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Histórico de atualizações
  • Bom dia.

    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar o conflito no Médio Oriente nesta nova página, que agora abrimos.

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    EUA pedem “vigilância redobrada” aos seus cidadãos em todo o mundo após ataque ao Irão

  • Israel atinge complexo militar em Teerão

    A agência de notícias iraniana Nournews avança que Israel terá atingido um complexo militar iraniano a sudeste de Teerão. A informação foi citada pela agência Reuters.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano chega a Moscovo

    O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, já aterrou na Rússia.

    De acordo com a agência de notícias iraniana IRNA, Araghchi “chegou a Moscovo para manter consultas com o Presidente [russo] e outros responsáveis oficiais russos relativamente aos desenvolvimentos regionais e internacionais” depois do ataque “dos Estados Unidos e do regime sionista”.

  • Milícias pró-irão estarão a estudar ataques a bases norte-americanas no Iraque

    Uma fonte no governo norte-americano avançou ao New York Times que os serviços secretos detetaram sinais de que milícias apoiadas pelo Irão estarão a equacionar atacar bases aéreas norte-americanas no Iraque, possivelmente, também na Síria.

    De acordo com o jornal, as autoridades iraquianas estão a mover esforços para dissuadir os possíveis ataques.

  • Irão terá ameaçado ativar células terroristas adormecidas nos EUA em caso de ataque

    A cadeia de televisão norte-americana NBC avança, com base em fontes, que o Irão terá enviado uma mensagem ao Presidente Donald Trump, através de um intermediário durante o encontro do G7 — do qual o Presidente norte-americano saiu mais cedo.

    A mensagem conteria a ameaça de que, caso os Estados Unidos atacassem instalações nucleares em território iraniano, o Irão ativaria células terroristas adormecidas nos EUA.

    A Casa Branca não reagiu ao pedido de comentário da NBC e a representação iraniana na ONU recusou comentar.

  • Departamento de Estado dos EUA avisa cidadãos para risco de manifestações e apela à cautela

    O Departamento de Estado dos EUA, liderado por Marco Rubio, emitiu hoje um alerta global para os seus cidadãos relativamente a viagens internacionais.

    “O conflito entre Israel e o Irão resultou em perturbações nas viagens e no encerramento periódico do espaço aéreo em todo o Médio Oriente.  Existe a possibilidade de manifestações contra cidadãos e interesses dos EUA no estrangeiro. O Departamento de Estado aconselha os cidadãos americanos em todo o mundo a serem mais cautelosos”, lê-se na nota divulgada.

  • Polícia de Telavive detém duas pessoas por terem "documentação suspeita" de locais atingidos por mísseis

    A polícia de Telavive anunciou que deteve esta noite um residente da cidade e um turista que tinham na sua posse “documentação suspeita” sobre locais atingidos pelos mísseis iranianos.

    A polícia terá recebido informações sobre “um casal suspeito numa mota, a registar informação sobre locais atingidos na região de Shfela”, dizem as autoridades locais. Os dois “tentaram fugir e esconder o material de gravação”, tendo depois sido detidos.

  • Conselho de Segurança termina sem nenhuma resolução

    A reunião do Conselho de Segurança chegou entretanto ao fim. Não foi alcançada nenhuma resolução no órgão que reúne os membros com assento permanente (EUA, Rússia, China, Reino Unido e França) e outros Estados com assento temporário.

  • Chanceler alemão pede negociações "imediatas" entre Irão, EUA e Israel

    O chanceler alemão Friedrich Merz voltou a apelar à diplomacia, declarado que o Irão deve “imediatamente encetar negociações com os EUA e Israel, a fim de encontrar uma solução diplomática para o conflito”.

    A mensagem foi transmitida pelo seu porta-voz, Stefan Kornelius, que adiantou também que “grande parte do programa nuclear iraniano foi danificado pelos ataques aéreos”.

  • Israel recupera corpos de três reféns em Gaza

    Israel anunciou na manhã deste domingo que resgatou os corpos de três reféns que estavam sequestrados pelo Hamas em Gaza desde o 7 de Outubro de 2023.

