Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Ataque russo a Kiev provoca um morto e um ferido
- Número de mortos dos ataques russos a Kryvyi Rih sobe para 16
- Trump garante que capacidades militares norte-americanas não são limitadas e que o Irão quer fazer um acordo, mas que não está "preparado"
- Morreram mais de quatro mil pessoas desde o início da guerra entre Israel e o Líbano
- Exército israelita avisa para escala de violência dos colonos na Cisjordânia
- Estados Unidos pretendem pagar 619 milhões de euros da sua dívida à ONU
- Von der Leyen condena plano de expansão de colonatos israelitas
- Kaja Kallas acusa Rússia de "terrorismo premeditado" e anuncia novas sanções
- Número de vítimas dos ataques russos a Kryvyi Rih aumenta: 15 mortos e 130 feridos. Zelensky promete responder
- Guianense Carolyn Rodrigues-Birkett lidera segunda votação informal do Conselho de Segurança para ser secretária-geral da ONU
- Irão aumenta punições para iranianos que contactem com cidadãos e meios de comunicação social estrangeiros
- Costa estará presente na reunião da Coligação das Vontades
- Ataque russo em Mykolaiv mata quatro pessoas, incluindo três crianças
- "Vergonhoso". Reino Unido, Austrália e Canadá condenam fim de investigação à morte de trabalhadores humanitários em Gaza
- Vítimas dos ataques russos a Kryvyi Rih volta a aumentar: 14 mortos e 121 feridos
- Coligação das Vontades reune-se na segunda-feira
- Reino Unido pode impor sanções a produtos vindos de colonatos israelitas da Cisjordânia
- Zelensky condena ataque “cínico e desprezível” na sua cidade natal
- Omã e Irão pretendem continuar negociações sobre rotas de navegação no Estreito de Ormuz
- MNE iraniano ironiza histórico de eficácia das sanções contra o Irão por parte dos Estados Unidos
- China pede diálogo entre Estados Unidos e Irão
- Aumenta número de vítimas de ataques russos em Kryvyi Rih: seis mortos e 91 feridos
- IDF atacam "estrutura" em Barashit, no sul do Líbano, após várias pessoas terem passado zona tampão israelita e entrado no local
- Coreia do Norte tem 8.500 soldados a combater ao lado da Rússia e unidade de drones capaz de atacar a Ucrânia
- Ataques russos em Kryvyi Rih provocam cinco mortos e 52 feridos. Vinte estão em estado grave.
- Israel acusa Erdoğan de ser um "ditador antissemita" que pretende interferir nas relações entre Telavive e Damasco
- Flotilha. Turquia pede à Interpol um alerta vermelho para Netanyahu por "genocídio" e "crimes contra a humanidade"
- "Não nos submeteremos, em circunstância alguma, à intimidação", diz Presidente do Irão
- China diz que pressão económica dos EUA não vai resolver conflito no Médio Oriente
- Irão promete resposta "devastadora" a novas ameaças dos EUA
- Irão diz que tem de se preparar para "sanções cruéis" dos EUA
- "Existe um diálogo construtivo". Primeiro-ministro iraquiano rejeita confronto militar com grupos armados
- Ataques ucranianos atingiram refinaria e base aérea russas a mais de 1.600 quilómetros da fronteira
- Líbano promete "não poupar esforços" para garantir retirada total de Israel do país
- Exército israelita diz ter eliminado comandante do Hamas em ataque na Faixa de Gaza
- Canadá considera "inaceitável" decisão de Israel de encerrar investigação sobre morte de trabalhadores humanitários
- Suspeito da sabotagem do Nord Stream que foi detido na Croácia estava a ser consultor de um filme sobre o caso
- Ucrânia diz ter sido alvo de 135 drones russos durante a madrugada. Moscovo afirma ter destruído 325 drones ucranianos
- Austrália acusa homem de tentar informar Rússia sobre exército ucraniano
- Zelensky terá recebido plano para atacar em grande escala aeroportos de Moscovo
- Forças israelitas atacaram sul do Líbano durante a noite
- Ouvidas várias explosões na Crimeia. Há registo de cortes de eletricidade nas cidades da península
- Ataque russo danifica posto fronteiriço entre Ucrânia e Moldávia
- Estados Unidos preparam venda de aviões de reabastecimento ao Qatar
- Irão. Mais de 750 soldados dos EUA ficaram feridos desde início da guerra
- Ataque russo mata quatro pessoas na região de Kharkiv
Histórico de atualizações
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O que se passou até agora
- O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, condenou um ataque aéreo russo numa cidade ucraniana que incluiu ataques com drones a um centro comercial em Kryvyi Rih. Este ataque resultou em várias vítimas, incluindo crianças, e foi descrito por Zelensky como um ato cínico e desprezível. Num outro ataque russo com drones em Mykolaiv, morreram quatro pessoas, incluindo três crianças.
