Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Trump submete ao Congresso acordo nuclear com a Arábia Saudita
- Líder houthi diz que grupo do Iémen “não pouparia esforços” para apoiar o povo palestiniano até à queda de Israel
- Erdoğan afirma que Turquia não permitirá “cenários sangrentos” no Médio Oriente
- Grande explosão ouvida na cidade de Khiam, no sul do Líbano
- Colonos israelitas atacam jornalistas da AFP na Cisjordânia
- Irão acredita que Iraque poderá desempenhar um papel decisivo na formação de uma nova ordem regional
- Serviço Secreto dos EUA ciente de ameaça iraniana contra Barron Trump
- Vice-ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão diz que acordo com Omã “não significa abrir o Estreito de Ormuz”
- “Os EUA e outros países devem saber que o Estreito de Ormuz não será aberto, exceto através de acordos iranianos”, afirma vice-ministro
- Ataque israelita destrói armazém em Gaza com mantimentos para crianças desnutridas e mulheres grávidas
- Ucrânia recebeu aprovação do Reino Unido e da França para produzir mísseis de longo alcance Storm Shadow/SCALP
- Ministério dos Negócios Estrangeiros da Síria condena visita de Israel Katz ao sul do país
- Guterres "extremamente alarmado" com entrada de forças israelitas nas instalações da UNRWA em Jerusalém
- Israel acredita que Turquia desistiu de instalar presença militar no norte da Síria
- Marco Rubio afirma que, para já, não haverá uma nova ofensiva contra o Irão
- Secretário norte-americano do Tesouro afirma que pressão económica ao Irão "está a funcionar"
- Ucrânia confirma que Estados Unidos pediram para não atacar a Rússia durante a visita do diretor da CIA
- Antigo ministro ucraniano da Defesa afirma que Ucrânia está a perder "lentamente" a guerra e pede reformas
- Ministro dos Negócios Estrangeiros de Omã espera anunciar corredor do Estreito de Ormuz "em breve"
- Kiev estaria a planear invasão da Rússia antes de Moscovo atacar Ucrânia, afirma assessor de Putin
- Irão acusa Estados Unidos de "aniquilar as regras mais fundamentais do direito internacional" com as novas sanções
- Avião onde deve seguir diretor da CIA deixou Moscovo
- Estados Unidos pediram suspensão de ataques ucranianos durante presença de "uma delegação de alto escalão" em Moscovo
- Ataque israelita em campo de refugiados provoca três mortos
- Ataques israelitas no sul do Líbano provocam incêndios
- Irão e Omã propõem corredor temporário de navegação em Ormuz
- O Paquistão não trouxe "ameaças ou mensagens" dos Estados Unidos, afirma Teerão
- Irão garante que Estreito de Ormuz é "propriedade" do país
- Israel recusa cessar combates em Gaza e no Líbano
- Trump diz que foram concluídas operações de desminagem nas águas do Estreito de Ormuz
- NATO discute ajuda à Ucrânia a 18 e 19 de setembro
- Diretor da CIA viajou até Moscovo para "reuniões". Motivo continua desconhecido
- Netanyahu confirma que vai desmantelar centro da UNRWA em Jersualém
- Encontrados três drones com explosivos no aeroporto de Leipzig no início do mês. Há suspeitas de envolvimento russo
- Chefe da diplomacia da Santa Sé pede fim da guerra da Ucrânia
- Brent cai mais de 3% e volta a negociar abaixo dos 90 dólares
- Agência das Nações Unidas denuncia ocupação de um centro de formação em Jerusalém Oriental por forças israelitas
- Irão pede aos Estados Unidos para regressarem ao memorando de entendimento
- Zelensky afirma que recebeu Patriot recentemente
- Rússia diz que atingiu dois navios no Mar Negro
- Trump afirma que Irão está a passar por uma "crise humanitária de proporções épicas"
- Zelensky agradece a Seguro e Montenegro pela "solidariedade" de Portugal para com Ucrânia
- Estados Unidos vai enviar de volta diplomatas retirados de embaixadas do Médio Oriente
- Estados Unidos oferecem até 8,5 milhões de euros por informações sobre líderes da Guarda Revolucionária Islâmica
- Guterres avisa: "Chegou a hora de as superpotências entenderem os limites do seu poder"
- Kremlin desmente Zelensky sobre mobilização de 300 mil militares para as linhas da frente
- Zelensky partilha mensagem de Trump de comemoração de aniversário da independência da Ucrânia
- Presidente da Síria diz que saída de lista de Estados patrocinadores do terrorismo é o encerramento de um "capítulo doloroso"
- Paquistão descreve "progresso significativo" nas discussões de paz no Irão
- Ucrânia atinge uma das maiores refinarias no sul da Rússia. Queda de destroços matou duas pessoas em estação de comboios
Histórico de atualizações
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Bom dia. Este liveblog fica arquivado, mas o Observador já abriu um novo para continuar a acompanhar os desenvolvimentos dos conflitos armados a nível mundial ao longo desta quarta-feira. Pode segui-lo aqui.
