Histórico de atualizações
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    Arquivamos agora este artigo em direto, mas pode continuar a acompanhar a atualidade política nacional, ao longo desta terça-feira, neste novo artigo em direto.

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    Centeno aconselha “paciência” ao PS para “não transformar utopias em distopias”

  • "AD pensa como o Chega em muitos assuntos", diz líder parlamentar do PS sobre entendimentos entre os dois

    O líder parlamentar do PS considerou esta noite que “Luís Montenegro governa mal” e que “os portugueses percebem que a governação está a levar o país para um beco sem saída”. E atirou forte à relação que a AD tem mantido com o Chega.

    Eurico Brilhante Dias discursou no jantar das Jornadas Parlamentares do PS e um dos pontos que mais ficou na sua intervenção foi o da “construção da agenda com a extrema direita” por parte do Governo que, no seu entender, “teve o seu esplendor na contrarreforma laboral”.

    “Foi com o Chega que queriam resolver todos os problemas”, disse, exemplificando com a PSU e a reforma laboral, acusando a AD de pensar “como o Chega em muitos assuntos. É por isso que é mais fácil ter entendimentos com a extrema direita”, argumentou.

    Sobre o desempenho do Governo nestes dois anos, o socialista recorreu a uma frase famosa de Montenegro, na era de Passos Coelho, para dizer agora que “o Governo governa mal e o país está pior”. E que “é muito evidente que não responde aos problemas dos portugueses porque não tem resposta”.

    Terminou a intervenção a dizer que a “alternativa ao mau Governo é o PS” e a exortar os deputados a trabalharem no terreno para recuperarem eleitorado. “Os portugueses precisam de voltar a confiar nessa alternativa que é o PS e é por isso que temos de ir para os bairros, para as ruas ouvir as pessoas”.

    Eurico Brilhante Dias acredita que a “perceção que o Governo governa mal está cada vez mais presente” nos portugueses e escorregou no fim ao dizer que conta “com todos para ganhar as eleições… sejam elas quando forem” — o PS tem evitado entrar num clima de agitação política.

    Depois do líder parlamentar, discursou o líder, mas guardou a sua intervenção política para o encerramento das jornadas, esta terça-feira. José Luís Carneiro fez apenas um discurso “pessoal” sobre o sentido de servir como deputado.

  • Carneiro pede "acordo entre as principais forças políticas" no combate à pobreza

    José Luís Carneiro pede “um acordo entre as principais forças políticas” no combate à pobreza. Durante uma visita a uma IPSS de Setúbal, a Fundação Santa Rafaela Maria, o líder socialista falou deste ponto, defendendo a importância da “durabilidade dos projetos”.

    Carneiro diz que “não pode háver interrupções” no trabalho junto das populações mais desfavorecidas e diz mesmo que “o combate à pobreza e à desigualdade é que devia estar um acordo entre as principais forças políticas para haver durabilidade das políticas públicas .”

    Os socialistas estão esta segunda e terça-feira em Jornadas Parlamentares pela Área Metropolitana de Lisboa.

  • Carneiro pede "acordo entre as principais forças políticas" no combate à pobreza

    José Luís Carneiro pede “um acordo entre as principais forças políticas” no combate à pobreza. Durante uma visita a uma IPSS de Setúbal, a Fundação Santa Rafaela Maria, o líder socialista falou deste ponto, defendendo a importância da “durabilidade dos projetos”.

    Carneiro diz que “não pode háver interrupções” no trabalho junto das populações mais desfavorecidas e diz mesmo que “o combate à pobreza e à desigualdade é que devia estar um acordo entre as principais forças políticas para haver durabilidade das políticas públicas .”

    Os socialistas estão esta segunda e terça-feira em Jornadas Parlamentares pela Área Metropolitana de Lisboa.

  • Ministro da Economia quer portugueses a viver ao nível europeu dentro de 20 anos

    O ministro da Economia e da Coesão Territorial disse hoje que o Governo tem um plano para acelerar o crescimento económico e colocar os portugueses a viver ao nível da média europeia dentro de duas décadas.

