Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que aconteceu até agora?

    • Os Estados Unidos confirmaram uma “série de ataques poderosos” contra o Irão como retaliação a ataques no estreito de Ormuz, visando sistemas de defesa aérea, vigilância costeira e locais de lançamento de mísseis e drones. Estes ataques foram descritos como um “castigo” e continuarão até novos avisos, agravando tensões na região.
    • O estreito de Ormuz tornou-se o foco de atenção internacional, com relatos de múltiplos ataques a navios comerciais, levando a um aumento do nível de ameaça para “grave”. O governo do Qatar culpou diretamente o Irão por um destes ataques, enquanto o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita condenou a ação como uma violação grave do Direito Internacional.
    • As tensões entre EUA e Irão também repercutiram em decisões políticas e económicas, com os Estados Unidos a reverterem a decisão de levantar sanções sobre o petróleo iraniano em resposta aos ataques no estreito.
    • Na Ucrânia, a capital Kiev foi alvo de ataques com mísseis por parte das forças russas, resultando em duas pessoas feridas e incêndios em vários armazéns. O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky destacou a necessidade de apoio internacional à defesa aérea do país, apelando à NATO para um reforço urgente dos sistemas de defesa.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Este liveblog fica por aqui.

    Continue a acompanhar toda a atualidade sobre as tensões geopolíticas internacionais neste novo liveblog, que agora abrimos.

    Trump afirma que Irão o contactou a pedir um acordo após ataques dos EUA: “Ligaram há pouco”

  • Dois feridos na sequência de ataque com mísseis russo à capital ucraniana

    Num comunicado no Telegram, o autarca da capital ucraniana, Vitaly Klitschko, afirmou que o ataque com mísseis russo a Kiev provocou dois feridos.

    Uma das pessoas foi hospitalizada, de acordo com Klitschko.

  • Secretário da Defesa deverá visitar Israel esta quarta-feira

    O secretário da Defesa norte-americano, Pete Hegseth, está a planear visitar Israel esta quarta-feira, avança a CNN Internacional.

    Não é claro se estes planos têm alguma coisa a ver com os ataques ao Irão desta noite.

  • Kuwait confirma apagão "em várias partes do país"

    O Ministério da Eletricidade, Água e Energias Renováveis do Kuwait confirmou os relatos da imprensa iraniana: há um apagão “em várias partes do país”, devido à “interrupção de várias linhas de transmissão elétrica”.

    Equipas de emergência ativaram um plano de emergência para “identificar as causas da disrupção, monitorizar a situação e trabalhar para restaurar a corrente elétrica o mais rapidamente possível”.

  • Agência de notícias iraniana avança que há apagões em partes do Bahrain e do Kuwait

    A agência de notícias iraniana Tasmin está a avançar que há apagões em grandes partes do Kuwait e do Bahrein.

    A mesma agência de notícias não especifica se trata de uma retaliação aos ataques norte-americanos desta noite.

  • Ataque com mísseis russo provoca incêndio em armazéns em Kiev

    O autarca de Kiev, Vitaly Klitschko, informou que armazéns estão em chamas no distrito de Desnyanskyi, um dos mais mais populosos da capital, na sequência de um ataque com mísseis russo.

    “No distrito de Svyatoshynskyi, um incêndio deflagrou num edifício não residencial. O inimigo está a atacar a capital com mísseis balísticos. Abriguem-se!”, avisou Klitschko no Telegram.

  • Governador da região atacada não tem conhecimento ainda de vítimas

    O governador da região de Hormozgan — que foi atacada — disse que não havia registo de vítimas na sequência dos ataques norte-americanos, avança a agência de notícias iraniana Tasmin.

  • EUA avisam que ataques desta noite ao Irão são um "castigo": "Não vão acabar tão cedo"

    Um dirigente norte-americano contou à CNN Internacional que a ofensiva desta noite “não é proporcional” e que é um “castigo” pelos ataques iranianos aos navios no Estreito de Ormuz.

    “É um castigo. E não vão acabar tão cedo”, salientou a mesma fonte.

  • EUA atacaram sistemas de defesa aéreos iranianos e locais onde Irão lançava mísseis e drones

    O jornal Axios está a avançar que os Estados Unidos atacaram esta noite sistemas de defesa aérea iranianos, sistemas de vigilância costeira, mísseis terra-ar, locais de lançamento de mísseis de cruzeiro antinavio, locais de lançamento de drones e instalações portuárias.

  • Irão regista novos ataques

    Segundo a agência de notícias Mehr, houve novas explosões em redor da cidade costeira de Sirik e na ilha de Qeshm.

  • Kiev sob ataque

    Noutras geografias, a capital ucraniana está sob ataque. Kiev terá sido atacada por um míssil balístico.

