Momentos-chave
- Trump e Putin falaram ao telefone sobre guerra na Ucrânia. Terá sido Trump a iniciar o telefonema
- "Netanyahu sabe quem é que manda" e pode visitar a Casa Branca já esta semana, afirma Trump
- Ataques ucranianos "não vão ficar sem resposta", ameaça Ministério russo
- OPEP+ admite aumentar oferta de petróleo bruto em agosto pelo quinto mês consecutivo
- MNE iraniano encontra-se com representantes do Hamas e Hezbollah
- Negociações entre Irão e EUA retomam a 11 de julho
- Khamenei terá manifestado interesse em participar nas cerimónias fúnebres do pai, mas foi impedido de o fazer
- Zelensky acusa Putin de "mentir" sobre alegada conquista de cidade ucraniana
- Ucrânia reivindica ataque a terminal petrolífero em São Petersburgo, sem vítimas mortais
- Mortes na Cisjordânia ocupada perto das 2.000 e mais de 12 milhares de feridos
- "Quem provocar crises será responsável pelas consequências": o "alerta sério" do Irão à França e Reino Unido
- Ucrânia nega que Rússia tenha tomado cidade estratégica de Kostiantynivka
- Os Estados Unidos tentaram avisar o Irão sobre planos israelitas de assassinar mediadores iranianos
- Entre 15 e 20 milhões de pessoas esperadas nas cerimónias funebres de Khamenei
Histórico de atualizações
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Pode continuar a acompanhar as notícias sobre os principais conflitos mundiais, com destaque para as tensões geopolíticas no Médio Oriente e para a guerra entre Rússia e Ucrânia, no novo liveblog aberto para esse fim.
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Trump e Putin falaram ao telefone sobre guerra na Ucrânia. Terá sido Trump a iniciar o telefonema
Donald Trump e Vladimir Putin falaram hoje ao telefone, relatou o conselheiro do Kremlin, Yuri Ushakov, à imprensa estatal. O Presidente russo utilizou a chamada para congratular o seu homólogo pelo 250.º aniversário da independência norte-americana. Contudo, segundo Moscovo, terá sido a Casa Branca a agendar um telefonema para este dia 4 de Julho. “Foram os nossos parceiros americanos que sugeriram realizar a conversa no dia do 250.º aniversário da independência dos EUA. E isso diz muito”, relatou Ushakov.
Os dois Presidentes também aprovaram para discutir a situação na guerra na Ucrânia, antes da cimeira da NATO, que se realiza esta terça e quarta-feira, em Ancara, Turquia. Putin descreveu a Trump “a imagem real no campo de batalha” e insistiu que Moscovo “prefere um fim político e diplomático do conflito”.
“Kiev e os seus parceiros europeus estão empenhados em prolongar e até em escalar o conflito, através de terrorismo contra a nossa população”, afirmou Yuri Ushakov, num relato da mensagem que Putin transmitiu a Trump.
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Número de mortos em ataque russo de quinta-feira sobe para 31 pessoas
O serviço de emergência da Ucrânia atualizou hoje, através de uma publicação no Telegram, o número de vítimas mortais no ataque russo da madrugada da passada quinta-feira, dando conta de 31 mortos e 102 feridos.
Os números foram atualizados depois de terem sido concluídas as operações de resgate e limpeza num prédio residencial de 16 andares, atingido pelo ataque. Ao todo foram retiradas 53 toneladas de detritos do local.
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"Se calhar são lágrimas falsas". Trump diz estar surpreendido com funeral de Khamenei
Donald Trump pronunciou-se sobre as celebrações funerárias do Líder Supremo do Irão, o aiatola Ali Khamenei, morto por um ataque israelita no primeiro dia de guerra, que começaram este fim de semana em Teerão e se vão prolongar durante vários dias.