Trump afirma que “não há pressa” no regresso às negociações com o Irão
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O que se passou até agora
- Mykhailo Fedorov, o ex-ministro ucraniano da Defesa, afirmou que a Ucrânia está a perder “lentamente” a guerra contra a Rússia. Argumentou que os próximos meses serão cruciais para tomar medidas fundamentais que possam alterar o curso atual, e pediu reformas urgentes no país.
- O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou que a Ucrânia recebeu aprovação do Reino Unido e da França para produzir mísseis de longo alcance Storm Shadow/SCALP. Zelensky revelou que Emmanuel Macron afirmou que as restrições aos mísseis e às licenças associadas seriam levantadas, considerando esta decisão como positiva e importante para o país.
- O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sublinhou a crise humanitária crescente no Irão, onde afirmou que grandes contingentes das forças armadas não estão a ser pagos e que há um aumento da violência contra manifestantes. Esta situação tem sido agravada pela desvalorização da moeda iraniana e pelo fecho de bombas de gasolina.
- O Presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan, declarou que a Turquia não permitirá a concretização de cenários sangrentos planeados para o Médio Oriente. Sublinhou a intenção de estabelecer a paz na região, apesar da oposição que possa enfrentar de redes criminosas identificadas como responsáveis por atos sangrentos.
Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.
[De regresso a Portugal, Carvalhão Gil garante que não se vendeu aos russos e que nem sequer sabia que o homem com quem foi detido trabalhava para o SVR. Para ele, era só um “parceiro de negócios”. Mas as buscas às casas do espião contam uma história diferente: a PJ encontra milhares de euros escondidos em casacos, gavetas e envelopes; dezenas de documentos secretos espalhados pelas várias divisões; e até um revólver dissimulado numa estante. Já está disponível o quinto episódio do novo Podcast Plus “A Vida Dupla do Espião Traidor”. Pode ouvir no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no YouTube.]
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Trump submete ao Congresso acordo nuclear com a Arábia Saudita
O Presidente dos EUA, Donald Trump, enviou ao Congresso um acordo de cooperação em energia nuclear civil com a Arábia Saudita, segundo uma fonte do Governo norte-americano citada pela Reuters, segundo a Al Jazeera.
Trump mantém, no entanto, a posição de que o pacto só avançará caso Riade adira aos Acordos de Abraão.
O acordo, alcançado no final de julho, terá uma duração de 30 anos e permitirá a Washington transferir tecnologia nuclear para o reino do Golfo.
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Líder houthi diz que grupo do Iémen “não pouparia esforços” para apoiar o povo palestiniano até à queda de Israel
O líder dos houthis do Iémen, Abdul-Malik al-Houthi, reiterou o compromisso do grupo em apoiar os combatentes palestinianos e apelou a “novas ações” contra a Arábia Saudita, de acordo a agência de notícias SABA, segundo a Al Jazeera.
