Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora:

    • A administração norte-americana, liderada por Donald Trump, anunciou a “Operação Excluído Económico” contra o Irão, expandindo as sanções secundárias e introduzindo novas restrições em setores como ativos digitais e tecnologia. Scott Bessent, secretário do Tesouro dos EUA, enfatizou que qualquer interação económica com o regime iraniano exporá os envolvidos ao total poder dos EUA, enquanto entidades que mantenham relações com o Irão ou facilitem a lavagem de dinheiro serão excluídas do sistema financeiro baseado no dólar.
    • As Forças de Defesa de Israel (IDF) realizaram ataques na Faixa de Gaza, resultando em várias mortes, incluindo crianças. Os ataques destruíram uma central de dessalinização e danificaram infraestruturas na região, numa ofensiva que causou um total de sete mortos em Gaza. Este aumento da violência insere-se num contexto mais alargado de conflito, tendo a ofensiva israelita causado a morte de mais de 73 mil palestinianos desde outubro de 2023.
    • A Coligação das Vontades realizou uma reunião em Kiev, coincidente com o 35º aniversário da independência ucraniana, onde os países aliados se comprometeram a fortalecer urgentemente as defesas aéreas de Kiev, particularmente com a entrega de sistemas de mísseis Patriot antes do inverno. Além disso, Volodymyr Zelensky destacou a necessidade de financiamento adicional para a produção de drones, visando manter uma vantagem competitiva sobre a Rússia.
    • Tensões no Estreito de Ormuz intensificam-se com um petroleiro atingido por um projétil desconhecido, provocando preocupações sobre a segurança marítima na região. Em resposta às sanções norte-americanas, o Irão ameaçou atacar pontos estratégicos de energia dos EUA e impedir exportações de petróleo através do Estreito de Ormuz, considerando qualquer apoio à campanha de sanções dos EUA como um ato de guerra.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

    [De regresso a Portugal, Carvalhão Gil garante que não se vendeu aos russos e que nem sequer sabia que o homem com quem foi detido trabalhava para o SVR. Para ele, era só um “parceiro de negócios”. Mas as buscas às casas do espião contam uma história diferente: a PJ encontra milhares de euros escondidos em casacos, gavetas e envelopes; dezenas de documentos secretos espalhados pelas várias divisões; e até um revólver dissimulado numa estante. Já está disponível o quinto episódio do novo Podcast Plus “A Vida Dupla do Espião Traidor”. Pode ouvir no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no YouTube.]

  • Bom dia. Este liveblog fica por aqui, mas pode continuar a acompanhar as atualizações dos conflitos mundiais neste outro artigo. Obrigado.

    Antigo ministro ucraniano da Defesa afirma que Ucrânia está a perder “lentamente” a guerra e pede reformas

  • Petroleiro foi atingido por um projétil desconhecido no Estreito de Ormuz

    De acordo com a agência de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO), um petroleiro foi atingido por um projétil desconhecido no Estreito de Ormuz, a cerca de 16 quilómetros a nordeste de Ash Shishah, Omã.

    “O comandante de um petroleiro informa que o navio foi atingido por um projétil desconhecido, causando danos na casa das máquinas e incapacitando o veículo. A tripulação está em segurança”, afirmou UKMTO em comunicado.

  • Colonos israelitas invadem aldeia palestiniana na Cisjordânia

    Colonos israelitas, alegadamente apoiados pelas IDF, invadiram a aldeia de Ein Qiniya, na Cisjordânia ocupada, informou a Al Jazeera, segundo fontes palestinianas

    Vídeos publicados nas redes sociais mostram mais de uma dezena de colonos e veículos do exército israelita numa estrada junto a casas.

  • Zelensky afirma que Kiev precisa de "mais dinheiro" para produzir mais centenas de drones por dia para pressionar a Rússia

    Durante uma conferência de imprensa na cimeira da Coligação dos Dispostos, em Kiev, Volodymyr Zelensky afirmou que a Ucrânia necessita de financiamento adicional para aumentar drasticamente a sua produção diária de drones e manter uma vantagem competitiva em relação à Rússia, segundo o The Kyiv Independent.

    “Temos capacidade suficiente, claro, para aumentar a produção, e se aumentarmos a produção, seremos capazes de atacar mais… mas não temos financiamento suficiente para isso”, disse o Presidente ucraniano, citado pelo jornal.

    “Precisamos de mais dinheiro, muito mais”, concluiu Zelensky.

