Momentos-chave
- O que se sabe sobre o estado de saúde de André Ventura
- Ventura vai passar a noite no Hospital de Faro
- Chega mantém arruada em Vila Nova de Mil Fontes durante a tarde
- Pedro Nuno corrige e diz que IVA Zero chega no início do primeiro semestre se ganhar eleições
- Francisco Louçã avisa: "Voto no PS não garante um governo do PS"
- Raimundo "desafia" Governo a divulgar número de alunos sem aulas. E rejeita dar crédito a Fernando Alexandre
- Mário Nogueira atira a Fernando Alexandre. "Tem culpa" na falta de professores
- Mariana Vieira da Silva diz que Montenegro teve "pressa" em eleições "para não ser escrutinado"
- Rocha deseja "rápidas melhoras" a Ventura
- Medina diz que "por mais defeitos que tenha", Pedro Nuno defende PS. E defende Segurança Social pública, mesmo "sem papões" com privados
- Ventura tinha queixas de dores no peito. Eletrocardiograma não registou alterações
- Pedro Pinto: Ventura "está bem e consciente"
- O vídeo do momento em que André Ventura se sente mal em palco
- Depois de duas ambulancias, chega ao local uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER)
- Pedro Nuno para Ventura: "Espero que melhore rápido"
- Montenegro deseja rápidas melhoras a Ventura
- André Ventura sente-se mal e é retirado do palco
- Soraia Rato tem "todo o orgulho do mundo" em ser cigana e quis dizê-lo a Ventura
- Montenegro afasta depressão com as sondagens: "A maioria maior não está mais difícil"
- Montenegro "muito satisfeito" com a presença do filho na campanha
- Rocha sugere que prefere IL no Governo a acordo parlamentar. "Queremos assumir a liderança das políticas"
- Raimundo ouviu o lamento de uma jovem que emigrou e pediu-lhe para não desistir
- Pedro Nuno Santos quer IVA zero mas não se compromete com data: "Logo que consigamos"
- Medina junta-se a Pedro Nuno esta noite. Sousa Pinto esteve com Carneiro em Braga
- Montenegro defende papel dos agricultores na preservação do meio ambiente
- Pedro Nuno Santos: "AD é incompetente onde não podia ser"
- "Não há liderança no Governo", diz Costa e Silva que defende ser "vital" votar PS
- Basílio entra em cena para atirar ao CDS: "Ainda bem que Freitas e Adelino não estão vivos para ver a desgraça em que se tornou"
- Rocha justifica ter deixado cair exigências sobre Spinumviva: "Estamos num momento diferente. Exigirei explicações"
- Chega acelera campanha com ações de rua anunciadas à última hora
- Perante "maioria absolutíssima" entre PSD e Chega, Ventura diz que Montenegro não tem integridade e que isso é "fatal para maioria política"
- Mortágua acusa Ana Paula Martins de ser "caso muito paradigmático de incompetência e arrogância"
- Pedro Nuno na Ajuda a pedir mobilização entre algum desalento socialista
- "Livre faz apelos ao PS, PS responde. Nós respondemos aos apelos do povo", afirma Raimundo
- Imigração. "Governo já mostrou que não é radical: nem de portas escancaradas nem de portas todas fechadas"
- Agenda do dia: campanha leva partidos de norte a sul, mas Lisboa concentra ações
Histórico de atualizações
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O que se sabe sobre o estado de saúde de André Ventura
André Ventura vai passar a noite no Hospital de Faro, em observação, após se ter sentido mal enquanto discursava num comício em Tavira. Na agenda, o Chega mantém a arruada que tinha prevista para as 17h desta quarta-feira em Vila Nova de Mil Fontes. Uma ação às 11h, que estava ainda por definir, não se vai realizar.
Eis o que se sabe sobre o estado de saúde de André Ventura:
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Pedro Pinto, líder parlamentar do Chega, garantiu, nas primeiras declarações que fez, que Ventura estava “bem e consciente”, tendo sido transportado para o hospital para fazer avaliações “a conselho dos médicos”. Mais tarde, retomou o comício revelando “ter a certeza de que amanhã [esta quarta-feira]” Ventura regressa à rua.
