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    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo em direto que agora abrimos.

    “Estamos a sair-nos muito bem”. Trump rejeita negociar cessar-fogo neste momento

  • Ouvidas explosões na cidade costeira de Bushehr, no sul do Irão

    O governador local Mohammad Mozaffari informou a agência de notícias iraniana Tasmin de que os EUA atacaram a cidade costeira de Bushehr, no sul do país, provocando várias explosões, relata a Al Jazeera.

    “Os detalhes deste incidente estão a ser investigados”, informou a agência de notícias iraniana, acrescentando que as equipas de emergência se encontram no local.

  • Defesas aéreas ativadas no Kuwait para intercetar ataque de drones iraniano

    O Estado-Maior do Exército do Kuwait informou que as defesas aéreas do país foram ativadas para intercetar um ataque de drones do Irão, segundo a Al Jazeera.

    “Todos são solicitados a seguir as instruções de segurança emitidas pelas autoridades competentes”, lê-se num comunicado das forças armadas do Kuwait, citado pela emissora.

  • CENTCOM iniciou novos ataques contra alvos iranianos para "degradar capacidade" militar do Irão

    O Comando Central dos EUA (CENTCOM) afirmou que iniciou “mais ataques contra alvos militares iranianos” para “degradar a capacidade do Irão de ameaçar marinheiros civis e embarcações comerciais que transitam pelas águas regionais”.

  • Zelensky reúne-se com emissários de Trump para "redinamizar a diplomacia"

    O Presidente ucraniano anunciou esta quarta-feira ter estado reunido com os emissários norte-americanos para reavivar a diplomacia e encontrar uma solução para a guerra com a Rússia, quando as negociações estão num impasse.

    “Foi uma conversa frutífera e importante sobre a forma de redinamizar a diplomacia e fazer avançar a paz. A paz é necessária – uma paz com dignidade – e a Ucrânia está pronta para isso há muito tempo”, escreveu Volodymyr Zelensky nas redes sociais, referindo-se a Steve Witkoff e Jared Kushner, enviados do Presidente norte-americano, Donald Trump.

    Na sequência de manifestações de apoio ao ex-ministro da Defesa, o chefe de Estado ucraniano substituiu na terça-feira o comandante do exército, Oleksandre Syrsky, que se encontrava no centro de um conflito com Mykhailo Fedorov, sobre a forma de conduzir a guerra.

  • Houthis reivindicam ataque contra dois petroleiros sauditas

    Os Houthis reivindicaram um ataque contra dois petroleiros da Arábia Saudita, identificados como ENCELA e LAYLIA, afirmando que os navios violaram o bloqueio naval imposto pelo grupo, avança o The Times of Israel.

    A notícia surge pouco depois do Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO) ter recebido um relato de um incidente a 70 milhas náuticas a sudoeste da cidade costeira de Al Shuqaiq, na Arábia Saudita.

  • Câmara dos Representantes dos EUA aprova despesas militares que reforçam integração com Israel

    A Câmara dos Representantes dos EUA aprovou um projeto de lei com cerca de mil milhões de dólares (mais de 875 mil milhões de euros) em despesas militares, que contempla ainda medidas para reforçar a integração entre as forças armadas dos EUA e de Israel, segundo a Al Jazeera.

    A Lei de Autorização de Defesa Nacional (NDAA, na sigla em inglês) segue agora para o Senado.

  • UKMTO afirma que navio-tanque foi atingido na costa da Arábia Saudita por projétil desconhecido

    A Organização de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO, sigla em inglês) informou ter recebido relatos de que um navio-tanque foi atingido por um projétil desconhecido, relata a Al Jazeera.

    O ataque terá ocorrido a cerca a 70 milhas náuticas (cerca de 130 quilómetros) de Al Shuqaiq, na Arábia Saudita. O projétil, segundo UKMTO, provocou um incêndio na embarcação e está a ser combatido pela tripulação.

    Não há registo de vítimas.

