Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia. Terminamos aqui a cobertura do conflito entre a Rússia e a Ucrânia.

    Pode acompanhar os novos desenvolvimentos no novo liveblog que agora abrimos.

    Obrigada por estar connosco.

    Zelensky falou ao telefone com Mark Rutte sobre adesão da Ucrânia à NATO

  • Blinken confirma ajuda de 50 mil milhões de dólares em bens russos congelados à Ucrânia

    O secretário de Estado norte-americano confirmou que a Ucrânia está prestes a receber 50 mil milhões de dólares (47.5 mil milhões de euros) em bens russos congelados nos EUA e Europa.

    Anthony Blinken disse, numa conferência de imprensa citada pelo The Kyiv Independent, que a ajuda chegará “nas próximas semanas”, considerando que é um passo necessário para a Ucrânia “conseguir manter a sua economia e manter a sua defesa”.

  • Forças armadas ucranianas dão segunda chance a soldados que fugiram à guerra

    Algumas unidades militares ucranianas estão a oferecer a combatentes que fugiram à guerra uma chance para voltarem ao campo de batalha, noticia a Reuters.

    De acordo com o gabinete da procuração ucraniana, desde 2022, 95.000 casos foram abertos contra soldados que se ausentaram dos seus deveres militares sem permissão ou desertaram da frente de batalha.

    Esta semana, foi passada uma lei que permite a soldados que se tenham ausentado sem permissão voltar ao serviço — não se aplicando a desertores, que são vistos como responsáveis por uma ofensa maior. Oleksandr Hrynchuk, líder da polícia militar da Ucrânia, disse que, nas primeiras 72 horas após a lei ter entrado em vigor, 3.000 soldados voltaram ao serviço, parte de um total de 6.000 que o fizeram no último mês.

  • Membro do governo ucraniano está nos EUA para criar pontes com administração Trump

    O chefe do gabinete do Presidente ucraniano está de visita aos EUA para criar pontes com a futura administração de Donald Trump, que toma posse a 20 de janeiro próximo, dá conta a Reuters.

  • EUA impõem restrições a vistos de russos ligados à deportação de crianças ucranianas

    O departamento de Estado dos EUA impôs restrições aos vistos de cinco russos devido ao papel que tiveram na deportação de crianças ucranianas para a Rússia.

    “Muitas destas crianças tiveram as suas identidades alteradas e as suas origens obscurecidas, tendo sido sujeitos a endoutrinação e militarização a favor da Rússia, ou adotadas por famílias russas”, disse o porta-voz do departamento de Estado Matthew Miller, de acordo com o The Kyiv Independent.

    Desde o início da guerra, pelo menos 20.000 crianças foram sequestradas pela Rússia e levadas para áreas sob o seu controlo, tendo menos de 400 voltado para a Ucrânia, de acordo com uma base de dados do governo ucraniano.

  • Tratado de defesa mútua entre Rússia e Coreia do Norte entra em vigor

    O tratado assinado entre líderes da Coreia do Norte e Rússia, em junho, entrou em vigor hoje com a troca de “instrumentos de ratificação” em Moscovo, avança a agência noticiosa KCNA da Coreia do Norte, citada pela Reuters.

    “Servirá como uma potente força a acelerar o estabelecimento de uma ordem mundial independente e multipolar sem dominação, subjugação e hegemonia”, segundo a agência.

    O tratado foi assinado durante uma visita do Presidente Russo a Pyongyang, no passado verão, e prevê assistência militar imediata mútua se um dos lados for vítima de uma agressão armada.

  • Ucrânia prepara sanções para penalizar governo da Geórgia, após repressão de manifestações pró-UE

    O Presidente da Ucrânia encarregou membros da sua administração a preparar sanções contra o governo da Geórgia de forma a penalizar a repressão das recentes manifestações populares no país, a favor da entrada na União Europeia.

    “Estamos a desenvolver a nossa resposta legal e a trabalhar com parceiros, europeus e outros, em ações concretas”, disse Volodomir Zelensky, numa conferência de imprensa, de acordo com o The Kyiv Independent.

    Mais de 220 pessoas foram detidas por se manifestarem, na Geórgia, contra uma medida do governo que suspende as negociações de adesão à UE até 2028. Segundo Zelensky, as autoridades georgianas estão a “empurrar o país para uma dependência clara à Rússia”, condenando as “ações vergonhosas que estão a tomar contra o seu próprio povo”.

  • Proposta de Biden para nova ajuda à Ucrânia não irá a votos

    O speaker da Câmara dos Representantes dos EUA “não está a planear” levar a votos a proposta de Joe Biden de enviar 24 mil milhões de dólares de ajuda adicional à Ucrânia, disse numa conferência de imprensa.