  • CENTCOM permitiu passagem de mais de 40 navios com ajuda humanitária

    O Comando Central dos EUA (CENTCOM) informou que permitiu a passagem de mais de 40 navios com ajuda humanitária, apesar do bloqueio naval imposto ao Irão.

    Numa publicação na rede social X, o CENTCOM afirmou que as suas forças redirecionaram “71 embarcações comerciais, desativaram 3 e abordaram 2 para garantir o cumprimento do bloqueio” desde meados de julho, quando o bloqueio foi reimposto.

  • “Os EUA precisam de corrigir o tom e a abordagem nas suas interações com o Irão", avisa Pezeshkian

    O Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, disse ao Chefe do Exército paquistanês, Asim Munir, que “os Estados Unidos precisam de corrigir o tom e a abordagem nas suas interações com o Irão, porque recorrer à coerção e à intimidação só irá complicar os processos de implementação”, segundo a Al Jazeera.

  • França e Arábia Saudita pedem ao Irão que retome “cooperação plena” com a AIEA

    Numa declaração conjunta após uma reunião em Paris, o Presidente francês, Emmanuel Macron, e o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, sublinharam a necessidade de se chegar a uma solução em relação ao Irão para evitar uma escalada do conflito e garantir a segurança regional, relatou a Al Jazeera.

    Os líderes, segundo a emissora, reiteraram o seu compromisso com uma solução diplomática que “garanta a natureza pacífica do programa nuclear iraniano”, apelando a Teerão para que retome “cooperação plena” com a Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA).

    Ambos condenaram os ataques contra navios no Estreito de Ormuz e apelaram ao restabelecimento da normalidade na navegação na via marítima.

  • Netanyahu elogia novas sanções dos EUA contra o Irão

    Benjamin Netanyahu elogiou as novas sanções dos EUA contra o Irão, anunciadas esta segunda-feira pelo secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent.

    “Vocês cobram um preço elevado, com justiça, dessa ditadura cruel e daqueles que apoiam a sua contínua agressão”, disse o primeiro-ministro israelita numa publicação nas rede social X.

  • Irão prevê “mais uma derrota” para os EUA após anúncio de novas sanções 

    O ministro da Economia iraniano, Ali Madanizadeh, prevê “mais uma derrota” para os EUA, afirmando que a República Islâmica tem um “plano de dois anos” para combater as novas sanções de Washington.

    “Fizeram tudo o que podiam para testar a determinação do povo iraniano e das autoridades do país, mas falharam sempre. Parece que desejavam sofrer mais uma derrota”, disse Madanizadeh à televisão estatal iraniana, segundo o The Times of Israel.

    “Há muito que aguardamos estes planos, e o governo está e sempre esteve preparado e tem um plano de dois anos para lidar com estes acontecimentos”, acrescentou.

  • EUA continuam a não excluir ação militar no Estreito de Ormuz, afirma Pete Hegseth

    Horas depois de o secretário do Tesouro dos EUA ter anunciado uma série de medidas económicas contra o Irão, o secretário da Defesa norte-americano afirmou que continua em cima da mesa uma resposta militar.

    “Não estamos de maneira nenhuma a excluir ataques cinéticos em qualquer zona do Estreito de Ormuz ou à volta do Irão”, declarou Pete Hegseth aos jornalistas, insistindo que os EUA controlam o corredor marítimo e continuam a impor um bloqueio aos portos iranianos.

  • "A Europa não se pode encolher face às ameaças"

    Helena Ferro Gouveia defende que a Europa não pode ser neutra e tem de apoiar as sanções ao Irão. A especialista em relações internacionais prevê ataques russos à energia ucraniana no inverno.

    Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra na Rádio Observador.

    “A Europa não se pode encolher face às ameaças”

  • Ataques israelitas matam quatro pessoas, incluindo duas crianças, em Gaza

    As autoridades de saúde da Faixa de Gaza afirmam que ataques aéreos e disparos israelitas provocaram hoje a morte de duas crianças e de pelo menos outros dois palestinianos, segundo o The Times of Israel.

    De acordo com membros das equipas de emergência e familiares, uma menina de 10 anos, foi atingida nas costas por uma bala enquanto comia dentro da tenda onde vivia com a família, em Khan Younis, no sul do enclave.

    Um rapaz de quatro anos e outro palestiniano morreram ainda em dois ataques aéreos israelitas distintos, um contra uma casa no campo de refugiados de Bureij e outro contra uma estrada em Khan Younis, afirmam os membros das equipas de socorro.