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Além disso, Pedro Pinto disse que “houve um respeito muito grande de todos os partidos” por André Ventura. O primeiro líder a desejar publicamente as melhoras ao presidente do Chega foi Luís Montenegro. Seguiram-se Pedro Nuno Santos, Rui Rocha e Nuno Melo.
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Depois de Ventura dar entrada no hospital, o médico da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) que o assistiu disse que estava “tudo bem com ele”. E indicou que o “socorro foi rápido, correu tudo otimamente bem”.
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Nessa altura, o Observador já tinha apurado que Ventura tinha queixas de dores no peito e fez um eletrocardiograma no local do comício, ainda antes de ser transportado para o hospital. Teve um resultado normal, sem registado de alterações.
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No hospital de Faro, o líder do Chega realizou exames complementares de diagnóstico, como, por exemplo, análises, um raio-X ou a repetição do eletrocardiograma.
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Este liveblog fica por aqui.
Continue a acompanhar todos os desenvolvimentos da última semana de campanha eleitoral neste novo liveblog, que agora abrimos.
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Ventura vai passar a noite no Hospital de Faro
André Ventura vai passar a noite no Hospital de Faro para observação depois de se ter sentido mal no jantar-comício, enquanto discursava. A notícia foi avançada pela SIC e confirmada por fonte do Chega ao Observador.
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Chega mantém arruada em Vila Nova de Mil Fontes durante a tarde
O Chega vai manter uma arruada esta quarta-feira, às 17h00, em Vila Nova de Mil Fontes — como estava previsto.
Até ao momento da indisposição de André Ventura estava por fechar uma ação de campanha às 11h00, sem local definido, e essa intenção não será realizada.
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Pedro Nuno corrige e diz que IVA Zero chega no início do primeiro semestre se ganhar eleições
Num comício com a sala da Aula Magna, em Lisboa, cheia, Pedro Nuno Santos corrigiu a declaração da tarde sobre o IVA zero no cabaz alimentar para dizer, desta vez, que vai entrar em vigor a partir do início do segundo semestre deste ano, caso o PS ganhe eleições.
Nas declarações aos jornalistas desta tarde, o líder socialista não se tinha comprometido com uma data e no comício da noite acabou por dizê-la de forma clara.
Também voltou a atirar à AD, citando a expressão que tem sido usada por Montenegro para medir uma “maioria maior”, para dizer que “o país não precisa de uma AD maior, o país precisa é de um governo melhor”. Atira ainda à incapacidade de gestão de crises do primeiro-ministro, dizendo que “este Governo ainda não foi testado com grandes crises como nós fomos. Tiveram algumas pequenas, mas nem as pequenas eles conseguiram gerir, lidar com mestria, lidar com o sucesso”, disse.
E voltou à carga sobre a IL, para dizer que “ainda hoje, Cotrim explicava que os objetivos são os mesmos, o que eles vão trazer é a exploração, o sentido de urgência, acelerar contra a parede, só que querem-nos levar a todos juntos com eles. Só que nós não vamos permitir”.
A sala foi uma das mais entusiasmadas da última semana e levou o líder a fazer uma previsão à vista: “Quando estamos assim é quando nós ganhamos”.
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Francisco Louçã avisa: "Voto no PS não garante um governo do PS"
Francisco Louçã avisou que “o voto no PS não garante um Governo do PS”, porque, defende, “ninguém sabe” o que os socialistas pensam em temas como a imigração, a Habitação ou quais são as propostas que têm para a economia.
Na Habitação, diz mesmo que os socialistas não estão “assim tão longe daquilo que a AD propõe”. Louçã lança para a discussão os pedidos de reciprocidade ao centro: “Quem vota no PS quer mesmo que haja um governo da AD apoiado pelo PS?”.
Admitindo que a situação inversa nunca aconteceu nem aconteceria — um governo socialista viabilizado pela direita —, afirma que aplicar o princípio da reciprocidade é “trair os votos que o PS pede aos seus eleitores”.
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Raimundo "desafia" Governo a divulgar número de alunos sem aulas. E rejeita dar crédito a Fernando Alexandre
Educação marca o comício em Coimbra, onde a CDU encerra a campanha por hoje. Paulo Raimundo dedica a primeira palavra à cultura, que é, no entender do secretário-geral do PCP “como a CDU, uma força de resistência e avanço”.
