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  • Albuquerque: "Temos um Governo nacional que tem trabalhado com a Madeira"

    O líder do PSD/Madeira, Miguel Albuquerque, declarou este sábado que o primeiro-ministro tem “cumprido integralmente” os compromissos assumidos com a região autónoma no Orçamento de Estado e destacou que as vitórias eleitorais alcançadas provam que o partido “está vivo”.

    “Neste momento e, graças a Deus, temos um Governo nacional que tem trabalhado com a Madeira e a verdade é que o primeiro-ministro cumpriu integralmente os seus compromissos orçamentais com a Madeira”, afirmou o líder social-democrata madeirense no jantar de Natal do partido, no Funchal.

    O também presidente do Governo Regional da Madeira (PSD/CDS-PP) salientou que Luís Montenegro “cedeu e transferiu 79 milhões de euros do Fundo de Coesão a que a Madeira nem tinha direito por causa desta idiota lei das finanças locais e ainda concedeu mais 78 milhões para a saúde”.

    O responsável madeirense mencionou ainda que, “neste momento, há um compromisso fundamental para a revisão da Lei das Finanças Regionais e que, no próximo ano, em que se celebram os 50 anos da Autonomia, será apresentado perante as forças políticas nacionais um quadro de mudança constitucional”.

    Recordou que na última destas festas partidárias, no ano passado, havia apontado que o partido tinha três grandes desafios eleitorais, nos quais o PSD somou vitórias na região.

    Neste encontro que reuniu cerca de mil militantes, Miguel Albuquerque reforçou ser este um momento para celebrar também “a força, a vitória, a resiliência e a capacidade do PSD/Madeira”, porque continua a merecer a confiança de milhares de madeirenses, tendo conseguido resultados eleitorais na região sempre na defesa de uma “Madeira mais livre, mais próxima e mais autónoma”.

    “Ao fim de 50 anos, o nosso PPD/PSD/Madeira está vivo, continua a liderar a nossa Região, continua a estar na vanguarda das mudanças de que a Madeira precisa e continua a ter toda a confiança dos nossos concidadãos e tudo isto não acontece por acaso”, enfatizou.

    O líder dos social-democratas insulares realçou o crescimento regional, indicando que a Madeira é “a região que mais cresceu economicamente nos últimos trinta anos em Portugal” e quer “manter este caminho de progresso e desenvolvimento”.

    Falou do Orçamento Regional para 2026, que começa a ser discutido segunda-feira na Assembleia Legislativa da Madeira, que classificou de “excecional”, argumentando que é um instrumento que vai permitir à região continuar a trilhar um “caminho de prosperidade, continuando a dar o exemplo no que diz respeito às contas públicas e investindo fortemente na redução fiscal e nas políticas de devolução de rendimento às famílias, estando previsto devolver mais de 222 milhões de euros em 2026”.

    Ainda aludiu à aposta na construção de mais habitação em todos os concelhos, vincando ser uma das prioridades, além da criação de lares e de unidades de cuidados continuados, seja ainda através da melhoria e reforço dos apoios sociais, com o apoio do poder local.

  • Notas do debate. António Filipe atirou com Passos, André Ventura lembrou a geringonça — e ganhou

    O líder do Chega levou recortes e garantiu que vai votar contra a lei laboral. O comunista acusou-o de mudar de posição e de estar ao lado do regime de El Salvador. Cada um para o seu lado.

    Notas do debate. António Filipe atirou com Passos, André Ventura lembrou a geringonça — e ganhou

  • Ventura: "PR, PM e os deputados não prendem ninguém, mas dão um sinal ao país"

    “O Presidente da República, o primeiro-ministro e os deputados não prendem ninguém, mas dão um sinal ao país de que não estão ao lado dos bandidos”, diz. “Não me vai dizer que estou ao lado dos bandidos”, riposta António Filipe.

    Ventura prossegue: “Diz que quer um país em que todos estejamos de acordo, mas apoiou a invasão da Rússia à Ucrânia”; “essa agora”, diz António Filipe.

  • "Compete ao PR cumprir e fazer cumprir esta Constituição, não defender que deve ser outra"

    António Filipe termina dizendo que quer um país melhor e com respeito por esta Constituição. E não outro modelo que Ventura queira “inventar” e imputar-lhe.

    “Sou o candidato que se impõe a este consenso neoliberal”, frisa. “Compete ao PR cumprir e fazer cumprir esta Constituição, não defender que deve ser outra”.

  • "Não queremos um país em que as pessoas se matem"

    António Filipe diz que o PR não dá poderes às polícias nem tem “poderes nenhuns” sobre elas. “É muito grave em vez de dizer que queremos que as pessoas e polícias vivam… Não queremos um país em que as pessoas se matem, que os polícias matem”. “É melhor que morram?”, interrompe Ventura. António Filipe diz que quer um país onde se viva com segurança e em que as polícias tenham mais equipamentos e condições.

