Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • Bom dia. Obrigada por nos ter acompanhado neste liveblog, que agora arquivamos para atualizar os desenvolvimentos sobre o conflito neste outro link.

    https://observador.pt/liveblogs/pelo-menos-600-mortos-na-faixa-de-gaza-e-israel/

  • Número de mortes em Israel atualizado: pelo menos 300 pessoas já morreram

    Há uma nova atualização sobre o número de vítimas em Israel. Há agora pelo menos 300 mortos confirmados em território israelita e mais de 1.500 feridos.

    Na Faixa de Gaza, 232 pessoas. Mais de 1.700 ficaram feridas.

  • Ponto de situação. O que se passou até à noite deste sábado?

    Boa noite,

    Continuamos a acompanhar os desenvolvimentos da “Operação Tempestade Al-Aqsa”, lançada pelo Hamas, em Israel. Estes são os últimos desenvolvimentos:

    • As forças armadas de Israel ainda estão a travar combates com os militantes do Hamas em várias comunidades no sul de Israel, perto da fronteira com a Faixa de Gaza, onde os membros do grupo armado se infiltraram, provocando dezenas de mortos e feridos.
    • O grupo islâmico Hamas garante que vai lutar “até à vitória” e que não vai ceder tão cedo. “Isto não é uma simples operação. Isto é uma batalha total. Nós esperamos que os combatem prossigam e que a frente se expanda”, afirmou Saleh al-Arouri, um dos líderes do grupo à Al Jazeera.
    • O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez um novo comunicado à nação onde prometeu “vingar” este “dia negro” para Israel. Netanyahu avisou ainda a população da Faixa de Gaza de que deve abandonar a região, indiciando que um ataque larga escala poderá estar em curso.

    • O número de vítimas mortais aumentou nos dois lados da contenda: morreram pelo menos 300 israelitas e 232 palestinianos. Há mais de 1.500 feridos de um lado e mais de 1.700 do outro. Seis pessoas morreram também na Cisjordânia, uma delas uma criança.

    • Um porta-voz das Forças Armadas de Israel confirmou que há civis e militares israelitas feitos reféns pelo Hamas em Gaza. Israel fala em “dezenas”, o Hamas diz que o número é “muito superior”.
    • O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, avançou com a proposta aos partidos da oposição Yesh Atid e Unidade Nacional para que formem um governo de emergência nacional. As discussões ainda estão a decorrer.
    • As forças de manutenção de paz das Nações Unidas na região foram colocadas na zona da fronteira entre o Líbano e Israel, com o objetivo de “manter a estabilidade e ajudar a impedir uma escalada”.
    • O presidente de Israel, Isaac Herzog, apelou à comunidade internacional que se una na condenação dos ataques do Hamas contra Israel. O Chefe de Estado pede uma “condenação inequívoca do Hamas, dos seus aliados e dos seus apoiantes no Irão”.

    • Os Estados Unidos colocaram-se ao lado de Israel e garantem que vão trabalhar para que país “tenha o que precisa para se defender”. O Presidente Joe Biden foi taxativo: “Israel tem direito a defender-se e ao seu povo, ponto final. Não há justificação para o terrorismo.”

    • O ministro dos Negócios Estrangeiros egípcio, Sameh Shoukry, confirmou que o governo do país está em conversações com a Arábia Saudita e a Jordânia numa tentativa de travar a guerra que se começa a desenhar na região. O secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, já falou com estes países árabes.

    • Um responsável da administração de Joe Biden falou entretanto a alguns jornalistas norte-americanos, sob anonimato, e disse que Washington não tem sinais de que o Irão esteja “diretamente envolvido” nesta operação do Hamas contra Israel.
    • O Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, teve uma série de conversas telefónicas com líderes mundiais, em que responsabiliza o Estado de Israel pela violência vivida este sábado, apontando o “impasse político” e as “políticas colonialistas” de Israel.
    • O Ministério dos Negócios Estrangeiros confirmou que, de acordo com as informações “recolhidas até ao momento”, não há “portugueses diretamente afetados pelo ataque desta manhã em território israelita”.

