Momentos-chave
Histórico de atualizações
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    Este liveblog fica por aqui. Pode continuar a acompanhar os desenvolvimentos das tensões internacionais neste novo artigo em direto que agora abrimos.

    Zelensky afirma que pode haver um “novo ataque massivo” contra a Ucrânia nas próximas 48 horas

  • Comando Central dos Estados Unidos anunciou 13.ª noite de ataques contra o Irão

    O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM, sigla inglesa) anunciou uma nova onda de ataques contra o Irão, naquela que será a 13.ª noite de ataques contra o país.

    “As forças dos Estados Unidos começaram outra noite de ataques contra alvos militares iranianos às 18h45 [23h45 em Lisboa] hoje. Esta é a 13.ª noite consecutiva de ataques com o objetivo de responsabilizar o Irão e diminuir as ameaças da Guarda Revolucionária Islâmica à navegação comercial”, refere o CENTCOM no X.

  • Xi Jiping visita os Estados Unidos a 24 de setembro

    O Presidente da China, Xi Jiping, vai visitar os Estados Unidos a 24 de setembro, refere Donald Trump, que afirma que um dos temas a abordar será a inteligência artificial.

    “O Presidente Xi vem a 24 de setembro e falámos sobre [inteligência artificial] quando estive em Pequim e iremos falar disso outra vez”, afirma, citado pela Reuters.

  • Oito países condenam invasão da Mesquita Al-Aqsa por parte de extremistas israelitas

    A Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Indonésia, Paquistão, Turquia, Arábia Saudita, Qatar e Egito condenaram “veementemente” a invasão da Mesquita Al-Aqsa, na Esplanada das Mesquitas, em Jerusalém, por parte de extremistas israelitas, como o ministro da Segurança Nacional, Ben Gvir.

    “Os ministros dos Negócios Estrangeiros repudiam as contínuas e sistemáticas violações e medias levadas a cabo por Israel, a potência ocupante, com o objetivo de alterar o carácter histórico, legal e demográfico de Jerusalém Oriental ocupada e de minar a santidade e o estatuto dos seus locais sagrados islâmicos e cristãos”, sublinham os oito países em comunicado conjunto, publicado no X.

    Hoje, o ministro Ben Gvir e colonos israelitas invadiram a Mesquita Al-Aqsa, um dos locais sgarados do Islão, para assinalar o Tishá BeAv, o jejum anual judaico, e hastearam a bandeira de Israel, algo que não é novidade.

  • Rússia estará a dar ajuda logística à China para invadir Taiwan

    A Rússia poderá estar a ajudar a China com apoio logístico e militar para que Pequim invada Taiwan. Esta é a conclusão de uma investigação do The Economist.

    “Desde 2024, soldados chineses estão a ter treinos em combates com drones e em ambiente urbano num complexo militar próximo da cidade de Volgogrado, no sudoeste da Rússia”, de acordo com fontes dos serviços secretos europeus, que referem que o complexo é usado pelo 8.º Exército da Rússia, “a espinha dorsal das operações russas no leste da Ucrânia”. Os exercícios militares incluem operações de drones, ataques a postos de comando e combate em áreas florestais e trincheiras, assim como instalação de minas.

    A ajuda decorre do facto de o último conflito militar da China datar de 1979, quando travou uma breve guerra com o Vietname, e necessitar de conhecer as novas tecnologias para lançar uma investida contra Taiwan.

    A cooperação desenvolve-se no domínio dos submarinos, mas sobretudo na área dos drones, cujos exercícios navais conjuntos começaram a 6 de julho.

    O jornal sublinha que a Rússia não deverá interferir diretamente num eventual conflito em Taiwan, da mesma forma que a China não participa na guerra da Ucrânia.

    De acordo com a investigação, que cita revistas científicas militares chinesas, as forças armadas chinesas — o Exército de Libertação Popular — estão “especialmente interessadas em dados russos sobre armas norte-americanas e dos aliados como os lançadores de foguetes HIMARS, que Taiwan também usa”.

    Além disso, o jornal militar oficial da China, PLA Daily, tem feito referências ao centro de drones russo Rubicon, que possibilitou a reconquista da cidade russa de Kursk, fortemente atacada pela Ucrânia, além de cooperações entre instituições militares russas e chinesas.

  • Primeiro-ministro do Iraque apresentou proposta de cessar-fogo ao Irão

    O primeiro-ministro do Iraque, Ali al-Zaidi, apresentou hoje durante uma visita de Estado ao Irão, uma proposta de cessar-fogo entre Teerão e Washington. A informação é avançada por funcionários iraquianos e iranianos, citados pelo The New York Times.

    O chefe do Governo iraquiano partilhou as suas “impressões” do encontro que teve com Trump na terça-feira ao ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi.

    O Iraque tem sido um dos alvos do Irão durante esta nova escalada de conflito com os Estados Unidos. Um soldado norte-americano foi morto no domingo na base aérea de Erbil, no norte do país.