- A situação de tensão global intensifica-se com a troca de sanções e retaliações. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, manifestou preocupação em relação à nova expansão de colonatos israelitas na Cisjordânia, advertindo que tal medida mina a solução de dois Estados. Por outro lado, a China criticou a mais recente onda de sanções económicas dos Estados Unidos ao Irão, apelando ao diálogo para resolver as tensões no Médio Oriente.
- O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reafirmou a capacidade militar do país num contexto de tensões com o Irão, descrevendo uma estratégia de pressão económica sem precedentes contra Teerão. Estas medidas visam debilitar ainda mais a economia iraniana num momento em que o país já enfrenta elevadas taxas de inflação e desafios financeiros significativos.
- O anúncio de que a Coreia do Norte teria aproximadamente 8.500 soldados ao lado da Rússia no conflito contra a Ucrânia, incluindo uma unidade de drones com capacidades ofensivas, marca uma nova fase de envolvimento internacional no conflito. Esta colaboração militar entre Moscovo e Pyongyang parece ser uma tentativa de reforçar a presença militar russa numa altura em que o conflito ucraniano continua a ter desenvolvimentos significativos.
[O espião português suspeito de vender segredos à Rússia voa para Roma e as autoridades estão determinadas a apanhá-lo em flagrante a passar informações a um agente de Moscovo. “A vida dupla do espião traidor” é o novo Podcast Plus do Observador. Uma série em seis episódios, narrada pelo ator Ivo Canelas, com banda sonora original de Júlio Resende. Pode ouvir aqui, no site do Observador, o terceiro episódio, e também na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube. E pode ouvir aqui o primeiro episódio e aqui o segundo.]
Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.
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Bom dia. Terminamos aqui a cobertura dos vários conflitos internacionais.
Pode acompanhar neste liveblog todos os desenvolvimentos deste sábado. Obrigada por estar connosco.
Governo alemão quer investir 12 mil milhões em programa de mísseis para travar Rússia
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Ataque russo a Kiev provoca um morto e um ferido
Um aaque russo contra um armazem em Kiev provocu um morto e um ferido, além de um incêndio no local, avança a Administração Militar da Cidade de Kiev, no Telegram.
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Número de mortos dos ataques russos a Kryvyi Rih sobe para 16
O número de mortos dos ataques russos a Kryvyi Rih subiu para 16, avança Oleksandr Ganzha, chefe da administração militar de Dnipropetrovsk, no Telegram.
Sessenta e três feridos permanecem hospitalizados, 29 deles em estado grave.
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Trump garante que capacidades militares norte-americanas não são limitadas e que o Irão quer fazer um acordo, mas que não está "preparado"
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os Estados Unidos mantém as suas capacidades militares e frisou que o Irão não tem condições financeiras, nem militares.
“Não, de todo. Isto significa que vemos o que acontece [no Irão]: eles não têm dinheiro, nao têm Marinha, nem Força Aérea. Não estão a pagar aos seus soldados, não estão a pagar à sua polícia, têm 350% de inflação”, referiu antes de partir para uma viagem para a Carolina do Sul.
De acordo com o Fundo Monetário Internacional, a inflação média anual da inflação iraniana era 68,9%, em abril.
Reporter: "On Iran shifting to economic warfare, does that mean the military options for the U.S. are limited?"
Trump: "No, not at all." pic.twitter.com/rhFF4qyQEA
— Open Source Intel (@Osint613) August 21, 2026
Em relação ao Estreito de Ormuz, garantiu que os Estados Unidos não só têm o “controlo total” de toda região, como também controlam as “áreas terrestes” circundantes. Do mesmo modo, afirmou que o Irão quer um acordo, mas que não é o “certo”.
“Eles querem tanto fazer um acordo, mas não estão preparados para fazer o acordo certo, na minha opinião”, conclui.