Al-Houthi disse, segundo a emisora, que os houthis “não poupariam esforços” para apoiar o povo palestiniano até à queda de Israel.
Acusou ainda o Governo saudita de cometer “tirania e injustiça” contra o Iémen e disse que a situação exigia “novas medidas utilizando todos os meios legítimos”.
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Erdoğan afirma que Turquia não permitirá “cenários sangrentos” no Médio Oriente
“Não nos absteremos de trabalhar para estabelecer a paz na nossa região porque alguns não a querem, estão preocupados com ela ou vêem os seus planos frustrados”, disse o líder, citado pela Al Jazeera.
Erdoğan acrescentou ainda que vai continuar apoiar a recuperação dos seus vizinhos, apesar da oposição do que descreveu como “redes criminosas com sangue de inocentes nas mãos”.
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Grande explosão ouvida na cidade de Khiam, no sul do Líbano
Uma forte explosão ocorreu na cidade de Khiam, no sul do Líbano, na sequência de uma ação das forças israelitas, segundo a Agência Nacional de Notícias libanesa, informou a Al Jazeera.
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Colonos israelitas atacam jornalistas da AFP na Cisjordânia
Colonos israelitas atacaram três jornalistas da AFP na Cisjordânia, num ataque que fez pelo menos cinco feridos, segundo a agência de notícias, informou a Al Jazeera.
Os repórteres, segundo a emissora, tinham viajado para a cidade de Jannatah, perto de Belém, na terça-feira, para cobrir visitas de solidariedade de ativistas israelitas em apoio de palestinianos.
No entanto, o exército israelita ordenou aos jornalistas que abandonassem o que chamou de “zona militar fechada” antes da chegada dos colonos israelitas em dois carros.
Entretanto, Israel informou que foi aberta uma investigação sobre o incidente.
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Irão acredita que Iraque poderá desempenhar um papel decisivo na formação de uma nova ordem regional
O Iraque pode desempenhar um papel decisivo na formação de uma nova ordem regional, especialmente no Golfo, afirmou o presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, ao presidente do Conselho Supremo Judiciário iraquiano, Faiq Zaidan.
“Está a ser criada uma nova ordem regional. A situação é delicada e histórica para o Irão e para o Iraque. O facto de as forças da coligação norte-americana estarem a retirar do Iraque é uma honra histórica para o Governo e para o povo iraquianos”, disse Ghalibaf, segundo a Al Jazeera.
Ghalibaf afirmou que os EUA iniciaram a sua guerra contra o Irão com “a intenção de derrubar a República Islâmica e expandir a hegemonia americana no Médio Oriente e no mundo islâmico”.
Disse ainda a Zaidan que os “EUA perderam a guerra militar e política contra o Irão e também vão falhar nas medidas económicas”.
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Serviço Secreto dos EUA ciente de ameaça iraniana contra Barron Trump
O Serviço Secreto dos EUA está ciente de um vídeo transmitido pela televisão estatal iraniana que discute um possível plano para assassinar o filho mais novo do presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou o porta-voz da agência, Nate Herring, segundo o The Times of Israel.
A emissão, com cerca de três minutos, centrou-se num alegado plano para matar Barron Trump, de 20 anos. Durante o programa, foi afirmado que o filho do Presidente norte-americano estava a ser monitorizado e que teria sido oferecida uma recompensa de 10 milhões de dólares pela sua morte.
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Vice-ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão diz que acordo com Omã “não significa abrir o Estreito de Ormuz”
Kazem Gharibabadi revelou que o Irão e Omã mantiveram conversações ao longo dos últimos 40 dias sobre um acordo de trânsito no Estreito de Ormuz, tendo acordado uma rota temporária com 11 quilómetros de largura.
