Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que aconteceu até agora:

    • As negociações entre os EUA e o Irão estão num ponto crítico. O Presidente Donald Trump afirmou que estão “por um fio”, divididas entre a possibilidade de um acordo para pôr fim à guerra e a retoma dos ataques contra Teerão. Trump insiste que, para evitar medidas mais drásticas, as respostas iranianas precisam de ser “totalmente, a 100%, satisfatórias”.
    • O tratamento de ativistas da flotilha Global Sumud, detidos por Israel após terem sido intercetados em águas internacionais, gerou ampla condenação internacional, incluindo por parte da União Europeia e do Governo brasileiro. O Ministro da Segurança Nacional de Israel, Ben Gvir, foi criticado pela divulgação de um vídeo que mostra os ativistas amarrados e ajoelhados. Portugal está a apoiar o repatriamento seguro de dois cidadãos portugueses envolvidos na flotilha.
    • Uma reunião de dois dias dos ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO ocorre em Helsingborg, Suécia. Centra-se no apoio contínuo à Ucrânia e o impacto da guerra no Médio Oriente. Este encontro prepara terreno para a cimeira de julho em Ancara, Turquia, onde serão discutidos os orçamentos de Defesa dos Estados-membros.
    • A Rússia enviou munições nucleares para a Bielorrússia no contexto de grandes exercícios nucleares conjuntos, refletindo a intensificação das tensões militares.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Vamos encerrar por aqui este artigo liveblog, que seguiu a atualidade relacionada com a instabilidade geopolítica internacional ao longo do dia de ontem, quinta-feira.

    https://observador.pt/liveblogs/eua-republicanos-conseguem-adiar-votacao-que-obrigaria-trump-a-terminar-guerra-no-irao/

    Continue, por favor, a acompanhar-nos nesta nova ligação. Muito obrigado!

  • Hezbollah realizou 16 ataques a alvos israelitas no sul do Líbano nas últimas 24 horas

    O Hezbollah reivindicou esta quinta-feira 16 ataques a alvos israelitas no sul do Líbano, nas últimas 24 horas, de acordo com um comunicado partilhado pelo movimento.

    Os ataques do Hezbollah foram realizados contra posições de artilharia, veículos e grupos de tropas israelitas posicionados em cidades libanesas como Naquora, Bint Jbeil e Rachaf, através de drones e projéteis de artilharia.

    O comunicado não refere o número de baixas israelitas nos ataques.

  • Rússia deverá restringir liberdades civis e adotar uma economia planificada caso queira continuar com a guerra na Ucrânia, conclui relatório

    Um relatório do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos, lançado esta semana, conclui que a Rússia será forçada a restringir liberdades civis, adotar uma economia planificada e fechar fronteiras, se quiser continuar com o conflito com a Ucrânia.

    “Para sustentar a sua guerra, a Rússia terá de impor novas e significativas medidas de comando que mobilizem à força recursos humanos e materiais para o esforço de guerra”, conclui o relatório, que enumera como exemplos restrições às “últimas liberdades de mercado, liberdade laboral e liberdade de movimento remanescentes do período pós-soviético”.

    A Rússia está a atravessar uma crise em relação ao esforço de guerra, com um aumento do número de baixas na Ucrânia, escassez de mão de obra e défice orçamental da defesa, o que, segundo o relatório, irá obrigar o Kremlin a escolher entre “aumentar drasticamente as suas demandas sobre a economia e a sociedade ou reduzir os seus planos militares”.

  • Presidente do Parlamento Europeu apela à UE para avançar com adesão da Ucrânia

    A presidente do Parlamento Europeu apelou hoje aos Vinte e Sete para que se adaptem ao rápido ritmo da Ucrânia nas reformas para aderir à União Europeia (UE) e acelerem o processo para a sua entrada e da Moldávia.

    Ao ver “que um país que está em guerra, porque foi invadido, é capaz de atualizar-se de forma tão impressionante com a quantidade de trabalho legislativo e técnico que outros países levam uma década, não podemos olhar para outro lado e não nos adaptar a esse ritmo”, afirmou a política conservadora de Malta Roberta Metsola numa intervenção no fórum de segurança Globsec que decorre em Praga.