    • A TAP decidiu cancelar os voos previstos para domingo e segunda-feira oriundos ou com destino para Telavive devido à situação que se vive em Israel.
    epa10904810 A burning vehicle in the Israeli city of Ashkelon following rocket launches from Gaza, 07 October 2023. Rocket barrages were launched from the Gaza Strip early Saturday in a surprise attack claimed by the Islamist movement Hamas.  EPA/ATEF SAFADI

    EPA/ATEF SAFADI

  • Antony Blinken falou com Arábia Saudita e Egipto

    O secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, falou esta noite com os responsáveis da diplomacia da Arábia Saudita e do Egipto — dois países árabes que dizem estar em negociações para travar a escalada do conflito.

    Segundo o comunicado, Blinken “reiterou o direito de Israel à auto-defesa e pediu esforços coordenados para alcançar uma interrupção imediata dos ataques violentos dos terroristas do Hamas”.

  • MNE português reforça atendimento do Gabinete de Emergência Consular após ataque em Israel

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) indicou hoje ter reforçado o atendimento telefónico do Gabinete de Emergência Consular, para os portugueses que se encontram em Israel, na sequência dos ataques do movimento palestiniano Hamas.

    Segundo fonte oficial, “foi reforçado o atendimento do Gabinete de Emergência Consular” e “o MNE apela para que os contactos sejam feitos” para os números do gabinete: +351217929714/+351961706472.

    “O MNE acompanha a situação em permanência, através da Embaixada de Portugal em Telavive, aconselhando todos os portugueses que se encontram em Israel a seguirem estritamente as instruções das autoridades locais”, lê-se no Portal das Comunidades.

    Em comunicado, o ministério indicou hoje que não há registo de portugueses diretamente afetados pelos ataques do Hamas a Israel.

    “De acordo com as informações recolhidas até ao momento, não há portugueses diretamente afetados pelo ataque desta manhã em território israelita. No entanto, 15 turistas que se encontram no país, afastados da zona atingida, contactaram o Gabinete de Emergência Consular para sinalizarem a sua presença no território”, referiu a nota do ministério tutelado por João Gomes Cravinho.

    O ministro dos Negócios Estrangeiros condenou hoje firmemente o ataque que o grupo islâmico Hamas lançou contra Israel a partir da Faixa de Gaza, durante a madrugada.

    “Condenamos firmemente os ataques terroristas lançados contra civis pelo Hamas hoje. Israel tem o direito de se defender”, escreveu o chefe da diplomacia portuguesa numa publicação na rede social X (antigo Twitter).

  • EUA dizem não haver sinais de envolvimento "direto" do Irão na operação

    Um responsável da administração de Joe Biden falou entretanto a alguns jornalistas norte-americanos, sob anonimato, e disse que Washington não tem sinais de que o Irão esteja “diretamente envolvido” nesta operação do Hamas contra Israel, afirma o New York Times.

    A mesma fonte lembrou, porém, que o Hamas “não existiria sem o apoio financeiro e de armamento” do Irão.

  • Número de feridos em Israel sobe para 1.590

    O Ministério da Defesa israelita fez uma nova atualização sobre o número de vítimas, colocando agora os feridos em 1.590 pessoas. Mais de 250 pessoas morreram.

    Do lado palestiniano, há neste momento mais de 1.700 feridos e 232 mortos.

  • Hamas diz que número de reféns "é muito superior" às dezenas

    Um porta-voz do Hamas terá dito que o número de reféns capturados pelo grupo islâmico em Israel é “muito superior” às dezenas apontadas por Israel.

    A notícia é avançada pela Al Jazeera, que não dá mais detalhes. Sabe-se apenas que os reféns, que o Hamas apelida de “prisioneiros de guerra”, estão neste momento em vários pontos da Faixa de Gaza.

  • Polícia de Londres reforça patrulhas depois de vários "incidentes" relacionados com a situação em Israel

    A polícia de Londres anunciou que vai reforçar os patrulhamentos na cidade, na sequência de “vários incidentes” que estão “relacionados com o conflito que está a decorrer em Israel e na fronteira com Gaza”.