President Trump says the U.S. has "total control" around the Strait of Hormuz as he turns up the pressure on Iran to make a deal.
Trump paints a dire picture of Iran's position, claiming the country has "no money," is struggling to pay its soldiers and police, and is facing 350%… pic.twitter.com/K0jpiRJX8O
— Fox News (@FoxNews) August 21, 2026
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Incêndio causado pelo ataque russo em centro comercial de Kryvyi Rih extinto, mas há pessoas desaparecidas
O incêndio no centro comercial de Kryvyi Rih, provocado por dois ataques russos, foi extinto, mas há pessoas desaparecidas.
“O incêndio foi extinto por volta das 23h, mas a remoção dos escombros continua. Ainda há desaparecidos”, refere Oleksandr Vilkul, chefe do Conselho de Defesa de Kryvyi Rih, no Telegram.
O responsável militar adianta também que a Rússia tentou fazer um novo ataque à cidade, mas o alvo aéreo russo foi “destruído”.
Esta tarde, um centro comercial foi alvo de dois ataques que provocaram 15 mortos e mais de 130 feridos.
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Morreram mais de quatro mil pessoas desde o início da guerra entre Israel e o Líbano
Desde o início da invasão israelita do Líbano, a 2 de março, morreram 4.348 pessoas e outras 12.307 ficaram feridas, revela o Ministério libanês da Saúde, citado pela Agência Nacional de Notícias libanesa.
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Exército israelita avisa para escala de violência dos colonos na Cisjordânia
As Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla inglesa) avisaram o poder político israelita que pode haver uma escalada violenta por parte dos colonos na Cisjordânia. A informação é avançada por uma alta patente militar ao Canal 12 israelita, The Times of Israel.
“O apoio de parte da liderança local e de setores do governo dificulta a aplicação da lei. Não é claro se há alguém que realmente queira a aplicação da lei. Os comandantes em campo sentem-se sozinhos na campanha”, avisa a fonte militar, que sublinha que existe um grupo de colonos que “quer o caos”.
A alta patente pede ações mais duras para conter a violência, e lamenta que membros do Governo apoiem os colonos extremistas.
A violência na Cisjordânia tem aumentado nos últimos meses, havendo casos quase diários contra palestinianos, sublinha o jornal. “Prisões nestes incidentes são raras, e processos judiciais são ainda mais raros”, refere o Times of Israel.
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Estados Unidos pretendem pagar 619 milhões de euros da sua dívida à ONU
A administração Trump informou o Congresso que pretende pagar 725 milhões de dólares (619 milhões de euros) da dívida dos Estados Unidos às Nações Unidas. A informação é avançada pela Reuters, citando uma notificação do Congresso norte-americano.
“Nos últimos seis meses, os Estados Unidos realizaram reformas históricas em toda a ONU – reformas consideradas impossíveis durante muito tempo – incluindo o primeiro corte orçamental real na história da ONU, resultando em cortes de quase mil milhões de dólares”, sublinha um funcionário do Departamento de Estado à agência de notícias.
Os Estados Unidos são o maior contribuinte da ONU, mas a quantia que será paga corresponde a menos de 20% da dívida que os Estados Unidos têm para com as Nações Unidas, que é de 3,4 mil milhões de dólares, refere a Reuters.
Se o país não pagar o restante das suas dívidas até janeiro, o país pode perder o seu direito de voto, tal como previsto no artigo 19.º da Carta das Nações Unidas, em que um Estado-membro perde o direito de voto “se o total das suas contribuições atrasadas igualar ou exceder a soma das contribuições correspondentes aos dois anos anteriores completos”. No entanto, a perda do direito pode não se verificar “se ficar provado que a falta de pagamento é devida a circunstâncias alheias à sua vontade”.
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Coordenador humanitário da ONU condena ataque russo a centro comercial
O coordenador humanitário da ONU para a Ucrânia, Matthias Schmale, condenou hoje o “ataque descarado” da Rússia a um centro comercial na cidade ucraniana de Kryvyi Rig, que fez dezenas de mortos e feridos, incluindo crianças.
“As imagens de moradores mortos e feridos num movimentado centro comercial na tarde de sexta-feira são absolutamente estarrecedoras”, lamentou Schmale em comunicado.
Segundo o mais recente balanço, pelo menos 15 pessoas morreram e mais de 130 ficaram feridas, incluindo 23 crianças, num ataque de um drone russo num centro comercial em Kryvyi Rig, na região ucraniana de Dnipropetrovsk.