  • Meios de comunicação iranianos relatam ataque de mísseis norte-americanos contra cidade de Ahvaz, no oeste do país

    Os meios de comunicação estatais iranianos noticiaram, nos últimos minutos, um novo ataque com mísseis norte-americanos nas imediações na cidade de Ahvaz, no oeste do Irão, próxima da fronteira com o Iraque, escreve a Sky News.

    Pouco antes, a televisão estatal iraniana relatou que foram ouvidas várias explosões na cidade de Sirik, no sul do país.

    Os EUA ainda não divulgaram detalhes sobre os alegados ataques contra o Irão esta noite.

  • EUA confirmam assinatura de acordo de cooperação nuclear com Arábia Saudita

    O Departamento de Energia dos EUA confirmou que o país assinou um acordo de cooperação nuclear com a Arábia Saudita, informa o The Times of Israel.

    O acordou foi assinado pelo secretário da Energia norte-americano, Chris Wright, que terá ainda assinado um acordo bilateral de salvaguardas com o ministro saudita da Energia, o príncipe Abdulaziz bin Salman.

    “Juntos, estes dois acordos estabelecem a base legal para uma parceria de milhares de milhões de dólares e décadas de duração, que promove diversos objetivos económicos e estratégicos prioritários, incluindo a não proliferação nuclear”, afirmou o Departamento de Energia dos EUA em comunicado, citado pelo jornal israelita.

  • Novo chefe da Mossad reuniu-se com membros da administração Trump em Washington

    O novo diretor da Mossad, Roman Gofman, reuniu-se há duas semanas com altos funcionários da administração Trump durante uma visita a Washington, noticiou a CNN.

    Segundo a emissora, uma fonte indicou que Gofman terá partilhado informações sobre a zona de Pickaxe Mountain, onde se acredita existir um depósito subterrâneo de urânio enriquecido do Irão, bem como dados sobre a situação económica iraniana.

  • Irão considera "vergonhoso" que parlamentares dos EUA não tenham discutido "dimensões humanas" de "guerra brutal"

    O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmaeil Baghaei, considera “vergonhoso” que os parlamentares norte-americanos não tenham discutido, durante a audição no Congresso sobre financiamento adicional para o conflito, “as dimensões humanas” da guerra entre os EUA e Israel contra o Irão.

    “Nem uma única pergunta foi feita sobre as dimensões humanas desta guerra brutal, apesar de todos estarem cientes de que a agressão militar dos EUA contra o Irão tem sido uma guerra ilegal, acompanhada de inúmeros crimes de guerra, incluindo os crimes de Minab e Lamerd”, escreveu Baghaei numa publicação no X.

  • Ucrânia pede reunião urgente do Conselho de Segurança sobre ataques russos a navios

    A Ucrânia acusou esta quarta-feira a Rússia de atacar cada vez mais navios de carga que utilizam os seus portos, para prejudicar as suas exportações agrícolas, solicitando uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU.

    “A Rússia está a manter a segurança alimentar global como refém. Pelo menos três navios de carga civis foram bombardeados pela Rússia nos últimos dias. Dezenas de tripulantes foram mortos ou feridos”, declarou o ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Andriy Sybiga, no X.

    “Hoje, nenhum navio utilizou a rota marítima ucraniana no Mar Negro, embora a colheita esteja em pleno andamento”, adiantou.

    Segundo Sybiga, a Ucrânia solicitou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU sobre o assunto, para o dia 27 de julho.

  • Donald Trump acredita que Irão "não está pronto" para fechar acordo com os EUA, mas que estará "muito em breve"

    Donald Trump afirmou, durante um comício político na Geórgia, que o Irão ainda não está pronto para fechar um acordo com os EUA, apesar de manifestar interesse para tal.

    “Estão a ser fortemente atingidos e querem fechar um acordo. Mas eu digo que não estão prontos para um acordo. Porque cada vez que fecham um acordo, querem mudá-lo e tudo mais”, afirmou o Presidente norte-americano, citado pelo The Times of Israel.

    “Não estão prontos. Estarão prontos muito em breve”, acrescentou.

  • CENTCOM afirma que alegação do Irão de controlar Estreito de Ormuz é falsa

    O Comando Central dos EUA (CENTCOM) afirmou que a alegação do Irão de controlar o Estreito de Ormuz é falsa.

