Momentos-chave
- Israel vai retirar-se de algumas zonas do Líbano, que passarão a ser controladas pelo exército libanês
- Agência de notícias iraniana diz que Irão abandonou as conversações na Suíça
- "Matamo-los primeiro". Netanyahu diz que ataques ao Irão inauguraram nova doutrina — que passa por atacar primeiro
- Israel levanta restrições aos residentes junto à fronteira com o Líbano. Cessar-fogo está a ser respeitado
- Negociações de paz entre o Irão e os EUA foram interrompidas mas não encerradas
- Israel não realizou qualquer ataque contra o Líbano este domingo, pela primeira vez desde março
- Crimeia suspende venda de combustível à população, depois de novos ataques ucranianos
- Acordo de paz em risco. Irão deverá abandonar negociações com os EUA caso Israel não se retire do Líbano
- Irão avisa responsáveis dos EUA para não ameaçarem o país e garante que forças armadas "estão prontas para responder"
- IDF: Hezbollah está numa “situação muito difícil”
- Hezbollah recusa que Israel continue no Líbano
- EUA dizem que continuam a passar navios em Ormuz
- Netanyahu volta a vincar posição: Israel vai continuar no sul do Líbano "enquanto for necessário"
- Primeira ronda de negociações na Suíça terá terminado
- Mediadores pedem atenção para segurança dos países do Golfo nas negociações
- Qatar anuncia grupos para vigiar aplicação do acordo no início das conversações entre EUA e Irão
- Trump ameaça Irão: tem de parar Hezbollah imediatamente ou EUA volta a atacar
- Irão e EUA retomam negociações
- JD Vance diz que houve "grande progresso" nas negociações com o Irão
- Começou a negociação entre EUA e Irão
- Irão só reabre Estreito de Ormuz se cessar-fogo no Líbano for respeitado, diz fonte
- Israel recusa retirar-se do Líbano
- Irão: se guerra no Líbano não acabar, iniciar negociações "para acordo final não é possível"
- Irão diz que principal tema da negociação será guerra entre Israel e Hezbollah no Líbano
- Negociações na Suíça começam com reuniões bilaterais de manhã
- Estreito de Ormuz continua fechado
- Primeiro ponto na agenda das negociações será o conflito entre Israel e Hezbollah
- JD Vance já está na Suíça para negociar paz com o Irão
Histórico de atualizações
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Bom dia. Terminamos aqui a cobertura dos conflitos internacionais, com especial foco na guerra no Médio Oriente e na guerra na Ucrânia.
Pode acompanhar todos os desenvolvimentos desta segunda-feira no liveblog que agora abrimos. Obrigada por estar connosco.
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Israel vai retirar-se de algumas zonas do Líbano, que passarão a ser controladas pelo exército libanês
As Forças de Defesa de Israel (IDF) vão retirar-se de algumas zonas que atualmente controlam no sul do Líbano, e que passarão a ficar sob o controlo do exército libanês, avançou uma fonte israelita ao jornal Haaretz.
Na próxima semana, vão decorrer conversações ao nível dos embaixadores entre Israel e o Líbano que irão determinar as “zonas-piloto” que ficarão sob controlo militar exclusivo do Líbano.
A mesma fonte indicou que algumas das zonas que ficarão sob controlo do Líbano não estão ocupadas pelas IDF neste momento.
A atuação das Forças Armadas Libanesas nas zonas-piloto, incluindo aquelas de onde Israel se retirará, ficará sob supervisão dos EUA.
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Agência de notícias iraniana diz que Irão abandonou as conversações na Suíça
A agência de notícias iraniana IRNA avançou que a delegação iraniana terá abandonado as conversações na Suíça em reação às declarações do Presidente norte-americano, que ameaçou voltar a bombardear o Irão.
“A delegação da República Islâmica do Irão, depois de se encontrar com a delegação do Qatar que é uma das mediadoras, deixou o edifício onde decorriam as negociações”, escreveu a agência.
A IRNA nota que, quando as conversações começaram, “Donald Trump publicou uma mensagem no X onde repetiu as suas ameaças e comentários sobre o Irão”.
As negociações arrancaram esta manhã, depois da chegada do vice-presidente JD Vance. Durante a tarde, Trump deixou uma mensagem na Truth Social onde escreveu o que acontecerá se o Irão não travar o Hezbollah: “Iremos voltar a atacar o Irão de forma forte, como fizemos na semana passada, mas ainda mais forte!”
