Momentos-chave
- Responsável militar israelita diz ter recebido ordens para cessar o fogo no Líbano
- Vice-presidente dos EUA está a caminho da Suíça e espera avanços na questão nuclear e no cessar-fogo no Líbano
- Dez mortos, incluindo operador de câmara, em ataques israelitas em Gaza
- Donald Trump ameaça impor portagens no Estreito de Ormuz caso não seja alcançado um acordo final com o Irão
- Soldado israelita morreu em ataque do Hezbollah no Líbano
- Forças russas atacam a cidade de Zaporíjia. Há cinco mortos
- "O Irão não controla o Estreito de Ormuz", garantem os EUA. Tráfego continua a fluir
- Guerra no Irão. Trump e Meloni trocam farpas
- Ucrânia atinge refinaria de petróleo na Sibéria, a mais de dois mil quilómetros da fronteira
- Zelensky devolve condecoração à Polónia
- MNE iraniano e vice-presidente dos EUA vão para a Suíça para conversações
- Netanyahu instruiu militares a darem "resposta firme" aos ataques do Hezbollah
- Hezbollah lançou mais de 170 projéteis contra forças israelitas nas últimas 24 horas
- EUA garantem que tráfego no Estreito de Ormuz aumentou este sábado e dizem estar "vigilantes"
- Autoridades libanesas sobem para 83 o número de mortos em ataques israelitas na sexta-feira
- JD Vance diz que não há indícios de que o Estreito de Ormuz esteja fechado
- Paquistão anuncia conversas técnicas para implementar acordo EUA-Irão este domingo na Suíça
- Equipa de negociações do Irão vai viajar para a Suíça, avança a televisão estatal iraniana
- Irão fecha o Estreito de Ormuz devido a violações do cessar-fogo
- Trump volta a atirar a Meloni: "Depois da derrota militar do Irão pelos EUA, ela quer voltar a ser amiga do país"
- IDF assumem ataques ao sul do Líbano. Acusam Hezbollah de ter "lançado mais de 50 projéteis"
- "Não há justificação para se encontrar com Witkoff". Agência de notícia iraniana apela a que Abbas Araghchi não vá à Suíça
- Gaza diz que Israel continua a violar cessar-fogo na região. Mais de mil pessoas morreram em ataques nos últimos meses
- Aumenta para 16 o número de mortos provocados por ataques de Israel ao sul do Líbano
- Três pessoas morreram e pelo menos 45 ficaram feridas em ataques russoa à Ucrânia nas últimas 24 horas
- Witkoff na Suíça para primeira ronda de negociações com o Irão sobre possível acordo nuclear
- Ataques israelitas reportados no sul do Líbano após acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah
Histórico de atualizações
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Bom dia. Terminamos aqui a cobertura da atualidade internacional, focada nos conflitos no Médio Oriente e na guerra na Ucrânia.
Pode acompanhar todos os desenvolvimentos no novo liveblog que agora abrimos. Obrigada por estar connosco.
Irão e EUA voltam à mesa das negociações. JD Vance já está na Suíça
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Responsável militar israelita diz ter recebido ordens para cessar o fogo no Líbano
Um responsável militar israelita revelou hoje que o Exército recebeu ordens por parte do governo do país para cessar os confrontos com o Hezbollah no sul do Líbano, continuando, no entanto, a operar na região “de forma defensiva”.
O Exército “recebeu orientações atualizadas da hierarquia política para cessar o fogo”, indicou este responsável, citado pela agência France-Presse (AFP), acrescentando que as tropas “não estão a realizar ataques proativos”, mas operam “de forma defensiva” na faixa territorial do sul do Líbano ocupada por Israel, que designa como uma “zona de segurança”.
No entanto, desde sexta-feira verificam-se intensos confrontos entre as forças israelitas e os combatentes do movimento xiita libanês e pró-iraniano Hezbollah no sul do Líbano, com ambos os lados a acusarem-se mutuamente de violar um novo acordo de cessar-fogo anunciado pelos Estados Unidos.