  • Trump anuncia envio de 5.000 soldados norte-americanos para a Polónia

    O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou hoje o envio de mais 5.000 soldados para a Polónia, dias depois de ter anunciado a retirada do mesmo número de militares norte-americanos da Alemanha.

    “Após a bem-sucedida eleição do atual presidente da Polónia, Karol Nawrocki, a quem tive a honra de apoiar, e dada a nossa relação com ele, tenho o prazer de anunciar que os Estados Unidos enviarão mais 5.000 soldados para a Polónia”, declarou numa breve mensagem na sua rede social, Truth Social, sem adiantar mais pormenores.

    O presidente norte-americano referiu-se a estas tropas como adicionais, mas não ficou imediatamente claro se isso significava novas tropas ou se Trump estava a restabelecer um plano anterior de envio de 4.000 soldados norte-americanos, que já estava planeado, mas que recentemente foi colocado em causa por Washington.

  • Estados Unidos e Irão estarão a trabalhar num esboço de proposta de paz, segundo fonte iraniana

    Os Estados Unidos e Irão estão “muito próximos” de um acordo e a trabalhar num esboço de proposta de paz, segundo fonte iraniana, citada pela Al Jazeera.

    Os enviados especiais dos dois países estão a trabalhar indiretamente, sob mediação paquistanesa, e estão a trocar propostas entre si para estabelecer uma estrutura formal de acordo, de acordo com a agência iraniana ISNA.

  • EUA gastaram mais de metade dos seus intercetores na guerra com o Irão, avança The Washington Post

    Os Estados Unidos gastaram mais de metade dos seus intercetores na guerra com o Irão, salvaguardando grande parte do arsenal israelita, avança o The Washington Post, com base em fontes anónimas do Departamento norte-americano de Defesa.

    “Os Estados Unidos lançaram mais de 200 mísseis intercetores do sistema Terminal High Altitude Area Defense (THAAD) em defesa de Israel — aproximadamente metade do arsenal total do Pentágono”, adianta o jornal norte-americano, que especula que a redução do material de guerra pode ter tido influência no recuo de novos ataques contra o Irão.

    Por outro lado, Israel usou “menos de 100 mísseis intercetores Arrow e cerca de 90 mísseis intercetores David’s Sling” contra projéteis “menos sofisticados disparados por grupos apoiados pelo Irão no Iémen e no Líbano”.

    As fontes citadas na investigação do The Washington Post afirmam que existe um “desequilíbrio” entre os dois países e que “levanta questões sobre a prontidão militar dos Estados Unidos e os seus compromissos de segurança em todo o mundo”.

  • NATO. Proposta de 0,25% de PIB para Ucrânia discutida em encontro informal

    O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, esteve esta quinta-feira no encontro informal do Conselho NATO-Ucrânia, onde foi abordada a recente proposta do secretário-geral da Aliança de alocação de 0,25% do PIB dos membros para apoio à Ucrânia.

    À Lusa, Paulo Rangel disse que o tema “foi referido (…) nos discursos de abertura, nas conversações a dois, a três e a mais que aqui houve, porque se trata, obviamente, de um jantar informal”.

    A proposta foi avançada por Mark Rutte em finais de abril, mas só veio a público há cerca de uma semana. A ideia tem vindo a circular, apesar da oposição de países como a França e o Reino Unido, segundo noticiou o jornal Politico.

  • Portugal entre 86 delegações que defenderam na ONU agenda de proteção dos civis

    Portugal está entre as 86 delegações que se comprometeram esta quinta-feira, na ONU, com o fortalecimento da agenda de proteção aos civis num momento de fortes restrições financeiras no universo das Nações Unidas.

    “Em tempos de conflito, reformas e restrições financeiras, proteger os civis não pode tornar-se opcional: é tanto uma obrigação legal quanto um dever moral”, escreveu esta quinta-feira a Missão de Portugal na ONU, na rede social X.

    “Portugal juntou-se ao lançamento dos Compromissos Conjuntos e continuará a trabalhar para prevenir conflitos, fazer parcerias para a paz e proteger os civis em todos os lugares”, acrescentou, referindo-se a uma declaração conjunta lida hoje, na sede da ONU, em Nova Iorque, pelo representante permanente da Suíça junto das Nações Unidas, um momento que contou também com a presença do embaixador português, Rui Vinhas.