    A polícia metropolitana pede para ser contactada por quem “experienciar comportamentos ameaçadores” e diz estar atenta à possibilidade de protestos nos próximos dias.

  • Capacetes azuis enviados para a fronteira entre o Líbano e Israel

    As forças de manutenção de paz das Nações Unidas na região foram colocadas na zona da fronteira entre o Líbano e Israel, com o objetivo de “manter a estabilidade e ajudar a impedir uma escalada”.

    Segundo a Sky News, os “capacetes azuis” estão a reforçar a sua presença na região e a levar a cabo operações para impedir o lançamento de rockets.

    A última guerra entre Israel e o Hezbollah, que controla o sul do Líbano, foi em 2006.

  • Comandante israelita morre em confrontos na fronteira com a Faixa de Gaza

    As Forças Armadas de Israel (IDF) anunciaram que um dos seus comandantes, o tenente-coronel Yonatan Steinberg, de 42 anos,morreu numa troca de tiros com um militante do Hamas perto da Faixa de Gaza.

    “Foi permitido que anunciássemos que o comandante da Brigada Nahal, o tenente-coronal Yonatan Steinberg, foi hoje morto na sequência de um encontro com um terrorista, perto de Kerem Shalom”, escreveram as IDF nas suas redes sociais.

  • Responsável do Hamas diz que ataque ainda agora começou e pede apoio de países árabes

    Hussam Badran, um dos membros do bureau político do Hamas, fez declarações a avisar que a “Operação Tempestade Al-Aqsa” ainda está numa fase inicial, noticia o Times of Israel.

    Segundo o jornal, Badran disse que esta é uma batalha diferente de todas as fases anteriores do conflito e pediu aos países árabes que estão a tentar mediar o conflito para que não o façam e ordenem antes a Israel que “abandone as nossas terras ocupadas”.

    O responsável pediu ainda aos países árabes que apoiem a posição do Hamas.

  • TAP cancela voos de e para Telavive previstos para domingo e segunda

    A TAP decidiu hoje cancelar os voos previstos para domingo e segunda-feira oriundos ou com destino para Telavive devido à situação que se vive em Israel, segundo uma nota da companhia aérea enviada à Lusa.

    Já o voo previsto para hoje está a realizar-se e o avião partiu do aeroporto de Lisboa com destino a Telavive esta noite.

    “A TAP decidiu cancelar os voos dos dias 08 e 09 de outubro [domingo e segunda-feira] para e de Telavive, devido à situação em Israel”, pode ler-se na mesma nota.

    De acordo com a companhia aérea, os passageiros com bilhetes para estes voos cancelados poderão fazer a remarcação dos mesmos sem custos adicionais ou então pedir o reembolso.

    Tal como a TAP, e segundo noticiou a agência francesa AFP, várias companhias aéreas cancelaram voos para Telavive após o ataque do Hamas contra Israel.

    Entre as empresas que cancelaram as ligações aéreas estão a Lufthansa, a Emirates, a Ryanair, a Aegan Airlines, a Air France e companhias aéreas americanas.

    Mais de 200 pessoas morreram hoje em Israel na ofensiva do Hamas, enquanto pelo menos 232 palestinianos morreram em Gaza devido aos ataques aéreos israelitas que se seguiram, segundo os mais recentes dados confirmados por fontes médicas, citadas por agências internacionais.

  • Seis mortos na Cisjordânia, entre eles uma criança

    Seis pessoas morreram na Cisjordânia — zona controlada pela Autoridade Palestiniana e não pelo Hamas — este sábado, incluindo uma criança.

    De acordo com dados do Crescente Vermelho Palestiniano, há também 126 palestinianos que ficaram feridos na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental.

  • Conversações entre Arábia Saudita, Egipto e Jordânia a decorrer

    O ministro dos Negócios Estrangeiros egípcio, Sameh Shoukry, confirmou que o governo do país está em conversações com a Arábia Saudita e a Jordânia numa tentativa de travar a guerra que se começa a desenhar na região.

