Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar as principais notícias desta quarta-feira sobre a guerra na Ucrânia neste outro liveblog.

    Chefe da diplomacia europeia teve uma “boa” conversa com Marco Rubio. Guerra na Ucrânia foi um dos temas principais

    Obrigado por nos ter acompanhado!

  • Dois mortos em ataque russo em Mykolaiv

    Duas pessoas morreram na sequência de um ataque de mísseis russo na cidade de Nikolaev, confirma a administração regional de Mykolaiv no Telegram.

  • EUA transferem 90 mísseis Patriot de Israel para a Ucrânia

    Os Estados Unidos da América transferiram cerca de 90 mísseis Patriot (de defesa aérea de Israel) para a Polónia, esta semana, para serem dados à Ucrânia.

    A informação foi avançada pela Axios, que cita três fontes com conhecimento no assunto.

    O Pentágono tinha definido como prioridade ajudar Kiev a defender-se de eventuais ataques russos com recurso a mísseis Patriot.

  • Ataque ucraniano atinge complexo industrial na Rússia

    Uma série de drones ucranianos, que tinham como alvo refinarias de petróleo e centrais elétricas, atacaram várias cidades na região ocidental da Rússia.

    Em Nizhny Novgorod, um drone causou um incêndio num complexo industrial, confirmou o governador da região, confirmando que não houve qualquer vítima resultante. Próximo da fronteira com a Bielorrússia, os sistemas russos de defesa aérea abateram um drone próximo da central nuclear de Smolensk, de acordo com o governador Vasily Anokhin.

    Segundo a agência Reuters, outros 26 drones foram abatidos na região fronteiriça de Bryansk.

  • Suspensão de ajuda norte-americana parou muitos projetos humanitários na Ucrânia

    O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse hoje que muitos projetos humanitários na Ucrânia foram interrompidos pelo congelamento da ajuda dos Estados Unidos, determinado pelo homólogo Donald Trump, e que Kiev irá procurar financiamentos alternativos.

    “Há muitos projetos [afetados]. Vamos determinar quais deles são críticos e exigem soluções agora”, afirmou Zelensky no seu discurso noturno, esperando obter parte deste financiamento através das finanças públicas ucranianas.

    Na semana passada, a administração do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou a suspensão de quase toda a ajuda externa norte-americana, cortando o financiamento de muitos programas na Ucrânia, incluindo organizações de apoio a veteranos e aos meios de comunicação locais.

    “Hoje pedi aos funcionários do Governo que comunicassem os programas de apoio americanos que estão atualmente suspensos. Estes são programas humanitários”, referiu Zelensky.

  • Fico acusa Zelensky de ser "inimigo da Eslováquia", Zelensky acusa Fico de "escolher Moscovo em vez do Ocidente"

    Apesar de ainda estar pendente uma reunião entre o primeiro-ministro eslovaco e o chefe de Estado ucraniano, Robert Fico acusou Volodymyr Zelensky de ser um “inimigo da Eslováquia” devido ao bloqueio do trânsito de gás natural russo por território ucraniano. Em resposta, Zelensky diz que foram colocadas alternativas em cima da mesa, mas Fico terá “escolhido Moscovo em vez do Ocidente”.

    O Presidente da Ucrânia explica, numa nova publicação no X, que Donald Trump tomou a decisão de permitir a exportação de gás natural norte-americano para a Europa, permitindo a “preservação da independência e soberania” das potências europeias. Desta forma, Zelensky realça a diferença entre os negócios com Washington e Moscovo, mencionando que o gás russo tem de ser pago não só em dinheiro, mas também com a “independência e soberania”.

    Devido ao bloqueio promulgado por Zelensky no início do ano, Fico ameaçou também bloquear propostas de financiamento avançadas no Conselho Europeu, caso o Presidente ucraniano não revogasse a medida. “O nosso inimigo é Zelensky. Zelensky é a causa dos nossos problemas. Não gosto dele porque ele magoa a Eslováquia”, afirmou o chefe do governo eslovaco, citado pelo jornal DennikN.

  • Zelensky: "Putin tem medo de negociações, medo de líderes fortes, e está a fazer de tudo para prolongar a guerra”

    O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, em resposta a Vladimir Putin, afirma que as declarações do chefe de Estado russo confirmam que tem “medo de negociações, medo de líderes fortes, e que está a fazer de tudo para prolongar a guerra”.

    Numa mensagem publicada na rede social X, Zelensky escreve que “é Putin que está a fazer tudo para continuar a matar em grande escala, ou para conseguir uma pausa, de modo a que, no futuro, através de ataques híbridos, possa preparar uma nova invasão em grande escala”.

    Adicionalmente, o Presidente ucraniano refere que o seu homólogo russo tem “grandes oportunidades para destruir o mundo, mas o seu coração é demasiado pequeno e cobarde para lidar com a pressão verdadeira aplicada pelos líderes mundiais”. Desta forma, Zelensky apela à comunidade internacional que “atue de uma forma concertada e decisiva”, de modo a “forçar” a Rússia a assinar um acordo de paz.