  • Irão e os Estados Unidos com "divergências reduzidas", mas não suficientes para um acordo

    Uma fonte iraniana, citada pelo The Times of Israel, afirmou à agência Reuters que ainda não foi alcançado um acordo de paz entre Teerão e Washington, mas que “as divergências foram reduzidas”.

    Segundo a fonte, os pontos de afastamento entre os dois países continuam a ser o enriquecimento de urânio por parte do Irão e o controlo do Estreito de Ormuz por parte de Teerão.

  • Hezbollah afirma que as sanções norte-americanas são "uma medalha de honra para aqueles que estão incluídos nela"

    O Hezbollah condenou esta quinta-feira o anúncio de sanções norte-americanas a nove membros do movimento e afirmou que as sanções norte-americanas são “uma medalha de honra para aqueles que estão incluídos nela”.

    Num comunicado, citado pela Agência Nacional de Notícias do Líbano, o Hezbollah afirma que as sanções são uma “tentativa norte-americana de intimidar o povo libanês livre para apoiar a agressão sionista contra o nosso país”, e que “não valem a tinta com que foram escritas”.

    Esta quinta-feira, o Departamento norte-americano do Tesouro impôs sanções a nove membros do movimento radical xiita por “obstruir o processo de paz no Líbano e o desarmamento do Hezbollah”.

  • Lukashenko "sarcástico" sobre disponibilidade para ir a Kiev falar com Zelensky

    João Albuquerque vê com desconfiança a abertura da Bielorrússia para mediar as negociações entre Putin e o Presidente ucraniano. O especialista em Relações Internacionais defende ainda que os recuos de Trump prejudicam a credibilidade dos EUA na guerra com o Irão.

    Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra da Rádio Observador.

    Lukashenko: “Parece-me um pouco sarcástico este comentário”

  • Ataque israelita perto de hospital no Líbano faz nove feridos

    Um ataque de Israel perto de um hospital em Tebnine, no Líbano, provocou nove feridos, incluindo sete profissionais de saúde, segundo o Ministério libanês da Saúde Pública, citado pela Agência Nacional de Notícias.

    Em comunicado, o Ministério condena a ofensiva, dizendo ser “mais um episódio na série de ataques que o inimigo israelita insiste em cometer, desconsiderando qualquer lei humanitária internacional”, e questiona se o ataque não terá sido uma resposta à decisão de proteger os cuidados de saúde no Líbano votada na Assembleia Mundial de Saúde, na quarta-feira.

    A autoridade de saúde informa que os danos “estenderam-se ao perímetro externo do hospital, à fiação elétrica, às câmaras, ao terreno do hospital e às ambulâncias estacionadas no local”, para além de estragos no interior do edifício como os serviços de emergência, quimioterapia, centro cirúrgico, entre outros.

  • ONG alertam na ONU para deterioração da situação humanitária em Gaza

    Várias organizações não governamentais (ONG) alertaram esta quinta-feira para a deterioração da situação humanitária em Gaza, num contexto marcado pela decisão do Supremo israelita de apoiar a ordem do executivo para expulsar 35 associações que atuam em territórios palestinianos.

    O presidente da Refugees International, Jeremy Konyndyk, afirmou numa conferência de imprensa na sede da ONU, em Nova Iorque, que a implementação do acordo de paz “continua incompleta” e que “pessoas ainda estão a morrer hoje em níveis inaceitáveis”.

    Konyndyk criticou “qualquer restrição ou bloqueio à ajuda humanitária”, referindo-se à decisão do Supremo Tribunal de Israel, argumentando que a mesma “não tem fundamento legal e constitui uma violação do Direito Internacional”, uma vez que a assistência não pode ser condicionada a concessões políticas.

  • A ameaça a Rabin, o extremismo excessivo para as IDF e a humilhação de ativistas. Ben-Gvir, o ministro radical de Israel

    Cresceu na extrema-direita radical, defendeu terroristas em tribunal e foi condenado por incitamento ao racismo. Agora, a humilhação de ativistas da flotilha agrava a pressão sobre Netanyahu.

