Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • As tensões no Médio Oriente continuam a agravar-se, com o Irão a exigir a plena implementação do acordo alcançado com os Estados Unidos para pôr fim às hostilidades na região. O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, advertiu que qualquer violação do acordo terá uma resposta firme por parte de Teerão, sublinhando a necessidade de uma gestão conjunta com Omã no Golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz para melhorar as oportunidades económicas e de cooperação nesta área estratégica.
    • No Líbano, os ataques israelitas causaram a morte de 4.301 pessoas desde março, segundo o Ministério da Saúde Pública do Líbano. Israel tem sido acusado de violar quase diariamente o cessar-fogo declarado em outubro de 2025, com milhares de violações relatadas. Além disso, ataques recentes com drones sobre o território libanês resultaram em feridos e destruição, exacerbando ainda mais as tensões na região.
    • Numa reviravolta diplomática, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar os aliados europeus da NATO por não contribuírem suficientemente para a defesa comum. Trump destacou a falta de reciprocidade por parte dos países europeus durante o conflito com o Irão, sublinhando que os Estados Unidos continuam a arcar com um fardo desproporcional em relação aos seus aliados na NATO.
    • No âmbito da guerra na Ucrânia, um ataque massivo da Rússia em Kiev resultou na morte de pelo menos 30 pessoas, tornando-se o pior ataque à capital ucraniana desde o início do conflito. Volodymyr Zelenskyy, Presidente da Ucrânia, prometeu retaliação, destacando que a Rússia continua a visar alvos civis para pressionar o seu país a ceder nos seus objetivos estatais. A Força Aérea ucraniana intercetou a maior parte dos mísseis e drones lançados durante este ataque.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Bom dia.

    Termina aqui este liveblog. Pode acompanhar as tensões geopolíticas no Médio Oriente e a guerra da Ucrânia no novo artigo em direto destinado a esse fim.

  • Ben-Gvir cancela viagem a Nova Iorque após grupos de defesa dos direitos humanos terem pedido a sua prisão

    O ministro da Segurança Nacional israelita, Itamar Ben-Gvir, cancelou uma Nova Iorque para participar numa conferência da ONU sobre segurança na próxima semana, após relatos de manifestações planeadas por habitantes locais e apelos de grupos de defesa dos direitos humanos para que o político seja preso, escreve a Al Jazeera.

    Esta é, de acordo com a emissora, a viagem cancelada do ministro aos EUA num mês.

  • Jovem palestiniano atingido por disparos em confrontos com forças israelitas em Belém

    Um jovem palestiniano ficou ferido após ter sido atingido por disparos das forças israelitas durante confrontos na cidade de Beit Fajjar, a sul de Belém, informou a agência de notícias palestiniana Wafa, segundo a Al Jazeera.

  • França mobiliza caça-minas para garantir a segurança no Estreito de Ormuz

    Numa publicação na rede social X, Emmanuel Macron anunciou que os meios franceses de contramedidas contra minas “estão prontos para contribuir, juntamente com os nossos parceiros, para a retoma plena da navegação e para garantir a segurança do tráfego no Estreito de Ormuz”.

    O Presidente de França disse ainda que, após conversações com Omã, decidiu devolver o porta-aviões Charles de Gaulle ao porto, enquanto “os meios de contramedidas para minas e a sua escolta permanecem mobilizados e prontos para intervir ao lado dos nossos parceiros”.

  • Explosão ouvida na cidade de Kounine, no sul Líbano

    A Agência Nacional de Notícias do Líbano (NNA) informou que uma explosão ocorreu na cidade de Kounine, no sul do país, escreve a Al Jazeera.

  • Presidente do Irão promete usar todos os meios legais e diplomáticos contra os EUA e Israel

    O presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, prometeu responsabilizar os Estados Unidos e Israel pelos alegados crimes cometidos contra o país, recorrendo a todos os meios legais e diplomáticos disponíveis, informou a agência estatal iraniana IRNA, segundo a Al Jazeera.

  • Abastecimento de água torna-se alvo de ataques de colonos israelitas na Cisjordânia

    Colonos israelitas intensificaram os ataques em várias zonas da Cisjordânia, confiscando ou destruindo habitações palestinianas e danificando infraestruturas essenciais, incluindo nascentes de água, linhas de eletricidade e estufas, escreve a Al Jazeera.