    Shoukry sublinhou a importância de “unir esforços regionais e internacionais” para conter “a escalada de violência”.

    Antigos inimigos de Israel, o Egipto e a Jordânia têm atualmente acordos de paz assinados com Tel Aviv. A Arábia Saudita e Israel estavam neste momento a negociar um processo de paz para normalizar as relações diplomáticas entre os dois países, que pode agora ficar suspenso devido ao apoio saudita à causa palestiniana.

  • Número de mortes em Israel sobe para 250. Em Gaza morreram 232 pessoas

    O Ministério da Saúde israelita atualizou entretanto o número de vítimas da “Operação Tempestade Al-Aqsa”, esclarecendo que 250 pessoas e 1.452 ficaram feridas desde a madrugada deste sábado.

    Em Gaza, as autoridades locais falam em 232 mortos e 1.790 feridos.

  • Netanyahu fala ao país: "O que aconteceu hoje é nunca visto em Israel. Vamos vingar este dia negro de forma grandiosa"

    O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, está agora a fazer uma declaração ao país, onde admite que a situação vivida em Israel é inédita e promete vingança.

    “O que aconteceu hoje é nunca visto em Israel. Vamos vingar este dia negro de forma grandiosa”, afirmou.

    Contudo, o líder israelita reconheceu que “o preço a pagar vai ser insuportável”, porque o Hamas é “um inimigo que mata mães e crianças nas suas casas”.

    “Esta guerra vai demorar e vai ser dura”, avisou também. E disse aos residentes de Gaza que abandonem a região, porque esta será atacada “com toda a nossa força”.

  • Líder da Autoridade Palestiniana diz que "práticas dos colonialistas" de Israel estão a levar conflito com palestinianos a uma "explosão"

    O Presidente da Autoridade Palestianiana, Mahmoud Abbas, tem tido uma série de conversas telefónicas com líderes mundiais em que responsabiliza o Estado de Israel pela violência vivida este sábado.

    Ao telefone com o secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, Abbas destacou “as práticas dos colonialistas e das forças de ocupação israelitas” como estando a contribuir para uma “explosão”, segundo a agência de notícias palestiniana WAFA.

    Antes do telefonema com Blinken, Abbas tinha transmitido uma mensagem semelhante ao Presidente francês Emmanuel Macron, a quem disse que”a atual escalada na região é resultado de um impasse político”.

  • Biden diz que EUA estão ao lado dos israelitas: "Israel tem direito a defender-se e ao seu povo, ponto final"

    O Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, fez agora uma declaração pública, onde a principal mensagem foi a de que “os EUA estão ao lado de Israel”.

    “Israel tem direito a defender-se e ao seu povo, ponto final. Não há justificação para o terrorismo”, afirmou Biden.

    O Presidente norte-americano falou ainda das imagens “aterradoras” de “milhares de rockets disparados num espaço de horas”, “inocentes mortos e feridos” e “famílias inteiras feitas reféns”.

    Deixou ainda um aviso aos vários atores políticos mundiais: “Não é altura para nenhuma das partes usar este momento para obter vantagens. O mundo está a ver.”

  • Países árabes pedem fim da escalada entre Israel e milícias do Hamas

    Os países árabes pediram hoje o fim imediato da escalada entre Israel e milícias palestinianas em Gaza, com o Egito a indicar que promove contactos internacionais nesse sentido.

    Em paralelo, o Irão e grupos xiitas pró-iranianos, o libanês Hezbollah e os Huthis do Iémen, manifestaram abertamente o seu apoio às milícias palestinianas contra o Estado judaico.

    A Liga Árabe, que inclui 22 Estados, advertiu em comunicado que “o ciclo de confrontos armados entre palestinianos e israelitas afasta a região de qualquer oportunidade real de garantir a estabilidade ou a paz num futuro próximo”.

    O secretário-geral do organismo pan-árabe, Ahmed Abulgheit, apelou ao “fim imediato das operações militares em Gaza”, após recordar que “tinha advertido repetidamente que a adoção de políticas violentas e extremistas por Israel equivale a uma bomba ao retardador”.

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