Atualizações em direto
  • EUA retiram bombardeiros utilizados no Irão de base área britânica

    Os EUA retiraram uma dúzia dos seus bombardeiros B-1 da base aérea RAF Fairford, situada a noroeste de Londres, uma semana depois de vários homens terem sido detidos nesse local sob suspeita de prepararem atos terroristas. Os aviões foram utilizados em ataques dos EUA contra o Irão.

    “Embora a segurança operacional nos tenha impedido de confirmar a movimentação dos nossos meios e forças em tempo real, podemos agora confirmar que todos os bombardeiros norte-americanos que estavam destacados na RAF Fairford foram transferidos de volta para as suas bases de origem nos Estados Unidos”, escreveu um porta-voz do Pentágono num e-mail citado pela Reuters.

    O Reino Unido tem “fortes indícios” de que o Irão esteve envolvido num plano contra a base, afirmou na quarta-feira o primeiro-ministro Andy Burnham. O Irão recusou qualquer envolvimento.

  • Guterres pede prolongamento por mais um ano da missão da ONU no Saara Ocidental

    O secretário-geral da ONU recomendou ao Conselho de Segurança o prolongamento por mais um ano do mandato da Missão das Nações Unidas para o Referendo no Saara Ocidental (Minurso), para evitar uma escalada das hostilidades.

    “Enquanto se aguarda uma solução do conflito mutuamente aceitável, recomendo ao Conselho que prorrogue o mandato da Minurso por mais um ano, até 31 de outubro de 2027”, afirmou António Guterres no mais recente relatório anual sobre o Saara Ocidental.

    No documento, o secretário-geral saudou a retoma das negociações diretas entre Marrocos e a Frente Polisário, pela primeira vez em sete anos, salientando que se realizaram três reuniões no primeiro trimestre de 2026.

    Guterres sublinhou, contudo, que as hostilidades entre as duas partes prosseguem, considerando fundamental o trabalho da Minurso para desbloquear o processo e alcançar uma solução.

    “Sem a Minurso para vigiar, investigar e informar sobre qualquer incidente no território e cooperar com as partes para reduzir as tensões, o risco de uma escalada das hostilidades aumentaria drasticamente, tal como a possibilidade de alastramento do conflito numa região já volátil”, afirmou.

    Guterres reiterou ainda o apelo ao pleno restabelecimento do cessar-fogo, de forma a evitar ações que “minem a frágil confiança” entre as partes.

  • Israel vai rever segurança em voos internacionais depois de caso Flydubai

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, ordenou hoje uma revisão das medidas de segurança nos voos internacionais para Israel, na sequência do ataque da semana passada a um voo da Flydubai.

    “Netanyahu instruiu o diretor do Conselho de Segurança Nacional, Shmuel Ben Ezra, para nomear um responsável para conduzir uma revisão abrangente de todos os aspetos relacionados com a segurança da aviação civil estrangeira com destino a Israel”, afirmou o gabinete do primeiro-ministro em comunicado.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros talibã em Moscovo para encontro com Lavrov

    O ministro dos Negócios Estrangeiros do Governo talibã viajou hoje para Moscovo, onde se reunirá com o seu homólogo russo, coincidindo com a oitava reunião de consultas, no âmbito do Formato de Moscovo sobre o Afeganistão.

    De acordo com um comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros, durante a visita de Amir Khan Muttaqi, deverão se realizar reuniões bilaterais com Sergey Lavrov, mas também “outros altos funcionários” russos.

    A oitava reunião do chamado Formato de Moscovo, um bloco de diálogo regional, realiza-se na segunda-feira e vai reunir representantes e altos funcionários do Afeganistão, Rússia, China, Índia, Irão, Paquistão e vários países da Ásia Central. A Bielorrússia e o Egito também foram convidados como países visitantes.

  • Zelensky revela que mediadores dos EUA querem organizar reunião trilateral com a Rússia

    Jared Kushner, genro de Donald Trump, e o enviado especial Steve Witkoff, têm repetidamente tentado quebrar o impasse entre Rússia e Ucrânia, mas sem sucesso.

    Zelensky revela que mediadores dos EUA querem organizar reunião trilateral com a Rússia

  • Ucrânia atinge dois caças russos utilizados no bombardeamento de civis

    A Ucrânia atingiu dois caças russos “intensamente utilizados no bombardeamento de cidades” ucranianas, anunciaram hoje os serviços de informação ucranianos.

    Um Su-35 e um Su-34 foram atingidos, assim como um depósito de munições, durante a operação no aeródromo militar de Khanskaya, na região de Adygea, a cerca de 500 km da fronteira com a Ucrânia. O valor total dos dois caças ronda os 150 milhões de dólares (133 milhões de euros), segundo a Skynews.