“Estas atividades defensivas incluem o direito de retaliar caso o Hezbollah não respeite o cessar-fogo e continue a atacar as nossas tropas ou os nossos civis”, disse o responsável militar.
Acrescentou que o Exército estava a operar na região de Tebnit contra uma “infraestrutura terrorista” subterrânea “que representa uma ameaça direta para os soldados e civis israelitas” e “constitui um importante bastião do Hezbollah”.
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Vice-presidente dos EUA está a caminho da Suíça e espera avanços na questão nuclear e no cessar-fogo no Líbano
O vice-presidente dos EUA partiu esta tarde rumo à Suíça, país onde irão ter lugar negociações entre os EUA e o Irão este domingo. JD Vance espera que seja possível fazer avanços na questão nuclear e também no cessar-fogo no Líbano.
“Só poderei ficar um ou dois dias. Espero que consigamos avançar na questão nuclear e na questão do cessar-fogo no Líbano. Esses são os dois principais pontos em que nos devemos concentrar”, disse o vice-presidente norte-americano, citado pelo Times of Israel, em declarações aos jornalistas, na Base Aérea de Andrews, no Maryland.
U.S. Vice President JD Vance has departed for Switzerland to attend the U.S.-Qatar-Pakistan-Iran talks. pic.twitter.com/UykxL0iZ5G
— Conflict Radar (@Conflict_Radar1) June 20, 2026
Questionado sobre se os combates no Líbano podem ameaçar as negociações, JD Vance desvalorizou a questão, afirmado que a situação está a melhorar. “A situação está melhorar por lá, e as coisas estão a acalmar-se um pouco”, sublinhou, realçando que o objetivo final é “tornar toda a região segura”
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Dez mortos, incluindo operador de câmara, em ataques israelitas em Gaza
Pelo menos dez pessoas morreram, incluindo um operador de câmara, e várias outras ficaram hoje feridas em ataques das forças israelitas na Faixa de Gaza, segundo fontes médicas palestinianas, apesar do cessar-fogo formalmente em vigor desde outubro.
Quatro pessoas morreram, entre elas duas meninas e uma mulher, em resultado de um bombardeamento israelita na cidade de Gaza.
Fontes médicas confirmaram à agência noticiosa palestiniana Sanad o balanço provisório do bombardeamento, que atingiu um dos edifícios que ainda se mantinham de pé na conhecida avenida de Thalatheny.
Foi também noticiada a morte do operador de câmara da televisão pan-árabe Al-Jazeera, Ahmed Samir Wishah, num bombardeamento contra um grupo de pessoas no campo de refugiados de Al Bureij, no centro da Faixa de Gaza. Nesse mesmo incidente, morreram mais duas pessoas e outras oito pessoas ficaram feridas e foram transportadas para o Hospital Al Nasser.
A morte de Ahmed Samir Wishah foi já confirmada pelo canal Al-Jazeera e pelo exército israelita, que disse que o jornalista era “um terrorista do Hamas”.
“O operador de câmara da Al-Jazeera Live, o nosso colega Ahmed Wishah, bem como outras duas pessoas, perderam a vida num ataque israelita que teve como alvo uma casa no centro da Faixa de Gaza”, afirmou o meio de comunicação social no seu site.
Posteriormente, num comunicado, a emissora com sede no Qatar condenou “o assassinato deliberado” do operador de câmara, denunciando “a continuação dos crimes cometidos pelas forças de ocupação israelitas contra os seus correspondentes e o seu pessoal em Gaza”.
Na mesma nota informativa, o canal afirmou que Ahmed Wishah é o 12.º trabalhador da Al-Jazeera morto desde o início da guerra no enclave palestiniano, em outubro de 2023.