    As IDF avançaram que conseguiram recuperar os corpos numa operação militar em Gaza “graças a informações precisas” dos serviços secretos militares e do Shin Bet (serviço de informações internas).

    Os três reféns eram Ofra Keidar, Jonathan Samerano e o sargento Shay Levinson.

  • Israel leva a cabo ataques em Tabriz. Irão diz ter atingido ambulância em Israel

    O chefe da província de Tabriz, no Irão, confirmou à agência de notícias ISNA que a cidade foi atacada esta noite, “em duas localidades no sudoeste” da cidade.

    Outro responsável local, Hamidreza Mohammadi Fesharaki, governador em Isfahan, avançou à mesma agência que um ataque iraniano que pelo menos três pessoas morreram num ataque iraniano a uma ambulância em Israel, não avançando a localização do ataque.

    Nenhuma das informações foi confirmada pelo governo de Telavive.

  • Trump defende possível "mudança de regime" para tornar o Irão "Grande Outra Vez"

    O Presidente norte-americano defendeu a possibilidade de “uma mudança de regime” no Irão, usando o acrónimo MIGA, —semelhante ao MAGA de apoio à sua campanha: “Make Iran Great Again”.

    Numa publicação na rede social Truth Social, Trump afirmou que “se o atual regime iraniano não tem capacidade de ‘Tornar o Irão Grande Outra Vez’, por que não há de haver uma mudança de regime?”, questionou, usando depois o acrónimo MIGA.

  • EUA notificaram Governo português de uso das Lajes na passada quarta-feira

    A administração norte-americana notificou o Governo português da necessidade de 12 aviões reabastecedores aterrarem na Base das Lajes no passado dia 18 de junho, quarta-feira.

    A informação é avançada pelo Ministério da Defesa, em comunicado enviado às redações. Segundo a tutela, a notificação norte-americana declarou que a missão dos aviões era a de “apoiar a Força Naval norte-americana no Atlântico”.

    “Este é um procedimento habitual e as aeronaves que se encontram nos Açores são aviões de reabastecimento aéreo”, diz o Ministério, realçando que “não se trata de meios aéreos ofensivos”.

    O Ministério de Nuno Melo acrescenta que “não houve mais nenhum contacto por parte das autoridades dos EUA” e relembra que não passam meios aéreos de combate pela Base das Lajes “há mais de um mês”.

  • Israel na ONU: programa nuclear do Irão é "a maior ameaça à segurança desde a II Guerra Mundial"

    É agora a vez do embaixador israelita, Danny Danon, falar ao Conselho de Segurança.

    “Obrigado aos Estados Unidos por removerem a maior ameaça à segurança global. Obrigado ao Presidente Trump por ter agido quando tantos hesitaram”, são as primeiras palavras do diplomata, que pergunta “onde estavam?” aos membros do Conselho “quando o Irão fez das negociações um teatro”. “Estavam em silêncio, foram cúmplices”, sentencia.

    O programa nuclear do Irão é “a maior ameaça à segurança desde a II Guerra Mundial”, declara. “O líder do mundo livre agiu com coragem. Os EUA não agiram apenas por si, mas por todas as nações que valorizam a liberdade face ao radicalismo.”

    Dannon afirma que “a diplomacia foi tentada uma e outra vez”, mas que Teerão “usou a mesa de negociação como uma tática para ganhar tempo”. “O programa nuclear deles não era um puzzle diplomático, era uma arma carregada”, diz. “Um Irão nuclear seria uma sentença de morte, tanto para vocês como para nós.”

    O embaixador garante ainda que Israel tem neste momento “superioridade aérea” nos céus iranianos.

    Numa mensagem aos restantes membros do Conselho de Segurança, Dannon diz que “não podem acusar os bombeiros enquanto o incendiário tenta começar mais fogos”. “É altura de o resto do mundo garantir que a ameaça de um Irão nuclear não voltará”, afirma.

  • Embaixador do Irão na ONU: "O criminoso Netanyahu sequestrou a política externa dos EUA, arrastando-os para mais uma guerra"

    O embaixador iraniano nas Nações Unidas fala agora na reunião do Conselho de Segurança e começa por agradecer aos países “que escolheram estar do lado certo da História e condenar as operações dos EUA e do regime de Israel”.