    “A via navegável internacional continua aberta ao trânsito, independentemente das ameaças e ataques da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC)”, declarou o CENTCOM numa publicação na rede social X.

    Desde o início de maio, o CENTCOM afirma que facilitou a passagem de mais de 900 navios comerciais pelo Estreito de Ormuz.

  • Fontes afirmam que ataques iranianos contra instalações da CIA no Golfo levantam questões sobre possível envolvimento russo

    Fontes dos serviços de informação norte-americanos afirmaram que os ataques iranianos contra instalações da CIA nos países do Golfo levantaram questões sobre um possível envolvimento da Rússia, avançou a Reuters.

    Segundo a agência de notícias, os elementos dos serviços de informações norte-americanos ainda não chegaram a conclusões definitivas, mas têm motivos para acreditar que a Rússia auxilou os ataques iranianos ao fornecer dados sobre alvos ou tecnologia avançada para drones.

    As fontes, que falaram sob anonimato, apresentaram ainda, como possíveis provas, a eficácia e a aparente precisão dos ataques, bem como o amplo apoio técnico da Rússia ao Irão.

  • EUA informaram Israel que planeiam intensificar ataques contra Irão e bombardear a área de Pickaxe Mountain

    Os EUA terão informado Israel sobre planos para intensificar ataques contra o Irão nos próximos dias, assim como para bombardear a alegada instalação nuclear na área de Pickaxe Mountain, avançou a emissora pública israelita Kan, segundo o The Times of Israel.

    A coordenação entre os EUA e Israel, segundo o jornal israelita, visa permitir que Israel se prepare para uma eventual resposta iraniana à intensificação dos ataques norte-americanos, que poderá passar pelo lançamento de mísseis contra território israelita.

    Esta noite, Israel encontra-se em “estado de alerta máximo”, notíciou a Kan.

  • Reino Unido anuncia retirada temporária de corpo diplomático do Irão por motivos de "segurança"

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido anunciou a retirada temporária do seu corpo diplómatico do Irão, “devido à situação de segurança em curso”. No entanto, a embaixada vai “continuar a operar remotamente”.

    “Devido à situação de segurança em curso, tomámos a medida preventiva de retirar temporariamente o corpo diplomático do Reino Unido do Irão, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros em comunicado, citado pelo The Times of Israel.

    No mesmo comunicado, o Reino Unido aconselhou os cidadãos britânicos a não fazerem qualquer viagem ao Irão. “Se é um cidadão britânico que já se encontra no Irão, seja residente ou visitante, considere cuidadosamente a sua presença no país e os riscos que corre ao permanecer lá”.

  • 14 palestinianos da Faixa de Gaza detidos pelas IDF na Cisjordânia

    As IDF detiveram 14 pessoas de Gaza na cidade de Qalqilya, na Cisjordânia, na noite passada. Os palestinianos, segundo o The Times of Israel, serão deportados de volta para a Faixa.

    De acordo com o jornal israelita, as tropas afirmam que os palestinianos entraram em Israel antes de 7 de outubro de 2023, com autorizações de trabalho válidas. No entanto, após o ataque, Israel revogou todas as autorizações de entrada de habitantes de Gaza em Israel e fechou as passagens fronteiriças.

    As IDF afirmaram ainda que querem localizar quaisquer habitantes de Gaza que permaneçam na Cisjordânia, para os deportar.

  • Qatar saúda decisão da Bélgica e dos Países Baixos de proibir importações de colonatos israelitas ilegais na Cisjordânia

    O Qatar saudou a decisão da Bélgica e dos Países Baixos de proibir as importações de colonatos israelitas ilegais na Cisjordânia, relata a Al Jazeera.

    Em comunicado, citado pela emissora, o Ministério dos Negócios Estrangeiros do Qatar descreveu as medidas dos países como “um passo importante que apoia os esforços destinados a travar as políticas de colonização da ocupação, que constituem uma violação flagrante das resoluções de legitimidade internacional”.

    O Qatar apelou ainda a outros países para que sigam o exemplo belga e neerlandês.

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