    “O Governo vai reforçar as medidas para acelerar o crescimento económico e tornar o país mais competitivo e as empresas e o trabalho mais produtivo”, frisou Castro Almeida, no final da sessão de encerramento da conferência “Um Estado que simplifica, um Estado que responsabiliza”, promovida pela Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), que decorreu em Coimbra.

    Questionado sobre a revisão do valor nominal do Produto Interno Bruto (PIB) face ao aumento da população portuguesa, o governante referiu que ainda não se sabe como é que vai ficar o rendimento ‘per capita’, embora preveja que o resultado mostre um país estagnado há muitos anos.

    “Acredito que as contas finais vão mostrar que o rendimento ‘per capita’ [por pessoa] em Portugal está estagnado desde há muitos anos. Há mais de 30 anos que estamos no mesmo patamar e isso é que não é possível manter e não podemos acomodar-nos a essa situação”, sublinhou.

  • Ventura acusa por igual PSD e PS de "irresponsabilidade" na imigração

    O presidente do Chega acusou hoje o PSD e o PS, por igual, de irresponsabilidade na política de imigração e considerou que a “prova dos nove” acontecerá sexta-feira, na votação da confirmação do decreto sobre perda de nacionalidade.

    Estas posições foram defendidas por André Ventura em conferência de imprensa, na sede nacional do Chega, após ter-se reunido com membros do “Governo sombra” do seu partido para as áreas da justiça e da segurança.

    O presidente do Chega pegou nos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) que estima a população portuguesa em cerca de 11,4 milhões, com elevado crescimento da imigração entre 2021 e 2025.

    “Quer o PS, quer o PSD, são responsáveis por isto. A título de exemplo, recordo o Pacto para as Migrações e Asilo, aprovado na União Europeia, com os votos contra do Chega e dos partidos associados ao Chega, mas com o voto favorável dos partidos associados ao PS e ao PSD. Foi este Pacto para as Migrações e Asilo, que levou a que viessem de todas as partes do mundo imigrantes para a União Europeia”, advogou.

  • Ministra espera receber relatório sobre sustentabilidade da Segurança Social nos próximos dias

    A ministra do Trabalho afirmou hoje que espera receber o relatório final sobre a sustentabilidade da Segurança Social “por estes dias”, mas só o tornará público “quando for oportuno”.

    A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, falava na inauguração oficial da FIA Lisboa – Feira Internacional de Artesanato 2026, em Lisboa.

    “Não sei se amanhã [terça-feira] especificamente, mas por estes dias vamos receber o relatório sobre a sustentabilidade da Segurança Social e vamos fazer uma análise”, disse a ministra do Trabalho, quando questionada sobre o prazo fixado para a entrega do relatório final, que está a ser elaborado pelo grupo de trabalho criado pelo Governo para propor “medidas tendentes à reforma da Segurança Social”.

    Segundo a governante, o Governo fará primeiramente uma “apresentação interna” e depois levará o documento aos parceiros sociais e aos deputados. “Quando se achar oportuno será publicado”, acrescentou.

  • Governo insiste que TdC é responsável pelo aumento do custo do Hospital Oriental

    O ministro Adjunto e da Reforma do Estado insistiu hoje, em Coimbra, na responsabilidade do Tribunal de Contas (TdC) no atraso e no aumento do custo do futuro Hospital Oriental de Lisboa em 164 milhões de euros.

    Gonçalo Matias reiterou aos jornalistas que o TdC pediu esclarecimentos sobre exigências da empreitada (condições sísmicas), que já tinham sido avaliadas por outra entidade, provocando um atraso de dois anos no início da obra.

    Segundo o governante, essas exigências “levaram a que o hospital iniciasse a obra mais de dois anos após ter sido lançado o procedimento e tivesse um custo acrescido de 64 milhões de euros e não tivesse podido aproveitar fundos europeus no valor de 100 milhões de euros”.

    “Não estou a discutir, nem vou discutir as condições sísmicas do hospital, porque não tenho competência para isso, mas também não creio que o TdC fosse a entidade competente para discutir as condições sísmicas do hospital”, sublinhou.