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"Matamo-los primeiro". Netanyahu diz que ataques ao Irão inauguraram nova doutrina — que passa por atacar primeiro
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse este domingo que as operações das Forças de Defesa de Israel (IDF) no Irão “mudaram a doutrina de segurança do país”. De agora em diante, Israel atacará primeiro.
“Nós começamos, nós atacamos, nós surpreendemos e atacamos os inimigos que procuram a nossa destruição, que nos querem matar. Nós atacamo-los antes que eles tenham a hipótese de o fazer. Matamo-los primeiro”, sublinhou Netanyahu, citado pelo Haaretz, durante um discurso na conferência do Sindicato da Imprensa Judaica.
“Durante anos, disseram-nos que não podíamos atacar o território iraniano. ‘Sim, podem realizar operações com a Mossad’, e fizemos várias. Eu autorizei muitas, mas não podíamos enviar as nossas forças armadas para Irão. Mas mudámos isso”, realçou o chefe de governo israelita, acrescentando que as forças israelitas destruíram diverso material militar iraniano e mataram cientistas nucleares.
“Decapitámos a liderança do regime terrorista. Destruímos sua indústria de mísseis. Acabámos com a marinha. Acabámos com a força aérea. Atacámos as indústrias militares. Atacámos as pontes”, realçando vai demorar “muito tempo” até que o Irão consiga recuperar dos danos causados pelos ataques israelitas.
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Israel levanta restrições aos residentes junto à fronteira com o Líbano. Cessar-fogo está a ser respeitado
O Comando da Frente Interna das Forças de Defesa de Israel (IDF) anunciou que irá suspender todas as restrições impostas às comunidades junto à fronteira com o Líbano, uma vez que o cessar-fogo com o Hezbollah parece estar a ser respeitado, escreve o Times of Israel.
Estão em vigor restrições como a proibição de ajuntamentos superiores a 100 pessoas ao ar livre e 400 em espaços fechados. Agora, após uma nova avaliação, o Comando da Defesa Civil informa que, a partir das 6h de amanhã desta segunda-feira, as restrições serão levantadas.
Esta decisão é tomada depois de a missão da ONU no Líbano ter anunciado que não se registou qualquer ataque das forças israelitas no Líbano pela primeira vez desde março, o que parece indicar que o cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah parece estar a ser cumprido.
Também o Hezbollah não lançou qualquer ataque este domingo contra território israelita.
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Negociações de paz entre o Irão e os EUA foram interrompidas mas não encerradas
As negociações de paz entre o Irão e os EUA, que estão a decorrer na Suíça, foram interrompidas ao final da tarde deste domingo, mas não estão terminadas, escreve a agência Reuters, citando uma fonte iraniana.
Segundo alguns relatos, as negociações foram interrompidas depois de a delegação iraniana ter abandonado o resort de Burgenstock, em protesto contra as declarações de Donald Trump.
O Presidente dos EUA ameaçou hoje o Irão com um novo ataque, ainda mais forte do que o último, caso Teerão não exerça influência sobre o Hezbollah, para que o grupo xiita cesse os ataques contra Israel.
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Israel não realizou qualquer ataque contra o Líbano este domingo, pela primeira vez desde março
As Forças de Defesa de Israel não lançaram qualquer ataque contra o sul do Líbano este domingo, escreve o Haaretz, citando a UNIFIL, a força interina das Nações Unidas no Líbano.
É a primeira vez que tal acontece desde o dia 2 de março, quando Israel começou a atacar o Líbano.
A UNIFIL explica que foram registadas violações do espaço aéreo libanês com recurso a drones mas garante que as IDF não lançaram ataques.
Recorde-se que as negociações de paz entre Irão e EUApoderão estar em risco, uma vez que o Irão exige que Israel cesse os ataques contra o Hezbollah (grupo aliado do Irão) no Líbano.
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Crimeia suspende venda de combustível à população, depois de novos ataques ucranianos
As autoridades russas que controlam a península ucraniana da Crimeia proibiram, este domingo, as gasolineiras de vender combustível à população civil. A partir de agora, apenas os serviços estatais terão acesso a combustível.
“O combustível será distribuído apenas para os serviços estatais que garantem as atividades vitais e a segurança da República da Crimeia“, disse o governador da Crimeia ocupada nomeado pela Rússia, Sergey Aksyonov, num vídeo divulgado manhã deste domingo, e citado pelo Kyiv Independent.