    Amir-Saeid Iravani descreveu os ataques às centrais nucleares iranianas como “mais uma mancha” na História norte-americana, que é parte de uma “agenda vil”.

    “O criminoso Netanyahu foi bem sucedido em sequestrar a política externa dos EUA, arrastando-os para mais uma guerra”, sentenciou o diplomata iraniano, que descreveu o atual conflito como “uma guerra sob pretextos inventados e falsos” e o ataque como “uma clara e flagrante quebra do Direito Internacional”.

    O embaixador iraniano recorda as guerras do Afeganistão e do Iraque, bem como o ataque à Líbia, para acusar os EUA de “políticas irresponsáveis”. “O Reino Unido, França e Alemanha, bem como a Agência Internacional para a Energia Atómica pela sua conduta enviesada (…) vão arcar com a responsabilidade de centenas de mortes no Irão”, acusa também.

    Israel, diz, “promoveu a narrativa enganadora de que o Irão está à beira de uma arma nuclear”, quando diz não haver “uma única prova” disso e que o programa nuclear iraniano “cumpre o Direito Internacional”.

    “Que este seja o momento em que pomos fim à impunidade”, pede. “Este Conselho deve atuar de forma decidida.”

  • Rússia afirma que EUA abriram "caixa da Pandora"

    O embaixador russo nas Nações Unidas, Vasily Nebenzya, classificou como “caixa de Pandora” a ação militar dos EUA, “que ninguém sabe que nova catástrofe e sofrimento pode trazer”.

    Na reunião do Conselho de Segurança, que está a decorrer, o embaixador apontou o dedo aos Estados Unidos, dizendo que, “uma vez mais, demonstraram o seu completo desprezo pela posição da comunidade internacional”.

    “Estão prontos não apenas para desviar o olhar dos assassínios de dezenas de mulheres de mulheres, crianças e idosos palestinianos, mas também para arriscar a segurança e bem-estar da Humanidade”, declarou Nebenzya.

  • China pede "cessar-fogo imediato" na ONU

    No Conselho de Segurança, o embaixador chinês Fu Cong apelou a um “cessar-fogo imediato”, depois de ter “condenado fortemente” os ataques norte-americanos em território iraniano.

    “A China está profundamente preocupada com o risco de a situação ficar descontrolada”, declarou, apelando a que “as partes” — mas “Israel em particular” — cheguem a um acordo.

  • EUA citam "direito à auto-defesa" para justificar ataque ao Irão

    A embaixadora norte-americana fala agora no Conselho de Segurança, justificando a ação militar norte-americana com o “direito à auto-defesa”. “Durante 40 anos, o Irão tem declarado ‘Morte à América’ e ‘Morte a Israel'”, declarou Dorothy Camille Shea.

    “Durante décadas, o Irão tem sido responsável por miséria e milhares de mortes em todo o Médio Oriente, incluindo de norte-americanos”, acrescentou. “Chegou finalmente a hora de os EUA atuarem de forma decidida”, já que “o Irão não pode ter uma arma nuclear”.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão já chegou a Moscovo para falar com Putin

    O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, já chegou esta noite a Moscovo, onde tem agendado um encontro com o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, na sequência dos ataques dos Estados Unidos da América na última madrugada às centrais nucleares iranianas de Fordow, Natanz e Isfahan.

  • Netanyahu diz que Israel "não vai ser arrastado para uma guerra de atrito"

    O primeiro-ministro israelita fez uma nova mensagem, onde sublinha que Israel está mover-se “passo a passo” para atacar o regime iraniano.

    Israel “não vai ser arrastado para uma guerra de atrito”, garante Benjamin Netanyahu. Mas sublinha que guerra está para durar: “Não pararemos esta operação histórica até atingirmos os nossos objetivos.”

    Netanyahu garante também que o país “não vai tirar os olhos de Gaza”, explicando que os ataques ao Irão ajudam a situação no enclave. “Sem o andaime iraniano, colapsa tudo”, declarou.

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