    Os alarmes não terão soado antes do míssil ter atingido Kiev.

  • Irão "condena veementemente" anulação do levantamento de sanções pelos EUA e promete "tomar medidas"

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão emitiu esta noite um comunicado a “condenar veementemente” a anulação do levantamento de sanções pelos Estados Unidos em relação à venda de petróleo.

    O Irão garante estar de “boa-fé” a cumprir o memorando de entendimento, mas lamenta que os Estados Unidos “estejam a violar” os preceitos do documento.

    “O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, ao mesmo tempo que alerta para as consequências da violação do acordo, tomará todas as medidas que considere necessárias para proteger os seus interesses nacionais”, lê-se no documento.

  • EUA confirmam "série de ataques poderosos" no Irão. É uma retaliação contra navios atacados no Estreito de Ormuz

    O Comando Central dos Estados Unidos da América (EUA) confirmou que lançou esta noite “uma série de ataques poderosos contra o Irão” para reataliar contra os ataques de Teerão que visavam embarcações no Estreito de Ormuz.

    O objetivo norte-americano consiste em “impor custos pesados” pelo Irão ter “atacado” os navios comerciais que transitaram no Estreito de Ormuz, que tinham a bordo “civis inocentes em águas internacionais”.

    “A agressão do Irão foi injustiçada, perigosa e uma violação clara do cessar-fogo”, completa o comando central.

  • Ouvem-se várias explosões em cidades costeiras do Irão, ao largo do Estreito de Ormuz

    Os órgãos de comunicação social iranianos estão a avançar que foram ouvidas explosões nas regiões da ilha de Qeshm, Bandar Abbas e Sirik, cidades costeiras ao largo do Estreito de Ormuz.

  • Risco para a navegação no Estreito de Ormuz sobe para nível “grave” após ataques a petroleiros

    O Centro Conjunto de Informação Marítima (JMIC, na sigla em inglês), liderado pela marinha norte-americana, elevou o nível de ameaça para a travessia do Estreito de Ormuz de “substancial” para “grave” após os ataques a três petroleiros, escreve a Al Jazeera.

    “Os incidentes recentemente confirmados destacam que o ambiente de ameaça permanece elevado e exige extrema vigilância”, afirmou o JMIC em comunicado, citado pela emissora.

  • Netanyahu diz que a marinha israelita vai garantir a segurança das rotas marítimas e a liberdade do comércio marítimo

    Benjamin Netanyahu afirmou que a marinha de Israel vai garantir a segurança das rotas marítimas e a liberdade do comércio marítimo.

    “O objetivo da marinha, e do Estado de Israel, é garantir as rotas de navegação e a liberdade do comércio marítimo, que são tão vitais para o Estado de Israel. Estou impressionado com o que já fizeram e com o que planeiam fazer em conjunto com as restantes forças de segurança”, escreveu o primeiro-ministro israelita na rede social X.

  • Irão diz que acusação do Qatar de ter atacado um petroleiro no Estreito de Ormuz é “inaceitável”

    O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmaeil Baghaei, disse que as acusações do Qatar contra o Irão sobre o alegado ataque a uma embarcação ligada ao país no Estreito de Ormuz são “questionáveis” ​​e “contrárias ao princípio da boa vizinhança”, descrevendo-as como inaceitáveis”, noticiou a agência de notícias estatal IRNA, segundo o The Times of Israel.

  • Ben-Gvir. "Antes, saíam gordos; hoje, entram gordos e saem magros. É assim que os terroristas devem sair”

    Acusado de abusos contra palestinianos detidos por Israel, o ministro da Segurança Nacional israelita, Itamar Ben-Gvir, afirmou com satisfação que os prisioneiros palestinianos saem mais magros dos centros de detenção israelitas, atribuindo essa situação às medidas que implementou.

    “Queriam que eu entregasse sanduíches a estes terroristas. Antes, saíam gordos; hoje, entram gordos e saem magros. É assim que os terroristas devem sair”, disse Ben-Gvir num seminário realizado em Israel, segundo a Al Jazeera.

  • Irão recusa acusações do Qatar e lembra que embarcações que não se coordenam com Teerão "enfrentam riscos"

    O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Email Baghaei, recusou as acusações do Irão.

    O responsável, citado pela Al Jazeera, lembrou que as embarcações que não usam rotas que não são coordenadas com o Irão ou que não partilham dados enfrentam riscos, que “prejudicam os esforços do Irão para facilitar a passagem segura no Estreito de Ormuz”.

    O porta-voz assegurou que o Irão está a fazer tudo para garantir a passagem segura no Estreito de Ormuz.

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