Numa breve entrevista telefónica ao Axios, o Presidente dos EUA disse estar surpreendido com a imagem de multidões a chorar na capital, uma vez que achava que o povo iraniano “odiava” o líder. “Se calhar são lágrimas falsas”, sugeriu Trump.
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"Netanyahu sabe quem é que manda" e pode visitar a Casa Branca já esta semana, afirma Trump
Donald Trump e Benjamin Netanyahu poderão encontrar-se no final da próxima semana, na Casa Branca, naquele que seria o primeiro encontro presencial desde que os dois líderes desencadearam a guerra contra o Irão. A informação foi revelada pelo Presidente dos Estados Unidos numa entrevista por telefone ao Axios.
O convite para a visita foi feito por Trump esta manhã, durante um telefonema com o primeiro-ministro israelita, que ligou para congratular o chefe de Estado pelo 250.º aniversário dos EUA. Um responsável israelita, ouvido pelo portal, estimou que a reunião só deve acontecer na semana de 13 a 19 de julho, uma vez que Trump se irá deslocar a Ancara para a cimeira da NATO durante esta terça e quarta-feira.
Na mesma entrevista ao Axios, Trump insistiu ainda que os dois mantêm uma boa relação, apesar de a publicação ter noticiado recentemente que Trump e Netanyahu teriam tido uma discussão exaltada. “Damo-nos muito bem. Ele sabe quem é que manda”, garantiu.
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Ataques israelitas matam 16 pessoas em 48 horas na Faixa de Gaza. Número de mortos no Líbano ultrapassa 4.300
Ao longo dos últimos dois dias, os ataques israelitas mataram pelo menos 16 palestinianos na Faixa de Gaza, tendo outras 16 pessoas dado entrada nos hospitais do enclave por estarem feridas. Os números foram atualizados pelo Ministério da Saúde de Gaza e citados pela Al Jazeera.
Também no Líbano, o Ministério da Saúde atualizou o número de mortos em ataques israelitas. Desde o dia 2 de março, já foram mortas 4.303 pessoas e 12.202 ficaram feridas.
De recordar que Israel acordou tréguas — que estão em vigor — quer com o Hamas em Gaza, quer com o Líbano.
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Ataques ucranianos "não vão ficar sem resposta", ameaça Ministério russo
O Ministério da Defesa da Rússia deixou esta tarde uma longa mensagem no Telegram em que descreve os ataques ucranianos contra o território russo durante a última madrugada e promete retaliar.
“Os sistemas aéreos russos abateram mais de 500 alvos aéreos, incluindo 10 mísseis cruzeiro de longo alcance Flamingo, nove mísseis de fabrico norte-americano Hymars na região de Belgorod, assim como 494 veículos não tripulados [drones]”, pode ler-se na publicação.
“As tentativas de Volodymyr Zelensky de danificar infraestruturas civis na Federação Russa não vão ficar sem resposta das Forças Armadas”, ameaça ainda o Ministério da Defesa.
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Zelensky: “Mundo precisa de liderança que garanta a liberdade e a vida”
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, agradeceu hoje aos EUA pelo apoio militar na guerra contra a Rússia e afirmou que o mundo precisa de uma liderança que garanta a proteção da liberdade e da vida.
Numa mensagem publicada nas suas redes sociais, Zelensky recordou que hoje se comemora o 250.º aniversário da independência dos Estados Unidos, “um dos sonhos mais brilhantes, fortes e influentes da humanidade: o de uma nação independente, livre e próspera que defende a liberdade das pessoas, a fé e a busca da felicidade”.
Esse sonho, disse, ajudou outras nações a “manterem-se firmes e a serem livres”.
Agora, no século XXI, afirmou Zelensky, “a influência e a importância dos Estados Unidos certamente não são menores”.
“E vemos isso com especial clareza na Ucrânia, que luta pela sua independência, pela sua liberdade e pelo direito do nosso povo à felicidade com praticamente a mesma esperança, o mesmo propósito e a mesma determinação com que os norte-americanos conquistaram e defenderam a sua própria independência”, sublinhou.