“Acordámos com Omã que a rota de entrada no Estreito de Ormuz será através das nossas águas territoriais, e parte da rota de saída será também através das nossas águas territoriais”, disse Gharibabadi, citado pela Al Jazeera.
O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão afirmou que o acordo com Omã “não significa abrir o Estreito de Ormuz”, argumentando que a activação da rota definida em conjunto implicaria o encerramento da via sul do estreito, aberta pelos EUA “sob pressão de Omã”. Segundo Gharibabadi, essa medida viola o artigo 5.º do memorando de entendimento assinado entre os dois países.
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“Os EUA e outros países devem saber que o Estreito de Ormuz não será aberto, exceto através de acordos iranianos”, afirma vice-ministro
O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Kazem Gharibabadi, afirmou que o Estreito de Ormuz continua fechado, rejeitando as alegações “infundadas” de que navios estariam a passar por ele.
Numa entrevista televisiva, citada pela Al Jazeera, Gharibabadi disse que os “EUA e outros países devem saber que o Estreito de Ormuz não será aberto, exceto através de acordos iranianos”.
O vice-ministro afirmou ainda que o Irão continua “em estado de guerra”. Já informou o Paquistão, o Omã e o Qatar que “certos padrões normais relativos ao Estreito de Ormuz não podem ser respeitados nestas circunstâncias”.
Kazem Gharibabadi considera que o Irão tem o direito “de tomar as medidas necessárias” para garantir a segurança no Estreito de Ormuz, uma vez que a via marítima está ligada à “segurança nacional” do país.
Acrescentou ainda que o Irão e o Omã chegaram a um “entendimento para iniciar negociações técnicas com o objetivo de definir uma rota alternativa à rota histórica anterior no Estreito de Ormuz”.
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Ataque israelita destrói armazém em Gaza com mantimentos para crianças desnutridas e mulheres grávidas
Em comunicado, a Ajuda Médica para os Palestinianos (MAP, sigla em inglês) afirmou que um ataque militar israelita que teve como alvo um edifício acabou por destruir um armazém que continha produtos para crianças subnutridas, mulheres grávidas e que amamentam, no centro da Faixa de Gaza.
O armazém, segundo a Al Jazeera, pertence à Ard El Insan (AEI), uma organização humanitária local que trabalha com o MAP para apoiar unidades de saúde que atendem mulheres e crianças.
“Perder estas quantidades na sua totalidade é um grande golpe para o nosso trabalho e irá, sem dúvida, afetar a nossa capacidade de chegar às crianças e mulheres que necessitam destes serviços, especialmente dadas as condições que continuam a enfrentar após a fome”, disse Sahar Salem, coordenador do projecto da AEI, citado pela emissora.
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"Este secretismo pode estar relacionado com medo"
João Albuquerque considera que sigilo no envio de mísseis Patriot visa evitar retaliações russas. O especialista avisa que o Irão nunca abdicará de usar o Estreito de Ormuz como moeda de troca.
Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra na Rádio Observador.
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Ucrânia recebeu aprovação do Reino Unido e da França para produzir mísseis de longo alcance Storm Shadow/SCALP
Durante uma conferência de imprensa conjunta o Presidente da Estónia, Alar Karis, em Kiev, Volodymyr Zelensky afirmou que a Ucrânia recebeu aprovação do Reino Unido e da França para produzir mísseis de longo alcance Storm Shadow/SCALP, relatou o The Kyiv Independent.
Zelensky afirmou ainda que o Presidente francês, Emmanuel Macron, confirmou que as restrições aos mísseis SCALP e às licenças relacionadas seriam levantadas.
“Vamos agir. Acredito que esta é uma decisão muito positiva e importante”, acrescentou Zelensky numa publicação no Telegram, citada pelo jornal ucraniano.
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Ministério dos Negócios Estrangeiros da Síria condena visita de Israel Katz ao sul do país
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Síria criticou o ministro da Defesa israelita, Israel Katz, por entrar no sul da Síria para visitar as forças israelitas em Jabal al-Sheikh.