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Donald Trump ameaça impor portagens no Estreito de Ormuz caso não seja alcançado um acordo final com o Irão
O Presidente dos EUA ameaça cobrar portagens às embarcações que naveguem pelo Estreito de Ormuz, caso não seja alcançado um acordo final com o Irão num prazo de 60 dias.
Trump sublinha que o memorando de entendimento assinado com o Irão prevê a isenção de portangens naquele estreito durante 60 dias.
“Não haverá portagens após o término do período de 60 dias, a menos que sejam impostas pelos Estados Unidos da América, caso o acordo não seja concluído”, avisou o Presidente norte-americano, numa publicação na Truth Social.
Trump justifica a eventual introdução de portagens norte-americanas no Estreito de Ormuz com o serviço de “Anjo da Guarda” prestado pelas forças armadas norte-americnaas ao países do Médio Oriente e como “reembolso de custos passados, presentes e futuros”.
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Soldado israelita morreu em ataque do Hezbollah no Líbano
Um soldado israelita de 21 anos morreu na última noite depois de um ataque do Hezbollah contra as forças israelitas no sul do Líbano, escreve o Times of Israel.
Durante a noite, vários rockets lançados pelo grupo xiita (aliado do Irão) e também um drone com carga explosiva atingiram as forças israelitas na aldeia de Kfar Tebnit.
O soldado Nir Ben Ari morreu e outros 13 militares ficaram feridos, sendo que dois deles estão em estado grave.
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Forças russas atacam a cidade de Zaporíjia. Há cinco mortos
Cinco pessoas morreram e dez ficaram feridas na sequência de um ataque russo à cidade de Zaporíjia na última noite, escreve o Kyiv Independent, citando o governador da região, Ivan Fedorov.
As forças russas lançaram nove bombas planadoras em direção à cidade de Zaporíjia, capital da região com o mesmo nome, e que se mantém sob controlo das forças ucranianas.
Várias casas e carros foram atingidos.
A cidade de Zaporíjia, a cerca de 50 quilómetros da linha da frente, é um alvo frequente dos drones, bombas e artilharia russas.
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"O Irão não controla o Estreito de Ormuz", garantem os EUA. Tráfego continua a fluir
O porta-voz do Comando Central dos EUA garantiu esta tarde que o “Irão não controla o Estreito de Ormuz”, negando as alegações de Teerão de que a via marítima teria sido encerrada.
“O tráfego continua a fluir e as forças norte-americanas estão a monitorizar a situação para garantir que assim permaneça”, afirmou o capitão da Marinha Tim Hawkins, citado pelo Times of Israel.
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Guerra no Irão. Trump e Meloni trocam farpas
O Presidente norte-americano voltou hoje a criticar a primeira-ministra italiana por ter recusado ceder bases italianas no conflito com o Irão, enquanto Giorgia Meloni disse ter defendido o interesse nacional ao rejeitar “violar acordos”.
“Ela está com um desempenho fraco em Itália com o seu nível de popularidade, possivelmente porque deu uma nega aos Estados Unidos da América, um país que verdadeiramente ama e protege Itália, quando se tratou de impedir o Irão de obter ou desenvolver uma arma nuclear (Mas a NATO também o fez, diga-se de passagem!)”, escreveu Donald Trump na sua rede, Truth Social.
“Nem sequer nos deixou usar as pistas de aterragem ou descolagem de Itália, um grande inconveniente logístico, e isto apesar do facto de os EUA contribuírem com centenas de milhares de milhões de dólares por ano para proteger Itália e outros ‘supostos’ aliados da NATO”, continuou.
Na mensagem, Trump insistiu que a líder italiana lhe pediu “vezes sem conta, para tirar uma fotografia” com ele durante a reunião do G7 em França, no início da semana, algo que Giorgia Meloni já tinha negado.
“Agora, depois de os Estados Unidos terem derrotado o Irão militarmente, ela quer voltar a ser amiga para ‘aumentar os seus números’. Não, obrigado!!!”, acrescentou Trump.