E prosseguiu: “Valorizamos profundamente o apoio dos Estados Unidos, especialmente agora, durante a guerra em grande escala da Rússia contra a Ucrânia”.
Today marks the 250th anniversary of one of humanity's brightest, strongest, and most influential dreams – the American Dream of an independent, free, and prosperous nation that defends people's freedom, faith, and the pursuit of happiness.
That dream has endured many trials. It…
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) July 4, 2026
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Zelensky pede a Merz mais apoio para a defesa antiaérea contra mísseis russos
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu hoje ao chanceler alemão, Friedrich Merz, maior apoio para a defesa antiaérea, dois dias após o ataque em grande escala com mísseis russos contra Kiev, que provocou 30 mortos.
Numa publicação nas redes sociais, Zelensky indicou ter conversado hoje com Merz sobre as necessidades da Ucrânia em matéria de defesa antiaérea, salientando que, atualmente, os sistemas Patriot são, segundo o Presidente ucraniano, “a principal prioridade”.
A conversa centrou-se na forma de garantir mais munições para os sistemas de defesa antiaérea Patriot.
“Com os seus ataques com mísseis contra a Ucrânia, a Rússia está a jogar a sua última carta. Não lhe restam outras opções para prolongar a guerra”, afirmou Zelensky.
A parte alemã limitou-se a uma breve referência à conversa, indicando que Zelensky informou Merz sobre as consequências do ataque aéreo de quinta-feira.
Segundo um porta-voz do Governo alemão, o Presidente ucraniano agradeceu ao chanceler o apoio prestado pela Alemanha, em particular no domínio da defesa antiaérea, enquanto Merz reafirmou o apoio do seu país à Ucrânia.
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OPEP+ admite aumentar oferta de petróleo bruto em agosto pelo quinto mês consecutivo
A aliança OPEP+, liderada pela Arábia Saudita e pela Rússia, estuda a possibilidade de aumentar a produção de petróleo em agosto, pelo quinto mês consecutivo, uma decisão que será debatida no domingo, foi hoje anunciado.
A decisão baseia-se na expectativa de normalização do mercado após a reabertura parcial do Estreito de Ormuz e deverá ser tomada em teleconferência pelos ministros do setor da Arábia Saudita, Rússia, Iraque, Kuwait, Cazaquistão, Argélia e Omã, segundo informou a sede da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), em Viena.
A lista abrange sete dos 21 “países petrolíferos” da aliança que, há mais de um ano, têm devolvido gradualmente ao mercado parte dos barris que retiraram em 2023.
Em cima da mesa de negociações está um aumento moderado da sua produção conjunta, semelhante ao dos meses anteriores, de 188.000 barris por dia (bpd).
O aumento que se prevê ratificar no domingo suscita “preocupação” entre os investidores face à possibilidade de o mercado petrolífero “passar de uma escassez temporária (…) para um excesso de oferta”, salientou o analista de mercado da XS.com, Linh Tran, numa análise enviada à EFE.
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MNE iraniano encontra-se com representantes do Hamas e Hezbollah
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, divulgou fotos de um encontro com os representantes do Hamas e do Hezbollah.
Partilhadas na respetiva conta do Telegram, as imagens têm a legenda “O presidente e o Conselho de Liderança do Hamas reúnem-se com o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Sayyed Abbas Araghchi”.
É possível ver o líder do Conselho da Shura do Hamas (o órgão legislativo e consultivo da organização islâmica), Muhammad Ismail Darwish, assim como outros dirigentes da organização e do Hezbollah.
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Três mortos em bombardeamentos e ataques de drones israelitas na Faixa de Gaza
Dois corpos foram recuperados hoje na sequência de um bombardeamento israelita à cidade de Beit Lahiya, na Faixa de Gaza, segundo declarações dos serviços de emergência locais à Al Jazeera.
