Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia, passámos a seguir as guerras no Médio Oriente e na Ucrânia bem como outros conflitos armados neste outro artigo em direto.

    Estados Unidos e Israel analisam plano para bombardear infraestruturas energéticas no Irão

    Obrigada por nos acompanhar, até já.

  • Irão afirma ter destruído hangares de drones e depósito de combustível em base norte-americana no Kuwait

    A Guarda Revolucionária Islâmica afirma ter destruído dois hangares de drones e um depósito de combustível na base norte-americana Ali Al Salem, no Kuwait.

    A autoridade afirma que vai continuar os ataques contra o Kuwait até à expulsão das “forças de ocupação e saque” no Médio Oriente, refere a Al Jazeera.

  • Egipto nega envolvimento iraniano em incêndio no porto de Damietta

    O ministro das Informações do Egipto, Diaa Rashwan, afirmou que não acredita no envolvimento do Irão no ataque de ontem com drones contra dois navios no porto de Damietta, ao contrário do que foi reportado pelo The Wall Street Journal. A informação é avançada pela Al Jazeera.

    O jornal norte-americano tinha referido que “inicialmente, as autoridades egípcias culparam o Irão pelo ataque e consideraram-no uma tentativa de ampliar o conflito”.

  • Trump anuncia acordo para desarmamento do Hamas

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que foi o Conselho da Paz alcançou um acordo para o desarmamento total do Hamas e de outros grupos a operar na Faixa de Gaza.

    “Este acordo é um passo crucial para que Gaza seja finalmente governada por um novo governo palestiniano que trabalhará em estreita colaboração com o Conselho de Paz para ajudar o povo palestiniano. Ao mesmo tempo, Israel terá a segurança que merece, com Gaza a deixar de ser usada como base para ataques terroristas”, sublinhou o Presidente no Truth Social.

    Donald Trump refere que o acordo será implementado em “fases cuidadosamente estruturadas”, com a retirada completa de Israel prevista após o desarmamento completo das milícias no enclave.

    Após a retirada das forças de Telavive, a força multinacional estabelecida para operar no enclave vai “trabalhar com uma nova força policial palestiniana para garantir a segurança de Gaza para os seus residentes e os seus vizinhos”.

    Hoje, foi noticiado que o Hamas e Israel estavam perto de um acordo sobre a segunda fase do cessar-fogo em Gaza, que está a ser negociado no Cairo, juntamente com os mediadores Egipto, Qatar e Turquia.

  • Ouvidas explosões em Erbil

    Foram ouvidas explosões em Erbil, no Curdistão Iraquiano, avançam meios de comunicação social locais, citados pela Al Jazeera.

    A cidade tem sido alvo de ataques iranianos durante as últimos semanas.

  • Comando Central dos Estados Unidos redirecionou 24 navios desde a imposição do bloqueio

    O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM, sigla inglesa) anunciou hoje no X que redirecionou 24 navios comerciais — mais quatro em relação a ontem —, desativou dois e intercetou outros dois desde 14 de julho, quando o bloqueio aos portos iranianos foi imposto por Washington.

  • IDF destruiu sistema de túneis do Hezbollah no sul do Líbano

    As Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla inglesa) destruíram o sistema de túneis localizado debaixo da área da Cordilheira de Beaufort, no sul do Líbano, usado pelo Hezbollah.

    “Nas últimas semanas, as tropas das IDF concluíram a segurança da área da Cordilheira de Beaufort, assumindo o controlo e limpando a infraestrutura subterrânea e preparando-a para destruição”, afirma o exército no X.

    As IDF usaram 700 toneladas de explosivos para destruir o sistema de túneis, refere o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o ministro da Defesa, Israel Katz, que garantem que as IDF “vão continuar na zona de segurança no sul do Líbano e continuar a destruir todas as infraestruturas terrotistas para prevenir qualquer tentativa por parte do Hezbollah para restaurar as suas capacidades”.