    Desta forma, o plano do presidente norte-americano de aprovar mais assistência antes de terminar o seu mandato na Casa Branca cai por terra, noticia o The Kyiv Independent.

    “Não é a função de Joe Biden estar a fazer esta decisão agora. Temos um presidente recentemente eleito e vamos esperar e tomar a direção do novo chefe de Estado em todas essas questões. Portanto não estou à espera que haja qualquer financiamento à Ucrânia agora”, disse Mike Johnson.

    O republicano admitiu que a vitória de Trump vai “alterar as dinâmicas” da guerra.

  • Tucker Carlson volta à Rússia para entrevistar Lavrov

    O jornalista norte-americano Tucker Carlson voltou à Rússia, depois de recentemente ter entrevistado o Presidente Vladimir Putin, desta vez, para uma conversa com o ministro dos Negócios Estrangeiros Sergei Lavrov.

    “Acabámos de sair desta entrevista. Foi absolutamente fascinante. Vai sair muito em breve”, disse jornalista, que foi pivô da Fox News, durante vários anos, segundo a TASS.

  • Blinken: Ucrânia está em caminho "irreversível" para aderir à NATO

    O secretário de Estado norte-americano disse que a Ucrânia está num caminho “irreversível” para a adesão à NATO, ainda que não se comprometa, para já, com um convite formal nesse sentido.

    Numa entrevista à Reuters, à margem da reunião da NATO, em Bruxelas, Anthony Blinken afirmou que há “reformas que a Ucrânia precisa de continuar a fazer para estar pronta para a adesão”.

    Blinken rejeitou a ideia de mobilizar tropas ocidentais para a frente de guerra, comprometendo-se, por outro lado, em pôr a Ucrânia numa “trajetória” para que, no próximo ano, tenha “dinheiro, munições e forças mobilizadas para continuar a lidar efetivamente com a agressão russa”.

  • Putin afirma que apenas um quarto das empresas ocidentais realmente saíram da Rússia

    O Presidente da Rússia afirmou que “apesar da pressão política” muitas empresas do Ocidente “mantiveram-se no mercado russo”, em declarações citadas pela agência TASS.

    Vladimir Putin afirma que “metade” das empresas da Europa ocidental e dos Estados Unidos continuam a ter a presença que tinham antes da invasão da Ucrânia, sendo que outras “transferiram a gestão a indivíduos e empresas que lhes são subordinadas”. “Apenas um quarto realmente saíram” do país, constatou, num evento do banco VTB sobre investimentos.

    “Nós não expulsámos ninguém, não empurrámos ninguém para fora do nosso mercado”, disse o líder russo.

  • Hungria pede isenção de sanções americanas para banco russo

    A Hungria pediu aos Estados Unidos para não aplicar ao banco russo Gazprombank novas sanções aprovadas por Joe Biden, em pagamentos de gás natural, informa a Reuters.

    No dia 21 de novembro, o Presidente norte-americano aprovou novas sanções ao banco estatal Gazprombank, impossibilitando-o de participar em transações financeiras no setor energético que envolvam o sistema financeiro dos EUA.

    Após uma reunião da NATO, o ministro dos Negócios Estrangeiros húngaro afirmou que pediu “às autoridades norte-americanas competentes” para que isentassem o banco de sanções. Peter Szijjarto acrescentou que Anthony Blinken lhe disse que estava disposto a consultar aliados a quem as punições financeiras causavam problemas.

    A Hungria importa da Rússia cerca de dois terços do volume do seu gás natural.

  • Ucrânia acusada de atingir civis na Chechénia

    O líder da Chechénia, república do sul da Rússia, acusou a Ucrânia de atingir civis num ataque aéreo à cidade de Grozny, em declarações noticiadas pela RIA Novosti.

    Ramzan Kadyrov disse que um drone ucraniano acertou no telhado de um edifício que albergava autoridades policiais, na capital da Chechénia, causando ferimentos a civis, sem ser claro se se registaram vítimas mortais.

  • Olaf Scholz fala de "grave ameaça" da Rússia à cibersegurança

    O chanceler alemão, Olaf Scholz, alertou que a cibersegurança e as infraestruturas do país estão em risco, referindo-se a ameaças provenientes de países terceiros, como a Rússia.

    No Parlamento alemão, Scholz, citado pelo Politico, falou de uma “grave ameaça”, apontando à Rússia e também à China.

    “Como todos sabemos, as principais causas de ataques que afetam a nossa cibersegurança vêm da Rússia”, afirmou o chefe do governo germânico, acrescentando “e, claro, também vêm da China”.