    António Filipe diz que Ventura se identifica com o ditador Bukele — Ventura responde que sim e que El Salvador se tornou mais seguro do que a Suíça. “É preciso ter noção de para que é que serve o PR. Se não prende ninguém não serve para nada?”. “Temos de dar um sinal”, atira Ventura. “Isto está numa desordem total”.

    António Filipe insiste: é preciso melhores salários e condições para as polícias. “Não há liberdade sem segurança. Como dizia Benjamin Franklin, quem quer desistir de uma” não merece a outra.

  • Ventura quer "ordem e autoridade": "Prefiro o bandido morto do que um polícia morto"

    Agora sobre estados de exceção e emergência, André Ventura defende um “Portugal com ordem e autoridade”. “Todos os dias vejo novas imagens de esfaqueamentos… crimes de violação, de homicídio. Criminalidade violência está a aumentar e nós sabemos porque se vê”, atira.

    “Prefiro um bandido morto do que um polícia morto”, reitera Ventura, com uma frase que tem repetido. E diz que “polícias têm medo de agir”. “Quando tiverem de usar a força, usem sem medo. Se forem eles para ser mortos, mais vale que o bandido morra. Prefiro o bandido morto do que um polícia morto.”

    “Comigo o bairro da Jamaica não se vai voltar a verificar. Enquanto Marcelo Rebelo de Sousa decidiu visitar o bairro da Jamaica, eu irei visitar esquadras de polícia”, realça.

  • António Filipe: Ventura faria de Portugal motivo de "chacota" e "vergonha internacional"

    António Filipe volta a acusar Ventura de fazer “conversa da treta” e volta a frisar que nos debates não defendeu a saída de Portugal de nenhum dos fóruns internacionais, mas que tenha uma voz própria.

    “O PR tem de ter sentido de Estado. Quando ouço falar de ir a Espanha e mandar prender o chefe do Governo, insultar o Presidente do Brasil… Seria uma vergonha internacional, uma chacota”, atira. Ventura aproveita para criticar Marcelo Rebelo de Sousa por não ter “enfrentado” João Lourenço: “Quem disser mal de Portugal vai ter de me enfrentar”. E acusa o PCP de alinhar politicamente com Brasil e Angola.

  • Ventura: "Acho que na segunda volta o António Filipe vai votar em mim"

    “Acho que na segunda volta o António Filipe vai votar em mim”, atira André Ventura, dizendo que sabe que é “o mais democrata”. António Filipe espera votar nele próprio.

    “Só posso ver com graça quando diz que sou uma ameaça à democracia. António Filipe quer sair do euro, o PCP quer sair da NATO, da nossa aliança que nos liga ao ocidente, que é incapaz de condenar a ameaça da Ucrânia à Rússia”, explica André Ventura, com António Filipe a alertar para o Polígrafo.

    “Um candidato a PR não pode dizer que quer mudar a Constituição democraticamente?”, questiona, comparando-se com “quem quer tornar o país uma espécie de ditadura do proletariado”, frisando que as posições do PCP é “contra os valores enquanto nação”. Ventura quer um “Portugal europeu”, resume.

  • "Ventura está frontalmente contra o regime democrático e a Constituição"

    António Filipe diz que esta eleição é uma batalha pela democracia e pela Constituição, tendo registado “declarações antidemocráticas” de Ventura. Frisa que o PR que for eleito vai jurar cumprir e fazer a Constituição, sendo que Ventura quer outra Constituição, e lembra que o PR não tem competências para mudá-la — isso seria um “golpe de Estado”.

    “O que Ventura propõe é claramente inconstitucional, está frontalmente contra o regime democrático e constitucional após o 25 de Abril, com o qual eu me identifico”.

  • Ventura: "Governo anterior foi o que deixou país no estado em que está"

    Ventura reitera que durante a geringonça “nunca cresceram tantos seguros em Portugal”, “entraram em Portugal descontroladamente 500 mil pessoas” e por cada “três imigrantes que entravam um jovem português saía”. “Governo anterior foi o que deixou país no estado em que está”, acusa o líder do Chega, culpando o PCP pela lei da nacionalidade.

  • António Filipe: "Não há conversa mais da treta do que a sua"

    António Filipe responde: “Não há conversa mais da treta do que a sua. Pode mandar-me para as Coreias que quiser, quero falar sobre os problemas das pessoas”.

    Lembra que não está como “candidato do PCP” e diz que Ventura é “candidato porque o Chega tinha de ter candidato”. E diz que Ventura não perdoa que o Governo de Passos tenha sido afastado, tendo sido revertidos os cortes anteriores.