  • Israel ameaça Irão com “golpe devastador” caso ataque o seu território

    O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, garantiu esta quinta-feira que o seu país está a preparar-se para “qualquer eventualidade” e avisou que o Irão sofrerá “um golpe devastador” caso lance um ataque contra o território israelita.

    “Estamos a preparar-nos para qualquer eventualidade. Se o Irão atacar Israel, sofrerá um golpe devastador”, frisou Katz durante uma reunião de segurança, segundo um comunicado divulgado pelo Ministério da Defesa de Israel.

    A reunião contou ainda com a presença do chefe do Estado-Maior do Exército israelita, Eyal Zamir, do diretor-geral do Ministério da Defesa, Amir Baram, do comandante da Força Aérea e de autoridades dos Serviços de Informações e do Comando da Defesa Civil, a unidade militar responsável pela proteção da população civil.

    As declarações do ministro surgem num momento de crescente tensão na região.

  • Trump afirma que navios danificados no Médio Oriente serão "pagos com dinheiro iraniano que os Estados Unidos possuem e controlam"

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, garantiu no Truth Social que todos os navios danificados no Médio Oriente serão pagos com os ativos iranianos detidos pelos Estados Unidos.

    “Que esta declaração sirva para representar, até novo aviso, que, a partir deste momento, todos e quaisquer danos causados a navios, cargas ou qualquer coisa relacionada serão pagos com dinheiro iraniano que os Estados Unidos possuem e controlam” afirma Trump.

    O chefe de Estado norte-americano sublinha que é “a medida justa e equitativa a ser tomada”, apesar dos danos “muito substanciais”.

  • Mais de 70 mil pessoas ficam sem eletricidade em Chernihiv devido a ataque russo

    Um ataque russo contra a região ucraniana de Chernihiv provocou danos na instalação de energia, deixando mais de 70 mil pessoas sem energia. A informação é avançada pela companhia regional de energia ChernihivOblenergo, no Telegram.

    “Os trabalhadores do setor de energia vão iniciar os trabalhos de restauração assim que a situação de segurança permitir”, informa a companhia.

    O apagão está a afetar a cidade de Chernihiv e os distritos de Chernihiv e Koryukiv.

  • Registadas explosões na ilha iraniana de Qeshm

    Foram ouvidas duas explosões na vila de Mosan, na ilha iraniana de Qeshm, perto do Estreito de Ormuz. A informação é avançada pela agência de notícias iraniana Tasnim, citada pela Al Jazeera.

    Apesar das causas ainda serem desconhecidas, a agência de notícias afirmam que as explosões são resultado de ataques norte-americanos com mísseis.

  • Trump vai impor novas tarifas a 60 países por suspeitas de práticas de trabalho escravo

    A administração norte-americana vai impor amanhã novas tarifas a 60 países e entidades — incluindo a União Europeia — suspeitos de práticas de trabalho escravo, para substituir as de 10% aplicáveis atualmente.

    As novas taxas variam entre os 10% e os 12,5% e substituem as tarifas globais que terminam o seu prazo amanhã, refere a CNBC. Os 60 países representam 99,4% das importações dos Estados Unidos, segundo o Escritório do Representante Comercial do país.

    “Os Estados Unidos são o único país do mundo a adotar e a aplicar efetivamente uma proibição de importações produzidas com trabalho escravo. O Presidente Trump está a pedir a todos os parceiros comerciais que se unam aos Estados Unidos na eliminação do trabalho forçado das cadeias de suprimentos globais”, sublinha o Escritório do Representante Comercial.

    Na terça-feira, o Financial Times noticiou que Trump estaria a avaliar a imposição de novas tarifas, que podiam manter-se equivalentes aos 10% em vigor ou aumentar o seu valor.

  • MNE iraniano garante que Trump vai "pagar um preço muito alto" por um acordo

    O ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Seyed Abbas Araghchi, afirmou numa publicação no X que a “agressão irracional” dos Estados Unidos vai garantir que Trump “pague um preço ainda maior pelo acordo que tenta fechar”.

    “Indivíduos comprometidos na administração dos Estados Unidos estão a enterrar as suas cabeças na areia. Ignoram a realidade e parecem focados apenas em 2028”, acusa Araghchi, referindo-se às próximas eleições presidenciais nos Estados Unidos.

  • Instalações de empresa ucraniana de salgados foram danificadas durante um ataque russo

    As instalações de empresas parceiras da Star Brands, companhia ucraniana de salgados, foram danificadas durante um ataque russo em Pavlohrad, que provocou um número indeterminado de mortos entre os funcionários.

    “Testemunhas oculares relatam cerca de quatro explosões, três das quais ocorreram no complexo de produção e em áreas adjacentes”, refere a empresa no Facebook.

    A cidade foi alvo de ataques noutros locais, que provocaram três mortos, de acordo com a agência de notícias ucraniana Ukrinform, Os danos nas instalações estão a ser apurados.