    Em resposta a questões colocadas pelos deputados alemães sobre a guerra na Ucrânia, o chanceler disse que “cabe a Kiev considerar como as coisas devem prosseguir”, mantendo “conversas com seus aliados”.

    Já sobre a recente conversa telefónica com Putin, Scholz referiu que “o Presidente russo não demonstrou que quer fazer alguma coisa que contribua para a paz”.

  • Rússia quer debater entrega de armas ocidentais à Ucrânia na ONU

    A Rússia solicitou uma reunião do Conselho de Segurança da ONU para discutir o fornecimento de armas ocidentais à Ucrânia, noticia o jornal russo Izvestia.

    O anúncio foi feito pelo representante permanente da Rússia no órgão das Nações Unidas, Vasily Nebenzya.

    A Rússia quer debater “a permissão dada à Ucrânia para usar mísseis ATACMS e Storm Shadow de longo alcance para ataques profundos” em território russo, o que, segundo Nebenzya, “muda radicalmente a essência do conflito”.

    O responsável adiantou também que a reunião ficou marcada para 20 de dezembro.

  • Ministério dos Negócios Estrangeiros ucraniano nega apoio a rebeldes sírios

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros ucraniano negou “categoricamente” que a Ucrânia esteja a apoiar militarmente os rebeldes sírios que combatem o regime de Bashar al-Assad, nomeadamente com o envio de drones.

    A acusação foi feita pela porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Maria Zakharova.

    “Ao contrário da Rússia, a Ucrânia adere incondicionalmente às normas do Direito internacional, aos princípios de inviolabilidade da soberania e integridade territorial de outros países”, afirmou o Ministério ucraniano, num comunicado citado pela Sky News.

  • Blinken garante reforço do apoio à Ucrânia até ao final do mandato de Biden

    O secretário de Estado dos Estados Unidos da América garantiu aos aliados da NATO e à Ucrânia que a administração Biden pretende investir a totalidade dos 61 mil milhões de dólares, aprovados pelo Congresso norte-americano, no apoio à Ucrânia até final do mandato.

    Em Bruxelas, Antony Blinken, citado pelo European Pravda, manifestou ainda satisfação pelo aumento da ajuda dos aliados à Ucrânia e pela forma como os vários países contribuem para esse apoio, considerando o “melhor exemplo de partilha de encargos financeiros” que viu na sua carreira.

    A terminar, Blinken garantiu que os EUA pretendem continuar a investir para “fortalecer a defesa antiaérea, a artilharia e as meios blindados da Ucrânia”.

  • Bulgária envia meios militares para a Ucrânia

    A Bulgária vai voltar a enviar armas, equipamentos e munições para a Ucrânia. Será o sétimo “pacote” de ajuda búlgara ao país, desde o início da guerra em 2022.

    A informação é avançada pela emissora nacional da Bulgária, BNR, citada pelo The Kyiv Independent.

    O Ministério da Defesa da Bulgária garantiu que a doação não coloca em risco as capacidades militares búlgaras.

  • EUA dizem que a Ucrânia tem de mobilizar pessoas mais jovens, abaixo dos 25 anos, para a guerra

    Consciente de que Kiev precisa de mais soldados no terreno, o secretário de Estado dos Estados Unidos defendeu hoje que a Ucrânia passe a recrutar pessoas mais jovens para as forças armadas. Ou seja, abaixo dos 25 anos, a idade a partir da qual é feita atualmente a mobilização.

    “São decisões muito difíceis e eu compreendo e respeito isso”, disse Blinken numa entrevista à Reuters, em Bruxelas. “Mas, por exemplo, é necessário trazer os jovens para a luta, pensamos, muitos de nós pensamos, que é necessário. Atualmente, os jovens entre os 18 e os 25 anos não estão a combater”, concretizou.

    Esta é uma questão sensível na Ucrânia, lembra a Reuters. Alguns militares ucranianos admitem que há falta de soldados mas têm resistido a baixar a idade da mobilização argumentando que nem sequer têm armas para equipas a tropas que já têm.

  • Secretário-geral da NATO pede aumento do investimento em Defesa

    O secretário-geral da NATO pediu aos países da organização que aumentem os seus gastos em Defesa, acima dos 2% atualmente recomendados.

    Citado pela Sky News, Mark Rutte justifica o pedido com a manutenção da capacidade militar da organização “daqui a quatro, cinco anos”. Para isso, Rutte considera que a meta de 2% “não é suficiente”.

    O responsável deixou ainda em aberto a possibilidade da NATO estabelecer metas específicas para que cada país preencha as respetivas lacunas ao nível de equipamento militar.

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