    Frisa que o PS se aliou à direita para impedir avanços maiores, nomeadamente na legislação laboral. “Não renego nada do que fiz enquanto deputado, em que foi possível reverter muitas malfeitorias”.

    Sobre imigração, diz que enquanto deputado votou contra a decisão desastrada da extinção do SEF e que é preciso combater as redes de tráfico e não os imigrantes, vítimas do processo.

  • Ventura assume que "preferia e tinha orgulho em ter um candidato como Passos Coelho"

    André Ventura diz que não gostaria mais de Álvaro Cunhal e Fidel Castro ou Pedro Passos Coelho para Presidente da República. “Tenha respeito, Álvaro Cunhal sacrificou a sua vida na luta contra a ditadura. Gosta de ditadores”, atira António Filipe.

    “Esteve sempre no lado de tentar pôr Portugal numa ditadura. Preferia e tinha orgulho em ter um candidato como Passos Coelho, não como Fidel Castro ou Álvaro Cunhal”, afirma o líder do Chega.

    Que segue para lembrar “qual foi a responsabilidade [do PCP] na geringonça onde a habitação subiu [de preço], a imigração se descontrolou e deixou pensões na miséria em que estão”. — “Eu nunca estive no Governo e os senhores apoiaram um governo do PS. Não veja fingir que não tem responsabilidade nenhuma”.

    Acrescenta ainda que “as pessoas querem sair dos países comunistas”.

  • António Filipe ataca: "Quem está contra este sistema sou eu, não é Ventura"

    António Filipe ataca: Ventura está “na sua outra qualidade, como deputado”, neste debate, o que era “previsível” — “como é candidato a tudo, tanto faz”. Ventura provoca com as sondagens.

    O comunista diz que a proposta do Governo é “de tal modo radical” que o Executivo obviamente terá de estar disponível para ceder e que obviamente se prepara para deixar cair as novas regras “chocantes” para a amamentação.

    Diz que verá se Ventura não aprova o pacote deixando “cair algumas coisas”. Ventura vai garantindo que não e que esse tipo de normais “não passará”. António Filipe frisa que o atual código já fragiliza muito a contratação coletiva e que não se conforma por viver num país onde as pessoas empobrecem trabalhando.

    “Eu estou claramente do lado dos trabalhadores e o André Ventura do lado dos grandes interesses económicos, nas questões decisivas, independentemente dos ziguezagues discursivos”, acusa, lembrando que Ventura disse que avançou porque Passos não quis avançar. “Está tudo dito. Apoiou o pior Governo desde o 25 de Abril”, diz, lembrando normas do tempo da troika.

    “Quem está contra este sistema sou eu, não é Ventura”.

  • Ventura: "Se não tivermos palas nos olhos sabemos que há coisas boas e menos boas"

    André Ventura defende-se dizendo que “está mais perto do Governo”. “Nem um nem outro têm razão, devemos é melhorar coisas na vida dos portugueses”, diz, atirando ao Governo e sindicatos.

    “Não faço como o PCP que vota sempre as propostas do Governo”, refere, destacando medidas boas do pacote laboral. “Querem todos dizer que ganhámos”, atira, questionando António Filipe se concorda com os distúrbios no final da manifestação.

    E prossegue: “Se não tivermos palas nos olhos sabemos que há coisas boas e menos boas. E o António Filipe sabe que o PCP não contará para nada. Se se mantiver como está agora votaremos contra.” Ventura assegura que o Chega está disponível para negociar com o Governo, frisando que é preciso “atacar subsidodependentes e os que vivem à conta da Segurança Social não quem trabalha” — “Aí a lógica do Governo está errada.”

  • António Filipe: "Ventura mudou de discurso, o que só revela grande sucesso da greve"

    António Filipe diz não ver em Ventura um defensor dos trabalhadores, acusando o líder do Chega de ter “defendido a precariedade” em novembro, tendo considerado a atual lei “soviética” e defendido mais contratos a termo.

    “Defendia esta proposta de lei no que se refere à precariedade em novembro”, ataca. E diz que Ventura mudou de discurso, “o que só revela o grande sucesso da greve geral”.

    “Mudança de posição será quando for votar”, desafia. “Mudou de discurso, não creio que de posição”. Diz que desde que tomou conhecimento deste anteprojeto disse que era um ataque enorme aos trabalhadores e apoiou a luta dos trabalhadores. E frisa que a enorme adesão à greve confirmou a sua “justeza”, dando o exemplo da paragem da Autoeuropa para dizer que os trabalhadores do privado também não se conformam com esta proposta.

  • Greve geral? Ventura garante que "Chega se manteve firme e coerente desde o início"

    André Ventura, questionado sobre a greve geral e as palavras em novembro, recupera declarações sobre a lei laboral, dizendo que “precisamos de modernizar” e que há vários meses afirmou que era preciso evitar “greve geral” — “Ninguém dirá que uma greve geral é boa para o país. Isso é mudar de opinião?”.