    Os caças transportam bombas aéreas guiadas que a Rússia “utiliza em grande escala na linha da frente e nas cidades ucranianas”, afirmou o SBU. “Os ataques inimigos contra cidades ucranianas, civis e infraestruturas críticas não ficarão sem resposta.”

  • 60 detidos em Moscovo em manifestação que contestou resultados eleitorais

    Cerca de 60 pessoas foram hoje detidas em Moscovo durante uma manifestação organizada pelo Partido Comunista, depois de terem contestado os resultados das eleições parlamentares russas que decorreram em setembro.

    De acordo com o canal de Telegram Ostorozhno Novosti, as detenções começaram depois de os manifestantes terem iniciado protestos contra os resultados do sufrágio de setembro, exigindo “eleições justas” e a “libertação para os presos políticos”.

    Segundo a mesma fonte, citada pela agência EFE, a manifestação contou com cerca de 200 participantes, incluindo membros do partido pacifista Yabloko, que foi excluído das eleições parlamentares do mês passado.

    Quando os participantes começaram a gritar palavras de ordem contra o Rússia Unida, partido do Presidente Vladimir Putin, agentes das forças de segurança invadiram a multidão e começaram a deter os manifestantes, informou o jornal Ostorozhno Novosti.

  • Merz destaca apoio da Ucrânia à Alemanha: "Esta parceria não é uma rua de sentido único"

    O chanceler alemão, Friedrich Merz, sublinhou hoje que a Ucrânia tem ajudado as forças armadas da Alemanha, depois de uma visita surpresa a Kiev.

    “A Alemanha ajuda a Ucrânia. Mas a Ucrânia também nos ajuda. Com a sua experiência, por exemplo, na defesa contra drones, mas também com encomendas para a indústria alemã no valor de milhares de milhões. Hoje, assinamos acordos a esse respeito. Essa parceria não é uma rua de sentido único”, escreveu nas redes sociais.

    Este domingo Merz assinou com o Presidente ucraniano um acordo que prevê um total de 1,3 mil milhões de euros de ajuda alemã à Ucrânia, entre os quais mil milhões são para investir em Defesa e 350 milhões para investir na capacidade energética ucraniana.

  • Zelensky e Merz assinam acordos e ajuda de mais de 8.500 milhões de euros

    O chanceler alemão, Friedrich Merz, e o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assinaram hoje um pacote de ajuda de 1.300 milhões de euros e vários acordos de cooperação que totalizam mais de 8.500 milhões de euros, foi anunciado.

    “Tive um encontro muito produtivo”, disse Zelensky na sua conta da rede social X acerca do seu encontro com Merz em Kiev, que ficou marcado pelas sirenes de alerta para raides aéreos.

    Em causa está um “pacote de ajuda” de mais de 1.300 milhões de euros destinado ao setor energético ucraniano antes do inverno, além de mais defesas antiaéreas, um aspeto crítico da resistência ucraniana à invasão russa.

    Foram também assinados 15 acordos e documentos “de cooperação sobre segurança, produção, aquisições, pedidos à indústria alemã e projetos conjuntos” avaliados em 8.500 milhões de euros, aos quais se referiu Zelensky.

    “Obrigado, Alemanha. Obrigado, Friedrich [Merz]. Obrigado a toda a Europa por apoiar a Ucrânia e ajudar-nos a proteger a vida”, concluiu o chefe de Estado ucraniano na sua mensagem, que ilustrou com o vídeo da visita de Merz, que visitou Kiev pela primeira vez como chanceler para uma cimeira bilateral.

  • Rússia vai intensificar golpes após Zelensky admitir mais ataques a refinarias

    As forças armadas russas anunciaram hoje que vão intensificar ataques contra alvos militares em Kiev e noutras regiões da Ucrânia, após o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmar que os ataques a refinarias russas vão continuar.

    “Após a declaração de Zelensky de hoje, intensificar-se-ão os ataques das forças armadas russas contra instalações militares e da indústria militar, assim como contra a infraestrutura relacionada com estas, em Kiev e noutras regiões da Ucrânia”, assinala um comunicado do Ministério da Defesa russo, citado pela agência Efe.

    Para Moscovo, “Zelensky tem a plena responsabilidade pessoal e política por isto”.

    O ministério “recorda que está a lançar ataques massivos contra Kiev e outras regiões ucranianas especificamente em resposta às ações do líder do regime de Kiev”.

    Os militares russos acusam ainda as forças ucranianas de lançarem, durante a noite, “um ataque terrorista deliberado contra zonas residenciais da cidade de Belgorod, onde não há instalações militares”.

    “Como resultado deste ataque, houve civis mortos e feridos, enquanto edifícios de apartamentos, casas particulares e veículos privados sofreram danos”, acrescentou.