Entretanto, Meloni reagiu, também através das redes sociais, numa mensagem dirigida ao “Presidente Trump” em que afirma que estes ataques constantes e não provocados não fazem sentido.
Salientou que ser amiga de Trump “certamente não ajudou” à sua popularidade, que também “não depende” da relação com o Presidente norte-americano.
“A minha popularidade depende da minha capacidade de defender o interesse nacional de Itália, e é exatamente isso que sempre fiz. Foi também isso que fiz em relação às bases militares americanas em Itália”, disse.
O uso destas bases “é regido por acordos” que sempre foram respeitados “e que não podem ser violados” enquanto for primeira-ministra, disse.
“Itália continua a ser uma nação soberana”, afirmou, antes de rematar: “Em qualquer caso, a minha popularidade não é da sua conta. Sugiro que se foque na sua”.
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Ucrânia atinge refinaria de petróleo na Sibéria, a mais de dois mil quilómetros da fronteira
As forças ucranianas atingiram este sábado uma refinaria de petróleo na cidade de Tyumen, na Sibéria, e ainda quatro compressores de gás na Crimeia, escreve o Kyiv Independent, citando informações do Exército.
Os dois ataques fazem parte da estratégia ucraniana para inutilizar as infraestruturas de produção de petróleo russas (de modo a dificultar a logística de guerra na Ucrânia) e para isolar a Crimeia.
???? Drones hit the Tyumen oil refinery, penetrating 2,000+ km deep into Russia.
The facility processes up to 9M tons of crude annually. pic.twitter.com/lFCz9ZVRj3
— UNITED24 Media (@United24media) June 20, 2026
A cerca de dois mil quilómetros da Ucrânia, vários drones ucranianos atingiram a refinaria de petróleo de Tyumen, que refina entre 7,5 a 9 milhões de toneladas de petróleo bruto por ano, escreveu Serhii Sternenko, assessor do ministro da Defesa da Ucrânia, nas redes sociais.
Segundo o assessor, vários moradores locais relataram ter ouvido pelo menos duas explosões. No entanto, as autoridades russas afirmaram que o ataque à refinaria foi repelido pela defesa aérea.
O governador regional de Tyumen, Aleksandr Moor, disse que equipes de emergência estavam a trabalhar nos locais onde caíram destroços de drones e que os funcionários da refinaria tinham sido retirados.
No entanto, nas redes sociais estão a ser partilhadas imagens que mostram um incêndio e uma extensa coluna de fumo a sair da refinaria.
As Forças de Sistemas Não Tripulados da Ucrânia lançaram também vários drones contra territórios ocupados pela Rússia, atingindo quatro compressores de gás na Crimeia, uma ponte sobre o Estreito de Henichesk que liga a Crimeia à região de Kherson, e outras 13 instalações militares nos territórios ocupados, escreveu no Telegram o comandante Robert Brovdi.
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Zelensky devolve condecoração à Polónia
O Presidente da Ucrânia disse hoje que já devolveu à Polónia a mais alta condecoração do país, retirada no contexto de tensões recentes em torno da história partilhada entre os dois países.
“Pensávamos que a Ordem da Águia Branca, concedida em 2023, era destinada ao povo ucraniano e ao nosso exército. Isso foi declarado na altura”, afirmou Volodymyr Zelensky, acrescentando: “Hoje, devolvi a Ordem ao Presidente da Polónia”.
Na sexta-feira, o Presidente polaco, Karol Nawrocki, anunciou a retirada da condecoração, depois de Zelensky ter, no final de maio, nomeado uma unidade militar ucraniana em homenagem ao Exército Insurgente Ucraniano (UPA), organização nacionalista da Segunda Guerra Mundial que a Polónia responsabiliza pela morte de mais de 100 mil polacos.