    Refere que há “coisas bizarras” na lei laboral, referindo que o Chega foi o “primeiro a dizer que [Governo] tinha de mudar coisas na lei laboral”, considerando que o pacote é um “ataque a quem trabalha”.

    “É mau sinal termos chegado aqui. Ou o Governo muda ou não aceitaremos esta lei laboral”, atira, crente de que “não encontrará nada” sobre a opinião de António Filipe em agosto.

    Ventura garante que “Chega se manteve firme e coerente desde o início”.

  • Começa agora, na RTP, o debate entre os candidatos presidenciais André Ventura e António Filipe.

  • Carlos Carreiras: Governo foi "arranjar um problema" com o pacote laboral

    Carlos Carreiras, ex-presidente da Câmara Municipal de Cascais e antigo vice-presidente do PSD, considerou que o Governo foi “arranjar um problema onde não havia um problema” com a reforma da lei laboral, que causou a greve geral desta quinta-feira, dia 11.

    Em declarações à SIC Notícias, Carlos Carreiras também criticou a ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho. “Acho que tudo isto para mim é um pouco confuso. Em primeiro lugar, no próprio contexto, o anteprojeto foi aprovado em 24 de julho; na altura não houve qualquer polémica, ninguém arrancou cabelos, ninguém rasgou vestes. E depois só entra, de facto, na discussão política numa entrevista que a ministra dá em finais de agosto. E por um motivo, que é a questão da amamentação das mães. E portanto, a partir daí, tudo isto vem ao encontro daquilo que eu analiso, que é o ambiente político hoje. Cada um escolhe a sua trincheira”, afirmou.

    Para o ex-autarca de Cascais, essa atuação levou a que o Governo tenha tentado agora uma aproximação da UGT. “Acredito eu, ou quero acreditar eu, que o próprio primeiro-ministro entendeu isso, já chamou a UGT.”

  • Cotrim elogia pedido de transparência de Seguro a Ventura — mas pede que Seguro também seja claro

    O candidato presidencial João Cotrim de Figueiredo, apoiado pela Iniciativa Liberal, saudou este sábado as exigências de transparência feitas por António José Seguro a André Ventura acerca da legislação laboral, mas deixou um aviso: quem pede transparência também tem de ser transparente.

    “Apetece-me dizer ‘aleluia’. Finalmente, os candidatos percebem que, enquanto candidatos, têm que ser claros em relação àquilo que fazem ou fariam relativamente a cada caso da agenda que lhes é colocado”, disse Cotrim aos jornalistas numa ação de campanha.

    Concretamente sobre a legislação laboral, Cotrim apontou incoerências noutros candidatos, sublinhando que “havia uns que eram contra o pacote laboral e agora são a favor”, e “vice-versa”, “para uns os sindicatos já foram sanguessugas e agora são os maiores amigos dos trabalhadores” (uma referência direta a André Ventura).

    Pedindo que os candidatos se decidam e “sejam claros”, Cotrim também atirou a Seguro: “Não faz sentido os que andam a pedir para outros serem claros, quando nunca foram claros, propondo por exemplo pactos para a saúde sem saber o conteúdo desse pacto, pactos para a justiça sem saber o que está lá dentro, fóruns contra não sei o quê sem saber o que é que se ia efetivamente decidir”.

  • António José Seguro promete ser a voz do país inteiro de for eleito

    António José Seguro promete ser “a voz de um país inteiro” se for eleito Presidente da República porque o interior de Portugal precisa “de muita voz”, pois tem sido “desprezado”.

    Na Guarda, onde vai passar o dia, o candidato presidencial lembrou que é “o único com possibilidade de ganhar estas eleições que nasceu no interior de Portugal, que conhece bem o interior, que investiu e tem as suas poupanças investidas no interior e, portanto, eu serei a voz de um país inteiro”.

    António José Seguro começou o dia com uma visita ao mercado municipal da Guarda, onde foi abraçado e cumprimentado carinhosamente por dezenas de guardenses, que não esqueceram “o Tó Zé”.

    Natural de Penamacor, no distrito de Castelo Branco, o agora candidato presidencial foi líder da Federação do PS da Guarda no final da década de 1990 e eleito deputado nas legislativas de 1999.

    Retirado da política ativa há mais de dez anos, continua a ser militante da secção socialista local com o número 8.546.

    “Hoje, estou de coração cheio por reencontrar velhos amigos e ver que as pessoas na Guarda me continuam a receber como há tempos, quando fui deputado. É um dia de muitas emoções”, afirmou aos jornalistas, no final da visita ao mercado municipal da Guarda, onde desejou boas festas e falou com vendedores e clientes.

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