    Os colonos israelitas, segundo a emissora, danificaram a principal linha de energia eléctrica que abastece uma aldeia, provocando medo e pânico entre os moradores.

  • Ataque russo fez pelo menos 3 mortos no norte da Ucrânia e vários feridos

    Um ataque aéreo russo de grande escala no centro da cidade de Sumy, no norte da Ucrânia, matou pelo menos três pessoas esta sexta-feira. Segundo o governador regional Oleh Hryhorov, o ataque também provocou vários feridos, incluindo crianças, escreve o The Times of Israel.

    “No epicentro do ataque havia um prédio de apartamentos, uma loja e uma rua”, escreveu Oleh Hryhorov no Telegram. “Havia muita gente. Crianças.”

    Entretanto, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que as forças russas tomaram a cidade de Kostyantynivka, no leste da Ucrânia.

    “Kostyantynivka foi completamente tomada. A cidade está agora totalmente sob o nosso controlo”, disse Peskov aos jornalistas, acrescentando que Vladimir Putin tinha conversado com os militares sobre o assunto.

  • Ataque com mísseis em maio causou danos severos a porta-contentores francês

    Um navio porta-contentores francês atingido por um míssil no início de maio, no Estreito de Ormuz, sofreu danos tão graves que o grupo de transporte marítimo CMA CGM poderá optar pelo seu desmantelamento, avança a Al Jazeera.

    “Estava tão danificado que nos perguntamos se deveríamos enviá-lo para desmantelamento”, disse o presidente e CEO da CMA CGM, Rodolphe Saade, citado pela emissora.

    Para já, o grupo não prevê voltar a enviar navios para o Golfo. Segundo Saade, o lado iraniano recomenda atualmente que tal não seja feito.

  • Irão afirma que EUA devem "aceitar as realidades existentes” do comércio

    Durante uma reunião com o presidente do parlamento do Uzbequistão, o presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que os EUA devem aceitar que as realidades mudaram após a guerra, segundo a Al Jazeera.

    “As condições melhoraram em comparação com o passado, e os desenvolvimentos do pós-guerra levaram os americanos a aceitar as realidades existentes”, disse Ghalibaf, citado pela emissora. “Neste ambiente, as relações comerciais podem ser ainda mais expandidas, e esperamos que as bases para o levantamento das sanções também estejam preparadas”.

    Ghalibaf acrescentou ainda que uma gestão conjunta do Irão e de Omã no Golfo Pérsico e no Estreito de Ormuz, aliada à redução da interferência dos Estados Unidos na região, criaria “melhores oportunidades para o desenvolvimento da cooperação na área dos transportes e do trânsito”.

  • Israel diz ter atingido vários alvos do Hezbollah no sul do Líbano

    As forças israelitas afirmam ter atacado cerca de 10 “locais de infraestruturas do Hezbollah” no sul do Líbano, segundo a Al Jazeera.

    Em comunicado, citado pela emissora, o exército israelita afirmou ainda ter atacado membros do grupo libanês, que “transportavam armas num camião perto da Zona de Segurança”.

  • Pelo menos sete palestinianos ficaram feridos na sequência de um ataque de colonos israelitas na Cisjordânia

    Segundo a agência de notícias Wafa, pelo menos sete palestinianos ficaram feridos na sequência de um ataque de colonos israelitas em Tubas, na Cisjordânia, escreve a Al Jazeera.

    De acordo com a emissora, que cita um responsável de um conselho local, dois dos feridos foram hospitalizados, enquanto os restantes ficaram sob custódia das forças israelitas.

  • Aliados comprometem-se a conceder 70 mil milhões de euros em ajuda militar à Ucrânia

    Os países europeus da NATO e o Canadá vão comprometer-se a fornecer 70 mil milhões de euros em ajuda militar à Ucrânia em 2026 e 2027, afirmaram esta sexta-feira fontes diplomáticas.

    Com exceção dos Estados Unidos, os países da NATO confirmaram este compromisso esta semana, durante as últimas reuniões preparatórias para a cimeira da Aliança Atlântica, em Ancara, na próxima semana, onde esta decisão será formalmente anunciada, de acordo com fontes diplomáticas consultadas pela agência de notícias France-Presse (AFP).