E passa depois à educação, deixando o “desafio” ao Governo, para que venha dizer quantos alunos estão hoje sem professor. “Só para um país à direita é que a educação está melhor”, atira Raimundo.
O líder comunista rejeita ainda dar crédito ao Governo da AD por ter reposto a carreira dos professores. Fala de um “conjunto de acordos”, que não significam que tenha havido um “rebate de consciência” ou um “ímpeto de defesa da escola pública”. “O Governo não deu nada, o Governo cedeu à luta imensa de todos os professores” para repor as carreiras, defende Raimundo.
Num discurso onde colou a palavra “reorganização” de serviços públicos, prometida pelo governo (da saúde, às medidas para os jovens) a “desmantelamento” e “ataque aos direitos”, Raimundo distingue a campanha da CDU de todas as outras.
“Deixem os outros falar entre eles, trocar ameaças calorosas. Deixem a CDU falar daquilo que interessa ao nosso povo.”
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Pedro Pinto diz que "nada, nem ninguém" vai impedir Ventura de "Salvar Portugal"
O líder parlamentar do Chega continua a discursar em Tavira e a falar sobre André Ventura. Agora, disse que Ventura, que está no hospital para fazer “exames apenas de rotina”, está com o slogan do partido “na cabeça”: “Salvar Portugal”.
“E nada, nem ninguém, vai impedir André Ventura de fazer isso”, assegurou Pedro Pinto.
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Mário Nogueira atira a Fernando Alexandre. "Tem culpa" na falta de professores
Discursa agora o ainda secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, que é também mandatário da candidatura da CDU no círculo eleitoral de Coimbra.
O sindicalista puxa dos galões da educação para atirar a Fernando Alexandre. A reboque das declarações do ministro do setor (que admitiu, em entrevista à TSF, que pode não ser possível saber quantos alunos ficaram sem aulas), Mário Nogueira insiste que o “PSD/CDS e Fernando Alexandre têm culpa” no atual estado da educação.
O secretário-geral da Fenprof acusa o governo de ser “incapaz de tomar medidas para resolver o problema” da falta de professores. “Em vez de valorizarem a profissão, andaram a chamar 55 aposentados, alguns investigadores e o problema é este: Cada vez são mais alunos sem professores“.
O secretário-geral do PCP recebe da mão de Mário Nogueira uma carta de apoio assinada por 750 professores, educadores e investigadores que decidiram “apoiar e assumir publicamente o voto na CDU”.
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Mariana Mortágua: "Plano da direita é dividir, plano do Bloco é juntar"
A coordenadora do Bloco de Esquerda disse, num comício em Braga, que “o plano da direita é dividir, o plano do Bloco é juntar”, justificando a convocatória dos fundadores do partido para as legislativas de 18 de maio.
Nesse sentido, a líder do partido diz que o voto no Bloco de Esquerda é “um voto solidário”, que ambiciona um “país para todos”. Mortágua lembrou os milhares de jovens portugueses que emigram e a “geração da troika” com quem considera que Portugal tem de se reconciliar, acrescentando que as oportunidades que foram negadas a quem entrava na idade adulta nessa altura “não é a vida que queremos para os nosso filhos, nem para os nossos pais”.
Mariana Mortágua aproveitou então para falar de todo o país “que trabalha, trabalha, trabalha e não tem dinheiro para viver como quer”, propondo reduzir o tempo de trabalho semanal para 35 horas e quatro dias por semana. Continuou mencionando outro pilar do partido, o trabalho por turnos, como representante da solidariedade entre os vários setores sociais e “um símbolo de um país que leva a vida a correr”.
Mortágua acabou fazendo a apresentação do cabeça de lista do Bloco de Esquerda para o distrito de Braga. “O Chega sabe que o Francisco Louçã, na Assembleia da República, é a garantia de uma esquerda que defende os trabalhadores”.
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"Houve um respeito muito grande de todos os partidos políticos pelo nosso líder André Ventura", diz Pedro Pinto
Agradecendo a preocupação de militantes, simpatizantes e órgãos do partido quanto à saúde de André Ventura, Pedro Pinto disse que todos estão “preocupados”. “É normal”, acrescentou, antes de agradecer também as chamadas de “todos os quadrantes políticos” que o partido recebeu.
