Atualizações em direto
  • Coreia do Norte reconhece teste de mísseis em plena tensão com Seul

    A Coreia do Norte reconheceu ter realizado um teste de mísseis no sábado, um lançamento que foi confirmado pelas autoridades da Coreia do Sul, em plena escalada da tensão intercoreana.

    O teste “foi realizado no âmbito dos esforços para treinar os soldados de mísseis que operam o sistema de armas estratégicas hipersónicas no manuseamento do equipamento”, explicou a agência de notícias estatal norte-coreana, KCNA.

    O lançamento foi supervisionado pelo líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un. O projétil, que a KCNA definiu como um “míssil estratégico de alcance intermédio”, percorreu cerca de mil quilómetros até alcançar o alvo no mar do Japão (denominado mar do Leste nas duas Coreias), de acordo com a agência.

    O lançamento ocorre duas semanas depois de Pyongyang ter disparado dois mísseis balísticos de curto alcance a partir da zona de Wonsan em direção ao mar do Japão.

  • Irão avisa que, se EUA decidirem atacar, a resposta "será mais forte do que antes"

    O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão avisa que, se os EUA escolherem novamente o “confronto militar”, a resposta de Teerão será “mais forte do que antes”.

    “Se nossos inimigos escolherem novamente o caminho do confronto militar, a nossa resposta será mais forte do que antes, e vamos defender-nos com ainda mais força”, disse Abbas Araghchi, citado pelo Times of Israel, num encontro com embaixadores estrangeiros.

    “Não há solução militar, nem solução baseada em novas sanções”, defendeu o governante.

    Este sábado, o Presidente dos EUA disse aos jornalistas que tinha uma decisão a tomar em relação ao Irão, acrescentando que o país tinha sido “dizimado” pelas forças norte-americanas e e agora teria que escolher entre “o caminho fácil ou o caminho difícil”.

  • Chanceler alemão faz visita surpresa à Ucrânia

    O chanceler alemão, Friedrich Merz, chegou a Kiev numa visita não anunciada, com o objetivo de demonstrar o seu apoio ao país na guerra contra a Rússia.

    “Desloquei-me hoje a Kiev porque a Ucrânia precisa de todo o nosso apoio nas próximas semanas”, afirmou Merz, em comunicado publicado após a sua chegada.

    “Se a Rússia não for travada, a sua máquina de guerra acabará, mais cedo ou mais tarde, por se voltar contra nós”, acrescentou.

    “Hoje, direi ao presidente (Volodymyr) Zelensky: ‘Pode continuar a contar com a nossa ajuda’”, afirmou Merz, que também destaca a cooperação entre empresas alemãs e ucranianas.

    A visita do chanceler alemão ocorre apenas um dia depois de a Rússia ter apelado aos diplomatas e estrangeiros para que abandonassem Kiev, alertando que as suas forças continuarão a lançar “ataques de retaliação massivos” contra a capital ucraniana.

  • Bom dia.

    Abrimos este liveblog para acompanhar ao detalhe os conflitos e tensões geopolíticas internacionais.

    Pode recordar o que se passou ontem neste outro artigo em direto, que agora arquivamos.

    Ataque russo atinge importante ponte em Kiev. Esfaqueamento no voo da Flydubai foi “ato terrorista”, concluem os Emirados Árabes Unidos

1 de 1