  • Zelensky manifestou esperança na libertação dos reféns israelitas a Netanyahu

    Volodymyr Zelensky e Benjamin Netanyahu tiveram uma conversa pelo telefone, em que o líder ucraniano disse estar esperançoso que os reféns israelitas serão todos libertados em breve.

    Zelensky disse ao primeiro-ministro israelita ser “crucial garantir uma paz confiável e duradoura para as pessoas poderem viver em segurança”. O Presidente ucraniano afirma ter discutido com Netanyahu a sua presença ontem na cerimónia do 80º aniversário da libertação do campo de concentração de Auschwitz.

    Terá sido também abordado o interesse das de Ucrânia e Israel em manter alianças fortes com parceiros internacionais, particularmente os EUA e o seu líder Donald Trump

  • Zelensky pede envolvimento da Europa em negociações de paz

    Volodymyr Zelensky, na sua mensagem diária, alerta para a necessidade do envolvimento das autoridades europeias nas negociações da paz, afirmando que “se os problemas forem resolvidos sem a Europa, então a Europa poderá ficar com soluções que a maioria dos europeus não vão gostar”.

    “Em particular, isto aplica-se aos problemas de guerra e paz — a guerra que a Rússia começou, e a paz que todos devemos forçar a Rússia a cumprir. Temos de fazer mais tanto pela Defesa, como pelo crescimento económico”, diz o Presidente da Ucrânia.

  • Putin rejeita negociar paz diretamente com Zelensky

    O Presidente russo, Vladimir Putin, rejeitou conversações diretas com o seu homólogo ucraniano, prevendo que sem a ajuda ocidental o conflito com Kiev terminaria em “dois meses”.

    Numa entrevista à televisão estatal, Putin declarou a abertura da Rússia a negociar a paz, mas rejeitou conversações diretas com o seu homólogo ucraniano Volodymyr Zelensky, que considera “ilegítimo”.

    Putin previu ainda que o conflito na Ucrânia, iniciado em fevereiro de 2022 com a invasão russa, terminaria dentro de “dois meses” sem a ajuda militar dos aliados ocidentais da Ucrânia, que temem uma redução drástica da assistência dos Estados Unidos com o regresso de Donald Trump ao poder.

  • Ataque russo à região de Dnipropetrovsk faz três feridos, entre os quais uma criança de 11 anos

    Uma criança de 11 anos é um dos feridos já confirmados de um ataque russo na região de Dnipropetrovsk, avança o Ukrainska Pravda.

    Segundo o governador militar da região, Serhii Lysak, o ataque atingiu o distrito de Synelnykove, cerca de 50 quilómetros a leste da cidade de Dnipro.

    Ficaram também feridos no ataque um homem de 54 anos e uma mulher idosa, de 83 anos.

  • Vice-ministro da Defesa ucraniano demitido por alegadas falhas no abastecimento de armas à linha da frente

    O governo da Ucrânia demitiu o vice-ministro da defesa responsável pela compra de armas, devido a alegadas falhas no abastecimento de armas às tropas da linha da frente de combate.

    Como lembra a SkyNews, o ministro da Defesa, Rustem Umerov, já tinha criticado, na semana passada, a aquisição de armas — por não ter sido possível entregar armamento às tropas da linha de frente.

    Agora, torna-se oficial a demissão do vice-ministro Dmytro Klimenkov. O ministro da Defesa anunciou também que não vai renovar o contrato de Maryna Bezrukova, chefe da agência que coordena as compras de armas para os militares de Kiev. Entre outras críticas, o governante sublinhou a forma como a agência tornava as compras de armas muito visíveis publicamente (não mantendo o segredo necessário).

    As mudanças na cúpula do Ministério da Defesa ocorrem numa altura em que a Ucrânia enfrenta grandes dificuldades em suster o avanço russo, particularmente na região de Donetsk.

  • Alemanha aumenta importação de gás natural liquefeito russo em 2024

    A Alemanha aumentou as importações de gás natural liquefeito (GNL) russo, transportado através indiretamente por países europeus, em 2024, apesar das restrições impostas às compras diretas deste recurso à Rússia, noticia o Finantial Times.

    O GNL russo é um produto energético que, ao contrário de outros combustíveis fósseis, tem sido largamente poupado na penalização que a UE tem imposto a produtos provenientes da Rússia, em reação à invasão da Ucrânia.

    De acordo com organizações não governamentais belgas, alemãs e ucranianas, consultadas pelo jornal americano, a Alemanha tem mesmo aumentado ao GNL russo. Demonstrativo dessa tendência é que, em 2024, a Sefe, empresa energética do estado alemão, comprou 58 carregamentos de GNL russo do porto francês de Dunkirk — um aumento de seis vezes do mesmo valor, em 2023.

  • Bielorrúsia abateu vários drones lançados por Moscovo na última noite

    Pelo menos nove drones russos lançados pela Rússia contra Ucrânia passaram a fronteira e acabaram por se dirigir para a Bielorrúsia durante a última noite, avança a SkyNews, citando um grupo que monitoriza o conflito.