O mesmo jornal também teve conhecimento de um ataque de drones na cidade de Gaza que fez uma vítima mortal e um ferido este sábado.
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Três palestinianos feridos em confrontos na Cisjordânia
Três cidadãos palestinianos ficaram feridos hoje após confrontos com colonos na vila de Umm Safa, na Cisjordânia. Segundo os meios de comunicação da Palestina e o Crescente Vermelho, os israelitas saquearam a localidade e tentaram roubar um rebanho de ovelhas.
O Crescente Vermelho afirmou que dois homens ficaram feridos nas pernas após disparos com balas de borracha e um terceiro foi fisicamente agredido, tendo os três sido medicamente assistidos no local.
Horas mais tarde, o exército israelita entrou em cena, tendo-se verificado uma altercação entre os residentes palestinianos e as forças militares, que dispersaram a multidão.
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Presidente do Líbano pede solidariedade americana para pôr termo às ofensivas israelitas
O Presidente do Líbano, Joseph Aoun, pediu aos Estados Unidos para apoiarem o seu país diante dos ataques de Israel, os quais incumprem o recente acordo assinado pelos três países no sentido de pôr fim às hostilidades — avança a Agência France-Presse
O compromisso decidido em Washington reivindica o desarmamento do Hezbollah, apoiado pelo Irão, um recuo gradual das forças israelitas no sul do Líbano e a mobilização do exército libanês na região.
O Hezbollah rejeitou o acordo, uma vez que não estabelece o limite temporal para a retirada israelita do território no Médio Oriente.
Numa mensagem endereçada ao presidente Trump, por ocasião do 250.º aniversário da independência americana, Aoun apelou a Washington que “permaneça sempre do lado das causas justas e certas do Líbano, das suas instituições, exército e pessoas”.
A embaixada americana no Líbano reiterou a mensagem do líder, quando, numa publicação do X, garantiu “apoiar as pessoas do Líbano, enquanto forjam um futuro mais otimista — pela paz, prosperidade e promessas há muito aguardadas”.
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Negociações entre Irão e EUA retomam a 11 de julho
As negociações entre Estados Unidos e Irão devem retomar no próximo 11 de julho, após a conclusão das cerimónias fúnebres de Ali Khamenei — avança o canal noticioso saudita Al Arabiya.
Segundo a informação divulgada, as conversações devem abordar temas como as sanções sobre Teerão, os fundos congelados do país e ainda a questão nuclear.
O último encontro entre os dois países aconteceu na passada quarta-feira em Doha, no Qatar, e mereceu elogios de Trump. O presidente americano anunciou progressos no sentido da “desnuclearização” do adversário, mas não houve consenso no que toca ao descongelamento de capital iraniano. Teerão admitiu ter havido acordo sobre a libertação dos fundos, que os dirigentes americanos negaram imediatamente a seguir.
Há duas semanas, os países em conflito assinaram um memorando de entendimento que ofereceu a ambos os lados um período de 60 dias, que deve ser utilizado para chegar a acordo sobre o armamento nuclear iraniano.
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A despedida de Ali Khamenei em imagens
KHAMENEI.IR/AFP via Getty Images
Anadolu via Getty Images
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Primeiro-ministro do Paquistão presta homenagem a Khamenei
O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, que marcou presença no funeral de Ali Khamenei em Teerão, prestou condolências pela morte do antigo líder supremo do país vizinho, numa publicação na rede social X.
Paid my respects and conveyed deepest condolences on behalf of the Government and people of Pakistan, to the Government and brotherly people of Iran at the funeral ceremony of the late Supreme Leader of the Islamic Republic of Iran, Shaheed Ayatollah Sayyed Ali Khamenei.