“De todos os quadrantes políticos já recebemos chamadas de força. Isso significa que na política nós não temos de ser inimigos. Temos de respeitar as ideias, temos de saber que cada um tem a sua ideia. Mas há uma força que vai dizer quem é que vai governar ou não Portugal: a força do voto no próximo domingo”, afirmou Pedro Pinto, em Tavira, arrancando muitos aplausos aos apoiantes do Chega.
“Houve um respeito muito grande de todos os partidos políticos pelo nosso líder André Ventura”, acrescentou.
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Pedro Pinto diz ter a certeza de que Ventura "amanhã vai voltar à rua"
Pedro Pinto retoma o comício que André Ventura abandonou após se sentir mal. O líder parlamentar do Chega começa por dizer “uma indisposição” privou o presidente do partido de continuar no local, mas deixou uma convicção: “Tenho a certeza de que amanhã ele vai voltar à rua com aquela energia que teve aqui neste Algarve, quer na tarde de ontem, quer no dia de hoje”.
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Médico que assistiu Ventura diz que "está tudo bem com ele"
O médico da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) que assistiu André Ventura disse que “está tudo bem com ele, neste momento”. E indicou que o “socorro foi rápido, correu tudo otimamente bem”.
Em declarações à CNN Portugal, após explicar que tinha indicações dos “superiores hierárquicos” para não prestar mais declarações, o médico afirmou que mais pessoas estão envolvidas na assistência a Ventura e falou numa “equipa coesa, que conseguiu fazer uma resposta muito rápida e muito boa”.
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Mariana Vieira da Silva diz que Montenegro teve "pressa" em eleições "para não ser escrutinado"
Também no comício do PS na Aula Magna, Mariana Vieira da Silva toca na “novela Spinumviva”, para dizer que o caso levou Montenegro a “querer eleições para não se escrutinado” nos resultados da governação.
A cabeça de lista do PS por Lisboa diz que Montenegro “foge” porque é “incapaz de assumir as suas responsabilidades políticas sobre esta crise e pelos resultados da sua governação”.
“A principal razão para a AD ter pressa nas eleições é para que não se conheçam os verdadeiro resultados da sua política e da sua governação”, disse Vieira da Silva que foi dura na classificação do Governo que diz ser “a cara do calculismo e da vitimização”.
Também falou nas propostas da IL e no efeito dessa linha política no SNS, apontando mesmo para o que aconteceu noutros países, afetando os mais frágeis.
DIOGO VENTURA/OBSERVADOR
DIOGO VENTURA/OBSERVADOR
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Ventura acabou de dar entrada no Hospital de Faro
André Ventura acabou de dar entrada no Hospital de Faro. Líder do Chega irá realizar exames complementares.
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Em nome do CDS, Nuno Melo deseja "uma rápida recuperação" a André Ventura
Nuno Melo, presidente do CDS-PP, também recorreu às redes sociais para desejar as melhoras a André Ventura, que esta noite se sentiu mal num comício em Tavira.
“Acabo de tomar conhecimento de que André Ventura se sentiu mal durante uma iniciativa de campanha. Em nome do CDS desejo uma rápida recuperação”, escreveu Nuno Melo na rede social X.
Acabo de tomar conhecimento de que André Ventura se sentiu mal durante uma iniciativa de campanha. Em nome do CDS desejo uma rápida recuperação.
— Nuno Melo (@NunoMeloMDN) May 13, 2025
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Rocha deseja "rápidas melhoras" a Ventura
O presidente da Iniciativa Liberal também já deixou desejos de “rápidas melhoras” a André Ventura, “esperando que não seja nada de grave”, numa mensagem publicada nas redes sociais.
Esperando que não seja nada de grave, desejo as rápidas melhoras a André Ventura.
— Rui Rocha (@ruirochaliberal) May 13, 2025
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Medina diz que "por mais defeitos que tenha", Pedro Nuno defende PS. E defende Segurança Social pública, mesmo "sem papões" com privados
No comício do PS na Aula Magna, em Lisboa, fala Fernando Medina. O antigo ministro das Finanças que não se candidata nestas legislativas foi dar apoio a Pedro Nuno que “por mais defeitos que tenha” defende os “valores do partido” (ainda corrigiu dizendo “não ter assim tantos” defeitos). E atacou o Governo “eleitoralista”.