Em comunicado, o coordenador humanitário da ONU para a Ucrânia frisou que o direito internacional humanitário proíbe ataques indiscriminados contra civis e bens civis.
“Os civis devem ser protegidos em todos os momentos», insistiu, lembrando que, nas últimas semanas, ataques em diversas cidades densamente povoadas da Ucrânia destruíram ou danificaram casas, um hospital, uma escola, mercados, autocarros públicos e, hoje, um centro comercial, afetando drasticamente a vida dos moradores locais.
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Von der Leyen condena plano de expansão de colonatos israelitas
A Presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, condenou o novo plano de expansão de colonatos israelitas que, na prática, divida a Cisjordânia em dois.
“A decisão do governo israelita de publicar licitações para o projeto de colonatos E1 é inaceitável. Há muito tempo que nos opomos a esta medida. Mina a solução de dois Estados ao dividir a Cisjordânia e romper a continuidade territorial dos Territórios Palestinos”, condena Von der Leyen, no X.
The Israeli Government’s decision to publish construction tenders for the E1 settlement project is unacceptable.
We have long opposed this step.
It undermines the two-state solution by dividing the West Bank and breaking the territorial continuity of the Palestinian… pic.twitter.com/oWUTRETYgz
— Ursula von der Leyen (@vonderleyen) August 21, 2026
Von der Leyen refere-se em concreto ao projeto de expansão do colonato E1, com cerca de 3.400 unidades habitacionais na Cisjordânia ocupada, numa área de 12 quilómetros quadrados entre o colonato de Ma’ale Adumim e Jerusalém Oriental.
Na prática, este megaprojeto ameaça dividir em dois a Cisjordânia e a viabilidade do Estado Palestiniano, sustentam vários países, incluindo Portugal.
c/Lusa
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Kaja Kallas acusa Rússia de "terrorismo premeditado" e anuncia novas sanções
Kaja Kallas acusou a Rússia de “terrorismo premeditado” ao condenar o ataque a um centro comercial ucraniano, e anunciou um novo pacote de sanções contra Moscovo.
“O ataque da Rússia contra um centro comercial em Kryvyi Rih demonstra a depravação absoluta e total da guerra de Moscovo”, assinalou a chefe da diplomacia europeia. “Isso é terrorismo premeditado. A Rússia quer tornar as cidades ucranianas inabitáveis.”
“Estou a apresentar a lista de sanções mais abrangentes contra a Rússia desde o início da guerra. A pressão deve ser intensificada até que Moscovo ponha fim à guerra”, assinalou Kaja Kallas, informando que os ministros europeus dos Negócios Estrangeiros e da Defesa devem “discutir o reforço do apoio à Ucrânia, incluindo na defesa aérea e antimíssil”, na sua próxima reunião em Dublin.
Russia’s attack against a shopping centre in Kryvyi Rih shows the absolute and utter depravity of Moscow’s war.
This is terror by design. Russia wants to make Ukrainian cities unliveable.
I am putting forward the most far-reaching Russia sanctions listings since the start of…
— Kaja Kallas (@kajakallas) August 21, 2026
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Abbas pede que Ocidente passe das palavras à ação contra colonatos de Israel
O presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, elogiou hoje a rejeição, por parte de vários países ocidentais, do megaprojeto israelita de um colonato na Cisjordânia ocupada, mas pediu que traduzam as palavras de condenação em ações concretas.
Segundo a agência noticiosa palestiniana Wafa, Abbas saudou a posição conjunta adotada na quinta-feira por Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Países Baixos, Canadá e Noruega, que reafirma a situação ilegal dos colonatos na Cisjordânia e alerta para a ameaça que o megaprojeto E1, perto de Jerusalém, representa para a contiguidade territorial da Palestina e para a solução de dois Estados, em desafio do direito internacional e das resoluções das Nações Unidas.
Posteriormente, a Bélgica, Suécia e Nova Zelândia também aderiram à declaração, tendo Espanha expressado condenação, num pronunciamento separado, dos planos do Governo liderado por Benjamin Netanyahu, que também já mereceu a oposição de Portugal.
O presidente da Autoridade Palestiniana insistiu hoje que o megaprojeto implica “um passo extremamente perigoso na política de expansão dos colonatos de Israel” e apelou aos países ocidentais para traduzirem “as suas posições em medidas práticas e concretas para impedir a implementação do plano E1”.