  • EUA retiram Síria da lista de Estados patrocinadores do terrorismo

    O Departamento de Estado norte-americano retirou oficialmente a Síria da lista de Estados patrocinadores do terrorismo, segundo uma notificação do Departamento do Tesouro dos EUA, escreveu o The Times of Israel.

    A decisão surge depois de a administração norte-americana ter anunciado a medida no início deste ano, ficando a sua entrada em vigor dependente de um período de revisão pelo Congresso.

  • IDF dizem ter destruído dois depósitos de armas do Hamas localizados no interior de mesquitas em Gaza

    As IDF afirmaram ter destruído dois depósitos de armas do Hamas na Faixa de Gaza, que se encontravam no interior de mesquitas, segundo o The Times of Israel.

    “Este é mais um exemplo da exploração sistemática de infraestruturas civis pelo Hamas, incluindo mesquitas, em violação do direito internacional, para promover e executar ataques terroristas contra tropas das IDF e civis israelitas”, referiu o exército israelita, citado pelo jornal.

  • Netanyahu afirma que o Irão tentou assassinar um dos seus filhos

    Benjamin Netanyahu afirmou, numa entrevista telefónica ao Canal 14 israelita, que o Irão tentou assassinar um dos seus dois filhos.

    “O Irão visou um dos meus filhos. O Irão tentou matar, assassinar um dos meus filhos”, disse o primeiro-ministro israelita ao canal, citado pelo The Times of Israel. “Portanto, a segurança que recebem não é um luxo”, acrescentou.

    Não é claro qual dos filhos de Netanyahu terá sido o alvo, nem quando e como ocorreu a alegada tentativa de assassinato.

  • EUA "não estão em condições" de limitar relações económicas com outros países, afirma o presidente do parlamento do Irão

    Depois de Scott Bessent ter ameaçado com novas sanções os países que mantêm relações com o Irão, o presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que os EUA não têm capacidade económica para impedir Teerão de manter relações com outros países.

    “Os americanos sabem que ninguém acredita na sua pomposidade. Economicamente, os Estados Unidos não têm condições para restringir ainda mais as suas relações com outros países”, escreveu Ghalibaf numa publicação na rede social X.

    “Os parceiros comerciais do Irão declararam — tanto publicamente nos meios de comunicação social como em mensagens que nos são enviadas — que não atribuem importância a estas declarações”, acrescentou ainda.

  • Donald Trump acusa Irão estar "numa espiral de morte económica e militar"

    Numa publicação na plataforma Truth Social, Donald Trump afirmou que os EUA estão a “vencer todos”, incluindo ao Irão, acusando o país de estar “numa espiral de morte económica e militar”.

    Truth Social/ @ realDonaldTrump

  • Secretário norte-americano do Tesouro vai anunciar sanções contra "grande instituição financeira" no final da semana

    O secretário norte-americano do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que vai anunciar sanções contra uma “grande instituição financeira” até ao final da semana, mas sem definar qual é.

    “Verão uma grande instituição financeira a ser sancionada até o final desta semana por causa do Irão”, afirmou em conferência de imprensa.

  • Presidente da China defende solução diplomática para conflitos

    O Presidente chinês, Xi Jinping, defendeu hoje um cessar-fogo abrangente e uma solução diplomática para o conflito no Médio Oriente, durante um encontro em Pequim com o rei Abdullah II da Jordânia.

    “Defendemos um cessar-fogo abrangente e a resolução dos litígios por meios políticos e diplomáticos, com o entendimento de que a soberania e a segurança dos países da região, incluindo a Jordânia, devem ser respeitadas”, afirmou Xi.

    O Presidente chinês considerou que a questão palestiniana está “no cerne” dos problemas do Médio Oriente e defendeu uma solução assente em quatro princípios.

    Xi apontou, em primeiro lugar, para uma solução política baseada na criação de dois Estados, defendendo o regresso às negociações de paz e a constituição de um Estado palestiniano “o mais rapidamente possível”.

    O líder chinês defendeu também uma governação palestiniana, incluindo na Cisjordânia, e a reconstrução da Faixa de Gaza após a guerra, assim como os princípios do humanitarismo, da equidade e da justiça.

    Pequim pretende que sejam abordados simultaneamente “os sintomas e as causas profundas”, através de medidas destinadas a alcançar uma solução “rápida, abrangente, justa e duradoura” para a questão palestiniana.

1 de 4