  • Carneiro rejeita tese que governos do PS só deixaram “obras no papel”

    O secretário-geral do PS rejeitou hoje a ideia de que os governos socialistas apenas deixaram “obras no papel”, dando como exemplo investimentos em habitação que foram decididos e estão agora a ser concluídos por todo o país.

    José Luís Carneiro falava aos jornalistas durante uma visita a uma obra com investimento do PRR para alojamento de agentes da PSP deslocados, no antigo Externato São José, em Loures, uma iniciativa no âmbito das jornadas parlamentares do PS, que decorrem até terça-feira na Área Metropolitana de Lisboa e que são dedicadas ao tema do custo de vida.

    “Não haverá município deste país que não esteja a realizar investimentos em habitação, investimentos esses que foram planeados, cujos recursos foram garantidos pelos governos do PS, e que estão agora uns a ficarem prontos para serem inaugurados, e outros que estarão, entre o verão e o próximo ano, prontos para serem disponibilizados aos seus legítimos beneficiários”, disse, tendo a seu lado o presidente da Câmara de Loures, Ricardo Leão.

    O líder do PS considerou que são obras como esta que contrariam “aquela tese de que apenas havia obras no papel” no tempo dos governos socialistas.

  • Governo assegura que reforma do Estado é para todos

    O ministro-Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Matias, defendeu hoje que a Reforma do Estado é para todos os portugueses e só pode ser feita com o apoio dos autarcas, bem como da sociedade.

    “Esta reforma é para todos. Esta não é uma reforma do Governo para o Governo, esta não é uma reforma dos autarcas para os autarcas. Esta é uma reforma para os portugueses, para as comunidades que nós servimos, para os nossos concidadãos, para os nossos munícipes”, afirmou.

    Durante a sessão de abertura da conferência “Um Estado que simplifica — Um Estado que responsabiliza”, que decorreu ao início da tarde no Convento São Francisco, em Coimbra, Gonçalo Matias evidenciou o esforço coletivo que vem sendo feito.

    “Independentemente do que nos possa dividir, dos partidos, das visões, das ideologias, isso é algo que eu acho que deve ser sublinhado, porque é o que nos pode fazer andar para a frente, é o que nos pode fazer evoluir como país”, referiu.

  • Fundo soberano. "Políticas para as próximas décadas podem ser contrastantes com a marca ideológica que definiu o PSD nos últimos 50 anos"

    Sobre o fundo soberano, Bugalho diz que é uma “iniciativa valiosa e preciosa para responder aos tempos que aí vêm”, que “são necessariamente diferentes daqueles que marcaram Governos da nossa área política nos últimos 50 anos”.

    O porta-voz do PSD admite que podem ser estranhas algumas das medidas tendo em conta o posicionamento ideológico do partido: “Compreendo que muitas das propostas de políticas do Governo e do partido para marcar a projeção destas décadas serão, por vezes, até contrastantes com a marca ideológica que definiu o PSD nos últimos 50 anos, mas é preciso explicar com paciência e pedagogia, que isso tem a ver com a velocidade com que os tempos estão a mudar.”

  • "Os mesmos que diziam que seria um mau eurodeputado por estar cá, são as mesmas que dizem que serei mau porta-voz por estar em Bruxelas"

    Sobre as novas funções, Sebastião Bugalho diz que tem “notado, até com algum fair play democrático que as mesmas pessoas que diziam que eu seria um mau eurodeputado por estar sempre em Portugal, são as mesmas pessoas que dizem que eu vou ser um mau porta-voz porque estou sempre em Bruxelas”. O vice-presidente do PSD diz que “nos últimos dois anos” percorreu “mais de 73 mil quilómetros ao serviço do meu partido” e que “só nas autárquicas” esteve “presente em 98 concelhos e 117 iniciativas”, assim “como presente na volta da campanha das legislativas de 2025 e nas presidencias de 2026”. E que, “apesar disso”, tem “uma taxa de presença no Parlamento Europeu superior a 94%, portanto já provei, mais do que uma vez, que compatibilizar o trabalho em Portugal com o trabalho europeu, não só é possível como desejável”.