    A 31 de maio, Israel ocupou o Castelo de Beaufort para estabelecer “cinturões de segurança” para além das fronteiras israelitas para proteger cidadãos do norte do país de ataques do Hezbollah.

  • Irão compara Estados Unidos ao Estado Islâmico devido a ataque contra Qeshm

    O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmaeli Baqael, acusou dos Estados Unidos de cometerem “as ações terroristas do Estado Islâmico”, na sequência da morte de uma família durante o ataque norte-americano contra a ilha de Qeshm.

    “O ataque criminoso da noite passada contra as casas dos mais nobres iranianos em Qeshm, que resultou na destruição de várias residências e no martírio de um taxista trabalhador, Qeysar Jafari, de sua esposa Zahra Jafari e de sua filha inocente de dois anos, Sina, entristece profundamente o coração de todo ser humano consciente”, afirmou no X.

    O porta-voz assegura que cada ação contra Teerão “apenas faz dos iranianos mais determinados e unidos em defender a sua pátria”.

    Esta madrugada, os Estados Unidos lançaram um ataque contra Qeshm, afirmando que tinha como alvo posições da Guarda Revolucionária Islâmica no território.

  • Costa-riquenha Rebeca Grynspan lidera primeira votação informal do Conselho de Segurança para ser secretária-geral da ONU

    A antiga vice-presidente da Costa Rica, Rebeca Grynspan, liderou uma votação preliminar informal feita hoje pelos membros do Conselho de Segurança para o secretário-geral das Nações Unidas. A informação é avançada por diplomatas à Reuters.

    De acordo com os diplomatas, a guianense Carolyn Rodrigues-Birkett obteve o segundo lugar, com o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atómica, Rafael Grossi, em terceiro.

    A votação final deverá ter lugar em outubro, sendo que a pessoa que vai suceder a António Guterres começa o seu mandato a 1 de janeiro de 2027. No entanto, se não houver um consenso, o processo pode demorar mais tempo, sobretudo se existirem vetos por parte de algum dos membros permanentes do Conselho de Segurança.

    Uma candidatura tem de ter um mínimo de nove votos a favor e nenhum contra para vencer a corrida. A candidatura vencedora é depois submetida à Assembleia Geral para ser ratificada.

    Votação completa da primeira votação:

    1. Rebeca Grynspan (10 votos a favor, um contra e quatro abstenções)
    2. Carolyn Rodrigues-Birkett (nove votos a favor, dois contra e quatro abstenções)
    3. Rafael Grossi (sete votos a favor, dois contra e seis abstenções)
    4. Michelle Bachelet (seis votos a favor, cinco contra e quatro abstenções)
    5. Macky Sall (seis votos a favor, sete contra e duas abstenções)
    6. Maria Fernanda Espinosa (cinco votos a favor, dois contra e oito abstenções)
    7. Olara Otunnu (dois votos a favor, cinco contra e oito abstenções)

  • Cotação do Brent cai 1,88% para 89,03 dólares após nova aliança de segurança no mar Vermelho

    A cotação do barril de petróleo de Brent para entrega em setembro terminou hoje no mercado de futuros de Londres em baixa de 1,88%, para 89,03 dólares, após a criação de uma nova aliança de segurança no mar Vermelho.

    O crude do Mar do Norte, de referência na Europa, fechou a sessão no Intercontinental Exchange a cotar 1,71 dólares abaixo dos 90,74 dólares com que encerrou as transações na quarta-feira.

    A queda do Brent ocorreu depois de a Arábia Saudita ter anunciado a criação de uma aliança multinacional para reforçar a segurança do tráfego marítimo no mar Vermelho, no golfo de Áden e no estreito de Bab el-Mandeb, uma medida que reduziu as preocupações com possíveis interrupções nos envios de crude.

  • Gabinete do primeiro-ministro do Iraque garante que não tinha conhecimento dos ataques dos Estados Unidos e da Arábia Saudita

    O gabinete do primeiro-ministro do Iraque, Ali al-Zaidi, garante que não tinha conhecimento prévio dos ataques conjuntos dos Estados Unidos e da Arábia Saudita contra os grupos pró-Irão em território iraquiano.