Karol Nawrocki, historiador nacionalista independente eleito chefe de Estado em 2025, considerou que, “para a esmagadora maioria da sociedade polaca, o Exército Insurgente Ucraniano continua a ser, antes de mais, uma formação responsável por crimes brutais cometidos contra cidadãos da República da Polónia durante a Segunda Guerra Mundial”.
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MNE iraniano e vice-presidente dos EUA vão para a Suíça para conversações
O chefe da diplomacia do Irão viajou hoje para a Suíça, onde devem decorrer “conversações técnicas” com os Estados Unidos, anunciou hoje o governo iraniano.
Também o vice-presidente norte-americano disse que “nos próximos dias” desloca-se ao país europeu para negociações técnicas com a parte iraniana.
Mediador nas conversações entre as duas partes, o Paquistão confirmou que discussões técnicas entre os EUA e o Irão vão ter lugar no domingo, na Suíça.
“Na Suíça, estão planeadas conversações para exigir o cumprimento dos compromissos da outra parte e clarificar como pretende cumprir as suas obrigações”, disse à televisão estatal o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmail Baghaei, a propósito da deslocação do ministro Abbas Araghchi.
Estas “conversações técnicas” vão decorrer na presença de representantes do Paquistão e do Qatar, os países mediadores, acrescentou.
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Netanyahu instruiu militares a darem "resposta firme" aos ataques do Hezbollah
Perante os mais recentes desenvolvimentos no Médio Oriente, com o Irão a anunciar o encerramento do Estreito de Ormuz por causa dos ataques israelitas no sul do Líbano, Israel não recua.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, “instruiu as Forças de Defesa de Israel a responderem com firmeza a qualquer ataque do Hezbollah e a agirem para eliminar as ameaças”, diz um comunicado do gabinete de Netanyahu, citado pelo Times of Israel.
O primeiro-ministro israelita garante também que as IDF vão permanecer no sul do Líbano “pelo tempo que for necessário para defender a fronteira norte” de Israel.
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Hezbollah lançou mais de 170 projéteis contra forças israelitas nas últimas 24 horas
Só nas últimas 24 horas, o grupo xiita Hezbollah (aliado do Irão) lançou 176 projéteis contra as tropas israelitas no sul do Líbano, afirmou o embaixador israelita nos EUA, Yechiel Leiter.
O embaixador listou mais de uma dezena de vila do sul do Líbano a partir das quais as forças do Hezbollah terão atacado os militares israelitas.
“Kfar Sir, Al-Zaharani, Khirbat a-Dwir, Tufakhta, Mazraat a-Daudia, Tul, Kharouf, Jouaiyya, Kfar Riman, Kfar Fila, Joubaa, Mazraat a-Kamata, Kharet a-Nabbaa. Estas são todas aldeias no sul do Líbano. A maioria delas dentro da linha amarela”, escreveu Leiter na rede social X.
Kfar Sir, Al-Zaharani, Khirbat a-Dwir, Tufakhta, Mazraat a-Daudia, Tul, Kharouf, Jouaiyya, Kfar Riman, Kfar Fila, Joubaa, Mazraat a-Kamata, Kharet a-Nabbaa.
These are all villages in southern Lebanon. Most of them within the yellow line.
Hezbollah fired 50 rockets at Israeli…
— Ambassador Yechiel (Michael) Leiter (@yechielleiter) June 20, 2026
Na última noite, o responsável avança que o Hezbollah disparou mais de 50 rockets contra os militares israelitas.
Para além dos rockets (147), foram ainda lançados 20 drones e 9 mísseis anti-tanque.
Para o embaixador israelita nos EUA, “o Hezbollah é o longo braço do Irão e não querem um cessar-fogo”.
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EUA garantem que tráfego no Estreito de Ormuz aumentou este sábado e dizem estar "vigilantes"
Depois de o Irão ter anunciado o encerramento do Estreito de Ormuz (na sequência dos ataques israelitas ao sul do Líbano), o Comando Central dos EUA garante que o tráfego marítimo naquele estreito aumentou este sábado, “enquanto as forças americanas continuam a operar para apoiar a liberdade de navegação”.