  • Montenegro lamenta mortes de portugueses nos sismos e promete ajudar Venezuela

    Quatro dias depois de uma reação através do X, o primeiro-ministro falou esta segunda-feira pela primeira vez sobre os sismos que afetaram a Venezuela, com uma mensagem especial para os lusodescendentes e a promessa de que Portugal quer estar “mais perto” do país sul-americano.

    “Não posso deixar de partilhar um momento que é simultaneamente de dor e de pesar por tudo o que [a Venezuela] está a sofrer por estes dias. [Um momento] que é também de pesar pelas perdas de portugueses e lusodescendentes”, disse Luís Montenegro, que esteve em Santa Maria da Feira, no arranque da construção das instalações da Lufthansa Technik.

    Aproveitando a presença na região, marcada pela forte presença de migrantes com ligação à Venezuela, o líder do Governo expressou o compromisso de Portugal “com os trabalhos de recuperação” e as missões de salvamento que ainda decorrem para salvar “aqueles que ainda estão debaixo dos escombros”.

    Apesar do impacto dos sismos, o primeiro-ministro quis deixar “uma palavra de esperança” e assumiu a disponibilidade de Portugal para ajudar no futuro da Venezuela. “Além das equipas que já mobilizámos, tentaremos nos próximos meses e anos estar ainda mais perto, para podermos construir um futuro mais próspero e mais justo para aquele território e para aquela população”.

  • Porta-voz do PSD reitera que Governo "não tem parceiro preferencial"

    Sebastião Bugalho volta a dizer que a AD “não tem parceiro preferencial”, insistindo no lugar-comum de que “o parceiro são os portugueses”.

  • Bugalho assume que José Luís Carneiro será um dos ex-ministros chamados a responder pelo aumento da população estrangeira

    Sebastião Bugalho detalha agora que o PSD vai chamar ao Parlamento “os governantes que tiveram responsabilidades relacionadas com este processo e ausência de informação sobre a população estrangeira nacional durante estes anos”.

    Sem dizer concretamente os nomes dos ministros, o porta-voz do PSD adverte que esta questão é “absolutamente transversal a várias áreas da governação” e por isso “certamente não chamaremos apenas um ex-governante”.

    Questionado diretamente sobre se vai chamar José Luís Carneiro, Bugalho diz que “o atual secretário-geral do PS tem responsabilidades não só na extinção do SEF, como pelo facto de ter sido titular da pasta da Administração Interna diretamente relacionada com a política migratória, como até antes tinha responsabilidades sobre a rede consular”. Portanto, “parece-me natural que José Luís Carneiro seja chamado a prestar esclarecimentos, mas essa calendarização será anunciada pelo líder parlamentar, Hugo Soares”.

  • Bugalho responsabiliza PS por aumento da população estrangeira e anuncia que PSD vai chamar responsáveis do Governo Costa para responder na AR

    O vice-presidente do PSD, Sebastião Bugalho, estreia-se nas funções de porta-voz para reagir aos números do INE que dão conta que a população estrangeira duplicou de 7,1 para 14%.

    Sebastião Bugalho diz que “é inequívoca a relação entre a política migratória e os números tornados públicos nestes dias.” Para o dirigente nacional do PSD é “claro que o seu efeito ultrapassa a questão setorial, tendo afetado e camuflado o rendimento per capita então apurado e o mercado da habitação”.

    O PSD responsabiliza por completo o Governo de António Costa e quer que esse Executivo responda pelo que aconteceu. Bugalho anuncia que o PSD, “por via do seu grupo parlamentar, irá promover um conjunto de audições, que obrigará os governantes do PS a questões como: “O Governo então em funções agiu com conhecimento ou sem conhecimento do aumento populacional agora tornado público?; “Que políticas públicas desse Governo foram projetadas ou condicionadas por esse aumento populacional fruto da política migratória desregrada desse governo?”

    Bugalho desresponsabiliza as falhas nos serviços públicos desde que o Governo da AD tomou posse, destacando que um “trabalho dem Governo é responder e antecipar as necessidades do país”, mas “sem números fiáveis é impossível garantir que o SNS responde a quem deve responder, qe a escola pública é funcional que deve ser, ou que a política económica tem enquadramento com o mercado do trabalho.”