Medina entra a avisar que vai falar para os “que pensam que este Governo só está há um ano em funções e merece capital de crédito” e também para os que “engrossam as fileiras da extrema direita”.
O antigo ministro começa por falar da queda da economia no primeiro trimestre que diz que acontece devido a um governo que “é um grupo político em permanente campanha eleitoral”. E acusa o Governo de “eleitoralismo” ao reduzir retenções na fonte em IRS e a atribuir um subsídio aos pensionistas, e que “pareceram ser simpáticos no final de 2024, mas a factura chegou no início de 2025″.”A governação está exclusivamente orientada para os ganhos eleitorais”, diz.
Também acusa o Governo de “ignorar por completo” os riscos internacionais sobre a economia. “Vivemos tempos de incerteza e dúvida” e “a boa governação, feita por homens e mulheres de bem, manda precarver-se”, argumenta Medina que diz que o país “tem o inverso absoluto disto: um país que não está preparado para enfrentar ventos adversos que vêm do exterior.”
“Não andem para trás”, pede o socialista que também fala na questão da Segurança Social, para dizer que o que o Governo está a fazer é “revelador” e fez “algo bastante sinistro” e “dissimulado”, ao criar “um falso grupo de trabalho, liderado por alguém sem idoneidade para falar da sustentabilidade da Segurança Social.”
“Não temos nenhum problema que haja um sistema privado de pensões”, disse sobre as acusações feitas ao PS, dizendo que foi o próprio partido que permitiu que “qualquer um possa descontar para um instrumento de reforma”. “Não temos nenhum papão com isso, o que somos é contra que alguém se atreva a pegar o que está no fundo de estabilização e entregar aos privados”, provocando um aplauso na audiência.
Quanto a Pedro Nuno, disse que “pode ter muitos defeitos — poucos, não muitos, não é preciso exagerar — mas tem qualidades essenciais na vida política, defender os valores do PS” e pede que todo “honrem o combate” que o líder socialista está a fazer pelo país.
DIOGO VENTURA/OBSERVADOR
DIOGO VENTURA/OBSERVADOR
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Montenegro carrega no apelo ao voto útil: "Votar nas oposições é fazer da instabilidade um modo de vida"
Discursa agora Luís Montenegro, num mega jantar-comício nas Caldas da Rainha. O líder do PSD e primeiro-ministro começa por repetir essencialmente o discurso que tem feito ao longo da campanha, centrado nos méritos do Governo em várias áreas, em especial a imigração. “O Governo que pôs ordem na casa. Hoje, a balbúrdia acabou.”
A seguir, Montenegro fala sobre os dados conhecidos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) conhecidos hoje, que dão conta que, em 2024, dos “38 países da OCDE , Portugal foi o país no qual o rendimento das pessoas cresceu mais foi Portugal”.
“Aumentar o rendimento daqueles que trabalham pagando salários mais altos e cobrando menos impostos sobre o esforço do trabalho, premiando o mérito, é uma política económica estratégia e estruturante. Quem vê nisto uma política eleitoralista, não vê nada do que é construção do futuro que queremos para Portugal.”
Mesmo a terminar, Luís Montenegro faz o seu apelo mais intenso ao voto útil na AD desde o arranque da campanha.
“Só há duas maiorias possíveis: a nossa, a maioria da AD; a outra maioria possível é a das oposições, a que destrói, que junta todas as oposições da ponta direita à ponta esquerda. O único voto útil à estabilidade é na AD. Votar nas oposições é fazer da instabilidade um modo de vida.”
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Ventura tinha queixas de dores no peito. Eletrocardiograma não registou alterações
André Ventura tinha queixas de dores no peito. Segundo informações apuradas pelo Observador, fez um eletrocardiograma no local, que teve um resultado normal, sem registo de alterações. Foi transportado para o hospital de Faro, como habitual nestas ocasiões, apenas por precaução. No hospital, fará exames complementares de diagnóstico, como análises, um raio-x ou a repetição do electrocardiograma, por exemplo.