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    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo em direto que agora abrimos.

    Hegseth reitera que o Irão não controla o Estreito de Ormuz

  • O que se sabe até agora:

    • O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a realização de várias ondas de ataques contra o Irão, visando desmantelar infraestruturas militares e de defesa costeira que ameaçavam a navegação no Estreito de Ormuz. Estes ataques resultaram em numerosas vítimas, com o governo iraniano a prometer uma “resposta decisiva”. A situação tensa tem causado repercussões significativas nas trocas comerciais e petrolíferas na região.
    • Em resposta às ações norte-americanas, a Guarda Revolucionária do Irão anunciou que o Estreito de Ormuz permanecerá encerrado até que os Estados Unidos cessem as suas “ações agressivas”. O Irão terá lançado ataques contra países vizinhos do Golfo, incluindo Kuwait e Bahrein, enquanto se acumulam acusações mútuas de agressão. A escalada do conflito tem gerado grande preocupação internacional, com líderes mundiais a apelar ao diálogo.
    • A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos rejeitou uma proposta para cortar o apoio militar a Israel. Apesar do fracasso da proposta, o número de congressistas que votaram a favor foi um recorde, mostrando um crescente descontentamento com o apoio histórico a Israel. A situação interna nos EUA é ainda marcada por alegações de interferência chinesa nas eleições, que Donald Trump está a considerar abordar num discurso.
    • Na Ucrânia, a situação política permanece instável com a demissão do ministro da Defesa, Mykhailo Fedorov, após a saída da primeira-ministra. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, visitou Kiev para reforçar o apoio militar e debater a integração da Ucrânia na União Europeia. A contínua agressão russa, com ataques a civis e infraestruturas críticas, intensifica os desafios enfrentados pelo governo ucraniano.

    Este resumo foi gerado por IA e revisto por um jornalista do Observador.

  • Trump anuncia libertação de uma cidadã norte-americana, detida no Irão desde 2024

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a libertação de uma cidadã norte-americana, detida no Irão em 2024. Trump não identificou quem é a cidadã nem quais as circunstâncias da sua prisão ou da sua libertação.

    “O Irão permitiu que uma cidadã americana, detida injustamente em dezembro de 2024 sob a ‘presidência’ do sonolento Joe Biden, deixasse o país. Ela agora está em segurança fora do Irã e em boas condições”, afirmou Trump, na rede social Truth.

  • Irão acusa Estados Unidos de atacar fábrica

    O governo provincial de Hormozgan, no Irão, acusou os Estados Unidos de atacar uma fábrica de farinha de peixe na ilha de Qeshm. Não há registo de vítimas, pois a fábrica estava fechada na altura do ataque, refere a Al Jazeera.

  • Câmara dos Representantes dos Estados Unidos chumba proposta de corte de apoio militar a Israel

    A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos chumbou hoje uma proposta para cortar o apoio militar norte-americano a Israel.

    A proposta teve 104 votos a favor e 314 contra, sendo que o republicano Thomas Massie — autor do projeto — foi o único membro do seu partido a votar a favor. Cerca de metade dos democratas votou a favor, refere a CBS News.

    Apesar do chumbo, nunca houve tantos congressistas a votar contra o fornecimento de ajuda militar a Israel, que normalmente era um tema com amplo apoio bipartidário.

    “Mais democratas do que nunca votaram para interromper o envio de dinheiro ao governo de Benjamin Netanyahu, apesar de esta emenda ser um veículo imperfeito para o nosso movimento”, afirmou o democrata Greg Casar, pertencente à ala progressista do partido.

  • Trump deverá acusar a China de interferência nas eleições norte-americanas no discurso de amanhã

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deverá abordar no seu discurso de amanhã a alegada interferência da China nas eleições norte-americanas. A informação é avançada por “fontes familiarizadas com o assunto”, citadas pela CBS News.

    Os temas abordados deverão ser as “alegações de que Pequim comprometeu dados de eleitores norte-americanos e as evidências de que a CIA sabia da ação e não compartilhou essa informação com Trump durante seu primeiro mandato”.