    “A cimeira da NATO será também uma oportunidade para reafirmar o apoio em termos de equipamento, bem como o apoio financeiro concreto dos aliados à Ucrânia”, disse uma fonte próxima da Presidência francesa sob condição de anonimato.

  • Irão não convidou países europeus para o funeral de Khamenei

    Segundo o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, até ao momento, mais de 50 delegações já prestaram homenagem ao falecido Líder Supremo do Irão, Ali Khamenei.

    Os iranianos, de acordo com a Al Jazeera, afirmam que não estenderam convites aos países europeus ou àqueles que apoiaram, direta ou indiretamente, a campanha militar israelita e americana contra o Irão.

  • Chefe militar do Paquistão reúne-se com ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão em Teerão

    O chefe do Exército paquistanês, Asim Munir, reuniu-se com o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, em Teerão, após participar na cerimónia fúnebre de Ali Khamenei, relata Al Jazeera.

    A agência de notícias iraniana ISNA, segundo a emissora, noticiou que Munir viajou para Teerão na sexta-feira, acompanhado por uma delegação política e diplomática paquistanesa, chefiada pelo primeiro-ministro Shahbaz Sharif.

  • Irão reafirma exigência de aplicação de acordo com Estados Unidos

    As autoridades iranianas exigiram esta sexta-feira a implementação do acordo preliminar alcançado com os Estados Unidos para o fim das hostilidades no Médio Oriente, alertando ainda que procurarão a responsabilização pelos crimes de guerra cometidos contra a República Islâmica.

    “A República Islâmica do Irão enfatiza a plena implementação de todas as cláusulas do acordo. O Irão apoia todas as 14 cláusulas do acordo alcançado e sublinha a importância da sua plena implementação”, disse o presidente do parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, após se reunir com o Presidente do Turquemenistão, Gurbanguly Berdimuhamedow, de visita ao território iraniano para participar no funeral do antigo líder supremo Ali Khamenei, morto em ataques aéreos dos Estados Unidos (EUA) a 28 de fevereiro, no início da ofensiva conjunta com Israel.

    Neste sentido, Ghalibaf advertiu que Teerão responderá a quaisquer violações do acordo.

    “Se a outra parte agir de forma contrária, a República Islâmica do Irão irá confrontá-la firmemente”, reiterou, em declarações divulgadas pela agência noticiosa ISNA.

  • Trump e Netanyahu falaram por telefone e concordaram reunir-se em breve nos EUA

    Benjamin Netanyahu e Donald Trump concordaram reunir-se nos Estados Unidos em breve, durante uma conversa telefónica realizada esta sexta-feira, segundo um comunicado divulgado pelo gabinete do primeiro-ministro israelita, relata o The Times of Israel.

    Netanyahu, de acordo com o jornal israelita, felicitou Trump pelo 250.º aniversário da fundação dos Estados Unidos e afirmou que “os EUA são o que garante a liberdade do mundo, e Israel aprecia muito o forte laço entre as nações”.

  • Rússia recruta operadores de drones para reforçar defesa de Moscovo

    A Rússia está a recrutar operadores de drones para reforçar a proteção do espaço aéreo de Moscovo, segundo um anúncio publicado no HeadHunter, o maior portal de emprego do país, relata a Sky News.

    A oferta de emprego, segundo a emissora, convida os candidatos a integrarem uma unidade voluntária denominada Força de Reserva do Exército de Combate, não exigindo experiência prévia na operação de drones.

    De acordo com o anúncio, a missão da unidade consiste em “garantir a segurança da capital utilizando soluções técnicas modernas e sistemas de vigilância”. Os candidatos selecionados deverão trabalhar com equipamentos de alta tecnologia destinados à proteção do ambiente urbano.

  • Mais de 640 mil pessoas deslocadas no Líbano regressaram às suas casas, segundo a OIM

    Segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM), mais de 640 mil pessoas deslocadas no Líbano regressaram às suas casas após o acordo alcançado no mês passado entre os Estados Unidos e o Irão, que contemplou um cessar-fogo em território libanês, escreve a Al Jazeera.

    Cerca de 500 mil pessoas continuam deslocadas, de acordo com dados recolhidos pela OIM.

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