    Numa entrevista divulgada hoje, Volodymyr Zelensky admitiu que a Ucrânia pretende intensificar ataques a refinarias russas.

  • Negociações de paz entre EUA e Rússia podem envolver alívio de sanções para a Lukoil

    As negociações de paz entre os EUA e a Rússia podem vir a incluir um acordo multimilionário que envolva ativos pertencentes à petrolífera russa Lukoil, avança o New York Times.

    Em cima da mesa estará um acordo para anular as sanções norte-americanas contra os ativos da empresa e que beneficiaria empresas do Médio Oriente com ligações aos dois principais negociadores norte-americanos, Steve Witkoff e Jared Kushner.

    O acordo, que depende da aprovação do governo dos EUA e do Kremlin, diz respeito a um extenso conjunto de campos de petróleo, refinarias e postos de gasolina em todo o mundo, pertencentes à Lukoil, uma das maiores empresas de energia da Rússia.

    O presidente russo Vladimir Putin mencionou o possível acordo com Kushner e Witkoff durante a visita dos enviados de Trump a Moscovo a 5 de setembro. A administração norte-americana já tinha sinalizado, recentemente, que está aberta a acordos com a Rússia mesmo antes do fim da guerra, como forma de demonstrar que leva a sério a redefinição das relações com Moscovo.

  • Merz pede a Putin que "pare com guerra sem sentido". "Estamos prontos para conversar", diz o chanceler alemão

    O chanceler alemão Friedrich Merz, que está de visita a Kiev, pediu ao Presidente russo Vladimir Putin que pare os ataques contra Ucrânia e aceite negociar.

    “Sr. Putin, pare com esta guerra sem sentido! Estamos prontos para conversar, estamos prontos para dialogar sobre o fim desta guerra. Mas estes ataques bárbaros contra a população civil da Ucrânia têm de parar“, disse o chanceler alemão, citado pelo Ukrainska Pravda.

    Merz, acompanhado pelo presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, visitou a Academia Nacional de Ciências da Ucrânia em Kiev, que tinha sido atingida por ataque russo.

    Durante a visita de Merz, foram emitidos vários alertas de ataque aéreo devido a ataques russos. A Ponte Pivnichnyi, na zona norte de Kiev, foi novamente danificada ao início da manhã deste domingo.

  • Embaixadas dos países da União Europeia em Kiev vão continuar a funcionar, apesar da ameaça russa

    A embaixadora da UE na Ucrânia, Katarína Mathernová, afirmou que todas as embaixadas dos Estados-membros da União Europeia vão continuar a operar em Kiev, apesar das ameaças russas.

    Mathernová respondia a uma declaração do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia, que pediu aos cidadãos estrangeiros, incluindo funcionários de missões diplomáticas, que deixassem Kiev e ameaçou com novos ataques massivos contra capital ucraniana.

    No entanto, a embaixadora da UE na Ucrânia disse que já Moscovo já fez ameaças semelhantes diversas vezes e que isso reflete a frustração por não ter conseguido obter vantagem no campo de batalha.

    Mathernová sublinhou que a Rússia está a tentar fazer com que a UE reduza seu apoio à Ucrânia, mas que isso apenas torna a UE mais determinada em manter o apoio a Kiev.

  • Iraque exportou dois milhões de barris de petróleo pelo estreito de Ormuz

    O Iraque exportou dois milhões de barris de petróleo pelo estreito de Ormuz, após ter contratado uma empresa estrangeira, no meio das restrições impostas devido ao conflito entre os EUA e o Irão, foi anunciado.

    Citado pela imprensa do Iraque, o presidente da Companhia Iraquiana de Petroleiros, Ali Qais, celebrou o que disse ser uma “operação bem-sucedida de transporte de dois milhões de barris de petróleo bruto iraquiano para fora de Ormuz”.

    Ali Qais sublinhou que a operação, que mobilizou um petroleiro de grande dimensão, foi conseguida graças a um contrato “com uma empresa estrangeira”, sem precisar qual.

    O presidente da Companhia Iraquiana de Petroleiros adiantou ainda que estão a ser “elaboradas orientações” para dialogar com as autoridades competentes e encontrar, “o mais rapidamente possível”, oportunidades para comprar navios-tanque para o transporte de petróleo bruto.

    As exportações iraquianas de petróleo atingiam os 3,4 milhões de barris por dia antes do encerramento do estreito de Ormuz.

    Em fevereiro, o Governo afirmou estar a tentar reorientar as suas exportações, de modo a evitar zonas de conflito, nomeadamente o estreito de Ormuz.

  • Rússia alerta EUA que bloquear satélite Rassvet provocaria guerra espacial

    O subchefe do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitry Medvedev, alertou hoje os Estados Unidos da América (EUA) para as consequências de possíveis planos de bloquear o desenvolvimento do satélite Rassvet, um análogo russo do Starlink.