    A Star Brands sublinha que este não foi o primeiro ataque às suas instalações, o que levou à implementação de um “projeto de diversificação de armazéns, graças ao qual, inclusive hoje, a LLC Club Chips e a LLC Snek Production estão totalmente abastecidas com os produtos acabados necessários para cumprir todas as obrigações com os parceiros sem interrupções ou faltas”.

  • Kuwait atribui ao Irão novo ataque de mísseis e drones

    O Kuwait anunciou esta quinta-feira estar a enfrentar um novo ataques de mísseis e drones iranianos, após o toque de sirenes de alerta aéreo em todo o país do Golfo.

    “As defesas aéreas estão atualmente a enfrentar ataques de mísseis e drones inimigos, em resultado da agressão criminosa do Irão”, afirmou o exército num comunicado divulgado no X.

    Os sons de explosões ouvidos são resultado de interceções, assegurou a mesma fonte.

    Os militares norte-americanos realizaram na última noite a 12ª vaga de ataques contra o Irão desde o fim do cessar-fogo, com o objetivo declarado de minar a capacidade de Teerão de ameaçar o tráfego comercial no estreito de Ormuz, e às quais o Irão respondeu com ataques às bases militares de Ali al-Salem e al-Adiri, no Kuwait.

  • Rússia ataca infraestrutura de combustíveis, causando um incêndio em Zhytomyr

    Uma instalação em Zhytomyr (a cerca de 140 quilómetros de Kiev) foi hoje atacada pelo exército russo, afirma o chefe ucraniano da administração militar regional no Telegram.

    “O inimigo continua a desferir ataques contra a infraestrutura de combustível”, escreveu Vitaliy Bunechko. Equipas de resgate apagaram um incêndio causado pelo ataque, que não registou feridos até ao momento.

  • "Sofrimento prolongado tem de acabar", diz Guterres sobre conflitos em Gaza

    “Apesar do chamado cessar-fogo em Gaza, os civis continuam a pagar um preço elevado todos os dias”, escreveu o secretário-geral das Nações Unidas numa publicação no X.

    António Guterres afirma que há casos de pessoas a ser mortas nas suas casas “enquanto realizam atos normais do dia a dia, à medida que Israel aumenta o seu controlo” sobre aquele território.

    No texto, refere ainda “doenças terríveis a espalhar-se” em meio às condições de vida “intoleráveis”, com operações de ajuda humanitária a ser “fortemente limitadas”.

    “O sofrimento prolongado tem de acabar”, conclui Guterres.

  • ONU afirma que acordos UE-Israel forçam Estados-membros a “violar” leis internacionais

    A relatora especial das Nações Unidas para os territórios palestinianos, Francesca Albanese, afirmou esta quinta-feira que os acordos comerciais da União Europeia levam os Estados-membros a “violar” as leis internacionais.

    A responsável da ONU fez esta declaração durante a sua participação, através de videoconferência, num dos cursos de verão da Universidade Complutense em San Lorenzo de El Escorial sobre o impacto do genocídio palestiniano no sistema de direito internacional.

    Segundo Albanese, a UE não cumpre as suas próprias normas ao manter ligações comerciais com Israel, que definiu como um “Estado genocida”, e defendeu a obrigação de prevenir qualquer genocídio.

    No entanto, a relatora da ONU valorizou positivamente a posição do Governo de Espanha e do presidente Pedro Sánchez, que considerou ser “o único” a falar de forma clara perante as instituições europeias e a “enfrentar” os Estados Unidos.

  • Kuwait lidam com novos ataques iranianos

    Os sistemas de defesa aéreos do Kuwait estão a lidar com novos ataques iranianos com drones e mísseis.

    “O Estado-Maior do Exército sublinha que se sons de explosões forem ouvidos, são resultado dos sistemas de defesa aéreos a intercetar os ataques hostis”, refere o exército do Kuwait, no X.

  • Mossad revela plano iraniano dirigido contra altos funcionários de Israel

    Os serviços secretos israelitas Mossad revelaram que o Irão estaria a recrutar pessoas para realizar ataques contra altos funcionários de Israel. A informação é avançada pela agência à CNN.

    “O Ministério da Defesa do Irão utilizou ‘agentes infiltrados criminosos’ para recrutar pessoas capazes de entrar em Israel e usá-las para coletar informações sobre potenciais alvos e, em última instância, realizar ataques”, refere a CNN, com base nas informações do Mossad.

    Os planos acabaram frustrados e salvaram “inúmeras vidas e possibilitaram ações investigativas e legais contra os envolvidos em terrorismo”, sublinha a agência.

  • EUA - Irão. "É preciso fazer como no poker e pagar para ver"

    João Alquerque analisa a postura “errática” de Trump e o falhanço da estratégia dos EUA. Em análise ainda o impacto económico da crise no Irão e o inédito braço de ferro entre Zelensky e Fedorov.

    Ouça aqui o novo episódio de Gabinete de Guerra na Rádio Observador.

    EUA – Irão. “É preciso fazer como no poker e pagar para ver”

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