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Presidente do Líbano e Meloni abordaram fim da missão das Nações Unidas no país
O Presidente libanês, Joseph Aoun, e a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, encontraram-se hoje em Roma para abordar a situação no Líbano, mais concretamente o período que se vai seguir ao fim da missão das Nações Unidas no país, prevista para 31 de dezembro. Tanto a Presidência libanesa, como o Governo italiano, não adiantaram mais detalhes sobre o tema.
“O Presidente Aoun agradeceu à primeira-ministra Meloni pelo apoio que a Itália presta ao Líbano a vários níveis e discutiu a situação geral no Líbano e, em particular, no sul do país, tendo em conta as contínuas agressões israelitas e a necessidade de pressionar Israel a comprometer-se com a implementação do acordo-quadro alcançado nas negociações entre Líbano, Estados Unidos e Israel, em Washington”, refere a Presidência libanesa no X.
الرئيس جوزاف عون التقى رئيسة الوزراء الإيطالية جورجيا ميلوني، وعرض معها العلاقات اللبنانية الإيطالية وسبل تطويرها في المجالات كافة. وشكر الرئيس عون الرئيسة ميلوني على الدعم الذي تقدمه إيطاليا للبنان على مختلف المستويات، وتداول معها في الأوضاع العامة في لبنان عموما وفي الجنوب… pic.twitter.com/RSLr6NC0qA
— Lebanese Presidency (@LBpresidency) August 21, 2026
O Governo italiano sublinhou, em comunicado, o “apoio da Itália à soberania e integridade territorial do Líbano”, assim como aos esforços de paz “justa e duradoura com Israel”. Roma demonstrou também disponibilidade para receber novas rondas de negociações entre Beirute e Telavive, que têm sido realizadas desde julho e uma nova reunião está prevista para setembro.
A 28 de agosto de 2025, o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou a extensão “pela última vez” do mandato da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL), criada em 1978, após a invasão israelita do país, no contexto da guerra civil libanesa.
A 25 de junho, Meloni e Emmanuel Macron defenderam a criação de uma força multinacional para o Líbano, para operar após o fim do mandato da FINUL, em coordenação com a União Europeia e as Nações Unidas.
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Número de vítimas dos ataques russos a Kryvyi Rih aumenta: 15 mortos e 130 feridos. Zelensky promete responder
O novo balanço das vítimas dos ataques russos a um centro comercial em Kryvyi Rih dá conta de 15 mortos e 130 feridos, incluindo 23 crianças. A informação é avançada por Oleksandr Vilkul, chefe do Conselho de Defesa de Kryvyi Rih, no Telegram. Vinte e nove pessoas estão feridas com gravidade, incluindo cinco crianças.
No X, Volodymyr Zelensky, natural de Kryvyi Rih, apresentou as condolências às famílias e prometeu responder aos ataques.
“É importante que o mundo não permaneça em silêncio diante de tudo isto. É preciso haver um fim para esta guerra russa – e precisamos da ajuda do mundo para que isso aconteça”, apelou.
A rescue operation is currently underway in Kryvyi Rih following a strike on a shopping mall. There are many casualties. As of now, 14 people have been reported killed. My condolences to their families and loved ones. More than 100 people have been injured, among them 11… pic.twitter.com/gX2kL1LZnd
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) August 21, 2026
Esta tarde, um centro comercial foi alvo de dois ataques, o primeiro ataque com drones e o segundo através de um caça a jato, que provocaram um grande incêndio que destruiu o interior da infraestrutura.
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Guianense Carolyn Rodrigues-Birkett lidera segunda votação informal do Conselho de Segurança para ser secretária-geral da ONU
A representante permanente da Guiana nas Nações Unidas, Carolyn Rodrigues-Birkett, liderou a segunda votação preliminar informal feita hoje pelos membros do Conselho de Segurança para o secretário-geral das Nações Unidas.
A informação é avançada por diplomatas à Reuters, que não referem os resultados completos, mas dizem que Rodrigues-Birkett “estava ligeiramente à frente” da votação.
Na primeira votação informal, a 30 de julho, a guianense obteve o segundo lugar, numa votação liderada pela antiga vice-presidente da Costa Rica, Rebeca Grynspan.