A decisão foi tomada depois de a Ucrânia ter lançado mais um ataque contra as infraestruturas energéticas da Crimeia, tendo visado, na última noite, um depósito de petróleo na cidade ocupada de Kerch e a logística para transporte de petróleo na cidade russa de Krasnodar, a cerca de 200 quilómetros da Crimeia.
Satellite images show that today's attack on the oil terminal in Kerch, Russian-occupied Crimea, has at least 4 of the 7 oil tanks burning. https://t.co/MTM1JfyXg4 pic.twitter.com/x1MoMVLkaT
— Anton Gerashchenko (@Gerashchenko_en) June 21, 2026
Nas últimas semanas, uma onda de ataques ucranianos teve como alvo a Crimeia ocupada. Kiev pretende transformar a península “numa ilha” atacando as cadeias de abastecimento russas para isolar a Crimeia do território continental da Rússia.
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Acordo de paz em risco. Irão deverá abandonar negociações com os EUA caso Israel não se retire do Líbano
O Irão deverá abandonar as negociações de paz com os EUA (que estão a decorrer na Suíça) caso as forças armadas de Israel não se retirem do sul do Líbano.
A agência semiestatal iraniana Tasnim, citada pelo Times of Israel, afirma ter “tomado conhecimento” de que, se o Artigo 1 do memorando de entendimento com Washington não for cumprido, “ou seja, o fim da guerra em todas as frentes, incluindo o Líbano, e a garantia da soberania e integridade territorial do Líbano”, as negociações serão interrompidas.
Recorde-se que, já este domingo, o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, reafirmou a posição de Israel: as forças armadas israelitas vão permanecer no sul do Líbano “enquanto for necessário”, de forma a proteger as comunidades do norte de Israel. “Permaneceremos na zona de segurança no sul do Líbano pelo tempo que for necessário para proteger os moradores do norte e todos os cidadãos de Israel… Nada alterará esse compromisso”, avisou Netanyahu.
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Irão avisa responsáveis dos EUA para não ameaçarem o país e garante que forças armadas "estão prontas para responder"
Depois de Trump ter ameaçado atacar novamente o Irão caso o Hezbollah não pare as suas atividades militares no Líbano, o Irão respondeu, avisando os EUA de que as forças armadas iranianas estão prontas para responder a qualquer ameaça.
“Seria melhor que eles tivessem cuidado com declarações. As nossas forças armadas estão prontas para lhes responder de uma forma diferente. Não importa o que digam, somos nós que agimos”, alertou o presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, e também o principal negociador iraniano nas conversações de paz que estão a decorrer este domingo na Suíça.
“Será que eles não pensam que, se as suas ameaças tivessem surtido algum efeito, não teriam chegado ao estado de desespero em que se encontram hoje? Não levamos em consideração as ameaças americanas”, disse Ghalibaf, citado pelo Times of Israel.
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IDF: Hezbollah está numa “situação muito difícil”
O chefe do Estado-Maior do Exército israelita, Eyal Zamir, afirmou hoje que o movimento xiita Hezbollah está numa “situação muito difícil”, durante uma visita a tropas destacadas no sul do Líbano.
“O Hezbollah sofreu um golpe severo e significativo” e “está numa situação muito difícil”, disse o tenente-general Eyal Zamir, citado num comunicado das Forças de Defesa de Israel (FDI).
O responsável militar afirmou que o Exército estava pronto “para continuar as operações para impedir a reconstrução” do movimento libanês apoiado pelo Irão.
As forças israelitas no sul do Líbano têm prosseguido a ofensiva, apesar de ter sido declarado um cessar-fogo no sábado, alegando estar a responder a ataques do Hezbollah.
Segundo o Ministério da Saúde libanês, mais de 120 pessoas morreram em ataques israelitas nas últimas 48 horas.
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Hezbollah recusa que Israel continue no Líbano
Após a declaração do líder israelita, o secretário-geral do Hezzbollah Naim Qassem disse que não vai permitir que Israel continue no Líbano, escreve o Haaretz.
O membro do grupo armado acrescentou ainda que vai responder a qualquer violação do cessar-fogo feita por Israel.
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EUA dizem que continuam a passar navios em Ormuz
O secretário de Estado da Energia dos EUA, Chris Wright, diz que nas últimas 24h passaram pelo Estreito de Ormuz 67 navios, escreve a Al Jazeera.
De acordo com o jornal, este tráfego é semelhante ao que se registava antes do início da guerra.