The… pic.twitter.com/b8QjqbCssa
— Shehbaz Sharif (@CMShehbaz) July 4, 2026
“A sabedoria, sentido de liderança e influência profunda do falecido líder supremo, no Irão e na região circundante, será recordada por gerações”, escreveu Sharif.
O dirigente foi acompanhado por políticos de relevo no Paquistão, entre os quais o presidente do parlamento nacional, Sardar Ayaz Sadiq, e o Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, Asim Munir, às cerimónias fúnebres de Khamenei.
“Enquanto vizinho fraterno, o Paquistão está com o Irão neste momento de luto”, concluiu.
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Khamenei terá manifestado interesse em participar nas cerimónias fúnebres do pai, mas foi impedido de o fazer
O líder supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, terá manifestado interesse em participar nas cerimónias fúnebres do pai, mas foi proibido de o fazer, avança o The New York Times.
“Dois membros da Guarda Revolucionária e uma pessoa envolvida no planeamento do funeral disseram em entrevistas que o ayatollah Khamenei disse a funcionários que queria participar”, refere o jornal, que explica que o atual líder supremo gostaria de estar presente no funeral, a 9 de julho, e recitar uma oração pelos mortos.
No entanto, foi proibido pelos serviços de segurança iranianos, que temiam que Israel aproveitasse a ocasião para assassinar Khamenei.
Khamenei nunca foi visto em público desde a sua eleição em março, e não esteve presente no funeral da esposa e do filho, na quarta-feira, que foram mortos no início da guerra com os Estados Unidos e Israel.
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Zelensky acusa Putin de "mentir" sobre alegada conquista de cidade ucraniana
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, acusou Putin de mentir sobre a reivindicação russa da cidade ucraniana de Kostiantynivka, alegadamente conquistada na sexta-feira, e afirma que se tal fosse verdade, o seu homólogo russo estaria disponível para reunir-se com o líder ucraniano.
“Putin escolheu mentir ao mundo e ao Presidente dos Estados Unidos sobre a situação na frente [de batalha]. Ele alega que as forças russas supostamente capturaram Kostiantynivka no Donbas”, acusa Zelensky, na rede social X.
“Se Kostiantynivka estivesse sob controlo russo, então talvez Putin não tivesse qualquer problema em encontrar-se comigo para encontrar uma via diplomática para finalmente terminar esta guerra”, acrescenta.
I spoke with German Chancellor Merz @bundeskanzler. I’m grateful for the support and assistance to our people and our country. Germany is one of the world's leaders in protecting lives, and we deeply value that.
The key priority now is missiles for the Patriot systems – to…
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) July 4, 2026
Como noticiado anteriormente, a Rússia reivindicou na sexta-feira a conquista da cidade de Kostiantynivka, em Donensk, no sul da Ucrânia.
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Ucrânia reivindica ataque a terminal petrolífero em São Petersburgo, sem vítimas mortais
Segundo uma publicação de Volodymyr Zelensky na rede social X, a Ucrânia atingiu um terminal petrolífero nos arredores de São Petersburgo durante a noite de hoje.
Last night, our Ukrainian long-range sanctions against Russia over this war reached targets near St. Petersburg. Ukraine's Defense Forces struck port oil infrastructure that generates revenue for Russia's war, and there were also successful strikes on Kronstadt – an important… pic.twitter.com/bMHY3cL3rM
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) July 4, 2026
O governante garantiu que a infraestrutura bombardeada “gera receita para a guerra da Rússia”, e reivindicou ainda uma série de “ataques bem-sucedidos em Kronstadt — um importante alvo militar”.
A ofensiva foi confirmada pelo governador da segunda maior cidade russa, Alexander Beglov. No Telegram, o dirigente confirmou o “ataque em larga escala por drones militares inimigos”, cuja interceção com sistemas de defesa aérea foi acionada.
De acordo com Beglov, “as forças de defesa aérea abateram 72 drones sobre a cidade e a região circundante”, sendo que “não houve vítimas nem danos”.