    “[O Governo] não deu nenhuma aval aos ataques contra locais ou grupos específicos em território iraquiano”, afirmou o porta-voz do executivo, Haider al-Aboudi, citado pela Al Jazeera.

    A declaração do Governo iraquiano vem como resposta às afirmações de Donald Trump, que garantiu que os ataques foram coordenados com Bagdade.

    O ataque provocou 20 mortos, quatro deles militares da Guarda Revolucionária Islâmica, e que levou o Iraque a interpor uma ação legal contra Estados Unidos e Arábia Saudita.

  • MNE iraniano afirma que segurança do Egipto é "de suma importância" para Teerão

    O ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Seyed Abbas Araghchi, garantiu que a segurança do Egipto é “de suma importância” para Teerão e acusa Israel de “minar a paz regional”.

    “O Egito é um amigo e parceiro importante na região, e sua segurança é de suma importância para nós. Devemos todos estar vigilantes contra as conspirações e operações de falsa bandeira israelitas, concebidas para minar a paz regional. A ameaça é clara, mútua e receosa da solidariedade muçulmana”, escreveu no X.

    Ontem, defralgou um incêndio no porto, a partir de um navio-tanque de gás pertencente aos Estados Unidos e de uma outra embarcação. Apesar do incidente, o incêndio foi dominado e as operações em Damietta foram retomadas.

  • Ataques russos contra a Ucrânia fazem oito feridos

    Um ataque russo com drones em Krolevets, na região de Sumy, provocou seis feridos e danos em instalações e drones. Um outro ataque com quatro bombas FAB-250 contra um bairro residencial em Kramatorsk, na região de Donetsk, provocou dois feridos.

    A informação é avançada pelas autoridades ucranianas, citadas pelo Ukrainska Pravda.

  • Trump espera que Hamas assine acordo de desarmamento do grupo nos próximos dias

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a Casa Branca esperam que o Hamas aceite o desarmamento do grupo nos próximos dias. A informação é avançada por quatro fontes à Axios.

    “Pensamos que conseguimos trazer o Hamas a um cenário a que eles não podem dizer que não”, afirmou uma das fontes.

    Hoje, foi noticiado que o Hamas e Israel estariam perto de um acordo sobre a segunda fase do cessar-fogo em Gaza, que está a ser negociado no Cairo, juntamente com os mediadores Egipto, Qatar e Turquia.

  • Arábia Saudita e EUA: nova aliança nuclear contra o Irão?

    Orlando Samões aponta que a Arábia Saudita é um aliado vital para equilibrar poder do Irão. Também acrescenta que o apoio militar aos EUA e a ambição nuclear tornam o conflito regional mais complexo. Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    Arábia Saudita e EUA: nova aliança nuclear contra o Irão?

  • Estados Unidos sancionam entidades e indivíduos alegadamente ligados a companhia aérea iraniana

    O Departamento norte-americano do Tesouro anunciou sanções contra seis entidades e indivíduos que têm alegadas ligações à companhia aérea privada iraniana Mahan Air.

    As entidades sancionadas são as companhias chinesas Shanghai Wings e Shanghai Elite, a indiana Skiez Travels e a russa Air Cargo Pro, “por terem prestado assistência material, patrocinado ou fornecido apoio financeiro, material ou tecnológico, ou bens ou serviços à Mahan Air ou em seu apoio”, como refere o comunicado do departamento. Também foi sancionada a iraniana DadeNegar e o diretor administrativo da Shanghai Wings, Tang Xi.

    A Mahan Air foi sancionada pelos Estados Unidos em 2011, por “disponibilizar apoio financeiro, material e tecnológico” à Guarda Revolucionária Islâmica. Além disso, a companhia “facilita o treinamento militar e apoia a aquisição e o transporte de sistemas de veículos aéreos não tripulados (VANTs) e armas pelo Irão”.