    “Isso desencadearia uma guerra espacial em grande escala”, escreveu Dmitry Medvedev na rede social Telegram.

    O ex-presidente russo (2008-2012) reagia assim às notícias de um possível pedido de Kiev (Ucrânia) a Washington (EUA) para impor sanções aos desenvolvimentos do satélite Rassvet, conhecido como o Starlink russo.

    “Espero que os norte-americanos entendam, porque então os seus satélites Starlink, em órbita baixa, cairiam como adornos de uma árvore de Natal murcha”, acrescentou Dmitry Medvedev, conhecido por fazer declarações incendiárias.

    Acrescentou que “o espaço é um lugar muito pequeno” onde “o respeito mútuo é essencial”.

  • Israel confirma que tentou matar líder político do Hamas em Gaza

    Durante o ataque, o líder político interino do Hamas em Gaza estava num apartamento utilizado pela organização. Cinco pessoas morreram na sequência deste ataque.

    Israel confirma que tentou matar líder político do Hamas em Gaza

  • Irão está a aumentar o alcance e velocidade dos mísseis, diz o Exército

    O Irão está a aumentar o alcance operacional dos seus mísseis, declarou o porta-voz do Exército, Mohammad Akraminia, à agência de notícias Fars.

    “Durante esta guerra, concluímos que precisávamos de aumentar o alcance de nossos mísseis, e agora estamos a caminhar nessa direção”, afirma o responsável, citado pelo Times of Israel.

    Akraminia disse também que o país está também a melhorar a velocidade de todos os mísseis, acrescentando que as futuras gerações de mísseis vão ter capacidades aprimoradas.

    O porta-voz do exército disse ainda que, como as forças inimigas agora estão posicionadas mais longe da costa do Irão, a distâncias de até mil quilémetros, o Exército vai procurar aumentar o alcance e a velocidade dos mísseis para se adequar a essas condições.

  • Israel fecha passagens para a Cisjordânia e Gaza a propósito do 3º aniversário do 7 de outubro

    O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, ordenou o encerramento das passagens fronteiriças para a Cisjordânia e para a Faixa de Gaza durante os dias que marcam o massacre de 7 de outubro de 2023.

    Seguindo as recomendações dos militares, o governante afirmou ter imposto um bloqueio geral entre os dias 5 e 7 de outubro.

    A medida não afeta os israelitas que utilizam os postos de controlo da Cisjordânia, segundo o Times of Israel.

    Katz disse ainda que os “trabalhadores essenciais do setor de saúde” palestinianos terão permissão para atravessar os postos de controlo para a Cisjordânia, assim como outros palestinianos nos casos em que houver “compromissos do Estado com o Supremo Tribunal de Justiça”.

    A ajuda humanitária não entrará na Faixa de Gaza durante esses dias.

  • Irão insiste que Estreito de Ormuz só reabre quando EUA cumprirem condições do memorando de entedimento

    O Estreito de Ormuz não será reaberto até que sete condições iranianas estabelecidas no memorando de entendimento assinado, em junho, com os EUA sejam cumpridas, disse o presidente do parlamento iraniano, Mohammad Baqer Ghalibaf, citado pela agência de notícias Nournews.

    “Os americanos, que dizem algo diferente na imprensa, apresentaram recentemente propostas através de um mediador. Mas eles têm de entender que o período de prolongar o processo e impor exigências unilaterais acabou”, disse Ghaliba.

    “A posição da República Islâmica do Irão é completamente clara e firme, e o Estreito de Ormuz não será aberto até que nossas sete condições, baseadas no Memorando de Entendimento de Islamabad, sejam satisfeitas”, avisou.

    umpoucos dias depois de Teerã ter recebido a resposta de Washington à sua proposta diplomática.

  • Coreia do Norte reconhece teste de mísseis em plena tensão com Seul

    A Coreia do Norte reconheceu ter realizado um teste de mísseis no sábado, um lançamento que foi confirmado pelas autoridades da Coreia do Sul, em plena escalada da tensão intercoreana.

    O teste “foi realizado no âmbito dos esforços para treinar os soldados de mísseis que operam o sistema de armas estratégicas hipersónicas no manuseamento do equipamento”, explicou a agência de notícias estatal norte-coreana, KCNA.

    O lançamento foi supervisionado pelo líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un. O projétil, que a KCNA definiu como um “míssil estratégico de alcance intermédio”, percorreu cerca de mil quilómetros até alcançar o alvo no mar do Japão (denominado mar do Leste nas duas Coreias), de acordo com a agência.

    O lançamento ocorre duas semanas depois de Pyongyang ter disparado dois mísseis balísticos de curto alcance a partir da zona de Wonsan em direção ao mar do Japão.

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