça-feira. Segundo o grupo de defesa dos direitos humanos B’Tselem, a mulher sofreu um ataque cardíaco enquanto estava sob custódia policial e foi hospitalizada, escreveu o The Times of Israel.

    Amin, segundo o jornal, é suspeita de apoiar uma organização considerada hostil e de representar uma ameaça à segurança devido a publicações que fez no Facebook há cerca de três meses.

    Depois de receber tratamento hospitalar, a médica foi novamente colocada sob custódia no Complexo Russo, em Jerusalém. Esta quinta-feira, um tribunal militar decidiu prolongar a sua detenção por mais cinco dias.

  • UE prepara-se para proibir produtos israelitas e suspender cooperação caso avance nova construção de colonatos

    A União Europeia está a preparar um pacote de sanções contra Israel caso o país leve avante o seu plano de construção de um grande colonato na área E1 na Cisjordânia, avançou o Canal 13 israelita, segundo o The Times of Israel.

    Citando dois diplomatas ocidentais, a emissora israelita reportou que a UE já elaborou uma lista de sanções iniciais caso a construção se inicie, à qual os Estados Unidos não se opõem.

    A lista inclui a rotulagem de produtos provenientes não só dos colonatos da Cisjordânia, mas também de Israel, bem como a redução da cooperação académica e a suspensão de algumas formas de colaboração diplomática e na área da segurança.

  • Ben-Gvir critica secretário dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido por declarações sobre colonatos na Cisjordânia

    O ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, criticou o secretário dos Negócios Estrangeiros britânico, Ed Miliband, por declarações contra os concursos “inaceitáveis e destrutivos” do Governo israelita para o projeto de colonatos E1 na Cisjordânia.

    “Alguém deveria informar Ed que o Mandato Britânico para a Terra de Israel terminou em 1948 e que Israel é um Estado independente, escreveu Ben-Gvir numa publicação na rede social X.

    “Talvez, em vez de fingir que a era do Mandato terminou, devesse olhar pela janela para Londres, que se está a transformar rapidamente num califado islâmico“, acrescentou.

  • ONU condena ataque israelita contra base aérea síria

    O ataque israelita à base aérea de Abu al-Duhur “foi uma escalada deplorável nos ataques de Israel contra a Síria”, disse Claudio Cordone, enviado especial adjunto da ONU para a Síria.

    O ataque de terça-feira danificou a pista de aterragem e outras instalações, mas não houve registo de vítimas.

    Israel afirmou ter levado a cabo o ataque por acreditar que a Síria estava prestes a violar o status quo entre as duas nações “ao permitir que as tropas turcas se instalassem numa base aérea perto de Alepo”, segundo o gabinete do primeiro-ministro israelita.

  • EUA querem que China "entre no programa" de sanções ao Irão

    O secretário do Tesouro dos EUA disse à China para “entrar no programa” de sanções ao Irão, numa entrevista citada pela Al Jazeera.

    Scott Bessent disse que os EUA estão “confiantes de que todos querem a reabertura do Estreito de Ormuz e a queda dos preços da energia”.

    “Lembrem-se que os chineses obtêm 50% da sua energia de dentro do Golfo. Portanto, seria muito vantajoso para eles alinharem com o programa”, afirmou.

  • Omã e Japão enfatizam necessidade de intensificar esforços internacinais para reabrir o Estreito de Ormuz

    O ministro dos Negócios Estrangeiros de Omã, Badr bin Hamad Al Busaidi, reuniu-se esta quinta-feira com o seu homólogo japonês, Motegi Toshimitsu, em Mascate.

    Segundo a Al Jazeera, os ministros sublinharam a necessidade de intensificar os esforços internacionais para garantir a liberdade de navegação marítima no Estreito de Ormuz, em conformidade com o direito internacional.

    Para Badr bin Hamad Al Busaidi, a passagem segura pelo estreito é indissociável da segurança e prosperidade da região em geral.

    Já Toshimitsu afirmou valorizar o papel de Omã na resolução da crise de navegação no Sstreito e comprometeu-se a reforçar a coordenação com Mascate para garantir uma navegação livre e segura.

  • EUA vão redesignar Hezbollah como organização terrorista e impor novas sanções

    Os Estados Unidos vão anunciar hoje novas sanções contra o Hezbollah, incluindo a sua redesignação como organização terrorista, numa medida que pretende enfatizar a ligação do grupo libanês ao Governo iraniano, segundo um comunicado visto pela Reuters, informou o The Times of Israel.

    Devido aos “serviços prestados ao regime iraniano sob o comando da Força Quds da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão”, o Departamento do Tesouro dos EUA vai redesignar o Hezbollah como “Terrorista Global Especialmente Designado”.

    Segundo uma fonte próxima ao Governo norte-americano, a redesignação tem o objetivo de demonstrar que o Hezbollah está a agir em nome do Irão.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros libanês pede ao Irão que deixe de interferir nos assuntos internos do Libâno

    O ministro dos Negócios Estrangeiros do Líbano, Youssef Ragg, pediu ao Irão que deixe de interferir nos assuntos internos do país.

    “As autoridades iranianas devem parar de interferir nos assuntos internos do Líbano, sendo o exemplo mais recente as declarações feitas pelo presidente do Parlamento iraniano [Mohammad Bagher Ghalibaf]”, escreveu Youssef Raggi numa publicação na rede social X.

    “As relações normais com a missão iraniana no Líbano só poderão ser retomadas quando Teerão cumprir a decisão do Estado libanês, de acordo com os procedimentos diplomáticos estabelecidos”, afirmou ainda.

  • França, Alemanha, Reino Unido e Itália condenam plano israelita para colonatos na Cisjordânia

    A França, a Alemanha, o Reino Unido e Itália condenaram os planos de Israel de abrir concursos para um projeto de construção residencial na zona E1, parte da região central da Cisjordânia.

    “A decisão do governo israelita de publicar avisos de concurso para projetos de construção no âmbito do projeto de colonatos na área E1 é inaceitável”, refere uma declaração conjunta dos líderes dos quatro países, citada pelo The Times of Israel.

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