  • Hamas pode começar o processo de desarmamento em breve

    O movimento Hamas pode vir a aderir em breve ao acordo de desarmamento do grupo proposto por Washington e pelo Conselho da Paz de Trump. A informação é avançada por duas fontes da Casa Branca ao Canal 12 israelita, citado pelo The Times of Israel.

    “Segundo a publicação, Qatar, Egipto e Turquia estão a pressionar o Hamas a assinar o acordo, possivelmente nos próximos dias. O Irão, por outro lado, está pressionar o grupo terrorista a ganhar tempo e não assinar”, refere o jornal.

    De acordo com as fontes, o Hamas entregaria todos dos dados sobre as suas infraestruturas, com fábricas de armamento, depósitos e mapas dos túneis, e os seus membros seriam perdoados. As armas ficariam sob a guarda do novo Governo tecnocrático a formar no enclave.

    Do mesmo modo, o desarmamento duraria entre seis a outro meses, com o Governo a assumir o controlo gradual da Faixa de Gaza “para verificar se estavam livres de armas”.

    De acordo com as mesmas fontes, os grupos anti-Hamas também entregariam as suas armas e os civis poderiam “vender armas pessoais às Forças de Segurança Israelitas”.

    No entanto, as Forças de Defesa de Israel (IDF, sigla ingelsa), continuariam a operar na chamada “linha amarela” até ao desarmamento total do Hamas, mas parariam os ataques contra líderes do movimento.

    “Este é um bom acordo para Israel”, disse uma fonte norte-americana, mas que garante que, se o Hamas “enganar” os mediadores, “tudo vai parar e Israel não abre mão de nada”.

    Hoje, foi noticiado que o Hamas e Israel estariam perto de um acordo sobre a segunda fase do cessar-fogo em Gaza.

  • Senado dos Estados Unidos rejeita proposta para limitar poderes de Trump sobre a guerra no Irão

    O Senado dos Estados Unidos rejeitou uma resolução para limitar poderes do Presidente Donald Trump sobre a guerra no Irão. 50 senadores votaram contra (incluindo o democrata John Fetterman) e 49 votaram a favor (inlcuindo os republicanos Lisa Murkowski, Susan Collins e Rand Paul), segundo a CNN.

    Esta foi a 13.ª vez que o Senado vota uma resolução sobre a limitação de poderes do Presidente dos Estados Unidos em relação à guerra do Irão.

  • MNE britânico condena ataques russos da última noite contra a Ucrânia

    O ministro britânico dos Negócios Estrangeiros, Ed Miliband, afirmou estar “horrorizado” com os ataques de Moscovo contra a Ucrânia da última noite, e condenou as “múltiplas violações” ao espaço aéreo da NATO, mais concretamente na Polónia e na Roménia, onde terão entrado mísseis russos.

    “Estou horrorizado com as cenas na Ucrânia após os ataques russos durante a noite, que mataram pelo menos oito pessoas, incluindo crianças. Os meus pensamentos estão com as famílias das vítimas e com toda a Ucrânia”, afirmou no X.

  • Witkoff e Kushner podem visitar Kiev durante o Dia da Independência da Ucrânia

    O enviado especial de Trump, Steve Witkoff, e o genro, Jared Kushner, podem visitar Kiev durante as comemorações do Dia da Independência da Ucrânia, a 24 de agosto. A informação é avançada por duas fontes anónimas ao correspondente da Rádio Liberdade, Alex Raufogl, no X.

    “Steve Witkoff e Jared Kushner devem estar em Kiev na segunda quinzena de agosto para eventos que marcam o 35.º aniversário da independência da Ucrânia, segundo duas fontes familiarizadas com os planos”, refere o jornalista.

    Na terça-feira, o Financial Times noticiou que Witkoff e Kushner tinham concordado em visitar Kiev “como parte dos esforços para terminar a guerra”.

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