A votação final deverá ter lugar em outubro, sendo que a pessoa que vai suceder a António Guterres começa o seu mandato a 1 de janeiro de 2027. No entanto, se não houver um consenso, o processo pode demorar mais tempo, sobretudo se existirem vetos por parte de algum dos membros permanentes do Conselho de Segurança.
Uma candidatura tem de ter um mínimo de nove votos a favor e nenhum contra para vencer a corrida. A candidatura vencedora é depois submetida à Assembleia Geral para ser ratificada.
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Irão aumenta punições para iranianos que contactem com cidadãos e meios de comunicação social estrangeiros
O parlamento iraniano aprovou uma resolução que aumenta as penas para cidadãos iranianos que contactem com meios de comunicação social estrangeiros, assim como com organizações, institutos universitários e cidadãos não iranianos.
Se for transposta para lei, as penas podem ir até aos dez anos de prisão para investigadores que contactem com institutos de investigação estrangeiros, e até aos dois anos de prisão para os restantes casos, “a menos que exista autorização expressa por escrito do Ministério dos Negócios Estrageiros”, refere a CBS News, com base nos meios de comunicação estatais do Irão.
Meios de comunicação social estrangeiros, com financiamento público norte-americano ou britânico, como a BBC Farsi ou o Iran Internacional, são restringidos no Irão, mas a nova lei vai mais além ao impor penas mais severas para “qualquer contacto, escrito ou verbal, com estrangeiros — especialmente com os media estrangeiros”.
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Reservistas israelitas preferem votar em opositor de Netanyahu, segundo sondagem
Uma sondagem publicada hoje pelo jornal israelita Yedioth Ahronoth indica que o partido do antigo chefe das forças armadas Gadi Eisenkot deverá receber o maior número de votos entre os reservistas nas eleições de 27 de outubro.
De acordo com a sondagem, o partido de direita Yashar recebe 19% das preferências dos inquiridos, contra 13% dos que tencionam votar no Likud, partido do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e maioritário no seu Governo de coligação com a extrema-direita.
Um dos principais fatores que influenciam o voto dos reservistas nas próximas legislativas em Israel é o recrutamento de judeus ultraortodoxos, que historicamente beneficiam de uma isenção altamente controversa do serviço militar obrigatório.
Esta isenção é especialmente sensível numa fase em que Israel está envolvido em múltiplas frentes ativas de conflito, quando a restante população, salvo raras exceções, deve servir entre os 18 e os 29 anos (homens) ou 26 anos (mulheres).
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Von der Leyen acredita que Kiev vai recuperar liberdade e aderir à União Europeia
A presidente da Comissão Europeia afirmou hoje acreditar que a Ucrânia vai recuperar a sua liberdade e segurança e aderir à União Europeia (UE), numa mensagem nas redes sociais alusiva aos 35 anos da independência do país.
“A Ucrânia vai recuperar a sua segurança. A sua liberdade. E vai ocupar o seu legítimo lugar na nossa União”, escreveu Ursula von der Leyen na mensagem.
As we prepare to celebrate Ukraine’s Independence Day, we raise the Ukrainian flag in Brussels.
So it can fly proudly at the heart of our Union, where it belongs.
Ukraine will reclaim its security.
Its freedom.And it will take its rightful place in our Union. pic.twitter.com/KOeCfASL4l
— Ursula von der Leyen (@vonderleyen) August 21, 2026
A responsável referiu que, devido ao aniversário da independência da Ucrânia, que se assinala na próxima segunda-feira, a Comissão Europeia decidiu hastear a bandeira do país à frente do principal edifício do executivo comunitário, o Berlaymont, em Bruxelas.
“Para que [a bandeira] possa esvoaçar com orgulho no centro da nossa União, onde pertence”, afirmou.
A Ucrânia celebra na próxima segunda-feira os seus 35 anos de independência, proclamada em 24 de agosto de 1991.
Para assinalar a data, a Coligação das Vontades sobre a Ucrânia vai reunir-se em Kiev, para reafirmar o “apoio firme” dos aliados do país e debater o reforço das defesas antiaéreas, anunciou a Presidência francesa.
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Costa estará presente na reunião da Coligação das Vontades
O Presidente do Conselho Europeu, António Costa, vai estar presente em Kiev na reunião da Coligação das Vontades, que une os aliados da Ucrânia na guerra contra a Rússia. A informação é avançada num comunicado do Conselho Europeu.
A reunião vai realizar-se em Kiev, em formato híbrido.