    O canal refere que na plateia deverão estar os chefes da CIA, do FBI, do Gabinete do Diretor de Inteligência Nacional e do Departamento de Segurança Interna.

    A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, apelidou a notícia de “especulação” e afirma que “ninguém sabe ainda o que o presidente Trump vai dizer”.

  • Guarda Revolucionária Islâmica garante que Irão está focado em destruir infraestruturas ofensivas dos Estados Unidos no Médio Oriente

    O porta-voz da Guarda Revolucionária Islâmica, Hossein Mohammadi, afirmou que as operações militares do Irão são dirigidas à infraestrutura ofensiva dos Estados Unidos no Médio Oriente e garante que Washington não pode transformar a guerra num “conflito de desgaste”.

    “Que o inimigo não pense que pode continuar com a atual equação de combate e transformar a guerra num conflito de desgaste. De momento, as operações do Irão estão focadas na destruição da infraestrutura ofensiva dos Estados Unidos na região. Posteriormente, serão iniciadas as etapas seguintes“, afirmou no X.

  • Dois distritos de Kiev foram atacados esta noite

    A capital ucraniana foi atacada esta noite com mísseis em dois distritos de Kiev. A informação é avançada pelo presidente da Câmara da capital, Vitali Klitschko, citado pela Ukrainska Pravda.

    Foram atingidos armazéns no distrito de Svyatoshinsky e uma zona não residencial em Darnitsky, onde caíram destroços de foguetes. Não há registo de vítimas.

    No resto do país, foram ativados os alertas de ataque aéreo.

  • Hospital de oncologia no Irão evacuado devido a ataques norte-americanos

    Os pacientes e familiares do Hospital de Shahid Baghaei, em Ahvaz, no Irão, foram retirados devido aos ataques norte-americanos no país. A informação é avançada pela televisão estatal iraniana IRIB, citada pela CNN.

    O hospital tratar crianças com cancro, refere a estação norte-americana.

  • Irão garante que estreito mantém-se fechado até que os Estados Unidos aceitem os termos de Teerão

    O exército iraniano afirmou que o Estreito de Ormuz vai continuar fechado até que os Estados Unidos aceitem as regras estabelecidas no memorando de entendimento e a autoridade de Teerão na administração da área.

    Citado pela Al Jazeera, um porta-voz do exército pediu também o fim das “ações hostis” dos Estados Unidos na região.

  • JD Vance defende a diplomacia com o Irão como forma de ganhar a guerra

    O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, afirmou que o país deve continuar a manter o diálogo, por considerar que a guerra não será ganha apenas através da força militar.

    “Estou muito frustrado com os norte-americanos e, francamente, com pessoas de outros países que dizem que não se pode negociar com os iranianos”, afirmou ao podcast de Joe Rogan, citado pela CNN.

    Vance considera também que os Estados Unidos podem destruir a capacidade militar iraniana, mas que “é muito fácil atacar navios no Estreito [de Ormuz]”. O Irão tem atacado navios no Estreito de Ormuz, incluindo duas embarcações emiradenses na última noite.

    “Então é preciso estar disposto a conversar e tentar resolver o problema”, sublinha

  • Foi ouvida uma explosão na ilha de Qeshm, no Irão

    Foi ouvida uma explosão na ilha de Qeshm, no Irão, segundo a agência de notícias iraniana IRNA, citada pela Al Jazeera.

  • Ligações de Epstein aos serviços secretos e alegada campanha de influência para terminar negociações com o Irão. Vance fala sobre Israel

    O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, afirmou que o predador sexual condenado Jeffrey Epstein tinha ligações com altas patentes da Mossad.

    “Ele claramente tinha conexões à altas patentes dos serviços secretos norte-americanos. Ele claramente tinha conexões à altas patentes dos serviços secretos israeltas”, afirmou no podcast de Joe Rogan, citado pelo The Times of Israel.