Estas indicações por parte dos EUA chocam com a informação dada pelo Irão, que há dois dias decretou, uma vez mais, o fecho do estreito e hoje vincou que só o reabrirá se o cessar-fogo no Líbano for respeitado.
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Netanyahu volta a vincar posição: Israel vai continuar no sul do Líbano "enquanto for necessário"
As tropas israelitas vão continuar no sul do Líbani a combater o Hezbollah “enquanto for necessário”, afirmou primeiro-ministro de Israel, citado pelo Le Monde.
A declaração de Benjamin Netanyahu surge enquanto as negociações de paz (que se focam fortemente na questão do Líbano) entre EUA e Irão decorrem na Suíça.
Israel aproveitou agora para vincar a sua posição e deixar claro que vai permanecer “na zona de segurança no sul do Líbano enquanto for necessário para proteger o povo do norte” de Israel, afirmou.
E acrescentou ainda um outro ponto em que não irá ceder: “Quaisquer que sejam os desenvolvimentos diplomáticos, não permitirei que o Irão adquira armas nucleares.”
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Primeira ronda de negociações na Suíça terá terminado
A primeira ronda negocial entre EUA e Irão terá chegado agora ao fim.
A informação foi avançada pela Al Jazeera e pela agência Reuters, sendo que ambas citam fontes anónimas.
Segundo escreve a Al Jazeera a interrupção serve para que ambas as delegações possam discutir os temas em privado.
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Em três meses morreram mais de 4.100 pessoas no Líbano, diz Ministério da Saúde desse país
Pelo menos 4.106 pessoas foram mortas e 12.153 ficaram feridas desde o início dos confrontos entre Israel e o Hezbollah, em março.
De acordo com os dados do Ministério da Saúde libanês citado pela Al Jazeera, entre as vítimas, 383 são mulheres, 251 são crianças e 135 são profissionais de saúde.
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Mediadores pedem atenção para segurança dos países do Golfo nas negociações
Dirigentes de quatro países mediadores no conflito do Médio Oriente declararam hoje que as negociações de paz, a decorrer na Suíça, devem ter em conta a segurança dos países do Golfo Pérsico e do Levante.
Egito, Arábia Saudita, Turquia e Paquistão defenderam que “as preocupações dos países da região devem ser tidas em conta, especialmente no que diz respeito à segurança e à estabilidade dos Estados árabes do Golfo, bem como da região do Levante”, que inclui Líbano, mas também Síria e Jordânia, de acordo com um comunicado divulgado no final de uma reunião na capital egípcia.
O objetivo da ronda negocial é “reforçar a segurança coletiva e promover a estabilidade regional a longo prazo”, referiram os ministros dos Negócios Estrangeiros do Egito, Badr Abdellaty, do Paquistão, Ishaq Dar, da Arábia Saudita, Faisal bin Farhan, e da Turquia, Hakan Fidan.
Na mesma declaração, os responsáveis sublinharam também “a importância de alcançar uma conclusão rápida e bem-sucedida para a próxima fase das negociações, visando uma solução duradoura, verificável e mutuamente aceitável para as questões pendentes”.
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Qatar anuncia grupos para vigiar aplicação do acordo no início das conversações entre EUA e Irão
O Qatar, mediador nas negociações entre Estados Unidos e Irão para pôr fim à guerra, anunciou hoje a criação de “grupos de acompanhamento” para vigiar a aplicação do acordo, no arranque das conversações na Suíça.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) do Qatar afirmou que vão ser criados “grupos técnicos especializados para negociar os termos do acordo final, que abrangerá todos os aspetos do memorando de entendimento”, com 14 pontos, assinado na semana passada pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, e pelo homólogo iraniano, Masoud Pezeshkian.
Serão igualmente criados “grupos de acompanhamento para supervisionar a aplicação do memorando até à conclusão do acordo final”, indicou Doha, em comunicado.
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Trump ameaça Irão: tem de parar Hezbollah imediatamente ou EUA volta a atacar
As negociações ainda decorrem entre os EUA e o Irão na Suíça. Um dos temas mais quentes da agenda tem que ver com o cessar-fogo no Líbano, que continua a ser palco de conflitos entre Israel e o Hezbollah.
“O Irão tem de parar imediatamente os seus proxies [intermediários, em português] no Líbano para que não causem mais problemas”, escreveu na rede social Truth Social, referindo-se ao grupo armado do Hezbollah.
“Se não o fizerem, vamos atacar o Irão com muita força uma vez mais, tal como fizemos na semana passada, mas ainda com mais força”, lê-se ainda na publicação.