Numa declaração pública emitida pelo Ministério, citado pela Al Jazeera, Katz foi acusado de violar o direito internacional e a Carta das Nações Unidas ao entrar “ilegalmente” no país.
A Síria, segundo a emissora, apelou à comunidade internacional para que tome as medidas necessárias para “compelir as autoridades ocupantes a cessar estas repetidas violações”. Pediu ainda para que as forças israelitas se retirem completamente do território sírio.
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Guterres "extremamente alarmado" com entrada de forças israelitas nas instalações da UNRWA em Jerusalém
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, condenou a tomada por Israel de um centro de formação gerido pela UNRWA, a agência da ONU para os refugiados palestinianos, em Jerusalém Oriental, segundo o The Times of Israel.
“O secretário-geral está extremamente alarmado com este desenvolvimento, pois privará os jovens da educação profissional que recebiam”, disse o porta-voz de Guterres, Stéphane Dujarric, citado pelo jornal.
“Outras instalações da UNRWA são instalações das Nações Unidas. São invioláveis e imunes a qualquer forma de interferência”, acrescentou o porta-voz.
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Israel acredita que Turquia desistiu de instalar presença militar no norte da Síria
Israel acredita que os esforços da Turquia para estabelecer uma presença militar numa base no norte da Síria foram travados, pelo menos para já, segundo o Canal 12, na sequência do ataque israelita à instalação na semana passada.
A decisão, de acordo com o The Times of Israel, é o resultado de esforços para acalmar as tensões após o ataque israelita. No entantanto,Israel não hesitará em atacar novamente a base, afirmaram fontes israelitas citadas pelo Canal 12.
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Marco Rubio afirma que, para já, não haverá uma nova ofensiva contra o Irão
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, disse que Washington não espera, neste momento, realizar novos ataques ofensivos contra o Irão, ao mesmo tempo que a administração Trump muda o seu foco para a pressão económica e a segurança do Estreito de Ormuz, segundo duas fontes ao Canal 12 israelita, escreveu o The Times of Israel.
No entanto, Rubio não descartou uma ação militar dos EUA caso o Irão inicie novos ataques, afirmaram as mesmas fontes.
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Secretário norte-americano do Tesouro afirma que pressão económica ao Irão "está a funcionar"
O secretário norte-americano do Tesouro, Scott Bessent, garante que a pressão económica exercida sobre Teerão “está a funcionar” e que os líderes políticos iranianos pedem o fim da guerra.
“O Presidente [do Irão] Masoud Pezeshkian reconheceu as dificuldades económicas do Irão, afirmando: ‘A guerra precisa de acabar em algum momento'”, afirma no X, dando as declarações do Presidente iraniano como exemplo.
Bessent garante que o Departamento do Tesouro vai “continuar a cortar todos os recursos económicos” iranianos até que o país se torne “autossuficiente”, e faz acompanhar a sua publicação de uma imagem intitulada “a liderança do Irão está em pânico”.
Iran’s leadership is admitting what the world can now see: the pressure is working.
President Masoud Pezeshkian acknowledged Iran’s economic shortages, saying, “The war must come to an end at some point.”
Mohammad Bagher Ghalibaf, Iran’s parliamentary speaker, was even more… pic.twitter.com/IEopNO1cT8
— Treasury Secretary Scott Bessent (@SecScottBessent) August 25, 2026
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Ucrânia confirma que Estados Unidos pediram para não atacar a Rússia durante a visita do diretor da CIA
Fontes do Governo ucraniano confirmaram que os Estados Unidos pediram a Kiev para não atacar Moscovo e São Petersburgo durante a presença do diretor da CIA na capital russa, avança a televisão pública ucraniana Suspline.
Anteriormente, a Axios avançou que os Estados Unidos tinham pedido que a Ucrânia não atacasse a Rússia durante a presença de “uma delegação de alto escalão” na capital russa..