    Vance também garantiu que Epstein tinha ligações a “elementos do deep state israelita que eram de centro-esquerda”, como o ex-primeiro-ministro Ehud Barak.

    Além disso, o vice-presidente dos Estados Unidos comentou uma reportagem publicada hoje na revista Time que dava conta de uma campanha israelita para influenciar a base MAGA a rejeitar um acordo entre Washington e Teerão.

    “Há algumas pessoas dentro do sistema [israelita] que sabemos, sem sombra de dúvida, que estão a manipular e a tentar mudar a opinião pública norte-americana para manter a guerra indefinidamente”, afirmou, citado pelo The Times of Israel.

  • Vance afirma que qualquer mudança de regime no Irão deve ser decidido pelos iranianos

    O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance afirmou ao podcast de Joe Rogan que qualquer mudança de regime no Irão deve ser decidido pelo povo iraniano, sem intervenção norte-americana.

    “Se o povo iraniano quiser levantar-se e mudar o seu governo, isso é com eles. Mas não vamos enviar 150 mil soldados para promover uma mudança de regime a menos que a própria população queira alcançar esse resultado“, garantiu Vance, que sublinhou que propor o envio de tropas seria “fazer o trabalho sujo para o povo iraniano”.

  • Começaram a soar sirenes no Bahrein

    O Ministério da Administração Interna do Bahrein anunciou que começaram a soar as sirenes no país e pede para a população para se refugiar em locais seguros.

  • Irão convoca embaixador britânico após o Reino Unido designar Guarda Revolucionária Islâmica como ameaça à segurança nacional

    O Irão convocou o embaixador britânico em Teerão após o Reino Unido ter classificado a Guarda Revolucionária Islâmica como uma ameaça à segurança nacional. A informação é avançada pela agência de notícias iraniana Mehr, citada pela Sky News.

    Na segunda-feira, o Governo britânico anunciou que a Guarda Revolucionária Islâmica é uma ameaça à segurança nacional, sendo que o apoio à organização pode valer uma pena de prisão até 14 anos.

  • Estados Unidos desativa navio no Estreito de Ormuz

    O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM, sigla inglesa) desativaram um navio que navegava no Estreito de Ormuz e que estaria a furar o bloqueio imposto aos portos iranianos.

    “Forças do Comando Central dos EUA (CENTCOM) observaram o navio mercante M/T Belma, com bandeira de Curaçao, a navegar em águas internacionais em direção à Ilha de Kharg. A embarcação ignorou múltiplos avisos na sua tentativa de violar o bloqueio americano. Uma aeronave dos EUA desativou o navio após disparar mísseis Hellfire contra a chaminé“, refere o CENTCOM, na rede social X.

  • Trump afirma que o Irão quer regressar à mesa de negociações

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje à Fox News que o Irão quer voltar a reunir com os norte-americanos para alcançar um acordo.

    “Recebi uma chamada quando estava a vir para aqui e eles querem encontrar-se”, garantiu Trump, apesar de considerar a liderança do Irão como sendo composta por “pessoas desagradáveis”.

  • "É bom que se portem bem". Trump avisa o Irão sobre ataques contra infraestruturas civis

    Donald Trump afirmou esta tarde numa conferência sobre Defesa, na Pensilvânia, que os Estados Unidos não vão dar prazos para o bombardeamento de infraestruturas civis iranianas, como prometido ontem pelo Presidente norte-americano.

    “Eu não dou prazos, mas eles sabem muito bem – eles conhecem a história. É bom que se portem bem”, afirmou, citado pela CBS News.

  • Disrupção em Ormuz tem sido amortecida, mas agora tudo pode piorar e a Rússia também tem culpa

    Em quatro meses, o mundo ajustou-se ao fecho do Estreito de Ormuz. Mas as ondas de choque atingiram a capacidade de refinação com impacto no preço dos combustíveis que a Rússia pode agravar.

    Disrupção em Ormuz tem sido amortecida, mas agora tudo pode piorar e a Rússia também tem culpa

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