    Pelo menos um drone Shahed, de fabrico iraniano, foi abatido pelas defesas anti-aéreas bielorrussas, perto da cidade de Mazyr — a norte da região ucraniana de Kharkiv.

    Esta não é a primeira vez que um incidente do género acontece entre os dois aliados (Minsk e Moscovo).

  • Serviço de segurança da Ucrânia detém dois informadores russos

    O Serviço de Segurança da Ucrânia deteve dois agentes do Serviço de Segurança Federal Russo (FSB) que estavam a recolher dados sobre aeronaves e helicópteros das Forças Armadas Ucranianas para ataques à infraestrutura de aviação do país, avança o Ukrainska Pravda.

    Durante uma operação especial perto de um aeródromo militar, dois agentes foram detidos enquanto fotografavam a descolagem de um caça ucraniano F-16.

    “Os agentes eram dois residentes da cidade de Kremenchuk (região de Poltava), com 22 e 21 anos. Eles foram recrutados por um agente do FSB, cuja identidade já foi” determinada, avançou o gabinete do Procurador-geral da Ucrânia.

    Os dois homens foram instruídos para recolherem geolocalizações e formularem relatórios (com fotografias), de modo a que a Rússia consiga aumentar a precisão dos ataques — com drones e mísseis — contra a infraestrutura militar ucraniana.

  • Homem conduz carro contra portas da embaixada russa na Suécia

    Um homem conduziu hoje um carro contra as portas da embaixada russa na Suécia, de acordo com a imprensa sueca, noticia o The Kyiv Independent. O suspeito foi detido no local, pouco tempo depois do alerta feito pela embaixada russa, nas primeiras horas do dia de hoje.

    A imprensa tem avançado que o suspeito é um homem de 45 anos, cuja identidade ainda não foi revelada. Não se registaram ferimentos no incidente, que, de momento, está a ser investigado como uma invasão grosseira de propriedade privada.

    A embaixada da Rússia tem avançado que o responsável pelo crime é um cidadãos ucraniano que terá tentado invadir a propriedade russa anteriormente, uma vez em 2015 e outra em 2018. Foi também veiculado que o homem teria sido diagnosticado com uma doença mental, no passado. Estas acusações não foram ainda confirmadas.

  • "Grande número" de equipamentos militares russos desapareceram na Síria, após passagem de cargueiro

    Um “grande número” de equipamentos militares russos terão desaparecido do porto de Tartus, na Síria, após a partida do cargueiro russo Sparta II, de acordo com uma investigação do jornalista Mark Krutov da Radio Free Europe com recurso a imagens de satélite.

    O navio teve de esperar várias semanas perto da costa síria — conjuntamente com outro navio russo, o Sparta — para poder atracar neste porto. À partida, contudo, o Sparta II não foi acompanhado pelo Sparta I, que continua no porto mediterrânico.

    Após a queda do regime de Assad, no dia 8 de dezembro, ainda não é claro como está a ser feita a gestão do equipamento militar russo deixado na Síria.

  • Ucrânia acusa Rússia de chantagem a famílias de prisioneiros de guerra

    A Ucrânia acusa os serviços de informação da Rússia de chantagearem familiares de prisioneiros de guerra ucranianos imediatamente após a sua captura, noticia o The Kyiv Independent.

    Alegadamente, estas chamadas serão feitas para pressionar os parentes dos soldados ucranianos a cooperar com as forças russas para exigir dinheiro, informação sensível ou a prática de ilegalidades. Em troca, é-lhes prometido um melhor tratamento dos capturados, o envio de fotos destes ou uma eventual inclusão em futuras trocas de prisioneiros, alega o centro de tratamento de prisioneiros de guerra ucraniano.

    “Isto é feito para chocar, fazer pressão emocional e forçar a família a cooperar”, afirmam num comunicado.

  • Confrontos intensos em Chasiv Yar e Toretsk, na região de Donetsk

    As zonas urbanas de Chasiv Yar e Toretsk, na região de Donetsk, são palco de confrontos intensos entre tropas ucranianas e russas, de acordo com os grupos militares ucranianos mobilizados nessas frentes, consultados pela Reuters.

  • Vários projetos humanitários em risco na Ucrânia, depois de os EUA congelarem ajuda financeira

    Muito projetos humanitários na Ucrânia ficaram sem financiamento depois da ordem de Trump para parar com ajuda externa, à excepção de Israel e do Egito. “A maioria dos projetos recebeu ordem para parar”, disse à AFP uma fonte da missão da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAid) na Ucrânia.

    Segundo a agência de notícias francesa, citada pelo Kyiv Post, as organizações não governamentais ucranianas que apoiam os veteranos, os meios de comunicação social locais e prestam cuidados de saúde estão entre as que viram o seu financiamento ser reduzido por Washington. Alguns meios de comunicação social locais e grupos de ajuda já anunciarem nas redes sociais que teriam de encerrar. Olga Kucher, do Veteran Hub, disse à AFP que a ONG ucraniana teve de suspender o trabalho da sua sucursal na cidade central de Vinnytsia.

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