    O porta-voz do PSD diz que “com estes dados fica claro que a necessidade de devolver regras ao sistema migratória, era uma evidência.” E acrescenta: “Este Governo em 024 acabou com a política de manifestação de interesses, criou UEF da PSP, uma estrutura de missão que resolveu processos pendendes, não para agradar a ninguém, mas para responder a crise que outros nos deixaram.”

    Bugalho deixa ainda uma promessa: a de que “os portugeses saibam aquilo que aconteceu na primeira metade desta década enquanto o PSD tiver responsabilidades na governação do país.”

  • Líder do PS atira ao "OVNI do fundo soberano" e recusa entrar já no debate sobre o Orçamento

    Ainda na estação do Rossio, José Luís Carneiro recusou falar do Orçamento do Estado porque isso “serve os propósitos do Governo” e atirou ao “OVNI do fundo soberano” anunciado por Luís Montenegro no Congresso do PSD.

    O líder socialista considera que os partidos que “constituíram momentaneamente uma maioria têm procurado distrair as atenções dos portugueses” e exemplifica com o anúncio do fundo soberano: “Isto foi há oito dias, já não ouviram mais falar desse assunto, desse tema? Talvez não tenha pegado.”

    Carneiro chama-lhe “manobra de diversão que faz com que as atenções mediáticas saiam daquilo que é o essencial”, ou seja, das questões do “custo de vida, da habitação, da saúde, dos rendimentos”, diz.

    Quando questionado sobre a posição do PS quanto ao próximo Orçamento do Estado, Carneiro desvia-se do assunto, evitando entrar na espiral do viabiliza-não viabiliza. Mas diz que o faz porque esse debate “impede que o Governo responda às questões fundamentais a que tem de responder.” A falar do Orçamento, estamos a contribuir para que o Governo mantenha as atenções num ponto de fuga que não é o ponto de fuga que interessa às pessoas que estão lá em casa”, considera.

  • "Que mande o Passos Coelho dar uma volta ao bilhar grande". Alberto João Jardim aconselha Montenegro a afastar-se do antigo líder do PSD

    A renovar apelo de anos para que se faça o bloco central, Jardim considera que Montenegro tem de mudar equipa e que Carneiro tem de deixar de ser “tímido ante as vozes mais esquerdistas do partido”.

    “Que mande o Passos Coelho dar uma volta ao bilhar grande”. Alberto João Jardim aconselha Montenegro a afastar-se do antigo líder do PSD

  • Carneiro espera que Governo faça "inversão de marcha" na política de alianças parlamentares, depois da PSU

    Esta manhã, o líder do PS fez o trajeto entre Sintra e Lisboa, de comboio, para marcar o arranque das Jornadas Parlamentares do partido dedicadas ao custo de vida dos portugueses. O dia começou com um desafio ao Governo.

    José Luís Carneiro falou aos jornalistas na estação do Rossio para dizer que espera que “o Governo faça a inversão de marcha porque há muito tempo que está em contramão numa autoestrada e em grande velocidade e só pode dar mau resultado.”

    E explica que a “prova” dessa “contramão” são as “manobras ideológicas que o Governo tem conduzido com o Chega”. Recorde-se que na última semana o PSD e o PS firmaram um acordo para viabilizarem no Parlamento a nova Prestação Social Única, depois de o Governo ter desistido de negociar com o Chega (que na semana anterior já tinha chumbado, contra todas as expectativas, a reforma laboral).

    Nas mesmas declarações líder socialista disse também que o PS vai voltar a apresentar no Parlamento medidas como o IVA zero para os bens alimentares essenciais, a redução do IVA sobre os combustíveis e também sobre a eletricidade e o gás, bem como apoios aos agricultores e aos pescadores nos seus custos produtivos.

    Atira à “insensibilidade do Governo” em relação aos problemas da vida das pessoas, acusando Montenegro de estar apenas “preocupado com matérias ideológicas, sempre a procurar encontrar mecanismos de combate e de clivagem ideológica aliando-se para esse efeito com o partido da extrema-direita”.

  • Bom dia,

    Este liveblog vai acompanhar, ao longo do dia, toda a atualidade da política nacional.

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