— U.S. Central Command (@CENTCOM) June 20, 2026
O Comando Central dos EUA assinala que a passagem pelo Estreito de Ormuz continua a ser realizada de forma segura, tendo utilizado aquele travessia marítima 55 navios mercantes, “transportando grandes quantidades de carga e mais de 17 milhões de barris de petróleo para os mercados globais” apenas este sábado.
As forças armadas dos EUA “permanecem presentes e vigilantes para garantir que todos os aspetos do acordo com o Irão sejam respeitado”.
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Autoridades libanesas sobem para 83 o número de mortos em ataques israelitas na sexta-feira
O Ministério da Saúde do Líbano informou que os ataques israelitas desde 2 de março mataram pelo menos 4.057 pessoas e feriram outras 12 mil, cita a Aljazeera.
O ministério também elevou o número de mortos nos ataques israelitas na sexta-feira de 47 para “um total final de 83 mártires e 141 feridos”.
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JD Vance diz que não há indícios de que o Estreito de Ormuz esteja fechado
JD Vance disse à Fox News que “não vê nenhuma evidência de que os iranianos estejam a fechar o Estreito de Ormuz”, após notícias a dar conta de que o Irão tinha decidido encerrar a navegação em resposta aos ataques de Israel no sul do Líbano.
“Retirámos 16 milhões de barris do Estreito de Ormuz apenas nas últimas 24 horas. Isso nos leva basicamente ao mesmo nível de antes do início da guerra. E isso sugere que o estreito está realmente aberto”, acrescentou Vance à Fox News.
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Paquistão anuncia conversas técnicas para implementar acordo EUA-Irão este domingo na Suíça
O Paquistão anunciou oficialmente que as conversas técnicas para implementar o acordo EUA-Irão serão realizadas na Suíça neste domingo. Fê-lo através de uma publicação na rede social X.
????PR No.1️⃣4️⃣8️⃣/2️⃣0️⃣2️⃣6️⃣
Technical-Level Talks Under the Islamabad Memorandum of Understanding
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— Ministry of Foreign Affairs – Pakistan (@ForeignOfficePk) June 20, 2026
“Como seguimento à assinatura do Memorando de Entendimento de Islamabad, conversas de nível técnico serão realizadas em Burgenstock, na Suíça, no dia 21 de junho”, lê-se no comunicado, acrescentando que mediadores paquistaneses e do Qatar vão fazer parte das discussões com representantes dos EUA e do Irão.
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Equipa de negociações do Irão vai viajar para a Suíça, avança a televisão estatal iraniana
A televisão estatal iraniana acaba de informar que a equipa de negociação do país vai viajar para a Suíça para conversas com os EUA sobre o acordo provisório relativo à guerra.
A emissora, citada pelo Times of Israel, partilha as declarações de um porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano. A viagem estava originalmente planeada para sexta-feira, mas foi cancelada.
O anúncio chega minutos depois de o comando militar conjunto do Irão ter informado que o Estreito de Ormuz tinha sido fechado novamente, alegando a continuidade dos ataques israelitas no Líbano.
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Irão fecha o Estreito de Ormuz devido a violações do cessar-fogo
O Irão volta a fechar o Estreito de Ormuz devido a violações do cessar-fogo, de acordo com a Reuters, que cita a agência de notícias estatal iraniana Mehr..
A informação chega do principal comando militar conjunto do Irão, o Quartel-General Central de Khatam al-Anbiya. O encerramento ao tráfego de embarcações é justificado com as sucessivas violações do acordo de cessar-fogo pelos EUA e Israel.
O encerramento será o “primeiro passo” da resposta do Irão às violações de compromissos e alertou que outras medidas seriam tomadas se a “agressão” continuasse.