    A ameaça a Rabin, o extremismo excessivo para as IDF e a humilhação de ativistas. Ben-Gvir, o ministro radical de Israel

  • Embaixador iraniano no Líbano na lista de novas sanções dos EUA contra Hezbollah

    O Departamento do Tesouro norte-americano impôs esta quinta-feira sanções a nove indivíduos, incluindo o embaixador do Irão no Líbano, acusando-os de obstrução ao desarmamento do grupo xiita Hezbollah, apoiado por Teerão e considerado terrorista pelos Estados Unidos.

    O pacote de sanções inclui o embaixador do Irão no Líbano, Mohammad Reza Sheibani, segundo o Departamento do Tesouro em comunicado, que foi declarado ‘persona non grata’ no final de março e está sujeito a uma ordem de expulsão das autoridades libanesas.

    Entre os atingidos pelas medidas do Gabinete de Controlo de Ativos Estrangeiros encontram-se três deputados do Hezbollah no parlamento libanês (Ibrahim al-Musawi, Hussein al-Hajj Hassan e Hassan Nizamedine Fadlallah) e o líder do conselho executivo do grupo xiita, Mohamed Abdel Motaleb Fanich.

  • União Europeia pede fim do controlo e isolamento dos cubanos

    A chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, apelou esta quinta-feira ao fim do “controlo” e “isolamento” do povo cubano, atingido por uma profunda crise económica e sob crescente pressão dos Estados Unidos.

    “Após décadas de má gestão e repressão política, a crise económica em Cuba está a atingir um verdadeiro ponto de rutura. O povo cubano merece oportunidades e liberdade, não controlo e isolamento”, disse a responsável da União Europeia numa conferência de imprensa na Cidade do México, por ocasião da oitava cimeira UE-México que decorre na sexta-feira na capital mexicana.

    “Para nós é importante que a população cubana tenha o direito de decidir e é claro que a repressão política deve acabar (…) para que o povo cubano tenha as oportunidades que merece”, disse a alta representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança.

  • Rangel repete que comportamento de Ben Gvir foi "inaceitável". Dois portugueses detidos por Israel estão em Istambul e vão para o Porto

    O ministro dos Negócios Estrangeiros afirmou ao início desta noite que os dois portugueses que participavam numa flotilha a caminho de Gaza, e que foram detidos por Israel, “estão em Istambul”. “Houve uma aceleração das saídas devido à reação profunda ao comportamento inaceitável do ministro Ben Gvir”, considera Paulo Rangel, que diz que “de outra forma teria demorado mais algum tempo”.

    Referiu que os serviços diplomáticos não conseguiram falar com os dois portugueses na saída do centro de detenção em Israel. “Depois o nosso cônsul conseguiu falar com eles no aeroporto de Telavive”, refere o ministro, reforçando que estão bem “de saúde, mas marcados e chocados com o que tinha acontecido no dia anterior”.

    Os dois portugueses foram recebidos pela nossa embaixadora portuguesa na Turquia e pelo responsável consular em Âncara e vão pernoitar no aeroporto de Istambul, seguindo depois viagem para o Porto, onde residem.

  • Israel condiciona reconstrução de Gaza ao desarmamento do Hamas

    O vice-representante israelita na ONU, Jonathan Miller, condicionou esta quinta-feira o processo de reconstrução de Gaza ao desarmamento do grupo islamita Hamas, após o embaixador palestiniano, Riyad Mansour, defender o acordo alcançado entre as partes e pedir esforços iguais.

    “A reconstrução de Gaza não poderá ter sucesso enquanto as milícias continuarem a controlar as ruas. E qualquer esforço sério para estabelecer a estabilidade e um Governo civil, assim como um futuro melhor para os palestinianos, fracassará a menos que o Hamas seja desarmado e o seu reinado de terror chegue ao fim”, declarou o representante de Telavive.

    O Conselho de Segurança da ONU realizou esta quinta-feira uma sessão sobre a situação em Gaza, na qual Nickolay Mladenov, o alto representante do Conselho de Paz para Gaza, promovido pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, apresentou o relatório semestral sobre a implementação do plano para pôr fim ao conflito no enclave palestiniano.

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